Tag Archives: almeida

Aldeia Histórica Sortelha - Sabugal - Capeia Arraiana (orelha)

Sortelha é a segunda aldeia mais encantadora

O Skyscanner colocou Sortelha nas 15 Aldeias Históricas mais encantadoras de Portugal 2017/2018. A aldeia histórica do concelho do Sabugal figura em segundo lugar na lista, que é encabeçada por Almeida.

O castelo de Sortelha

Sporting Clube Sabugal - Sabugal - Capeia Arraiana (orelha)

Futebol – Sabugal derrotou Almeida

O Sporting Clube do Sabugal venceu o jogo com a equipa de Almeida por 1-0, numa partida pouco emotiva e sem outra história para lá do golo solitário que deu a vitória à formação local.

As equipas cumprimentam-se antes do início do jogo

As equipas cumprimentam-se antes do início do jogo

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

As Confrarias

Ser confrade é ser membro de uma associação a que vulgarmente se chama confraria. As confrarias, principalmente as gastronómicas, destinam-se a divulgar e defender produtos gastronómicos com características únicas.

As duas confrarias raianas: a do Bucho e a dos Aromas e Sabores

As duas confrarias raianas: a do Bucho e a dos Aromas e Sabores

Efemérides - 2015 - © Capeia Arraiana

Efemérides 2016 – 13 de Janeiro

:: :: EFEMÉRIDES 2016 :: 13 DE JANEIRO :: :: O Capeia Arraiana publica diariamente as efemérides mais relevantes de cada data… Hoje destacamos a chegada do general francês Guypuy à praça de Almeida após ter sido nomeado seu comandante, em 1808.

Há 208 anos Guypuy tomava o comando da praça de Almeida

Há 208 anos Guypuy tomava o comando da praça de Almeida

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Brasão, Selo e bandeira (10)

:: :: CABREIRA :: :: – Como se disse nos textos anteriores, a generalidade das autarquias possui os seus símbolos heráldicos. Esses símbolos, para cada povoação são uma espécie de denominador comum a toda a comunidade. Vejamos hoje a Cabreira.

Barroco do Sangue

Barroco do Sangue

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Oportunidades

Há coisas que são únicas. Essas, são a base da criação de oportunidades de desenvolvimento. É dessas que as nossas terras devem tirar partido precisamente por serem únicas.

Festas das Flores de Campo Maior

Festas das Flores de Campo Maior

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Brasão, Selo e bandeira (6)

:: :: PORTO DE OVELHA :: :: – Como se disse nos textos anteriores, a generalidade das autarquias possui os seus símbolos heráldicos. Esses símbolos, para cada povoação são uma espécie de denominador comum a toda a comunidade. Vamos olhar para esta comunidade.

Igreja Matriz de Porto de Ovelha

Igreja Matriz de Porto de Ovelha

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Brasão, Selo e bandeira (5)

:: :: MIUZELA :: :: – Como se disse nos textos anteriores, a generalidade das autarquias possui os seus símbolos heráldicos. Esses símbolos, para cada povoação são uma espécie de denominador comum a toda a comunidade. Vamos ver que comunidade é esta.

107 - 1

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

O Vale do Noémi – As Estações do Comboio

Cada estação ferroviária corresponde a uma aldeia, vila ou cidade a que por norma facilita o acesso e de que está próxima. São raros os casos em que isso não acontece. A estação do NOÉMI era um desses casos.

Açude em frente da Estação do Noémi - alimentava o moinho do «Abílio»

Açude em frente da Estação do Noémi – alimentava o moinho do «Abílio»

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Brasão, selo e bandeira (4)

:: :: PARADA :: :: – Como se disse nos textos anteriores, a generalidade das autarquias possui os seus símbolos heráldicos. Esses símbolos, para cada povoação são uma espécie de denominador comum de toda a comunidade. Vamos conhecer a comunidade da Parada.

Brasão da Parada

Brasão da Parada

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Ir estudar para a Guarda

«O rapaz agora está a estudar na Guarda. Só nas férias poderá dar uma ajuda para fazer isso» poderia ter sido um pedaço de conversa entre a mãe dum estudante e provavelmente uma vizinha que precisava de ajuda em qualquer tarefa campestre.

