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José Carlos Lages - Capeia Arraiana - Orelha

E o vencedor das Primárias foi… Vítor Proença

Tem início esta sexta-feira, 16 de Fevereiro, o 37.º Congresso Nacional do PSD onde Rui Rio vai tomar posse como 18.º presidente dos social-democratas. Nas Primárias derrotou Pedro Santana Lopes numa disputa renhida e muito equilibrada. Na distrital da Guarda, Rui Rio venceu apoiado por dois indefectíveis amigos, Álvaro Amaro e António Robalo, aos quais irá pedir «sacrifícios» se vencer as Legislativas de 2019. Os cenários futuros são muitos mas há já uma certeza: o grande vencedor das Primárias foi… Vítor Proença!

Rui Rio na Guarda - Álvaro Amaro, António Robalo, Carlos Peixoto - Capeia Arraiana

Rui Rio na Guarda com Álvaro Amaro, António Robalo e Carlos Peixoto (Foto: PSD)

Ramiro Matos - Sabugal Melhor - © Capeia Arraiana (orelha)

No rescaldo das eleições

As eleições autárquicas do passado dia 1 foram ganhas, mais uma vez pelo PSD…

Venceu o PSD e o seu candidato António Robalo

Paulo Leitão Batista - Contraponto - © Capeia Arraiana (orelha)

Eleições no Sabugal – o caminho para o abismo

Perdeu-se uma oportunidade de ouro para alterar o estado a que chegou o concelho do Sabugal. A uma maioria sem ideias nem capacidade para governar o concelho, junta-se uma oposição fragilizada e sem possibilidades para dar futuro promissor às nossas terras.

Sabugal – um Município sem futuro promissor

Autárquicas 2017 - Capeia Arraiana

António Robalo lançou candidatura na praia fluvial

A candidatura de António Robalo à Câmara Municipal foi apresentada no domingo, dia 23 de Julho, na praia fluvial do Sabugal, onde se juntaram centenas de apoiantes para afirmarem que no Sabugal é preciso «fazer melhor».

António Robalo ao lado do deputado Carlos Peixoto

Autárquicas 2017 - Capeia Arraiana

António Robalo é recandidato à Câmara do Sabugal

O presidente da Câmara Municipal do Sabugal, o social-democrata António Robalo, vai recandidatar-se ao cargo nas eleições autárquicas de 1 de outubro, confirmou esta terça-feira, 16 de maio, o próprio à agência Lusa.

António Robalo - PSD - Sabugal - Capeia Arraiana

António Robalo – Candidato do PSD à Câmara Municipal do Sabugal (foto: arquivo Capeia Arraiana)

Fernando Lopes - A Quinta Quina - © Capeia Arraiana

Estamos condenados (?)

Sou dos que pensam que a lei eleitoral deveria ser revista. E revista em muitos aspectos. Quer ao nível dos círculos eleitorais quer, e até, ao método da contagem dos votos. Trago este assunto a propósito das jornadas parlamentares, ocorridas na semana passada, do PSD e do PS.

Jornadas Parlamentares do PS

Jornadas Parlamentares do PS

Câmara Municipal Sabugal - © Capeia Arraiana

Vereador do PS aprova orçamento no Sabugal

António José Vaz, vereador do Partido Socialista na Câmara Municipal do Sabugal e cabeça de lista desse partido nas últimas Autárquicas, juntou-se aos quatro eleitos do Partido Social Democrata que só por si já detêm a maioria no executivo camarário para a aprovação do Orçamento do Município para o ano de 2016.

António José Vaz - António Robalo - Delfina Leal - Vítor Proença - Amadeu Neves - Câmara Municipal Sabugal - PS - PSD - Capeia Arraiana

Orçamento e Grandes Opções do Plano foram aprovados com cinco votos a favor e dois contra

Alfredo Nobre é candidato pela Guarda

O militante do CDS-PP, Alfredo Nobre, é um dos oito nomes da lista de candidatos da coligação «Portugal à Frente» (PSD e CDS-PP) pelo círculo eleitoral da Guarda. O sabugalense aparece como terceiro suplente na lista encabeçada pelo actual deputado social-democrata Carlos Peixoto, de Gouveia.

