Category Archives: A Minha Aldeia

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Casteleiro – A outra guerra e esta agora…

Na passada quarta-feira, um simples email que recebi de onde não esperava numa altura de isolamento e de guerra psicológica. Dois dos meus camaradas de tropa na guerra em Cabinda, do mesmo Batalhão, dirigiram-se a todos nós inesperadamente em termos de combate e de quase Ordem de Operações.

Viaturas do exército português numa estrada de Buco Zau, na província de Cabinda em Angola

Viaturas do exército português numa estrada de Buco Zau, na província de Cabinda em Angola

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Casteleiro – Memórias de antigamente

Há uns anos escrevi muito sobre a vida e o dia-a-dia da minha terra. Chegou a hora de recordar esses escritos e de trazê-los agora a quem não teve na altura oportunidade de os ler. Boa leitura. Boa saúde para toda a Família do leitor Amigo.

Pisar as uvas no Casteleiro, terra de bom vinho

Pisar as uvas no Casteleiro, terra de bom vinho

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Casteleiro – A Serra d’Opa sempre dominou

A Serra d’Opa sempre dominou tudo e todos lá de cima, do alto da sua posição altaneira. Confesso que às vezes dou comigo a pensar satisfeito que esta minha fixação pela Serra d’Opa não deve ser muito saudável. Acho que há ali nela algo de histórico e edificante que pode ter transformado as mentes durante milénios, dominando quem vivia no Casteleiro ou por estas zonas passava.

Serra d'Opa no Casteleiro

Serra d’Opa – Callixto chama a estas rochas as «Guardiãs do Casteleiro»

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Casteleiro – Hoje, edição especial

Tantos temas hoje! Trago-lhe: leituras para estar o mais só possível, OK? São coisas leves e fáceis de assimilar. Vá por mim: leia e isole-se o mais possível, no melhor dos sentidos e com a melhor das finalidades. Boa saúde é o melhor que lhe posso desejar.

Haverá mais meigo e mais doce e pacífico do que o Serra da Estrela?

Haverá mais meigo e mais doce e pacífico do que o Serra da Estrela?

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Casteleiro – O talefe e as rochas de encanto

Tenho andado vidrado com o Talefe da Serra d’Opa. Não há ninguém da minha idade que não tenha olhado mil vezes lá para cima com satisfação. Mas ir lá… isso era coisa para muito poucos… Hoje vamos lá. Venha daí.

Para nós, isto é muito mais do que mais um marco geodésico: isto é «o» talefe!

«Talefe» na Serra d’Opa no Casteleiro

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Casteleiro – Memórias para memória futura

Recordar é mesmo viver… ou reviver… E por isso, cá ando eu numa de tudo fazer não deixar esquecer a força da palavra e a força da sabedoria popular fabricada ao longo de muitos séculos. Hoje, trago mais duas ou três memórias… para memória futura. Bem-vindo.

É nestes ambientes, ao soalheiro, que se podem recordar os tempos antigos

É nestes ambientes, ao soalheiro, que se podem recordar os tempos antigos

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Casteleiro – Modos de falar que adoro

Cada aldeia tem as suas expressões e os seus modos de dizer. Adoro recordar o que sempre ouvi na minha infância no Casteleiro. Modos de dizer, entoação, pronúncia… Sinto o dever de salvaguardar o que puder… Espero que se ria ao tentar ler como eu escrevi.

 As pessoas que assim falavam hoje estão no Lar...

As pessoas que assim falavam hoje estão no Lar…

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Casteleiro – Notas bonitas de uma terra linda

Quem é que não gosta da sua aldeia ou cidade? Eu gosto muito da minha, claro. E sou muito fanático: quem belisca a minha terra, belisca-me a mim. Quem gosta da minha terra… já me tem do seu lado. Acho que nestas coisas não há neutralidades nem imparcialidades, é quase como no futebol, mas sem as más figuras que por aí vemos… Bem-vindos à crónica sobre o Casteleiro.

O castelo, a Ribeira e as três serras (devem ser a da Opa, a de Sortelha e o Cabeço Pelado)

O castelo, a Ribeira e as três serras (devem ser a da Opa, a de Sortelha e o Cabeço Pelado)

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Casteleiro – Caminhos de antigamente e de hoje

Nas memórias hoje aqui trazidas, percorro uma vez mais consigo alguns caminhos da minha terra. Mas coloco em dúvida a originalidade arquitectónica de um dos maiores ícones da minha terra. E, claro, congratulo-me com a ideia da «Casa da Memória do Casteleiro» e da sua concretização que já começou. Venha daí, por favor!

