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João Amado Gabriel - Repórter ENG - Capeia Arraiana

Bailado de Drones

«Dronofonia» é um espetáculo a duas mãos. De um lado um virtuoso e jovem maestro, do outro um paciente engenheiro informático. E que tem um repórter de imagem a ver com isto?

TMG - Teatro Municipal da Guarda - © Capeia Arraiana

Companhia Nacional de Bailado no TMG

O Teatro Municipal da Guarda (TMG) apresenta no próximo dia 26 de Outubro, sábado, a Companhia Nacional de Bailado que repõe três peças da incontornável bailarina e coreógrafa belga Anne Teresa De Keersmaeker no Grande Auditório pelas 21h30.

Companhia Nacional de Bailado

Companhia Nacional de Bailado

TMG recebe Companhia Nacional de Bailado

Coppélia ou a Rapariga dos Olhos de Esmalte é o espectáculo interpretado pela Companhia Nacional de Bailado com que o Teatro Municipal da Guarda evoca na quarta-feira, dia 29 de Abril, o Dia Mundial da Dança.

Companhia Nacional de BailadoTrata-se da história de um misterioso e algo excêntrico Dr. Coppélius, que fabrica uma boneca dançante, de proporções humanas. Coppélia ou A Rapariga dos Olhos de Esmalte é talvez o bailado que mais se destaca dentro do seu género. Em tons leves e sentimentais, emancipa-se do ballet romântico, em declínio na época, e torna-se um sucesso imediato com o humor, a vivacidade das danças nacionalistas e o virtuosismo técnico que lhe são próprios, antecipando assim o surgir do bailado clássico.
A coreografia é de John Auld, segundo Arthur Saint-Léon, Petipa e Enrico Cechetti. A música de Leo Delibes, o argumento de Charles Nuitter e Arthur Saint-Léon a partir de E.T.A. Hoffmann. O cenário e figurinos são de Peter Farmer e o desenho de luz de David Mohre.
O espectáculo de bailado, que acontece no Grande Auditório do TMG pelas 21h30, tem a duração de 130 minutos e tem dois intervalos. O preço de entrada é de apenas 10 euros.
Na quinta-feira, dia 30 de Abril, às 21h30, no Pequeno Auditório, terá lugar o espectáculo musical Canções de Brel, interpretado por Francis Seleck e Paul Timmermans.
A intensidade das palavras, a revolta, a ironia, a inocência perdida, o sentimento de abandono, a vida, a morte, o amor e a ternura desmesurada fazem com que as canções de Jacques Brel conservem ainda hoje um poder de convicção nos espíritos e nos corações daqueles que as sabem ouvir. Com a evidência do gesto, uma voz inconfundível e a convicção e entrega de quem as descobre pela primeira vez, Francis Seleck interpreta as canções de Brel, acompanhado ao piano por Paul Timmermans.
O espectáculo tem a duração de 70 minutos e a entrada custa apenas 5 euros.
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plb