Tag Archives: do côa ao noémi

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Leis por medida

Fatos por medida, ficam bem a quem os faz e a quem os usa. Leis por medida ficam mal a quem as faz e sabem bem a quem as utiliza. Leis à medida em democracia são o que de pior a democracia permite.

Um fato por medida, assenta que nem uma luva

Um fato por medida, assenta que nem uma luva

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Por que escrevemos? Como escrevemos?

Escrevemos sempre a pensar que alguém nos lê. Quando escrevemos temos em mente um leitor com quem conversaríamos se não estivesse-mos a escrever. O retorno desse leitor imaginário é o motor da nossa escrita.

E se escrevêssemos como falamos?

E se escrevêssemos como falamos?

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Abandonar animais é crime

Abandonar animais é crime – Não sejamos criminosos. As pessoas, enquanto seres humanos racionais gostam e têm necessidade de conviver com animais domésticos. Abandoná-los das mais diferentes formas e nos mais variados lugares é um crime.

Cão abandonado

Cão abandonado

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As infracções de trânsito

Quando infringimos regras gerais da sociedade devemos ser sancionados. O processo de sancionar deve ser claro, fiável e perceptível a todos, principalmente aos infractores quando estes têm já uma idade avançada.

Uma infracção

Uma infracção

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As Confrarias

Ser confrade é ser membro de uma associação a que vulgarmente se chama confraria. As confrarias, principalmente as gastronómicas, destinam-se a divulgar e defender produtos gastronómicos com características únicas.

As duas confrarias raianas: a do Bucho e a dos Aromas e Sabores

As duas confrarias raianas: a do Bucho e a dos Aromas e Sabores

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

O interesse público

Em todas as sociedades, e a nossa não é excepção, sempre existiu e continuará a existir a dicotomia interesse público e interesse privado. Ambos são legítimos mas por norma há uma prevalência do público quando em confronto.

Dois interesses que estão presentes na sociedade

Dois interesses que estão presentes na sociedade

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Por que escrevemos?

Escrevemos quando queremos comunicar alguma coisa. A comunicação através da escrita tem um carácter duradouro que a comunicação oral não pode ter. Por isso, escrevemos ou “teclamos” para comunicar o que de boca não conseguimos dizer com a mesma abrangência.

Escrevendo ou «teclando»

Escrevendo ou «teclando»

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As Comunicações

Comunicar começou por ser uma necessidade entre as pessoas para poderem entender-se através da fala. Continuou sendo uma necessidade quando as pessoas precisaram de transmitir informação à distância. É hoje uma necessidade quando, usando as redes, precisamos de aceder à informação.

Antenas da rede móvel

Antenas da rede móvel

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Animais Domésticos – Eutanásia

As pessoas, enquanto seres humanos racionais gostam e têm necessidade de conviver com animais domésticos. E quando os animais, pela sua idade, ou doença perdem as capacidades mínimas para poderem dignamente viver será que se justifica mantê-los? Não.

O Lord

O Lord

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Crónicas do Gervásio – Noites de Sueca

Nalgumas noites de inverno, que são maiores do que as de verão, o Gervásio e os seus companheiros mais próximos, juntavam-se para jogar à sueca. Por norma jogavam na casa de um deles, mas a maior parte das vezes o assunto era resolvido na casa do Ti Tavares.

Apontamento de controle do jogo

Apontamento de controle do jogo

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Produtividade Público/Privado

Já por varias vezes falámos de produtividade. Produtividade é um conceito que pretende representar a relação entre os custos dos recursos usados e os produtos produzidos.

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Crónicas do Gervásio – A caça

No tempo do Gervásio, embora a caça fosse uma actividade reservada aos caçadores profissionais, a verdade é que todos ou quase todos num momento qualquer acabavam por caçar utilizando métodos não tradicionais.

O Caçador

O Caçador

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Pensões de Reforma – outra vez

Várias vezes temos dedicado várias páginas à sempre actual questão das pensões. Falamos delas quando o Governo as quer reduzir; Falamos delas quando se diz que o sistema não é sustentável e falamos também quando nos dizem que as regras que produzem para as reduzir, são apenas para nós e não para quem faz as regras.

As subvenções pagas aos políticos

As subvenções pagas aos políticos

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Brasão, Selo e Bandeira (13)

:: :: BISMULA :: :: – O brasão da Bismula reflete a geografia do local. O carvalho, limitado por dois cursos de água faz transparecer a reprodução de uma localidade situada entre as Ribeiras da Nave e de Alfaiates – A Bismula.

