Era da família dos Rodrigues Bicheiro. Tinha emigrado para a Argentina pelos anos 20/30 ou já nos anos 40 do século passado com mais uns dezanove, a avaliar pela fotografia tirada em solo argentino e que publiquei no primeiro volume da minha obra «Para que não se Perca a Memória de 400 Anos de Vida em Quadrazais», ou talvez mais, já que na fotografia não identifico o irmão do meu avô Braga, o João Lhalhão e o Simão Ferrador, entre outros. Na fotografia, que aqui tento reproduzir, o Nano aparece a tocar concertina. A vida não lhe deve ter corrido bem, como a muitos outros, e ei-lo de novo na terra.

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