Tag Archives: Salamanca

António Alves Fernandes - Aldeia de Joane - © Capeia Arraiana

A Universidade de Salamanca e o Fundão

A Universidade de Salamanca faz neste mês de maio oitocentos anos de existência. Estava-se no século XIII, quando na Capital dos reinos de Castela e Leão se fundaram os Estudos Universitários. É a quarta universidade do espaço europeu. As mais antigas são Oxford em Inglaterra, Paris em França e Bolonha em Itália.

Universidade de Salamanca

AMCB - Associação Municípios Cova Beira - Capeia Arraiana

Municípios da Cova da Beira recebem 3 milhões

A Associação de Municípios da Cova da Beira (AMCB) anunciou que vai desenvolver em cooperação com a província de Salamanca (Espanha) dois novos projectos transfronteiriços que implicam um investimento global superior a três milhões de euros. Os projectos foram aprovados no âmbito da iniciativa comunitária INTERREG e a sua execução pretende contribuir para o desenvolvimento dos territórios abrangidos nos dois países ibéricos.

AMCB - Associação Municípios Cova Beira - Capeia Arraiana

Página principal da AMCB que serve 14 munícipios

Feria-Feira Eco-Raia - Salamanca - Capeia Arraiana

Rotas e Raízes esteve na Ecoraya

A empresa Rotas e Raízes ocupou um stand na Ecoraya, feira de produtos alimentares e artesanato de Salamanca, que interliga a raia portuguesa e espanhola.

O stand da Rotas e Raízes

O stand da Rotas e Raízes

Confraria Bucho Raiano - Capeia Arraiana (orelha)

Confraria do Bucho Raiano em Espanha

A Confraria do Bucho Raiano marcou presença no XX Capítulo da Cofradía Gastronómica de Guijuelo, localidade espanhola da província de Salamanca na comunidade autónoma de Castilla y León. Nas Jornadas de Guijuelo participaram confrarias gastronómicas espanholas e portuguesas.

(clique nas imagens para ampliar.)
Local Visão Tv - © Capeia Arraiana (orelha)

Territórios beirões promovidos em Salamanca

Os concelhos do distrito da Guarda têm uma sala de visitas na Plaza Mayor de Salamanca. Edição da jornalista Sara Castro com imagem de Paula Pinto da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

LocalVisãoTv - © Capeia Arraiana

LocalVisãoTv - © Capeia Arraiana
Autoria: LocalVisãoTV posted with Galeria de Vídeos Capeia Arraiana

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Local Visão Tv - © Capeia Arraiana (orelha)

Sabugal e Salamanca preparam o futuro

Sabugal e Salamanca preparam o futuro com uma jornada de trabalho conjunta. Reportagem da jornalista Andreia Marques com imagem de Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

LocalVisãoTv - Capeia Arraiana

LocalVisãoTv - Capeia Arraiana
Autoria: LocalVisãoTV posted with Galeria de Vídeos Capeia Arraiana

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Presença do Sabugal na Eco-Raia 2010

A I Feira Eco-Raia decorreu no fim-de-semana de 11 e 12 de Dezembro de 2010 no Recinto de Feiras de Salamanca. A organização pertenceu à organização da Comunidade de Trabalho BIN-SAL (Beira Interior Norte – Salamanca) constituída pelos Municípios do Sabugal, Almeida, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Guarda, Manteigas, Mêda, Pinhel e Trancoso e pela Diputación de Salamanca.

GALERIA DE IMAGENS  – ECO-RAIA 2010  –  SALAMANCA  –  11 e 12-1-2010
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Assador de castanhas dos Fóios brilha na Eco-Raia

Tal como havia sido previamente combinado, entre a Junta de Freguesia de Foios, técnicos e políticos da Diputación de Salamanca, a Junta de Freguesia de Foios transportou o enorme assador de castanhas até à Salamanca.

