Há alternativa! Há outras soluções para o concelho! (2)

Alberto Martins Luís - Alberto Pachê - Capeia Arraiana

A região sabugalense é a terra de Viriato, é a terra do Forcão!

Nunca é demais apelar à história dos povos numa altura em que o concelho se debate com os elevados custos da interioridade. Um concelho despovoado, em que se sente o peso da solidão, e no qual as perspetivas num futuro melhor deixou de fazer parte do quotidiano dos sabugalenses. Tem faltado coragem para concretizar alguns projetos inadiáveis e fundamentais ao desenvolvimento socioeconómico da região. Vemos, apenas, ideias desgarradas no tempo, sem qualquer objetivo a médio e a longo prazo que não acautelam os interesses dos cidadãos e levam ao fecho de serviços essenciais e à perda de qualidade de vida e bem-estar dos sabugalenses. A não implementação das ideias chave do Plano Estratégico do Sabugal 2025 tem impedido a região de evoluir e «acentuado o processo de desertificação com consequências negativas para a sustentabilidade territorial».
Os jovens saem para os grandes centros urbanos à procura do trabalho que lhes é negado no concelho em que nasceram. Os empresários perdem a vontade de investir. A população sente o abandono da inépcia dos serviços que os deviam proteger, como se tudo isto fosse normal na pátria de Viriato. Temos consciência que o poder central não tem sabido acautelar os interesses do interior, mas sabemos, também, que a seu tempo não souberam defender o que é nosso, nem ousaram dizer a Lisboa que esta terra também é Portugal. Esqueceram que o dinheiro dos emigrantes foi a alavanca da vida e da economia do concelho, e, de certa forma, do próprio desenvolvimento do país.
Ao estado cabe zelar pelos interesses dos cidadãos independentemente da região em que se encontrem para que a tão falada coesão territorial não seja um mero exercício de retórica.
Os cidadãos têm o direito de exigir do estado responsabilidades, por ser «o garante último da subsistência do território como um todo e tem plena obrigação de se questionar permanentemente porque é que dois terços da população estão acumulados numa estreita faixa do país, estando a maioria do território sujeito aos custos da interioridade».

TEMOS CONSCIÊNCIA
que o poder e a força do concelho do Sabugal, que abrange um vasto território, reside na sua diversidade cultural, climatérica e geográfica.

DEFENDEMOS
que o seu futuro está na força do sector privado para investir e criar trabalho, riqueza e bem-estar, mas reside na coragem e audácia dos autarcas para mobilizar e unir os sabugalenses em torno de questões fundamentais, como são: a fixação de jovens, a criação de emprego, o investimento, as estradas, o turismo, a ação social, o desporto, o envelhecimento ativo, entre outras.

DEFENDEMOS
que nas questões essenciais são os cidadãos que decidem.

O concelho do Sabugal é um concelho com futuro.

Movimento «Juntos pelo Sabugal»

O candidato independente à Câmara Municipal do Sabugal
Alberto Martins Luís (Alberto Paché)

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