Author Archives: leitaobatista

Isidro Alves Candeias - Orelha - 180x135 - Capeia Arraiana

Ecos de Balada da Neve em tempo de Guerra

A tradição já não é o que era, ouvimos a cada instante e a respeito de quase tudo. No que concerne às alterações climáticas, tem o ditado a maior atualidade e pertinência.

Sabugal em dia de neve

António Gonçalves - Colaborador - Orelha - Capeia Arraiana

Invasões Francesas (12)

:: :: LAGEOSA DA RAIA :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a “honra” de os receber!

André Massena (1758-1817): comandou a terceira invasão durante a Guerra Peninsular.

Fernando Capelo - Orelha - Capeia Arraiana - 180x135

Chuva que arrola sonhos

O inverno fere a noite chuvosa e fria, sortida de vento que soa a negro e abre portas à fantasia. As estrelas fugiram deixando o céu tingido de escuro e levaram, com elas, o declivoso vulto da Serra.

Adensam-se aguaceiros em pingas engrossadas a bater às janelas

A esperteza de um cura

Quando em 1707 Filipe V, vindo para tomar posse do reino de Espanha, passou por Montlhéry, pequena paróquia nos arredores de Paris, foi festivamente recebido pelo cura e seus devotos fregueses.

Filipe V de Espanha e Elisabeth Farnese

António Gonçalves - Colaborador - Orelha - Capeia Arraiana

Invasões Francesas (11)

:: :: BISMULA e REBOLOSA :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a “honra” de os receber!

Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Capitão Manuel Isidro da Paz, op. cit., em : PT-TT-CF-212_m0120.TIF

Isidro Alves Candeias - Orelha - 180x135 - Capeia Arraiana

Ecos de uma Conferência de Monsenhor Feytor Pinto

Nascido em Coimbra, tendo vivido e crescido em Castelo Branco e tendo, de há longos anos, mesmo décadas, exercido o Sacerdócio e outras altas funções em Lisboa, é o Pe. Vítor Francisco Xavier Feytor Pinto sacerdote da Diocese da Guarda.

Monsenhor Feytor Pinto

A caça à baleia e o enterro nos Açores

Os baleeiros desapareceram há longos anos dos Açores, em cujas ilhas a caça à baleia fez parte das rotinas e foi o suporte da vida económica. O empenho dos açorianos era tal que, quando os vigias davam sinal da presença de cetáceos no mar, todo o povo se mobilizava para acorrer imediatamente à faina.

Caça às baleias nos Açores

António Gonçalves - Colaborador - Orelha - Capeia Arraiana

Invasões francesas (10)

:: :: ALDEIA DO BISPO :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a “honra” de os receber!

Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Manuel Isidro da Paz, op. cit.,em: PT-TT-CF-212_m0141.TIF

Fernando Capelo - Orelha - Capeia Arraiana - 180x135

Ténues tons de terapia

Vão passando os dias, acossados por ruídos de mediatização muitas vezes violenta, algumas vezes inútil, excepcionalmente objetiva e isenta.

Atentado bombista no Paquistão

Paulo Leitão Batista - Contraponto - © Capeia Arraiana (orelha)

Medidas de dinamização do interior

O governo anunciou que vai apresentar novas medidas de apoio aos emigrantes e de combate ao despovoamento do interior, assentes numa política que direcciona investimentos e promove os produtos originários do interior.

Berta Nunes – Secretária de Estado das Comunidades

Confraria Bucho Raiano - Capeia Arraiana (orelha)

Almoço de bucho juntou 200 em Lisboa

Foi o maior almoço de sempre realizado pela Confraria do Bucho Raiano em Lisboa. A XIII edição, ocorrida no dia 16 de novembro, juntou precisamente 198 pessoas, dentre confrades, familiares e amigos, num animado convívio que também serviu para promover a melhor iguaria gastronómica da Beira Interior. O almoço de Novembro evoca todos os anos o acto de lançamento da Confraria, que aconteceu em 1997 na Casa o Concelho do Sabugal. Veja a galeria de fotografias da autoria do confrade Daniel Salgueira.

O almoço de bucho realizou-se do Hotel Iberostar Selection

Um engenhoso chefe de posto

Um chefe de posto da antiga administração colonial portuguesa em Angola, servindo-se de um engenhoso esquema, gozou umas longas e serenas férias sem que os superiores se apercebessem da sua ausência.

N’Riquinha (Angola)

António Gonçalves - Colaborador - Orelha - Capeia Arraiana

Invasões Francesas (9)

:: :: ALFAIATES :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a “honra” de os receber!

Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Capitão Manuel Isidro da Paz, op. cit.; em: PT-TT-CF-212_m0118.TIF

Joaquim Gouveia - Capeia Arraiana (orelha)

Um saber que não tem tempo

O senhor Herculano Jacinto, cigano há oitenta e três anos, tal como orgulhosamente fazia questão de afirmar enquanto torcia e retorcia o seu bigode farfalhudo, preparava-se para mais uma manhã de exibição da sua arte.