EcoRaia - Salamanca - Assador Castanhas Foios

José Manuel Campos - Nascente do CôaA Câmara Municipal de Sabugal disponibilizou o transporte que levou, até ao local da feira, o grelhador, trezentos quilos de castanhas, dez garrafões de jeropiga, duas mesas, alguns feixes de caruma e carqueja e os seis homens que estavam incumbidos de fazer o magusto. Tudo correu conforme o combinado.
Às 10.30 horas carregou-se na camioneta da Câmara tudo quanto já atrás foi referido. Às 12.30 aconteceu o almoço em Casillas de Flores e, após este, reiniciou-se a viagem até Salamanca, local da feira, onde chegámos por volta das 15 horas.
Depois de termos estacionado a viatura, autorizados pelas respectivas autoridades locais, o grupo das seis pessoas visitámos os bonitos stands da feira, com artigos e produtos portugueses e espanhóis, até que o Técnico da Diputación, Carlos Cortes, veio ao nosso encontro para nos dizer onde deveríamos descarregar os artigos e os produtos destinados ao magusto.
Colocaram-nos na parte nobre do edifício onde todas as pessoas eram obrigadas a passar. Ficou tudo instalado por volta das 16.30 horas portuguesas.
A Sr.ª Presidenta de la Diputación, Isabel Jimenéz, acompanhada por Alcaldes e Presidentes de Câmaras da Beira Interior Norte aproximaram-se do típico assador de castanhas tendo sido dada a honra de pegar fogo às carquejas à Exm.ª Sr.ª Presidente de la Diputación de Salamanca.
No assador encontravam-se cerca de 50 quilos de castanhas que ficaram assadas ao fim de dez minutos. Os rapazes responsáveis, responsáveis pelo magusto, num ápice puseram toda a gente a comer castanhas e a beber a saborosa jeropiga que foi muito apreciada por nuestros hermanos.
O entusiasmos e a concorrência eram de tal ordem que houve necessidade de se proceder a nova tarefa. Ao fim de dez minutos estavam assados mais 50 quilos de castanhas que tiveram o mesmo destino que as primeiras.
Visto que era para isso que lá estávamos tomámos a decisão de assar castanhas para que todas as pessoas ficassem satisfeitas. Assim aconteceu. Repetimos a acção mais quatro vezes e satisfizemos toda a gente.
Enquanto procedíamos ao assado das castanhas exibia-se no palco, improvisado, o grupo de música tradicional portuguesa «Trovas da Beira», de Pinhel, e uma jovem fadista, Cláudia Madur, que para além de lindíssimos fados cantou duas vezes a «Maria la Portuguesa», de Carlos Cano que, tanto portugueses como espanhóis muito apreciaram.
Confesso que para nós foi uma honra termos participado na I.ª feira, designada por «ECORAYA» pelo que muito agradecemos a nuestros amigos Carlos Cortes, técnico superior de la Diputación de Salamanca, Agustin Caballero e Deputado Pepe visto que foi com eles que, há cerca de um mês, combinámos toda a estratégia para que as castanhas de Foios pudessem ter sido assadas e degustadas em Salamanca.
Finalmente os nossos parabéns e sinceros agradecimentos à Senhora Presidenta de la Diputación de Salamanca – Isabel Jiminéz – e Presidentes das Câmaras da Beira Interior Norte e Duero Superior visto que, numa conjugada acção de esforços, levaram a efeito este evento.
«Nascente do Côa», crónica de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

Eco-Raia – Feira Transfronteiriça em Salamanca

As regiões da Beira Interior Norte, de Salamanca e do Douro Superior juntas nos dias 11 e 12 de Dezembro na 1.ª Feira Transfronteiriça Eco-Raia. Reportagem de Sara Castro com imagem de Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

Local Visão Tv - Guarda
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«Terras do Lince» no Marché de Nöel de Paris

Entre as iluminações de Natal, a moda e as comemorações dos 150 anos do nascimento de Jean Jurés, esse grande socialista francês assassinado no início da I grande Guerra, uma visita a Paris permite sempre algumas descobertas e outras tantas agradáveis sensações. A razão da actual visita é o Marché de Nöel, onde Penamacor participa com artesanato e produtos locais, designadamente com os da marca «Terras do Lince».