Alfredo Nobre - CDS-PP - Sabugal - Capeia Arraiana

Alfredo Nobre (CDS-PP do Sabugal)

José Carlos Lages - A Cidade e as Terras - © Capeia Arraiana (orelha)

Álvaro Amaro «mete água» na Guarda

O social-democrata Álvaro Amaro eleito presidente da Câmara Municipal da Guarda após quase 40 anos de domínio socialista não pára de surpreender pelo dinamismo político e pela capacidade de influenciar o presente e o futuro. A história da cidade mais alta e dos territórios raianos da Beira Alta fica marcada neste primeiro mandato pela escolha da Guarda para as comemorações do Dia de Portugal (10 de Junho de 2014), pela paternidade da FIT (Feira Ibérica de Turismo) e porque, agora, «meteu água» na escolha pelo Governo da cidade da Guarda para a localização da sede social da nova empresa Águas de Lisboa e Vale do Tejo. A marcha da composição Beira Alta 2013-2017 tem como maquinista da locomotiva Álvaro Amaro, o guardense de Gouveia. Nas carruagens a ver a paisagem vão muitos autarcas ilustres.

Álvaro Amaro assumiu a condução da locomotiva da Beira Alta - Capeia Arraiana

Álvaro Amaro assumiu a condução da locomotiva da Beira Alta

Política - © Capeia Arraiana

Guarda acolhe Academia do PSD

O presidente dos Autarcas Social-Democratas (ASD), Álvaro Amaro, anunciou a criação da Academia do Poder Local, que tem a primeira edição nos dias 21, 22 e 23 de Novembro, na cidade da Guarda.

Jovens sociais-democratas têm encontro marcado na Guarda

Jovens sociais-democratas têm encontro marcado na Guarda

Câmara Municipal Sabugal - © Capeia Arraiana

Pró-Raia agitou Assembleia Municipal

A entrada de pessoas para a Pró-Raia foi tema de discórdia na Assembleia Municipal do Sabugal do dia 30 de Junho, com o PS a apontar ao Presidente da Câmara o emprego naquela associação de desenvolvimento de sete pessoas com ligações directas ou indirectas ao partido da maioria.

Empregos na Pró-Raia motivaram debate aceso

Empregos na Pró-Raia motivaram debate aceso

Fernando Lopes - A Quinta Quina - © Capeia Arraiana

Sobre as cinzas das eleições…

As eleições para o parlamento europeu terminaram… e já começaram as legislativas de 2015! Era inevitável que assim fosse.

O PSD/CDS respirou de alívio face ao ter perdido por pouco

O PSD/CDS respirou de alívio face ao ter perdido por pouco

Hoje destacamos... - © Capeia Arraiana (orelha)

Carlos Peixoto é o novo líder do PSD da Guarda

O deputado Carlos Peixoto é o novo presidente da comissão política distrital do PSD da Guarda, tendo derrotado o concorrente adversário, Rui Ventura, por uma diferença de 197 votos.

Carlos Peixoto - o novo lider do PSD da Guarda

Carlos Peixoto – o novo lider do PSD da Guarda

Fernando Lopes - A Quinta Quina - © Capeia Arraiana

Os congressos – A Confraria do Bucho

A propósito do congresso do PSD, que decorreu no fim de semana passado, gostaria de trocar algumas ideias sobre este tipo de congressos. Este tipo de reunião magna, pública, até, de um partido político, faz parte do organigrama de qualquer partido. O seu objecto, é que lá estejam representados todos os militantes de um partido.

Política - © Capeia Arraiana

Câmara da Guarda vai ter auditoria externa

Na próxima semana deverá iniciar-se uma auditoria externa às contas da Câmara Municipal da Guarda, segundo anunciou Álvaro Amaro, o novo presidente da autarquia. Soube-se entretanto que o autarca vai presidir à Associação de Autarcas Sociais-Democratas.

Álvaro Amaro

Álvaro Amaro – Presidente da Câmara Municipal da Guarda (foto: D.R.)

Brasão Freguesia Santo Estêvão - Sabugal - Capeia Arraiana (orelha)

Deputada do Sabugal na Assembleia da República

Hermínia Azenha, natural da freguesia de Santo Estêvão, concelho do Sabugal, tomou posse na passada sexta-feira, 25 de Outubro, como deputada da Assembleia da República pela lista do círculo de Lisboa do Partido Social Democrata.

