As notícias chegam-nos em catadupa. Os nossos entes queridos que já não podiam viver connosco porque a vida frenética que levamos não nos permite cuidar deles e que, por amor, por compaixão e por comodidade, os colocámos nas casas de repouso, estão a morrer às dezenas. Os remorsos invadem-nos o espírito, sem que possamos encontrar uma solução e não vale a pena estar a acusar as instituições ou os funcionários que fazem tudo o que podem para os cuidar.

Dói-nos muito vê-los partir sem os podermos acariciar nem dar-lhes o último beijo
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