Faleceu o presidente de Junta da Moita

António Joaquim Nabais Moreno, presidente da Junta de Freguesia da Moita, concelho do Sabugal, foi hoje encontrado morto em casa, na aldeia.

O presidente da Junta de Freguesia da Moita-Jardim, segundo apurou o Capeia Arraiana, já andava adoentado desde há algum tempo, pelo que terá, tudo o indica, sido vítima de um agravamento súbito da doença.
Depois dos vizinhos e dos amigos darem pela sua falta, o mesmo foi encontrado morto em casa, onde estava sozinho, ao início da tarde de hoje. Face às circuntâncias, foi chamada a Guarda Nacional Republicana e a autoridade de saúde.
O autarca, de 58 anos de idade, comerciante de profissão, era presidente da Junta de Freguesia da Moita-Jardim desde 2009, tendo sido eleito pelo Partido Socialista.
O funeral realiza-se amanhã, dia 5 de Fevereiro, pelas 16 horas, na Moita.
plb

5 Responses to Faleceu o presidente de Junta da Moita

  1. Ramiro Matos diz:

    Conhecia o Tó há muitos anos.
    Homem bom, grande moitense e grande sabugalense.
    É uma grande perda para a família, os amigos, a Moita e o Concelho do Sabugal.

    Ramiro

  2. Natália Bispo diz:

    Esteve há poucos dias a cumprimentar-me aqui na Casa do Castelo. O António é incontornável no Café do Sr. Abílio (meu Pai). Em jovem ali trabalhou durante alguns anos e era tratado carinhosamente por Moitinhas! Descansa em Paz, António!

  3. António Marques diz:

    O Tó Quim era um homem de bem e um homem bom. De grande humildade, íntegro, cultivava a amizade como só ele sabia fazer. Amava a sua terra e, enquanto autarca, soube caminhar com grande mérito na defesa e desenvolvimento do seu torrão natal.
    Mas o Tó Quim era também um amigo pessoal e das gentes do Casteleiro, onde desde sempre estava em casa. Confidenciava-me há dias, a uma mesa com amigos no “seu ”Terreiro “, que aguardava os resultados dos exames médicos.
    Sereno, como sempre!

    António José Marques
    Presidente da Junta de Freguesia de Casteleiro

  4. carlos santos diz:

    Morreu como viveu…sempre só. Era um homem solitário, que interiorizava os seus pensamentos e de que não se conhecia uma única paixão; mas fazia amizades com muita facilidade porque o seu desprendimento do mundo e das coisas aproximavam-no das pessoas. A minha mãe, que foi sua professora, considerava-o um dos alunos mais inteligentes da Moita. Cruzámos-nos em diversas fases das nossas vidas e nutria por ele uma amizade sã e uma grande consideração e estima.
    Quando voltar à Moita vou sentir um grande vazio, mas a vida tem que continuar. Paz à sua alma, onde quer que ela esteja.

  5. Joaquim Silva diz:

    Os bons também morrem…tive pena de não o acompanhar à última morada,
    por me encontrar fora.

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