Casteleiro – Recordações dos anos de antanho

José Carlos Mendes - Orelha - Colaborador - Capeia Arraiana - 180x135

Há bonitas recordações que felizmente não nos largam, por mais anos que a gente viva. Estas que hoje trago fazem parte desse rol imenso: acompanham-me para todo o lado e sempre com grande prazer da minha parte. Ora queira acompanhar-me neste périplo pelos anos de antanho…

O Largo de São Francisco e as Boas-Festas

O Largo de São Francisco e as Boas-Festas

As idas ao barbeiro hoje e as idas ao Ti’Nàciso!!!!

Quando hoje vou cortar o cabelo e me tratam como mercadoria – pois é isso que acontece mesmo com ar de simpatia…, nesses momentos quase sempre me assalta uma memória, uma recordação de há dezenas de anos: «As idas ao ti’ Narciso, o barbeiro. Era mesmo outro mundo… Mas aí, uma recordação traumática: o mesmo ti’ Narciso também me arrancava os dentes – a sangue frio. Que horror, meus amigos. Só me lembro bem da bacia de esmalte cheia de água com sangue (meu)»…

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Ditados populares que são verdadeiras regras de vida

«Os ditados populares de pouco servem se cotejados com a ciência e a técnica mas são óptimos para dar a conhecer o sentir profundo de um povo. É o caso que trago hoje. No meio desta pachorra e calmaria das férias e a propósito de pedir emprestada alguma coisa, houve logo quem dissesse: «Não peças a quem pediu.» E a resposta, em reforço: «Nem sirvas a quem serviu.»

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Finalmente, rememoro o Carnaval, apesar de estarmos no Natal!

Bem sei que é Natal. Mas hoje deu-me para aqui: foi o Carnaval dos miúdos que se me impôs, pelo folclore que implicava.

Nessa parte, era assim: «Uma festa com uma multidão de miúdos armados de paus, percorrendo as ruas, parando aqui e ali para mais um trecho declamado do «Testamento», que terminava com a oferta do galo ao professor. E os preparativos. Cada um fazia o seu caderno ilustrado com todo o texto do «Testamento». A capa. A capa era um elemento essencial dessa obra-prima. E as quadras, uma apor página, cada qual com a sua ilustração. Um primor.»

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É a semana das festas de Natal e de fim-de-ano. Então, e para já: Bom Natal para si e para os seus.

Boas Festas para todos!

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«A Minha Aldeia», crónica de José Carlos Mendes

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