Poetas da Guarda na evocação dos 812 anos

No sábado e no domingo, 26 e 27 de Novembro, a cidade da Guarda comemora o 812º aniversário da atribuição do foral por D. Sancho I com a realização de um espectáculo dedicado aos poetas da cidade, a realizar no Grande Auditório do TMG.

TMG-Teatro Municipal da GuardaO espectáculo, intitulado «Tão perto do puro azul do céu [A Guarda na Poesia]», é produzido pelo Teatro Municipal da Guarda (TMG) e será representado no grande auditório, no próximo sábado (às 21h30) e no domingo às 16h00). Trata-se de uma mistura de música, dança, cinema, fotografia e vídeo, revisitando os poetas da Guarda ou que a ela estão ligados. A direcção pertence a Américo Rodrigues, e é protagonizado por José Neves, actor do Teatro D. Maria II.
«O ponto de partida deste espectáculo é de grande simplicidade: homenagear a Guarda através da poesia. Porém, também pode ser: homenagear a poesia através da Guarda», refere a organização em comunicado, acrescentando que se «utiliza a poesia que se escreveu sobre a Guarda, por moradores ou forasteiros».
Alberto Dinis da Fonseca, Américo Rodrigues, António Godinho, António Monteiro da Fonseca, Augusto Gil, D. Sancho I, Eduardo Lourenço, João Bigotte Chorão, João Patrício, José Augusto de Castro, José Manuel S. Louro, José Monteiro, Ladislau Patrício, Manuel A. Domingos, Miguel Torga, Osório de Andrade, Pedro Dias de Almeida e Políbio Gomes dos Santos serão alguns dos autores citados. No palco, para além do actor José Neves, «que dará corpo e voz aos poemas», vão estar artistas ligados à música, à dança e ao cinema. Na música, marcam presença Marcos Cavaleiro (percussionista), Rogério Pires (guitarrista), João Mascarenhas (pianista), Kubik (instrumentista), Rui Pedro Dias (cantor), César Prata e Vanda Rodrigues (projeto Assobio), José Tavares (alaúde e guitarra elétrica), Helena Neves (voz) e Domenico Ricci (pianista). No cinema, será apresentada uma curta-metragem do realizador António Lopes, enquanto que na dança, o público assistirá a uma coreografia e interpretação de Sara Vaz. O espectáculo também apresenta fotografias de Armando Neves, a visão gráfica para um poema, de Jorge dos Reis, e «desenhos relativos» desenvolvidos por Mecca.
plb (com TMG)

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