Terras do Lince em Paris

António Cabanas - «Terras do Lince»No momento em que escrevo este artigo, encontro-me nessa grande urbe da cultura e da arte, terra adoptiva do penamacorense Ribeiro Sanches e terra adoptiva, dizem, de quase 1 milhão de portugueses. Penamacor geminou-se há três anos com Clamart, cidade dos arredores de Paris, com mais de 50 mil habitantes concentrados em cerca de 9 mil hectares, o que nem é muito, comparado com outros dormitórios da capital gaulesa. Inversamente, Penamacor, com 6 mil habitantes, ocupa 55 mil hectares, o que torna esta geminação aparentemente atípica mas com muitas vantagens para a parte portuguesa: desde logo um benefício para os residentes portugueses, não só penamacorenses, mas de todas as regiões, que sentem da comunidade de acolhimento e também do poder local, um tratamento de descriminação positiva que não havia antes; depois para os empresários penamacorenses que aqui descobrem excelentes oportunidades de colocação dos seus produtos, não só em Clamart, mas em toda a metrópole parisiense; enorme vantagem ainda para o turismo de Penamacor e da região, pelos muitos clamartanos que, naturalmente, quererão descobrir a sua «ville jumelée».
A razão da actual visita é o Marché de Nöel, onde Penamacor participa com artesanato e produtos locais, designadamente com os da marca «Terras do Lince». Os marchés de Nöel são típicos em muitas cidades francesas, sendo famosos o de Strasbourg e o dos Champs Elysées. Em Clamart, foi a primeira vez, e a Câmara Municipal, entidade organizadora, convidou para participar, não só os comerciantes locais, mas também as cidades e vilas geminadas.
Realço, a propósito, a grande oportunidade que constitui para os nossos empresários o nicho de mercado da saudade, nesta grande região de Paris, com grande potencial de crescimento quer em termos qualitativos, quer quantitativos. De visita ao Cândido, para promoção da marca «Terras do Lince», foi com satisfação que demos de caras, logo na entrada do armazém, com as azeitonas e tremoços do Luís Tomé, da Bemposta (Farinha e Tomé, Lda.), mas também com os queijos e o mel da Meimoacoop. Sedeado na mítica e quase lusa Champigny, o Cândido é o maior armazenista e distribuidor de produtos portugueses em Paris. A tarefa a que nos propomos está ainda mais facilitada por o chefe de vendas ser das Quintas da Torre (perto do Pedrógão), caminho aberto para a negociação. Aqui concordamos em absoluto com as propostas de João Valente, na sua recente crónica do Capeia «agricultura sustentável», e a marca «Terras do Lince» será um bom veículo para os produtores de Penamacor e Sabugal. Da distribuidora parisiense sentimos total abertura aos produtos da referida marca, assim nós e os nossos empresários saibamos fazer o trabalho de casa: sem grandes produções, a aposta só poderá ser a qualidade e o gourmet.
Já quanto ao Turismo são as andanças de quem viaja que põem a nu as nossas carências. Localizada a meio de duas capitais europeias e de outras duas cidades mais pequenas, Porto e Salamanca e um pouco mais longe Valladolid, a nossa região nem se pode queixar dos acessos rodoviários. Por aí, até estamos bem localizados, em duas ou três horas acede-se a estes grandes centros urbanos. Já no que respeita a distâncias mais longas que exijam o avião, não podíamos estar pior: somos a região portuguesa que mais longe está de um aeroporto e será fundamental no futuro a construção de uma estrutura aeroportuária que nos possa desencravar a esse nível. Sabemos todos que hoje na Europa o avião é o transporte mais barato para passageiros que não viajem em grupo. Numa altura em que o turismo tende a aumentar à medida que baixa o custo das viagens e aumenta o conforto das mesmas, o interior bem pode aproveitar o elevado potencial turístico que constituem os seus emigrantes.
Os muitos amigos franceses e portugueses que conhecemos através desta geminação e que nos visitam, adoram a nossa região, mas apontam o incómodo da deslocação desde o aeroporto como o maior obstáculo à assiduidade das suas visitas.
O crescimento exponencial do alojamento turístico da Serra da Estrela e regiões limítrofes, na última década, ficará comprometido no futuro próximo se não se resolver esta lacuna. O novo aeroporto de Lisboa é uma boa oportunidade para o interior exigir um aeroporto regional – uma pequena migalha de Alcochete chegará – de forma a acolher pequenos aviões que façam o transbordo do Porto ou de Lisboa, ou mesmo que voem da Europa. Se soubemos usar esta estratégia para os estádios (com algumas migalhas lá se arrelvaram uma série de campos de futebol do Interior!), por maioria de razão se deverá exigir do governo essa medida de justiça e equidade geográfica. Aqui, seria bom que os líderes locais se entendessem quanto à melhor localização e se evitassem os umbiguismos do costume. Como o Sr. Primeiro-Ministro é da Covilhã que o faça na Covilhã, onde até há cursos superiores de aeronáutica e um aeródromo, e fica o problema resolvido.
A macrocefalia do litoral e a falta de estratégia nacional em matéria aeroportuária tem efeitos nefastos para o país, designadamente para Lisboa e Porto: muitos raianos voam para a Europa a partir de Valladolid dado os grandes aeroportos serem mais caros e afugentarem as empresas de low cost. Em breve se voará também a partir da Extremadura que se prepara para construir o seu aeroporto internacional, roubando mais mercado a Lisboa e Porto e, assim, quando Portugal tanto necessita do mercado espanhol, são os espanhóis que exploram o mercado nacional.
«Terras do Lince», opinião de António Cabanas

kabanasa@sapo.pt

Sabugal presente na Feira de Salamanca

Realizou-se nos arredores de Salamanca, de 16 a 18 de Outubro, a 1.ª Feira de Artesanato Espano-Lusa. O concelho do Sabugal levou até terras espanholas os produtos tradicionais da Raia. A reportagem da LocalVisãoTv é assinada pela jornalista Sara Castro e pelo operador de imagem Miguel Almeida.

Local Visão Tv - Guarda

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