Ridículo!

António Emídio - Passeio pelo Côa - © Capeia Arraiana

Estou condenado a repetir-me, e cada vez mais, assim me pede a política, a economia de casino e a sociedade, esta está pura e simplesmente desnorteada, a política e a economia estão descontroladas. Por favor, não procurem na Democracia toda esta Anarquia! Procurem-na no Ser Humano.

Ri macaco! Ri!

Ri macaco! Ri!

.
Fiquei a pensar que tipo de gente era esta…

Para poder escrever sobre estes temas, tenho de estar a observá-los a uma certa distância, e vejo então que a vida moderna não convida a pensar, há simplesmente superficialidade, não profundidade.

Tive uma espécie de diálogo com uma pessoa riquíssima, cosmopolita, gananciosa e boçal, possuidora de escassos princípios e com um léxico de negociante de burros, deixou-me estupefacto! Eu, um provinciano que conhece um ou dois países, e entre eles a vizinha Espanha, não estando formado em nenhuma Faculdade, tive de aguentar sem me rir e sem a mandar à me… porque não tendo formação cívica, caiu no insulto, aquele insulto tipo «pessoal das barracas» (estes que me perdoem).

Fiquei a pensar que tipo de gente era esta, é uma das muitas pessoas que tem horror a tarefas intelectuais, modelada num ideário burguês-capitalista e muito distante da ética.

Estas experiências dolorosas afastam-me cada vez mais desta sociedade do «tanto tens tanto vales».

:: ::
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

Deixar uma resposta