Estação da Guarda no século passado

Estação da Guarda no século passado

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Ribacôa (19)

De tempos a tempos a série relativa aos pelourinhos da nossa zona vai ser objecto de tratamento parcelado para que os textos dessa série possam ser consultados de forma integrada e simples por quem o desejar. Hoje tratamos de Almeida e do Sabugal.

Pelourinho do Sabugal (recriado)

Pelourinho do Sabugal (recriado)

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (17)

:: :: ALMEIDA :: :: – A formação do território Municipal. Depois de termos feito uma abordagem, sobre cada uma das localidades que deixaram de ser concelhos ao longo do tempo mas onde ainda permanecem os símbolos da autonomia municipal, os pelourinhos, falarei agora sobre o território dos actuais Municípios que no fundo, acabaram por formar-se à custa da extinção daqueles.

Vista aérea de Almeida

Vista aérea de Almeida

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

ASTA premiada no programa Capacitar

Como qualquer ser, obrigado a lutar contra diferentes obstáculos e doenças, a pessoa necessitada de cuidados especiais deverá aprender a viver com as suas dificuldades e a dominá-las, procurando o possível. A missão da ASTA – Associação Sócio Terapêutica de Almeida – é ajudar nessa aprendizagem e nessa procura, dando-lhe SENTIDO.

Alguns dos jovens da ASTA

Alguns dos jovens da ASTA

Almeida atribui bolsas de estudo universitárias

A Câmara Municipal de Almeida atribui bolsas de estudo a estudantes universitários do concelho. Reportagem da jornalista Sara Castro com imagens de Paula Pinto da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

LocalVisãoTv - © Capeia Arraiana

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Autoria: Capeia Arraiana posted with Galeria de Vídeos Capeia Arraiana

Centro de Estudos Arquitectura Militar em Almeida

O CEAMA – Centro de Estudos de Arquitectura Militar «nasceu» a 2 de Abril de 2008 nas portas exteriores de Santo António na fortaleza da aldeia história de Almeida. Reportagem da jornalista Paula Pinto da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

Local Visão Tv - Guarda
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jcl

Casa d`Irene – Malpartida – Almeida (1)

Tesouros Gastronómicos das Beiras - Capeia Arraiana

«Casa d`Irene» é o primeiro fascículo de um nova categoria do Capeia Arraiana denominada «Tesouros Gastronómicos das Beiras». Estes fascículos vão destacar espaços gastronómicos de eleição privilegiando as regiões raianas das Beiras. A «Casa d`Irene» está situada no Largo do Almo, na aldeia de Malpartida, no concelho de Almeida. É um acolhedor espaço familiar de comida tradicional gerido pela simpática Dona Irene onde o polvo e o bacalhau no forno reinam, bem longe dos mares, nas terras raianas de Almeida.

Casa Irene - Malpartida - Almeida

Almeida é uma das Aldeias Históricas de Portugal e sede de um concelho subdivido em 29 freguesias que tem como vizinhos Figueira de Castelo Rodrigo, Guarda, Pinhel, Sabugal e Espanha. Avistada do ar apresenta o aspecto único de uma estrela mágica de 12 pontas que parece ter sido desenhada por seres extra-terrestres. Antes de passar pela porta de São Francisco o fosso que rodeia as muralhas surpreende os visitantes pela largura e pelo estado de conservação e limpeza extensível, aliás, a todo o centro histórico. O esmero e cuidado colocados pela autarquia na requalificação e manutenção das praças, ruas e ruelas permite fotografias para bilhetes postais mas… sem pessoas. Almeida é uma fortaleza que faz lembrar o cenário de um filme sobre as invasões francesas onde todos os figurantes saíram para ir almoçar…

