Category Archives: Memórias de Sortelha

António Gonçalves - Colaborador - Orelha - Capeia Arraiana

Sortelha – Monte de São Cornélio (2)

O Monte de São Cornélio é uma elevação rochosa nos limites da povoação Quarta-feira, anexa da freguesia de Sortelha. Quem «trepa» até ao topo é agraciado com paisagens fabulosas num horizonte a perder de vista. Aproveitar este património histórico e natural para fins turísticos pode ser um pequeno (grande) contributo para o desenvolvimento regional.

Paisagem arrebatadora vista do Cabeço de São Cornélio

Paisagem arrebatadora avistada no Monte (Cabeço) de São Cornélio

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Sortelha – Monte de São Cornélio (1)

O Monte de São Cornélio é uma elevação rochosa nos limites da povoação Quarta-feira, anexa da freguesia de Sortelha. Quem «trepa» até ao topo é agraciado com paisagens fabulosas num horizonte a perder de vista. Aproveitar este património histórico e natural para fins turísticos pode ser um pequeno (grande) contributo para o desenvolvimento regional.

Cumo do Monte São Cornélio

Cumo do Monte São Cornélio

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Sortelha – Lenda da Cruz João Pinto

:: :: SORTELHA :: :: As lendas resultam da imaginação popular, combinando fatos reais e históricos com o irreal. A lenda da Cruz João Pinto refere um episódio que pode ter ocorrido há cerca de 100 anos.

Cruz de João Pinto

Cruz de João Pinto (Foto de 2019)

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Sortelha – Roda dos enjeitados

:: :: SORTELHA :: :: A Roda dos Expostos de Sortelha existiu entre 1783 e 1855. Um pedaço de História que está empacotado numa caixa de plástico, pertencente ao Arquivo Municipal de Sabugal, esperando que sejam desvendados mais alguns mistérios.

Santa Casa da Misericórdia de Sortelha, ilustração de José Serpa - 2019  (publicada em 16/02/2019)

Santa Casa da Misericórdia de Sortelha (Ilustração: José Serpa, 16-02-2019)

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Os padres de Sortelha desde 1602

:: :: SORTELHA :: :: A investigação da listagem dos padres registados desde 1602 é um pequeno contributo para a História da Aldeia Histórica de Sortelha. Por vezes encontramos diversos párocos, quase em simultâneo! Não é fácil assinalar a data em que um termina e outro começa.

Igreja Matriz de Sortelha –  aqui os párocos tinham um espaço reservado para a eternidade.

Igreja Matriz de Sortelha – Aqui os párocos tinham um espaço reservado para a eternidade

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Invasões Francesas – Sortelha (14)

:: :: SORTELHA :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre Julho de 1810 e Abril/Maio de 1812. Em Julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas. Na retirada, em Fevereiro ou Março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram. Em Abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a «honra» de os receber!

Livro dos Assentos dos Óbitos do concelho de Sortelha

Livro dos Assentos dos Óbitos do concelho de Sortelha

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Um espanhol em Sortelha

:: :: SORTELHA :: :: A história que tenho para contar demorou cinquenta anos a construir. É uma boa lição contra a intolerância e xenofobia.

Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Registos de Batismos de Sortelha

Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Registos de Batismos de Sortelha

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Termo de encerramento

:: :: RODA DOS EXPOSTOS :: :: Regresso à Roda dos Expostos de Sortelha. Da transcrição seguinte deduz-se a existência de ilegalidades na década de 1840. Procurei nos arquivos a «circular número oito», abaixo referida, mas ainda não foi possível a sua localização.

1- Arquivo Distrital da Guarda,Fundo Câmara Municipal de Sortelha,  “Livro dos Expostos 1847 – 1850” , CX 001, f. 104.

Capa do «Livro dos Expostos 1847-1850»

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Invasões Francesas – Nótulas (13)

:: :: NÓTULAS :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a «honra» de os receber!

Documento na Torre Nacional do Tombo

Documento no Arquivo da Torre Nacional do Tombo

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Invasões Francesas (12)

:: :: LAGEOSA DA RAIA :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a “honra” de os receber!

André Massena (1758-1817): comandou a terceira invasão durante a Guerra Peninsular.

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Invasões Francesas (11)

:: :: BISMULA e REBOLOSA :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a “honra” de os receber!

Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Capitão Manuel Isidro da Paz, op. cit., em : PT-TT-CF-212_m0120.TIF

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Invasões francesas (10)

:: :: ALDEIA DO BISPO :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a “honra” de os receber!

Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Manuel Isidro da Paz, op. cit.,em: PT-TT-CF-212_m0141.TIF

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Invasões Francesas (9)

:: :: ALFAIATES :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a “honra” de os receber!

Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Capitão Manuel Isidro da Paz, op. cit.; em: PT-TT-CF-212_m0118.TIF

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Invasões Francesas (7)

:: :: VILA BOA :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a “honra” de os receber!

Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Álbum de Campanha Sobre Marchas, Manobras e Planos de Batalha do Exército Português, Realizados no âmbito da Guerra Peninsular, pelo Capitão Manuel Isidro da Paz

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Invasões Francesas (6)

:: :: SABUGAL :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a “honra” de os receber!

Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Álbum de Campanha Sobre Marchas, Manobras e Planos de Batalha do Exército Português, Realizados no âmbito da Guerra Peninsular, pelo Capitão Manuel Isidro da Paz

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Invasões Francesas (5)

:: :: RAPOULA DO CÔA :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a “honra” de os receber!

Invasões francesas

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Invasões Francesas (4)

:: :: SEIXO DO CÔA :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a “honra” de os receber!

Soldados franceses do exército napoleónico

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Invasões Francesas (3)

:: :: PENALOBO :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a “honra” de os receber!

Os invasores praticaram excessos

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Invasões Francesas (2)

:: :: VILA DO TOURO :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a “honra” de os receber!

Invasões Francesas

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Invasões francesas (1)

:: :: POUSAFOLES DO BISPO :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a “honra” de os receber!

Os invasores praticaram muitas atrocidades

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Em nome da Terra – Parte II

Pretendo com este artigo salientar alguns aspetos pertinentes da nossa região.

Cartaz numa casa em que foi roubado o portão. A emigração tem consequências ao nível linguístico!

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Em nome da Terra – Parte I

Pretendo com este artigo salientar alguns aspetos pertinentes da nossa região.

Abrigo dos pastores na serra (reconstituição por João Paulo Reis)

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S. Cornélio: Romaria e Obras

As obras de melhoramentos dos acessos geraram polémicas desnecessárias. A romaria pode ter sido uma iniciativa bem-vinda.

Foto de 13 de abril: S. Cornélio após a passagem das máquinas, bem próximo do Castro

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O Reverendo Manuel Quadrado Ribeiro

Manoel Quadrado Ribeiro era natural de Vila Franca do Deão. A sua memória ficou imortalizada num túmulo existente no adro da Igreja de Santa Maria Madalena, em Águas Belas, onde exerceu as funções de Pároco Encomendado e Colado durante várias décadas.

Igreja de Santa Maria Madalena – Águas Belas (no adro está o túmulo do pároco Manoel Quadrado Ribeiro)

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Ir a Sortelha em 1970

As preocupações com roupas, calçado e higiene estavam sempre presentes nas idas a Sortelha. Parecia que íamos a uma festa. Tratava-se de um dia diferente!

Dirão da Rua – 2019

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Casa da câmara e cadeia de Sortelha

A Antiga Casa da Câmara e Cadeia de Sortelha foi construída (reconstruída) em meados do século XIX.

Casa da Câmara e Cadeia de Sortelha

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O retábulo de Santa Bárbara

O Retábulo de Santa Bárbara, de Dirão da Rua, de influência maneirista, terá sido construído em meados do século XIX e foi sujeito a intervenções de conservação e restauro em 2013.

Retábulo de Santa Bárbara, da capela com o mesmo nome em Dirão da Rua, após as obras de restauro de 2013

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Pousafoles do Bispo – Igreja do Salvador

A igreja de S. Salvador, de Pousafoles do Bispo, apesar de haver informação da sua existência desde o século XIV, foi reconstruída no início do Século XVIII e apresenta caraterísticas da arte barroca que devem ser valorizadas.

Igreja Matria de Pousafoles do Bispo - Sabugal - Capeia Arraiana

Igreja do Salvador – Pousafoles do Bispo

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Profissões de Sortelha no século XIX

Procurei realizar um inventário das profissões existentes no século XIX, algumas mencionadas nos documentos paroquiais e outras resultantes da experiência de vida e contacto com os mais velhos. Algumas mereceram especial destaque pela sua importância para a economia local, devido à sua singularidade, porque se extinguiram ou correm esse risco.

O tamanqueiro

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O estanco do tabaco

O tabaco foi trazido para a Europa pelos portugueses. Inicialmente usado para fins medicinais; no século XVII passou a servir para alimentar o vício e ganhou importância económica, tornando-se uma fonte de receita relevante para a monarquia e certamente que para os municípios.

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O buracão do Dirão – Parte II

A povoação do Dirão da Rua é atravessada por uma galeria subterrânea, vulgarmente conhecida por mina, que antigamente abastecia de água uma presa existente junto ao Largo de são Cornélio. A passagem de um veículo ligeiro da Câmara Municipal de Sabugal, em 16 de março de 2018, provocou uma derrocada que surpreendeu a todos.