Igreja matriz da Bismula

Igreja matriz da Bismula

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Público/Privado – produtividade

A dicotomia público/privado quando se pensa em produtividade origina invariavelmente apaixonadas discussões entre os defensores de cada uma das partes.

O lucro é o resultado da actividade privada

O lucro é o resultado da actividade privada

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35 horas na administração pública?

Discutir se os trabalhadores da administração pública devem trabalhar 35 ou 40 horas semanais, parece-me uma falsa questão. O volume semanal de trabalho deve ser igual para a generalidade dos trabalhadores.

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Avaliar é traumatizar?

A avaliação nos primeiros anos do nosso sistema de ensino deve ou não existir? E, existindo, deve ou não influenciar a progressão académica dos alunos?

Um dia de exame do 4º. Ano

Um dia de exame do 4º. Ano

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Crónicas do Gervásio – Descavar as videiras

Também as videiras, para darem cachos e depois vinho, precisam de muita “atenção”, leia-se trabalho. Hoje o Gervásio ia começar a descavar a vinha do Pradinho, que tinha podado uns dias antes.

Vinha podada

Vinha podada

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Os Bancos não são empresas privadas?

De cada vez que acontece um problema num banco aparece o Estado, (Todos Nós) para suportar os erros de gestão desses bancos. Até parece que os erros foram cometidos pelos cidadãos.

Agora foi o Banif, depois do BES e do BPN – Paga Zé!

Agora foi o Banif, depois do BES e do BPN – Paga Zé!

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O Natal

À medida que o Natal se aproxima parece que dentro de nós desperta algo adormecido que nos leva a olhar para os outros de forma diferente. É estranho mas acontece: Nesta altura estamos mais sensíveis a quem nos rodeia. Das várias músicas de natal, escolhi esta do Coro de Santo Amaro de Oeiras.

Natal rural – fogueira na rua

Natal rural – fogueira na rua

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Aves da nossa terra – a perdiz

De todas as aves desta zona, a perdiz é uma ave especial, não só pelo tamanho mas também por ser a matéria prima de uma actividade milenar dos humanos: a caça. O homem sempre caçou e continua a caçar. Primeiro por necessidade e depois por diversão.

Perdiz vermelha

Perdiz vermelha

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Crónicas do Gervásio – Ir ao Endireita

Uma perna torcida, braço desmanchado, costelas recolhidas, ombros revirados e sei lá que mais…. eram tudo maleitas que podiam ser resolvidas pelo endireita de Roque Amador.Havia outros, mas este era o melhor!…

Aqui é o Roque Amador

Aqui é o Roque Amador

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Crónicas do Gervásio – Colher maçãs e cair no chão

Agora, em Outubro/Novembro era a altura para colher as maçãs das macieiras que o Gervásio tinha nas suas terras. As macieiras eram altas pois algumas vinham já do tempo do seu pai.

Macieira com maçãs

Macieira com maçãs

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E se os rios corressem ao contrário?

Sem percebermos muito bem porquê, as águas do Noémi começaram de tempos a tempos a circular ao contrário. De tempos a tempos correm para o parque urbano da cidade da Guarda.

Noémi poluído na zona da Gata

Noémi poluído na zona da Gata

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Brasão, selo e bandeira (12)

:: :: SEIXO DO CÔA :: :: – O brasão desta localidadade tem pouco a ver com o seu nome. Aliás este brasão, tal como se mostra concebido, poderia representar um sem número de terras em virtude da ausência de particularidades. É bastante (simples) pobre em termos de conteúdo em contraste com a terra que pretende representar.

Igreja matriz de seixo do Côa

Igreja matriz de seixo do Côa

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Aves da nossa terra – majengra

O nome por que se conhece é esquisito mas é assim que as pessoas lhe chamam. Claro que vamos conhecer a majengra averiguando com se comporta o Chapim.

A majengra (chapim)

A majengra (chapim)

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Crónicas do Gervásio – A poda

«Os bons vinhos fazem-se na vinha». «Vinha viçosa é preguiçosa». Dois ditados populares que traduzem como sempre o saber do povo: se as videiras estão muito verdes com muita folhagem, poucas uvas virão.