Casa da Memória: já em obra! - Foi «meu dito, meu feito»

Casa da Memória já em obra! Foi «meu dito, meu feito»

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Casteleiro – O sino da minha aldeia

A infinita necessidade do ser humano de comunicar, de transmitir o que acontece e o que pensa… O Casteleiro não podia escapar a esta regra essencial da Humanidade. E é disso que falo há uns anos numa peçazita que escrevi e publiquei no «Serra d’Opa» sobre o sino da minha aldeia e outras formas de comunicar ao longo dos tempos. Leia e divirta-se como eu…

O sino na aldeia foi sempre um modo de comunicar

O sino na aldeia foi sempre um modo de comunicar

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Casteleiro – A Net na aldeia há 60 anos…

Os avós mais do que os pais tinham todo o tempo para estas coisas e nunca paravam de nos contar, contar, contar… Hoje será de outro modo. Mas o que conto aqui é de há 60 anos no Casteleiro…

O Barroco Riscado é o máximo: quem nunca lá subiu não é rapaz não é nada!!!!!

O Barroco Riscado é o máximo… quem nunca lá subiu não é rapaz não é nada!!!

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Casteleiro – Memórias de ontem e hoje

Na Escola das Raparigas do Casteleiro vamos ter um dia uma espécie de Museu encantador… a «Casa da Memória». É justo e muito interessante. Para lá disso, vou à memória e tiro da cartola duas pequenas estórias que o vão encantar, de certeza, como a mim. Leia e depois diga se gostou, OK?

É neste edifício da Escola das Raparigas que vai ser a «Casa da Memória»

É neste edifício da Escola Primária das Raparigas que vai ser instalada a «Casa da Memória»

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Casteleiro – Notícias de antigamente e de hoje

Para não me acusar em de deixar passar o mês das Janeiras sem uma referência digna de nota, resolvi hoje ir buscar uma Crónica de quem sabe do que fala… Mas não posso deixar de referir também uma notícia muito importante: no Casteleiro desde o dia 2 temos novamente um posto dos CTT – que tanta falta faz… Leia e aprecie, por favor, caro leitor.

Se em Nisa  era assim, no Casteleiro não devia ser muito diferente...

Se em Nisa era assim, no Casteleiro não devia ser muito diferente…

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Casteleiro – Recordações felizes de infância

Hoje dedico esta entrada a vários mitos e ícones da minha infância, dos quais falei aqui mesmo há cerca de nove anos, quando iniciei com energia esta minha participação no nosso «Capeia», colaboração que continua até hoje, e até alargada, como saberá. Tudo começou em Janeiro de 2011…

Antigo Hotel das Águas Radium em Sortelha

Antigo Hotel das Águas Radium em Sortelha

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Casteleiro – O local da igreja

Creio que alguns leitores já conhecem esta história do como e do porquê da construção da bonita igreja da minha aldeia naquele local onde se encontra, ao fundo da povoação e não cá em cima, junto da estrada, que seria um local de muito maior visibilidade. Pois bem… leia e tire as suas conclusões.

Igreja do Casteleiro (Foto: «Viver Casteleiro»)

Bonita Igreja do Casteleiro (Foto: «Viver Casteleiro»)

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Casteleiro – Recordações dos anos de antanho

Há bonitas recordações que felizmente não nos largam, por mais anos que a gente viva. Estas que hoje trago fazem parte desse rol imenso: acompanham-me para todo o lado e sempre com grande prazer da minha parte. Ora queira acompanhar-me neste périplo pelos anos de antanho…

O Largo de São Francisco e as Boas-Festas

O Largo de São Francisco e as Boas-Festas

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Casteleiro – Terra de muitas realidades

Hoje trago-lhe três temas inesgotados. Sempre com o mesmo amor ao torrão natal, mesmo quando tenho de falar do tempo do racionamento. Falo de comidas de sabores incríveis e falo do cultivo do linho, também…

Fumeiro das aldeias da Beira Alta

Fumeiro das aldeias da Beira Alta

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Casteleiro – Eu, ocelense, me confesso…

Hoje deu-me para aqui. Trago um tema que para mim é tão pacífico e que nalgumas cabeças em tempos tanta celeuma levantou. Afinal quem somos e de onde viemos? Respondo: eu sei que sou ocelense, basicamente. Leia e veja de onde vem o seu sangue misturado, por favor!

Dos ocelenses até esta igreja: um grande percurso histórico!

Dos ocelenses até esta igreja… um grande percurso histórico!

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Casteleiro – Saramago e o Elefante Salomão

José Saramago, a viagem do elefante Salomão… e outras histórias da minha aldeia, claro. Histórias escritas há quase uma década e publicadas por aqui e por ali… Coisas bonitas da minha infância também: os modos de falar do nosso Povo. Leia com gosto, como eu leio com muito prazer.

