Américo Rodrigues receita «Auto-estima-te!»

O director do Teatro Municipal da Guarda (TMG), Américo Rodrigues, decidiu criar o produto farmacêutico «Auto-estima-te!» administrado através de um conta-gotas. A apresentação (em traje informal) está marcada para sábado, 13 de Setembro, às nove e meia da noite no Café Concerto do TMG.

«Auto-Estima-te!»Depois dos frasquinhos com «Ar da Guarda» à venda no posto de Turismo para levar como recordação o criativo e irreverente guardense, Américo Rodrigues, aposta em mais uma campanha de marketing directo. Nem mais nem menos que um enigmático produto farmacêutico do qual apenas sabemos que inclui o biologicamente famoso «Ar da Guarda» e que vai ser administrado por conta-gotas.
A «campanha promocional» destaca que «os especialistas (não se sabe bem em quê) dizem que falta auto-estima aos guardenses e a alguns egitanienses» e acrescenta a certeza emotiva de «que não gostamos da Guarda nem de nós próprios tendo o problema adquirido foros de patologia».
E qual cápsula do tempo, perdão, cápsula da moral vai ficar disponível no mercado (dando preferência ao comércio tradicional que tão necessitado anda do tal remédiozinho) o «Auto-estima-te!» que «será a nossa salvação enquanto terra e gente».
A irreverentemente séria iniciativa com tiragem muito limitada, simbolizada com um logótipo criado por Jorge dos Reis, pelo terá lugar no Café Concerto do TMG no dia 13 de Setembro a partir das nove e meia da noite.
A sessão de lançamento conta com os oradores Orlando Rodrigues, Vasco Queirós (médico de família) e Pissarra da Costa (psiquiatra).
E assim se combate a inércia e o silêncio com iniciativas que obrigam a falar (e bem) da Guarda com algum esoterismo à mistura.
A entrada é livre para todos os que se apresentarem «doentes».

Não é só na Guarda que se faz sentir a falta de «auto-estima» que alguns tentam destruir assumindo atitudes de «vale tudo até tirar olhos». Ou seja são, concerteza, as diferenças políticas entre os seguidores de dois livros com o mesmo título: «O Príncipe» de Maquiavel e o «Principezinho» de Saint-Exupéry.
jcl

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