Podando a videira

Podando a videira

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Brasão, Selo e bandeira (11)

:: :: VALONGO :: :: – O símbolo do brasão desta localidade como outras das redondezas e proximidades, teria necessariamente de incluir a Ponte de Sequeiros. A ponte de Sequeiros tem, ao longo do tempo, despertado paixões e disputas em que todos têm razão.

Igreja de Valongo do Côa

Igreja de Valongo do Côa

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Aves das nossas terras – o pardal

Vários são os ditos populares em que os pardais entram: Pelo natal tenha o alho bico de pardal – para os alhos. Todos comem trigo, mas quem paga é o pardal – de forma genérica.

Pardal Doméstico Pardal Montês
Pardal Doméstico Pardal Montês

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Crónicas do Gervásio – A feira da Miuzela

Na feira da Miuzela, realizada na última quinta-feira de cada mês, negociava-se tudo. Mas a parte da feira reservada ao gado tinha um movimento e cheiro próprios dos animais que se vendiam. Negócio feito, albroque bebido. Só depois do albroque se considerava o negocio formalizado.

A feira do gado

A feira do gado

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Brasão, Selo e bandeira (10)

:: :: CABREIRA :: :: – Como se disse nos textos anteriores, a generalidade das autarquias possui os seus símbolos heráldicos. Esses símbolos, para cada povoação são uma espécie de denominador comum a toda a comunidade. Vejamos hoje a Cabreira.

Barroco do Sangue

Barroco do Sangue

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Crónicas do Gervásio – O movimento do Sol

Para o Gervásio sempre assim foi. O sol nasce no horizonte a nascente, sobe ao firmamento e desce de novo para o horizonte a poente. É assim que ele vê o movimento diário do Sol.

Movimento do sol como o vemos

Movimento do sol como o vemos

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Aves das nossas terras – A rola

A rola comum, em conjunto com as andorinhas, o cuco e a popa são quatro aves que, com a sua presença e o seu canto, acabam por convencer os mais incrédulos que a primavera chegou novo.

A rola comum

A rola comum

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Brasão, Selo e Bandeira (9)

:: :: NAVE DE HAVER :: :: – Touros e contrabando a par, em tempos idos, da exploração de Volfrâmio, acabam por ser elementos caracterizadores desta localidade.

Igreja matriz de Nave de Haver

Igreja matriz de Nave de Haver

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Oportunidades

Há coisas que são únicas. Essas, são a base da criação de oportunidades de desenvolvimento. É dessas que as nossas terras devem tirar partido precisamente por serem únicas.

Festas das Flores de Campo Maior

Festas das Flores de Campo Maior

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

O Ciclo do Pão nas Terras da Beira (16)

Finalmente podemos saborear uma fatia de pão centeio, produzido na terra que trabalhámos durante cerca de um ano. O tempo que medeiou desde que iniciámos a tarefa da preparação da terra até termos na nossa mão o pão resultante passaram cerca de 2 anos. É muito tempo para os dias de hoje.

Pão centeio

Pão centeio

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Aves das nossas terras – O Melro

«Quando o melro canta em Janeiro, temos seca o ano inteiro» – é um ditado popular que traduz um tempo mais quente em Janeiro e que acaba por conduzir a que tendo menos chuvas tenhamos piores colheitas.

O Melro (macho)

O Melro (macho)

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O Ciclo do Pão nas Terras da Beira (15)

Pão com olhos, queijo sem olhos e vinho que salte para os olhos. Este ditado popular, numa forma simples, acaba por definir as caracteristicas principais de três produtos: pão, queijo e vinho.

Pão centeio

Pão centeio

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ADSE – Um subsistema sustentável

De todos os sistemas políticos que conhecemos, e apesar de nenhum ser perfeito, a democracia ainda é o menos mau. A separação de poderes entre os órgãos de soberania é uma das suas maiores virtudes. Só assim pode haver independência entre os órgãos.

A ADSE fez em 2013 50 Anos

A ADSE fez em 2013 50 Anos

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O Ciclo do Pão nas Terras da Beira (14)

Da terra saiu o centeio. Do centeio, saiu o grão. Do grão saiu a farinha depois de ter havido a intervenção do moleiro, do moinho e, curiosamente da água do rio Noémi. Da farinha sairá o pão depois de o cozermos. Mas isso será nos próximos textos.

Pão centeio

Pão centeio