Casteleiro – Notas bonitas de uma terra linda

José Carlos Mendes - Orelha - Colaborador - Capeia Arraiana - 180x135

Quem é que não gosta da sua aldeia ou cidade? Eu gosto muito da minha, claro. E sou muito fanático: quem belisca a minha terra, belisca-me a mim. Quem gosta da minha terra… já me tem do seu lado. Acho que nestas coisas não há neutralidades nem imparcialidades, é quase como no futebol, mas sem as más figuras que por aí vemos… Bem-vindos à crónica sobre o Casteleiro.

O castelo, a Ribeira e as três serras (devem ser a da Opa, a de Sortelha e o Cabeço Pelado)

O castelo, a Ribeira e as três serras (devem ser a da Opa, a de Sortelha e o Cabeço Pelado)

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Descrição heráldica

Por uma vez, vale a pena saber o que tem a bandeira e o brasão da minha aldeia.

«Escudo de verde, um cubelo de prata lavrado, aberto e frestado de negro, entre dois picões de prata», etc., etc…

Pode ler mais… (Aqui.)

Casteleiro, nas faldas da Serra d’Opa

Joaquim Manuel Correia escreveu assim sobre o Casteleiro há 115 anos. É apenas um parágrafo de uma descrição completa: «Escolas primárias – Há no Casteleiro uma escola para cada sexo. A do sexo feminino, uma das mais modernas do concelho, esteve alguns anos sem ser provida por motivos políticos. Quando visitámos um dia o Casteleiro, no lindo palacete, que pertenceu aos falecidos D. Teodora e marido, Dr. Sobral, que foi um dos mais distintos médicos do país, vimos a mobília destinada a essa escola, que devia ser ali instalada. A do sexo masculino funcionava na sacristia da antiga igreja de São Francisco, a pequena distância da primeira.»

Pode ler o resto… (Aqui.)

Dois vídeos da Festa de 2006

Veja agora estes dois vídeos tirados por uma alma devota do Casteleiro, que gosta mais da minha terra do que da dele, que fica apenas a três quilómetros.

Veja e dance, por favor…

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Gostou das imagens e dos sons que levei até si 13 anos depois? Pois bem, acho que a Festa de agora não é muito diferente… Lá para meados de Agosto, falaremos.

Os «artistas»

Não são artistas só aqueles que cantam e dançam nos palcos…

«Artista é quem domina uma arte. Artista é quem vive uma arte. Artista é quem vive de uma arte. Hoje quando dizemos artista falamos de palcos, telas pintadas, pedras esculpidas. Há 40 anos, artista era essencialmente alguém do cinema».

O senhor que vinha ao Casteleiro afiar facas e tesouras, o pedreiro que levanta as paredes, o carpinteiro que modela a madeira: esses eram os nossos «artistas» na minha terra.

Leia aqui e divirta-se com o que se passava há 60 e tal anos… (Aqui.)

Boa semana, bons momentos para todos nós!

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«A Minha Aldeia», crónica de José Carlos Mendes

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