Circular externa do Dirão da Rua (que não existe!)

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O buracão do Dirão – Parte I

A povoação do Dirão da Rua é atravessada por uma galeria subterrânea, vulgarmente conhecida por mina, que antigamente abastecia de água uma presa existente junto ao Largo de são Cornélio. A passagem de um veículo ligeiro da Câmara Municipal de Sabugal, em 16 de março de 2018, provocou uma derrocada que surpreendeu a todos.

Derrocada de 16 de março de 2018

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Dirão da Rua

:: :: DIRÃO DA RUA :: :: Nome invulgar que causa estranheza! Vou tentar explicar!

Dirão da Rua

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Cemitérios e práticas funerárias (9)

:: :: DISPOSIÇÕES E CONTRIBUIÇÕES :: :: A preparação para morte e as práticas religiosas a ela associadas, antes e depois, assumiram caraterísticas próprias ao longo dos séculos. As comunidades adaptaram os seus comportamentos ao espaço geográfico e às condicionantes de cada época. Pretendo divulgar informações que encontrei nos Arquivos, bem como alguns costumes que, se não escrevermos, correm o risco de desaparecerem da memória dos povos desta região.

Capela de S. Tiago – Sortelha

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Cemitérios e práticas funerárias (8)

:: :: DIRÃO DA RUA – PARTE II :: :: A preparação para morte e as práticas religiosas a ela associadas, antes e depois, assumiram caraterísticas próprias ao longo dos séculos. As comunidades adaptaram os seus comportamentos ao espaço geográfico e às condicionantes de cada época. Pretendo divulgar informações que encontrei nos Arquivos, bem como alguns costumes que, se não escrevermos, correm o risco de desaparecerem da memória dos povos desta região.

Casa tradicional do Dirão da Rua

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Cemitérios e práticas funerárias (7)

:: :: DIRÃO DA RUA – PARTE I :: :: A preparação para morte e as práticas religiosas a ela associadas, antes e depois, assumiram caraterísticas próprias ao longo dos séculos. As comunidades adaptaram os seus comportamentos ao espaço geográfico e às condicionantes de cada época. Pretendo divulgar informações que encontrei nos Arquivos, bem como alguns costumes que, se não escrevermos, correm o risco de desaparecerem da memória dos povos desta região.

Capela de Santa Bárbara (foto de 2013) – vê-se parcialmente o cemitério

António Gonçalves - Colaborador - Orelha - Capeia Arraiana

Cemitérios e práticas funerárias (6)

:: :: CALDEIRINHAS :: :: A preparação para morte e as práticas religiosas a ela associadas, antes e depois, assumiram caraterísticas próprias ao longo dos séculos. As comunidades adaptaram os seus comportamentos ao espaço geográfico e às condicionantes de cada época. Pretendo divulgar informações que encontrei nos Arquivos, bem como alguns costumes que, se não escrevermos, correm o risco de desaparecerem da memória dos povos desta região.

Capela das Caldeirinhas

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Cemitérios e práticas funerárias (5)

:: :: SORTELHA :: :: A preparação para morte e as práticas religiosas a ela associadas, antes e depois, assumiram caraterísticas próprias ao longo dos séculos. As comunidades adaptaram os seus comportamentos ao espaço geográfico e às condicionantes de cada época. Pretendo divulgar informações que encontrei nos Arquivos, bem como alguns costumes que, se não escrevermos, correm o risco de desaparecerem da memória dos povos desta região.

Igreja de Nossa Senhora das Neves, Sortelha – é provável que o adro (lado sul) tenha servido de cemitério

António Gonçalves - Colaborador - Orelha - Capeia Arraiana

Cemitérios e Práticas Religiosas (4)

:: :: ALDEIA DE SANTO ANTÓNIO / URGUEIRA :: :: A preparação para morte e as práticas religiosas a ela associadas, antes e depois, assumiram caraterísticas próprias ao longo dos séculos. As comunidades adaptaram os seus comportamentos ao espaço geográfico e às condicionantes de cada época. Pretendo divulgar informações que encontrei nos Arquivos, bem como alguns costumes que, se não escrevermos, correm o risco de desaparecerem da memória dos povos desta região.

Igreja de Nossa Senhora do Pilar – Urgueira

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Cemitérios e práticas religiosas (3)

:: :: ÁGUAS BELAS :: :: A preparação para morte e as práticas religiosas a ela associadas, antes e depois, assumiram caraterísticas próprias ao longo dos séculos. As comunidades adaptaram os seus comportamentos ao espaço geográfico e às condicionantes de cada época. Pretendo divulgar informações que encontrei nos Arquivos, bem como alguns costumes que, se não escrevermos, correm o risco de desaparecerem da memória dos povos desta região.

Placa existente no muro do cemitério de Águas Belas