Herculano Jacinto

Obituário - © Capeia Arraiana

Faleceu José Henriques da Silva

Faleceu hoje, vítima de doença prolongada, o comandante dos Bombeiros Voluntário do Sabugal, José Henriques Pais da Silva, de 52 anos.

José Henriques Pais da Silva (1967-2019)

Paulo Leitão Batista - Contraponto - © Capeia Arraiana (orelha)

Nova oportunidade para a regionalização

No final do mês de Julho de 2019, a Comissão Independente para a Descentralização entregou um relatório na Assembleia da República, onde defendeu a criação de regiões administrativas e a realização de um novo referendo à regionalização.

Um possível mapa da regionalização

Isidro Alves Candeias - Orelha - 180x135 - Capeia Arraiana

Ecos de um percurso pelo Direito

Na década de 60 apareceu, exposto na vitrina do Colégio do Sabugal, um livro intitulado “Princípios das Leis que todos precisam conhecer”, de Manuel Flamino dos Santos Martins, que podia ser adquirido na Secretaria.

Livros de Direito

As grandiosidades de Kaúlza

Ante o espectro de uma guerra nas colónias africanas, o regime decidiu preparar-se militarmente para o novo desafio. Kaúlza de Arriaga, então Subsecretário de Estado da Aeronáutica, propôs a Salazar uma estratégia militar que deixou o ditador estupefacto.

kaúlza de Arriaga em Moçambique

António Gonçalves - Colaborador - Orelha - Capeia Arraiana

Invasões Francesas (8)

:: :: SOITO :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a “honra” de os receber!

Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Álbum de Campanha Sobre Marchas, Manobras e Planos de Batalha do Exército Português, Realizados no âmbito da Guerra Peninsular, pelo Capitão Manuel Isidro da Paz: em: PT-TT-CF-212_m0117.TIF

Fernando Capelo - Orelha - Capeia Arraiana - 180x135

Sair de mim

A janela avisa-me da manhã, do sol e da cidade. Entreabro-a e confiro o inverno que se me oferece gelado e me arde no rosto. Chegam-me imagens de pessoas em movimentos apressados e de olhares efémeros.

A Serra, vista da janela, impõe-se sem dizer onde começa ou onde acaba

Paulo Leitão Batista - Contraponto - © Capeia Arraiana (orelha)

O interior no programa do governo

O novo governo de António Costa propõe-se estimular a convergência entre o litoral e o interior, entre o norte e o sul, entre a cidade e o campo. Até aqui nada de novo, mas há medidas concretas que merecem atenção por trazerem à liça uma nova abordagem ao problema.

António Costa e os quatro ministros de estado

O problema do álcool na revolução russa

O alcoolismo é, por tradição, um grave problema entre a população russa. Nos dias da revolução bolchevique, em 1917, essa questão chegou a colocar em causa o sucesso da insurreição popular.

Revolução russa – 1917

António Gonçalves - Colaborador - Orelha - Capeia Arraiana

Invasões Francesas (7)

:: :: VILA BOA :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a “honra” de os receber!

Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Álbum de Campanha Sobre Marchas, Manobras e Planos de Batalha do Exército Português, Realizados no âmbito da Guerra Peninsular, pelo Capitão Manuel Isidro da Paz

Paulo Leitão Batista - Contraponto - © Capeia Arraiana (orelha)

Ainda o madeiro e o presépio natural

Na sua última crónica no Capeia Arraiana, Ramiro Matos defendeu, e bem, a ideia de que o «Presépio Natural» do Sabugal e o «Madeiro» de Penamacor, poderiam gerar uma atratividade comum com benefício para ambos os concelhos.

O Presépio do Sabugal e o Madeiro de Penamacor

Isidro Alves Candeias - Orelha - 180x135 - Capeia Arraiana

Ecos do Castelo do Sabugal e seu Termo

O Sabugal, antes vila e agora cidade, evoluiu ao longo do tempo, oferecendo atualmente condições de bem-estar para os que nos visitam e querem conhecer os nossos encantos.

Palheiros do Castelo – Sabugal

Onde está a frente de batalha

Em pleno ardor da Revolução Russa de 1917, hordas de operários, soldados e camponeses que formaram a «Guarda Vermelha», saíram de Petrogrado para defrontarem os «contra-revolucionários», comandados por Kerensky, que queriam por cobro à revolução bolchevique.

Rússia (1917): soldados, marinheiros e operários marcharam juntos pela revolução

António Gonçalves - Colaborador - Orelha - Capeia Arraiana

Invasões Francesas (6)

:: :: SABUGAL :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a “honra” de os receber!

Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Álbum de Campanha Sobre Marchas, Manobras e Planos de Batalha do Exército Português, Realizados no âmbito da Guerra Peninsular, pelo Capitão Manuel Isidro da Paz

Joaquim Gouveia - Capeia Arraiana (orelha)

Sortelha tem mais encanto

Sortelha é História! Desde os tempos idos que Sortelha mantém viva a sua essência. Da torre de menagem às muralhas, ao seu casario tudo parece inalterado reportando-nos para um tempo secular de inegável importância para esta vila e para a História de Portugal.

