Os deuses não morreram

António Emídio - Passeio pelo Côa - © Capeia Arraiana

Será que os pensamentos e as palavras referentes a previsões catastróficas neste moderno e avançado Mundo devem ser tomadas com ironia e até desprezo?

Os deuses não morreram

Os deuses não morreram

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Ainda há uma réstia de esperança…

Será que os pensamentos e as palavras referentes a previsões catastróficas neste moderno e avançado Mundo devem ser tomadas com ironia e até desprezo?

Penso que não querido(a) leitor(a), vemos no horizonte alguma coisa que nos diz que está próxima a resolução dos grandes problemas que afligem a Humanidade? Alterações climáticas, Guerras e Corrupção? Antes pelo contrário, vemos é um agravar cada vez mais acentuado destes problemas. A grande maioria dos habitantes do Planeta Terra não pensa nem se importa com o que possa vir a acontecer, nem nunca se preocupou em pensar que: «O Mundo começou sem o Ser Humano e provavelmente irá terminar sem ele.»

Mas os deuses não morreram, em mim, ainda há uma réstia de esperança, e sabeis de onde vem? Vem das tradições espirituais e até religiosas (não fanatismo, crendice e beatice). Não é um absurdo se disser que ao ler alguns artigos aqui neste Blogue é como ouvir um hino ao sentido da vida e do Mundo, alimentam em mim a chama da esperança ao falarem-nos das nossas gerações anteriores, das suas vidas, dos seus problemas, dos seus anseios e, até das suas Utopias quando se revoltavam contra o domínio dos poderosos. Como tratavam a Mãe Natureza! Por isso ela lhes dava o pão, agora traz-nos catástrofes porque a tratamos mal.

Não querido(a) leitor(a), a conduta ética, os bons sentimentos, os valores morais, espirituais e religiosos não são anacronismos inúteis para enfrentar a vida moderna, antes pelo contrário, sigamos as pegadas dos nossos antepassados.

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«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

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