Na vida das nossas comunidades há pessoas que marcam a aventura diária de todos nós. Não vêm nas páginas dos jornais nem são badaladas. Mas, no seu silencioso labor, sem quase dar nas vistas, realizam missões importantes nas nossas aldeias. No caso concreto, vou falar da minha conterrânea Maria de Lurdes Polónia, de oitenta e quatro anos – uma costureira, catequista, sacristã, zeladora e servidora. Foi ela quem me ensinou, depois dos meus pais, a «boa doutrina» de fazer bem ao próximo e tecer a bondade.

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