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TMG - Teatro Municipal da Guarda - © Capeia Arraiana

Disco Cicatr-izando apresentado no TMG

No Café Concerto do TMG-Teatro Municipal da Guarda, foi apresentado no dia 22 de Janeiro – «CICATR-IZANDO» – o novo disco de Américo Rodrigues.

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Na sessão de apresentação no café-concerto do TMG do disco «Cicatr-izando» de Américo Rodrigues actuou um grupo constituído por Victor Afonso, César Prata, Eduardo Martins, Tiago Rodrigues e o próprio autor.
O disco regista o som de acções poéticas a partir de elementos da tradição oral portuguesa (romance, lengalengas, orações, adivinhas, ditos, alcunhas e vocabulário de uma gíria).
«À cata da gíria» – Viajo até uma localidade da raia onde se recorda uma gíria de contrabandistas. Durante a viagem ouvimos músicas do Mundo. Não respeito as indicações de percurso. Telefono a um filósofo e filólogo para me explicar de onde vem aquele linguajar. Regresso. (acção realizada no dia 11 de Agosto de 2009 entre a Guarda e Quadrazais).
A maior surpresa é a voz de Pinharanda Gomes que aparece nesta acção à cata da Gíria de Quadrazais.
Todos os temas tiveram por base uma intervenção concreta em cujo processo se usaram tecnologias rudimentares de gravação, comunicação e amplificação da fala e da voz. O som obtido nas acções foi depois alvo de montagem com edição de «Bosq-íman:os records».
A obra musical tem o apoio da Luzlinar, e do IELT – FCSH/ Universidade Nova de Lisboa.
O disco encontra-se à venda na Casa do Castelo na cidade do Sabugal.
Natália Bispo

São Francisco de Assis no TMG

0 Teatro Municipal da Guarda (TMG) recebe no Grande Auditório a peça de teatro «São Francisco de Assis e Mundus Imaginalis num quadro de Van Gogh».

A peça, da autoria de Vicente Sanches, estará em cena nos dias 9, 10 e 11 de Dezembro (de quarta a sexta-feira), às 21h30.
Sobre o autor da peça que vai subir ao palco do TMG, transcrevemos um texto de Manuel Poppe, que consta na página on-line do TMG:
«Há quase 50 anos que Vicente Sanches publica livros, principalmente peças de teatro. Algumas já foram encenadas, com êxito; mas Vicente Sanches é o mais desconhecido dos escritores portugueses. Não sei explicá-lo. (…) Não sei porquê – por que se viram as costas a um dos melhores autores de língua portuguesa.
(…) Os textos de Vicente Sanches confirmam aquilo que penso: a sua actualidade. Sanches é um escritor religioso, um escritor católico – um escritor metafísico, que quer ver aquilo que está além do físico. O físico não passará do envelope do essencial, tal qual “a materialidade literária da Escritura”, como Sanches sublinha a propósito da Kaballa judaica.»
A encenação e a interpretação são de Américo Rodrigues, a música é de César Prata.
plb