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal

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Casteleiro – O Dr. Rosa e o Ti Zé Russo

Mais algumas situações que o meu cérebro retém. Histórias passadas há 90 anos e que eram contadas quando era puto e reguilóide «com’Ò caneco!» ou «com’Ò caraças!»… OK? Leia tudo que se vai divertir à ganância, como se diz lá naquelas ruas que adoro para sempre.

Esta era a Escola Nova das Raparigas

Esta era a Escola Nova das Raparigas

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Casteleiro – O Ti’ Náciso e a «Quinta»

A Quinta da D. Maria do Céu, as superstições, os mitos, as lendas… sempre esse universo a dominar as lembranças dos idos de 50 e tal (haverá portanto uns 55 anitos)… Vá comigo até essa altura e divirta-se a valer, OK?

Era esta a «Quinta» que nos anos 50 do século XX estava no seu auge

Era esta a «Quinta» que nos anos 50 do século XX estava no seu auge

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Casteleiro – Do Tonito ao Morgado…

De cada vez que me ponho a ler para seleccionar os textos que devo repetir é um problema porque acho sempre que devia reproduzir muitos mais do que cabem no artigo… Hoje percorro um circuito que leva um texto emprestado sobre o Morgado de Santo Amaro. Leia que também vai gostar…

Permitam que deixe aqui uma grande hpomenagem  ao meu amigo Tonito, de quem sempre ostei muito.

Permitam que deixe aqui uma grande homenagem ao meu amigo Tonito de quem sempre gostei muito

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Casteleiro – Linguajares e até brejeirices

Desde os «maçónicos» até à «marrana está barronda» – eis neste artigozito algumas lembranças para a malta do meu tempo: assim se falava, assim se fala, assim se vivia, assim se vive na minha aldeia – a mais bonita de todas de todo o País, sem dúvida…

«O Centro» daqueles tempos foi sempre ponto de encontro

«O Centro» daqueles tempos foi sempre ponto de encontro

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Casteleiro – O Manel Cigano e outras estórias

Continuando com as minhas escritas antigas em torno das memórias da minha infância e juventude, cá estou a recordar várias situações engraçadas ou marcantes. Num dos casos, explico para quem já não se lembre por que razão àquele edifício aqui referido na semana passada nós chamámos sempre «Os Italianos».

Limites da freguesia do Casteleiro no concelho do Sabugal

Limites da freguesia do Casteleiro no concelho do Sabugal

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Casteleiro – Usucapião no concreto

Este título algo estranho refere-se à primeira história que aqui rememoro hoje. Em tempos idos, havia surpreendentemente vivências bem p’rà frentex… Hoje recordo duas delas, de cariz contrário. Mas ambas com muito carinho e satisfação, dada a belíssima vivência que me proporcionaram sempre. Leia e ajuíze por si mesmo…

Os «Italianos» são aqui

Os «Italianos» são aqui

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Casteleiro – Estórias de antanho…

Entre 2004 e os dias de hoje, já devo ter escrito mais de mil páginas sobre a minha aldeia. São descrições, memórias, histórias, modos de falar… É de tudo, a memória está cheia de tudo isso e salta facilmente para o teclado… Hoje, continuando esta repescagem, mais umas linhas escritas há 12 ou 13 anos. Espero que goste.

A música dos bailes era a da concertina...

A música nos bailes da aldeia era ao som da concertina…

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Casteleiro – Porquê este nome da aldeia?

Sempre me questionei: «Casteleiro», porquê? Hoje trago-lhe em reposição um texto muito aplaudido na altura lá na minha aldeia… E revejo o que escrevi sobre as festas do Elefante da Viagem descrita naqueles tempos de há mais de 10 anos por José Saramago, o Grande Saramago.

A Capela do Reduto é uma das provas: sempre houve bons pedreiros no Casteleiro (o meu avô era um deles...)

A Capela do Reduto é uma das provas. Sempre houve bons pedreiros no Casteleiro e o meu avô era um deles.

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Casteleiro – Terra de volfrâmio

Há quase 10 anos, deu-me para chamar à liça algumas recordações e relatos do tempo do volfrâmio. Melhor: do tempo da pequena exploração desse minério que a todos encantava, pelo que me contavam… A rubrica chamava-se «Memória». Hoje, trago-lhe aqui os três primeiros capítulos dessa saga. Divirta-se, por favor.

Freguesia do Casteleiro. Terras de Volfrâmio

Freguesia do Casteleiro. Terras de Volfrâmio

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Casteleiro – Mais algumas estórias antigas…

Toda a promessa deve ser cumprida. Prometi trazer-lhe material com mais de 13 anos de publicação. Alguns destes textos estão escritos há mais de 30 anos e cá estou a cumprir… divirta-se, por favor!