Hermínia Azenha - Santo Estêvão - Sabugal - Capeia Arraiana

Hermínia Azenha – Santo Estêvão – Sabugal

Autárquicas 2013 - Capeia Arraiana

Tribunal rejeita listas na Guarda

O tribunal da Guarda rejeitou todas as candidaturas do movimento «A Guarda Primeiro», na sequência de um pedido do Partido Socialista, devido a eventuais irregularidades nas declarações de propositura. Mantém-se também a rejeição da candidatura de Álvaro Amaro. Ambas as listas recorreram para o Tribunal Constitucional.

Cartaz da candidatura independente A Guarda Primeiro

Cartaz da candidatura independente A Guarda Primeiro

Autárquicas 2013 - Sabugal - © Capeia Arraiana

Concelhia do PSD da Guarda veta Álvaro Amaro

A Comissão Política Concelhia da Guarda do PSD demitiu-se em bloco, por discordar da escolha de Álvaro Amaro para candidato à Câmara Municipal da Guarda nas próximas eleições autárquicas, revelou à agência Lusa fonte partidária guardense.

Álvaro Amaro - Capeia Arraiana

Álvaro Amaro (foto: D.R.)

Autárquicas 2013 - Sabugal - © Capeia Arraiana

António Robalo recandidata-se à Câmara do Sabugal

O PSD do Sabugal aprovou, por unanimidade, a recandidatura de António Robalo à presidência da Câmara local, adiantou esta sexta-feira, 18 de Janeiro à agência Lusa o presidente da concelhia, Vítor Proença.

PSD e CDS avançam com agregação de freguesias

Os grupos parlamentares do PSD e do CDS apresentaram um projecto de lei com a reorganização administrativa do território cuja discussão em plenário está agendada para a próxima quinta-feira, dia 6 de Dezembro. A iniciativa reproduz a proposta da Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa Territorial.

Concelho do Sabugal - Reforma das Freguesias - 2012 - Mapa Blogue Capeia Arraiana

(clique na imagem para ampliar.)

A proposta dos partidos que suportam o governo aponta para que as freguesias a agregar mantenham a sua existência até às eleições gerais para os órgãos das autarquias locais de 2013, momento em que será eficaz a sua cessação jurídica.
A aprovação do projecto de lei e a sua entrada em vigor implicará que a preparação das listas às eleições autárquicas tenha já em conta as agregações decididas.
Segundo a proposta conjunta PSD/CDS, o concelho do Sabugal ficará com 30 freguesias, menos 10 do que aquelas que actualmente possui, o que resultará da criação de sete novas freguesias por agregação:
– União das Freguesias de Sabugal e Aldeia de Santo António;
– União das freguesias de Santo Estêvão e Moita;
– União das Freguesias de Pousafoles do Bispo, Penalobo e Lomba;
– União das Freguesias de Ruvina, Ruivós e Vale das Éguas.
– União das Freguesias de Seixo de Côa e Valongo;
– União das Freguesias de Aldeia da Ribeira, Vilar Maior e Badamalos;
– União das Freguesias de Lageosa e Forcalhos.
No prazo de 90 dias após a instalação dos órgãos que resultem das eleições, a assembleia de freguesia delibera a localização da sede. Porém, na ausência de deliberação, a localização das sedes das freguesias a agregar no concelho do Sabugal será: Aldeia de Santo António, Santo Estêvão, Pousafoles, Ruvina, Seixo do Côa, Vilar Maior e Lageosa.
Os dois partidos que suportam o governo afirmam que a reforma é um antigo e histórico anseio e que no concreto resulta do memorando de entendimento assinado com a Troika, que determina a redução significativa das autarquias locais. Aumentar a eficiência e reduzir custos são outro dos motivos avançados pelos dois partidos para a reforma.
plb

PSD - Partido Social Democrata - Capeia Arraiana

Menos paixão e mais razão

«Menos paixão e mais razão» é tema deste documentário sobre a reforma administrativa autárquica que para uns será demagógico e para outros uma realidade inevitável.



