Na vida das nossas comunidades, cruzamo-nos com pessoas que nos ajudam a crescer nas diversas atividades humanas. Muitas vezes são anónimas ou banidas da memória coletiva do povo que dignificam, principalmente daqueles que tem responsabilidades civis e politicas. As palavras, por mais humildes que sejam, têm o dom da salvação, da justiça e da recordação. No filme da minha memória são projetados inúmeros homens e mulheres, verdadeiras personagens de carne e osso da minha aldeia natal – a Bismula. Hoje vejo em primeiro plano uma dessas pessoas ignoradas, o Joaquim Manuel Trindade, entre nós o Tio Joaquim Cordeiro. Ler Mais