Sortelha mergulhou na Idade Média

Fernando Capelo - Terras do Jarmelo - © Capeia Arraiana

Liberdade na mais pura essência

Há vivências que, anotadas no nosso íntimo, nos insinuam gente que dá tudo para ser bem sucedida e, também, pessoas que, estritamente, se entregam ao destino.

Errava pelos caminhos do mundo

Paulo Leitão Batista - Contraponto - © Capeia Arraiana (orelha)

Como se promove um concelho

Não é fácil dar expressão mediática a territórios do interior, quando o mundo informativo está concentrado nos grandes aglomerados populacionais, onde a economia palpita e a vida social e cultural fervilham. Penamacor é, porém, um bom exemplo de como promover um concelho de baixa densidade.

O madeiro de Penamacor

António Alves Fernandes - Aldeia de Joane - © Capeia Arraiana

Há cinquenta anos…

Entra-se no centenário edifício – o Seminário Menor do Fundão – e percorrem-se enormes corredores de madeira, com pé alto, a lembrar os do Convento de Mafra. Durante muitos anos foram percorridos por milhares de jovens seminaristas a alimentar sonhos e a preparar futuros…

O grupo de ex-seminaritas

O enterro dos suicidas

O suicido tem sido ao longo dos tempos um acto reprovado pela religião, pelos costumes e até pelas leis, pelo que havia práticas arreigadas que demostravam essa repulsão social.

O suicídio como mal social

António Gonçalves - Colaborador - Orelha - Capeia Arraiana

Invasões Francesas (5)

:: :: RAPOULA DO CÔA :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a “honra” de os receber!

Invasões francesas

Isidro Alves Candeias - Orelha - 180x135 - Capeia Arraiana

Representação da Confraria do Bucho Raiano

No passado dia 12 do corrente mês, acompanhado de minha mulher, representei a Confraria junto da sua congénere Confraria do Cabrito na Brasa – Sabugal, por ocasião do seu II Capítulo, que teve lugar no Casteleiro – Sabugal.

Fotografia de família

Paulo Leitão Batista - Contraponto - © Capeia Arraiana (orelha)

Revisão do Plano Municipal de Emergência

A Câmara Municipal do Sabugal vai reformular o Plano de Emergência de Proteção Civil, o que é o cumprimento de um dever legal que carece de uma rápida implementação.

A emergência e o socorro requerem planeamento e pro-actividade

António Alves Fernandes - Aldeia de Joane - © Capeia Arraiana

Guarda – jornadas da pastoral diocesana

É bom ainda assinarmos jornais regionais, semanários, que sobrevivem com imensas dificuldades e que são em grande parte a garantia de uma sociedade mais informada, mais culta, democrática e livre. Infelizmente, acabo de tomar conhecimento que “O Amigo da Verdade”, com mais de um século de existência, acabou por não resistir à crise da imprensa escrita e vai deixar de ser publicado.

A mensagem do Papa para o Dia Mundial das Missões

O abandono de S. João Baptista de Ajudá

A Fortaleza de São João Baptista de Ajudá, localizada na cidade de Ouidah, na costa ocidental africana, na actual República do Benim, foi abandonada pelos portugueses em condições humilhantes, em 1961, o que levou o regime a isolar o último administrador daquela minúscula possessão colonial.

São João Baptista de Ajudá é hoje um museu

António Gonçalves - Colaborador - Orelha - Capeia Arraiana

Invasões Francesas (4)

:: :: SEIXO DO CÔA :: :: Algumas aldeias raianas foram fustigadas pelos soldados napoleónicos entre julho de 1810 e abril/maio de 1812. Em julho de 1810, após a tomada de Almeida realizaram razias nas aldeias raianas; na retirada, em fevereiro ou março de 1811, entraram no concelho de Sabugal, vindos da Guarda, deixando um rasto de violência e destruição por onde passaram; em abril de 1812, quando da quarta invasão, as populações foram, mais uma vez, vítimas das barbaridades dos invasores. Muitos arquivos foram destruídos! Provavelmente não houve aldeia do concelho de Sabugal que não tivesse a “honra” de os receber!

Soldados franceses do exército napoleónico

Fernando Capelo - Terras do Jarmelo - © Capeia Arraiana

Semente de um choro colectivo

– Como se atrevem? – Foi o grito mais alto de Greta Thunberg na Cimeira de Acção Climática, em Nova Iorque.

Greta Thunberg

Paulo Leitão Batista - Contraponto - © Capeia Arraiana (orelha)

A verdade sobre a barragem do Sabugal

Fala-se muito na barragem do Sabugal, devido à seca e à continuação dos transvases para o regadio da Cova da Beira. Mas quanto a quem tornou a albufeira numa realidade e qual a sua real importância para o concelho do Sabugal, há muito a esclarecer.

Barragem do Sabugal