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Ciclismo - Capeia Arraiana

Quinta Etapa da Volta parte do Sabugal

No dia 6 de Agosto o Sabugal é o ponto de partida da 5ª Etapa da Volta a Portugal em Bicicleta, que liga a cidade raiana a Viseu numa distância de 191,7 quilómetros.

Altimetria da 5ª etapa

Ciclismo - Capeia Arraiana

Volta a Portugal tem meta volante no Sabugal

A Volta a Portugal em Bicicleta volta a ter o concelho do Sabugal no percurso, embora neste ano resumido a uma passagem dos ciclistas e a uma meta volante, no decurso da oitava etapa, que ligará a Guarda a Castelo Branco, no dia 7 de Agosto, sexta-feira.

Os ciclistas voltam a passar pelo Sabugal

Os ciclistas voltam a passar pelo Sabugal

Ciclismo - Capeia Arraiana

Volta a Portugal em Bicicleta regressa a Ovar

Mais de 30 anos depois, a Volta a Portugal em Bicicleta vai regressar à cidade de Ovar. Desde 1982 que a maior competição de ciclismo nacional estava arredada do concelho, mas um compromisso estabelecido entre a autarquia e a organização da prova torna possível esse regresso. No próximo verão, Ovar será ponto de partida de uma etapa da Volta.

Ovar será ponto de partida de uma etapa da Volta 2015

Ovar será ponto de partida de uma etapa da Volta 2015

Ciclismo - Capeia Arraiana

Pinhel na Volta a Portugal 35 anos depois

As emoções do ciclismo de estrada voltam em 2015 a Pinhel, numa partida de etapa que marcará o regresso da maior competição velocipédica nacional à «Cidade Falcão» 35 anos depois.

Pinhel vai receber a Volta a Portugal em Bicicleta

Pinhel vai receber a Volta a Portugal em Bicicleta

Ricardo Mestre venceu a etapa Sabugal-Guarda

Ricardo Mestre é o novo camisola amarela da 73ª Volta a Portugal Jogos Santa Casa depois de vencer o contra-relógio da sétima etapa entre o Sabugal e a Guarda. Nos 35, 3 quilómetros de luta individual contra o cronómetro o corredor algarvio gastou 46 minutos e 52 segundos deixando o segundo melhor registo, de Hernâni Broco (LA / Antarte), a um minuto. Ricardo Vilela (Onda/Boavista) foi o terceiro classificado a minuto e 42 segundos do melhor tempo. O anterior líder, Sérgio Ribeiro (Barbot/Efapel) não conseguiu melhor que a sétima posição a quase dois minutos e meio de Mestre e desceu ao quarto lugar da geral.

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Após esta etapa, a Volta a Portugal Jogos Santa Casa já conheceu quarto líderes distintos, mas esta é a primeira vez que Mestre está de amarelo na “Grandíssima” além de ter ganho esta sexta-feira o primeiro crono da carreira. «É sempre bom vestir a amarela e confio na equipa para a poder defender. Sabia que ganhar este contra-relógio era bastante difícil depois de fazer seis etapas. Agora quem quiser ganhar a Volta vai ter de atacar amanhã mas nós vamos estar atentos a todas as situações. Tenho a camisola amarela, mas também tenho dois colegas de equipa que estão bem posicionados, vamos ver…», afirmou Ricardo Mestre aludindo à etapa Rainha da Serra da Estrela.
As equipas portuguesas têm dominado esta Volta desde o primeiro dia. Neste contra-relógio os primeiros oito classificados foram corredores nacionais e na classificação geral, entre os dez melhores, apenas surge um estrangeiro, exactamente na décima posição.

Vem aí a Torre, o dia das grandes decisões
Depois do contra-relógio, sem tempo para recuperar fôlego, o pelotão enfrenta a Etapa Rainha da 73ª Volta a Portugal Jogos Santa Casa subindo a Serra da Estrela até ao alto da Torre. Este sábado, a partida de Seia está marcada para as 11h50, 15 minutos antes do horário inicialmente estabelecido. O pelotão vai percorrer os principais pontos da serra, recuperando a Lagos Sports, este ano, a tradicional escalada às Penhas da Saúde pelo lado da Covilhã. Nos derradeiros quilómetros a ascensão ao ponto mais alto de Portugal continental será feita por Seia.
No domingo a etapa que vai começar na Covilhã será também antecipada 15 minutos, decisão tomada pela organização devido à média baixa que o pelotão tem feito nas últimas etapas e que tem condicionado os horários de transmissão televisiva da RTP.
jcl (com Lagos Sports)

O Sabugal na Volta a Portugal em Bicicleta

Malgrado o enorme valor despendido pela Câmara Municipal, o facto da 7ª etapa da Volta a Portugal em Bicicleta de 2011 ter o seu início no Sabugal, trará diversas vantagens, dentre as quais a grande projecção mediática e a oportunidade de negócio para algumas empresas locais, nomeadamente no ramo da hotelaria e restauração.

