Casteleiro – A Net na aldeia há 60 anos…

José Carlos Mendes - Orelha - Colaborador - Capeia Arraiana - 180x135

Os avós mais do que os pais tinham todo o tempo para estas coisas e nunca paravam de nos contar, contar, contar… Hoje será de outro modo. Mas o que conto aqui é de há 60 anos no Casteleiro…

O Barroco Riscado é o máximo: quem nunca lá subiu não é rapaz não é nada!!!!!

O Barroco Riscado é o máximo… quem nunca lá subiu não é rapaz não é nada!!!

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Histórias de encantar

São historietas de encantar qualquer um ainda hoje. Mas mesmo hoje acho que não haverá aldeia nenhuma que não tenha um rol de estórias de espantar para contar aos seus mais pequenos – eles é que não querem saber de nada, enquanto tiverem o tablet à mão, como sabemos. Mas nós queremos saber, certo? Vamos então a isto…

Barroco Riscado

Contava-se nesses tempos que havia para lá do Marneto, já na Serra, um Barroco Riscado que estava encantado. E que uma voz por vezes repetia: «Quem para o outro lado me virar…», etc.

Os lobos

«Noite de breu… Na aldeia ouvem-se os gritos na Várzea. Alguém vai em socorro. E quando lá chega… Uma cena de filme negro, filme de terror… o ti’ Álvaro Abreu, montado no cavalo, aos pontapés e aos gritos. Vinha escoltado por dois lobos.»

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Mula de ouro

As lendas populares falam muito de ouro, moedas de ouro, potes de ouro. Pois para a Serra d’Opa também se arranjou no Casteleiro uma história que mete ouro. Reza assim: «No alto da Serra d’ Opa, há um haver…», etc.

Mouras de tranças de ouro

«Por seu turno, Lopes Dias, que era do Vale, conta a história das mouras encantadas que vivem lá no alto da Serra d’Opa. Mas esta lenda não mete lençóis e sim tranças de ouro… Mais uma vez e sempre o ouro. Ouro que, se bem se lembram, o Rei mandou procurar no Casteleiro em 1723: mandou explorar as terras para ver se de facto ali havia ouro ou não.»

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«A Minha Aldeia», crónica de José Carlos Mendes

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