…E para almoçar a escolha recai sobre a «Casa d`Irene», que fica ali bem perto no largo principal de Malpartida, terra com cerca de 100 eleitores. A proprietária e cozinheira, Irene Frias, nasceu na aldeia. Andou 10 anos por terras de França até decidir regressar para que a sua filha frequentasse a escola em Portugal.
Voltou nos anos 80, investiu na sua terra, adaptando uma casa de lavoura a minimercado e café e posteriormente «acrescentou» o restaurante quando abriram umas pedreiras na zona e os trabalhadores não tinham nada por perto para tomar as refeições.
«Alguns anos depois quando as pedreiras fecharam passei momentos difíceis», recorda Irene Frias reconhecendo que o alcatroamento da estrada – há cerca de seis anos – entre Almeida e Malpartida lhe deu um novo ânimo porque «com água vive-se no deserto». «A Câmara de Almeida e o presidente Baptista têm sido impecáveis no apoio ao meu restaurante», faz questão de afirmar.
«Nesse tempo não passava praticamente ninguém mas – nunca me esquecerei – um dia, uma quarta-feira, entrou pela porta o dono da empresa que andava a arranjar a estrada e perguntou-me o que havia para almoçar. Cozido à portuguesa, respondi-lhe. – Então somos quatro! – No dia seguinte vieram cerca de 20 e a partir desse dia nunca mais parou. Foram dizendo uns aos outros», recorda.
Irene Frias não tinha experiência profissional de cozinha mas confessa que aproveitou muito do que aprendeu com a mãe. «Costumo dizer que devemos dar valor ao que temos. Faço umas batatas à pobre com nabos refogados e carnes grelhadas iguais às que comia em casa quando era criança que ficam uma delícia. Claro que os tempos são outros e a fartura é outra. Mas o sabor das minhas origens está lá».
– O polvo e o bacalhau são reis na ementa da sua casa…
– Temos entradas de fumeiro, chouriças e buchos cortados aos bocadinhos, morcela doce com marmelo ou maça reineta, batatas compostas na frigideira e migas com bacalhau cozido e desfiado. O polvo e o bacalhau são tradições natalícias em toda a região da Guarda mesmo nas casas mais humildes. Adaptei os pratos porque, como não havia electricidade, mesmo o polvo chegava salgado. O polvo e o bacalhau no forno são as duas especialidades que temos por marcação. Também trabalhamos muito com o cabrito na brasa para quem chega e tem pouco tempo para comer. E aconselhamos o cozido à portuguesa e os peixinhos de escabeche, muito típicos da nossa região. Os pratos vão acompanhando a época do ano, como por exemplo, favas com presunto, bacalhau frito com arroz malandrinho… Estamos sempre a variar. Recebemos peixe fresco de Aveiro e as carnes são de produtores da região.
– Falta falar das sobremesas…
– Temos arroz doce e leite creme, porque não gosto muito de trabalhar com natas. Para aproveitar as claras faço as farófias e o doce de maça ou de marmelo quando é o tempo dele.
– Estão abertos ao domingo…
– Sim. Aliás abrimos todos os dias. Como é que faço isso? É uma questão de mentalidade. Abrimos todos os dias do ano. Quando foi no princípio custou-me muito adaptar-me a não ter férias nem fins-de-semana. Tenho três empregadas jovens e como já não sei fazer outra coisa a não ser trabalhar…
– Como define a Casa d`Irene?
– É uma casinha. No minimercado aqui ao lado – a que gosto de chamar a minha despensa organizada – podia fazer mais uma sala mas prefiro manter o espaço como está. Uma casinha. Um grupo que veio cá comer um dia entendeu voltar e oferecer-me uma moldura com uma declaração de qualidade assinada por todos. A minha melhor promoção são os meus clientes.
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Casa d`Irene – Largo de Almo – Malpartida – Almeida
Horário: Aberto todos os dias do ano
Tel.: 271 574 254
GPS: Latitude, 40°45’34.27″N – Longitude, 6°52’7.60″W
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Casa d`Irene, em Malpartida, uma agradável e saborosa surpresa. Um dos tesouros gastronómicos das Beiras.
jcl

Casa d`Irene – Malpartida – Almeida (2)

A «Casa d`Irene» está situada no Largo do Almo, na aldeia de Malpartida, no concelho de Almeida e é um acolhedor espaço familiar de comida tradicional gerido pela simpática Dona Irene. O polvo e o bacalhau no forno reinam, bem longe dos mares, nas terras raianas de Almeida.

GALERIA DE IMAGENS – CASA D`IRENE
Fotos Capeia Arraiana – Clique nas imagens para ampliar

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