Soube-se agora que, no dia 12 de Agosto, o Sabugal será o ponto de partida para o contra-relógio da Volta a Portugal em Bicicleta, que ligará esta cidade raiana à capital de distrito num percurso com cerca de 30 quilómetros.
A inclusão do Sabugal na Volta, como ponto de partida, implicou a celebração de um protocolo entre o Município e a empresa PAD Produção de Actividades Desportivas SA, a quem cabe a organização da prova. O objecto do acordo materializa-se na regulação dos termos e condições da prestação de patrocínio à etapa da Volta.
A Câmara paga uma verba cujo montante em concreto ainda não foi revelado, mas que pode atingir os 50 mil euros, a troco de umas quantas contrapartidas insignificantes e até burlescas, de que são exemplo: a designação da Câmara como patrocinador oficial da prova (entre outras dezenas de patrocinadores), referência ao Município em alguns spots publicitários, presença do presidente da Câmara na cerimónia protocolar de início da etapa e corte da fita da partida, depoimento do presidente no livro oficial da volta, direito a que duas pessoas indicadas pelo Município acompanhem a etapa numa viatura da organização (quem serão os felizardos?).
Perguntar-se-á se merece a pena, em tempos de crise e quando o Município se atola em dificuldades financeiras, patrocinar com tão elevado valor uma prova desportiva. Se fizermos a análise custo-benefício tendo apenas em conta os termos do protocolo, diríamos peremptoriamente que não. Porém, há que atender a outros factos, porque a realização de uma etapa da Volta é algo que movimenta uma imensa logística e chama muito a atenção.
Há desde logo a projecção mediática do Sabugal enquanto local da partida da etapa. Depois há toda a movimentação gerada com a execução da prova. Atletas, equipas técnicas, staff de apoio, polícias, organizadores, jornalistas, patrocinadores, em suma largas centenas de pessoas, irão acorrer ao Sabugal. Tratando-se de um contra-relógio individual, a atenção para com o local da partida não se resume a um momento, pois a saída dos ciclistas far-se-á pausadamente, cada um por sua vez e com os mais bem classificados a serem os últimos a partir.
Não se esqueça ainda que vem sendo hábito a televisão que tem o exclusivo da transmissão da Volta, fazer um programa durante a manhã a partir do local onde a etapa diária começa, dando expressão à vida local, às artes e ofícios, à gastronomia, às tradições e dando voz às pessoas da terra.
Muitos dos envolvidos com o evento irão pernoitar no Sabugal, beber e alimentar-se nos cafés e restaurantes, abastecer as viaturas nos postos de combustível e fazer compras nas diversas casas comerciais.
Desconhecendo, como acima referimos, o valor concreto da comparticipação financeira da Câmara para ver garantida a realização do inicio da prova no Sabugal, existem desde já razões para com isso nos congratularmos, felicitando o presidente António Robalo por o ter conseguido.
«Contraponto», opinião de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

Sabugal-Guarda na Volta a Portugal em Bicicleta

Pela primeira vez o Sabugal será o ponto de partida de uma etapa da Volta a Portugal em Bicicleta, o que sucederá num importantíssimo e porventura decisivo contra-relógio individual que, na sétima etapa, ligará a cidade raiana à Guarda.

Embora sujeito a eventuais alterações, dadas por pouco prováveis, o diário desportivo A Bola revelou o percurso da 73.ª Volta a Portugal em Bicicleta, que se realiza entre 4 e 15 de Agosto.
Com a região a sul do rio Tejo assim como o nordeste transmontano fora do percurso, uma das principais novidades é a estreia do Sabugal como ponto de partida, o mesmo sucedendo com a Trofa, que também figura pela primeira vez no início de uma etapa.
Outra novidade é o regresso da Covilhã, ultrapassadas as divergências de anos anteriores e a chegada no penúltimo dia à Sertã, repetindo o final de 1976 numa tirada que teve por vencedor Marco Chagas.
Face ao figurino das 10 etapas, a corrida afigura-se direccionada aos trepadores, com cinco finais em altitude – Senhora da Assunção em Santo Tirso (2.ª etapa), Senhora da Graça em Mondim de Basto (3.ª etapa), Gouveia (4.ª etapa) e Torre (8.ª etapa), a que se junta o importantíssimo contra-relógio entre Sabugal e Guarda (7.ª etapa) com cerca de 30 quilómetros. Com o prólogo a ser disputado em Fafe, os velocistas dispõem dos finais em Oliveira do Bairro, Viseu, Castelo Branco, Sertã e Lisboa.
Eis todas as etapas:
4 Agosto: Prólogo em Fafe
5 Agosto: 1.ª Trofa – Oliveira do Bairro
6 Agosto: 2.ª Ol. Azeméis – Senhora da Assunção
7 Agosto: 3.ª V. Castelo – Senhora da Graça
8 Agosto: 4.ª Lamego – Gouveia
9 Agosto: 5.ª Oliveira do Hospital – Viseu
10 Agosto: Descanso
11 Agosto: 6.ª Aveiro – Castelo Branco
12 Agosto: 7.ª Sabugal – Guarda (CRI)
13 Agosto: 8.ª Seia – Torre
14 Agosto: 9.ª Covilhã – Sertã
15 Agosto: 10.ª Sintra – Lisboa
plb