O documentário é da autoria do grupo parlamentar do PSD. Compara o séc. XIX com o séc. XXI em termos tecnológicos e evolução científica mas faz o que todos os estudos fazem – esquece as pessoas. Vale o que vale.
jcl

PSD - Partido Social Democrata - Capeia Arraiana

Meirinho explica reforma local a jovens autarcas

Manuel Meirinho, deputado do PSD, eleito pelo círculo da Guarda, juntamente com os colegas de bancada Carlos Abreu Amorim e António Leitão Amaro, explicaram aos jovens autarcas sociais-democratas as implicações da reforma do poder local preconizada pelo governo, no decurso da 4ª edição da Academia de Jovens Autarcas, acontecida na Batalha, no passado fim de semana.

PSD - Partido Social Democrata - Capeia Arraiana

Deputados do PSD debatem com juventude

No «Dia J», 3 de Março, os deputados do PSD Manuel Meirinho e Pedro Pimpão foram a Aguiar da Beira, onde participaram numa mesa-redonda com jovens da JSD.

Oposição chumbou aumento do quadro de pessoal

Os vereadores do executivo municipal do Sabugal eleitos do PS e pelo MPT uniram os votos para chumbar a proposta do presidente da Câmara que pretendia aumentar o quadro de pessoal do Município no próximo ano, criando lugares para mais 15 funcionários.

Conjuntamente com a proposta de orçamento para 2012, que foi aprovada, o presidente da Câmara Municipal do Sabugal, António Robalo, levou para a reunião do executivo do dia 7 de Dezembro um novo mapa de pessoal para o ano que vem, tendo porém o mesmo sido reprovado pela oposição, que considerou não se justificar o aumento dos gastos em pessoal numa altura de forte contenção orçamental.
Seriam mais 15 os postos de trabalho a ocupar na Câmara, nas áreas de Relações Públicas (1), Geografia (1), Economia e Gestão (1), Gestão de Recursos Humanos (1), Assessoria Jurídica (1), Sociologia (1), Secretariado e Comunicação (1), Assistente Técnico Administrativo (3), Encarregado Geral (1), Assistente Operacional (3) e Coordenador Técnico de Informática (1).
Os vereadores Sandra Fortuna, Francisco Vaz e Luis Sanches (eleitos pelo PS) e Joaquim Ricardo (eleito pelo MPT) criticaram fortemente a proposta apresentada, que equivaleria a um agravamento nas despesas com pessoal muito significativo, assim se explicando a razão pela qual o orçamento continha uma rubrica designada «recrutamento de pessoal para novos postos de trabalho» a qual tem previstos gastos que rondam os 90 mil euros. A oposição aventou ainda tratar-se possivelmente de garantir lugares seguros a pessoal que já trabalha na câmara em cargos de nomeação politica e outros seriam para «pagar» promessas de emprego a apoiantes políticos, pois só assim se pode explicar querer aumentar os quadro do pessoal da autarquia numa altura de forte contenção orçamental e quando a Câmara Municipal vive uma situação dificílima do ponto de vista financeiro.
Os quatro vereadores da oposição (os três do PS e Joaquim Ricardo) votaram contra a proposta, tendo votado favoravelmente os três eleitos pelo PSD.
plb

Pacheco Pereira – o outro lado da figura política

O blogue «31 da Armada» realizou um documentário sobre José Pacheco Pereira. «O Jacaré – vida e obra de Pacheco Pereira» está dividido em três partes (a juventude, a carreira e o partido) e apresenta imagens que marcaram a carreira do professor e comentador político. Uma outra visão, um outro lado desta polémica figura política que acumula o título de pai da blogosfera portuguesa.

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jcl

Faleceu José Gonçalves Sapinho

Morreu hoje o sabugalense José Gonçalves Sapinho, de 73 anos, ex-presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, deputado à Assembleia da República e director do Externato Cooperativo da Benedita.