O futebol jogava-se mais ou menos assim...

O futebol jogava-se mais ou menos assim…

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Casteleiro – Vida simples e bonita do meu Povo

Nas últimas semanas tenho trazido aqui ao leitor textoszinhos simples que escrevi em 2006. Sempre que posso, volto a estes temas, pois eles mexem muito comigo… mas muito muito.

Aldeia do Casteleiro

Aldeia do Casteleiro

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Casteleiro – Estórias antigas com piada…

Tal como prometi, aqui tem mais algumas estórias do antigamente. Escritas de há mais de dez anos e que gosto muito de recordar e trazer de novo à ribalta. E fico muito satisfeito por ver que há quem ainda goste destas coisas de outros tempos…

Os cheiros da aldeia resultavam de muitos factores...

Os cheiros da aldeia resultavam de muitos factores…

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Casteleiro – Estórias do diabo…

Sinto cá dentro uma satisfação indescritível de cada vez que me ponho a rememorar as historietas da minha meninice. Hoje foi outra vez um desses dias. Divirta-se, como eu me divirto, por favor!.

A bonita torre sineira do Casteleiro

A bonita torre sineira do Casteleiro

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Casteleiro – Mezinhas para doenças

Há para aí uns 60 anitos, quando nós, os miúdos, tínhamos sarampo ou outra mazela qualquer, como é que os mais velhos e sobretudos as mães faziam para nos ajudarem? Leia e saiba mais umas coisas do antigamente….

Ervas medicinais são partes de plantas extraídas ou preparadas para benefícios da saúde

Ervas medicinais são partes de plantas extraídas ou preparadas para benefícios da saúde

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Casteleiro – Linguajar antigo com piada

Sempre me deliciou a maneira como os nossos mais velhos falam e falavam. Quanto mais entrava pelos estudos que fiz, mais percebia o que estava em cima da mesa quando alguém chegava e dizia: «A marrana anda barronda».

Gatcho – cacho de uvas

Gatcho – cacho de uvas

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Casteleiro – Profissões há 60 e tal anos

Há dias, por indução, referi esta peça escrita há 10 anos. Chegou a altura de a repor para si. A questão é: o que se passava antes de eu ter um mínimo de memória das coisas não sei. Mas como funcionava a nossa terra em termos de profissões quando eu tinha os meus 6 a 10 anos?

Igreja do Casteleiro - Capeia Arraiana

Igreja do Casteleiro

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Casteleiro – Há 60 e tal anos…

Há 65 anos, como era o dia-a-dia de um miúdo de 8 anos na minha aldeia… Ali por meados dos anos 50 do século XX (digamos, em 1956/57), como era a nossa vida no Casteleiro? O que fazíamos? Como nos divertíamos? Como era a escola? Brincávamos a quê?

Na escola era quase assim...

Na escola era quase assim…

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Casteleiro – A minha aldeia hoje na Net

Hoje vou transferir da Net para esta página algumas informações que podemos encontrar na Net. Conforta saber que a Net não passa ao lado da aldeia, digamos… Deu-me algum gozo fazer estas visitas neste sábado. Siga-me, por favor.

Brasão da Freguesia do Casteleiro no concelho do Sabugal

Brasão da Freguesia do Casteleiro no concelho do Sabugal

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Casteleiro – Carrola e Valverdinho

Hoje vamos recordar uma viagenzinha estrada fora: Casteleiro – Carrola – Santo Amaro – Valverdinho. Deixei aqui notas dessa viagem há três anos e muita gente me fala de vez em quando na Carrola e em Valverdinho. Vamos lá então…

Terrenos agrícolas são a paisagem natural da minha terra, o Casteleiro

Terrenos agrícolas são a paisagem natural da minha terra, o Casteleiro

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Casteleiro – A Senhora da Quinta

Não confundir com a Quinta da Senhora, que foi o última tema… Nas últimas semanas referimos as anexas e as quintas da aldeia. Depois, mais recentemente, começámos a falar de alguns dos magnatas mesmo que figuras populares. Foi o caso do Morgado de Santo Amaro, o Doutor de Santo Amaro. Chegou a vez: vamos agora referir a Quinta das Mimosas, a Vila Mimosa, ou melhor: os seus donos…

A Senhora da Quinta

A Senhora da Quinta

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Casteleiro – O Morgado de Santo Amaro

Falámos aqui, há umas semanitas, da Quinta de Santo Amaro. Faltou centrar-me no facto de o dono da Quinta ser nessa altura o Morgado e explicar um pouco da sua história. Chegou a hora de repetir algumas dessas notas…

Brasão do Morgado de Santo Amaro

Brasão do Morgado de Santo Amaro