José Gonçalves Sapinho nasceu no Sabugal, em 28/08/1938, onde estudou e viveu até que a universidade e o serviço militar o desenraizaram.
Casou com Maria Adelaide Martins Gonçalves Sapinho, também natural do Sabugal, e tem três filhos: Joaquim (cineasta), Rosa (professora do ensino secundário) e Fernando (promotor imobiliário). Licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa, tendo sido depois advogado.
Foi professor e director do Externato Cooperativo da Benedita durante 32 anos.
Foi deputado à Assembleia Constituinte e à Assembleia da República, de 1976 a 1980 e de 1995 a 1999, eleito pelo PSD, o seu partido de sempre.
Foi ainda fundador e primeiro provedor da Santa Casa da Misericórdia da Benedita.
Foi eleito presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, em cujas funções se manteve durante trê mandatos sucessivos.
O corpo estará em câmara ardente no átrio do Centro Cultural Gonçalves Sapinho, em Alcobaça, das 20h30 de hoje, dia 9 de Setembro, até às 14:30 de amanhã, dia 10 de Setembro de 2011.
A cerimónia fúnebre decorrerá amanhã (sábado) no Mosteiro de Alcobaça, a partir das 16 horas e o cortejo fúnebre seguirá depois para São Martinho do Porto.
plb

Carlos Peixoto alerta para desertificação do Interior

O deputado do PSD, Carlos Peixoto, eleito pelo círculo eleitoral da Guarda afirmou esta esta semana no Parlamento que é tempo do Governo assumir o tema da interioridade como um desígnio nacional.

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A interioridade foi o tema escolhido pelo PSD para a primeira declaração política desta legislatura. O deputado da Guarda, Carlos Peixoto, começou por recordar que «37 anos de democracia criaram um fosso muito maior entre um Portugal promissor (o do Litoral) e um Portugal redutor (o do Interior)». Na opinião do social-democrata, «são os governos, designadamente o de hoje, quem tem de fazer o que os de ontem esqueceram, assumindo como desígnio nacional a obrigação de travar esta sangria».
O deputado beirão, eleito pela região da Guarda, lembrou que de acordo com os resultados dos Censos, nos últimos 10 anos, o distrito de Castelo Branco perdeu quase 13 mil habitantes e o da Guarda quase 20 mil. Aliado a este despovoamento, o parlamentar afirmou que um estudo prospectivo realizado pelas Nações Unidas prevê que, em 2030, 80 por cento da população estará concentrada nas áreas da Grande Lisboa e do Grande Porto, cerca de 8 por cento viverá em cidades médias e só 12 por cento resistirá em todo o Interior. «É, pois, tempo de pormos os olhos em Estados com a nossa dimensão, mas com uma competitividade manifestamente superior», acrescentou Carlos Peixoto.
Carlos Peixoto frisou que é de salutar que as grandes cidades continuem fortes e competitivas, «mas é também premente e patriótico que o resto do País deixe de ser, como diz o adágio, apenas paisagem».
«O PSD sabe que este Governo terá arte, engenho e, sobretudo, coragem para inverter a trajectória do despovoamento e da desertificação de Portugal mais profundo. É tempo desta questão passar a fazer parte do discurso e da prática política. Por isso, o PSD irá propor um amplo debate no seio do Parlamento e fora dele sobre este tema da interioridade, com a audição de entidades públicas e de organismos e personalidades da sociedade civil capazes de dar os seus contributos em prol deste combate que o País não pode deixar de travar. Porque a melhor forma de ajudar o litoral é desenvolver o interior de Portugal», disse ainda o deputado social-democrata Carlos Peixoto.
jcl

PSD alcança três deputados no distrito da Guarda

O PSD alcançou um resultado histórico no distrito da Guarda elegendo três dos quatro deputados e alterando o tradição equilíbrio (2 e 2) entre os PSD e o PS. O PSD venceu em todos os concelhos do distrito da Guarda tendo alcançado no concelho do Sabugal 3472 votos (48,20%) contra 2004 (27,82%) do PS.

No círculo eleitoral da Guarda o Partido Social Democrata elegeu três deputados – Manuel Meirinho, Carlos Peixoto e Ângela Guerra – e o Partido Socialista apenas um deputado – Paulo Campos – ficando de fora, como grande derrotado da noite, José Albano que se posicionava em segundo lugar. O distrito da Guarda elege quatro deputados e tradicionalmente têm sido divididos entre os sociais-democratas e os socialistas.
Manuel Meirinho em declarações à agência Lusa considerou que a candidatura do PSD alcançou «um resultado histórico». O Partido Social Democrata, liderado pelo politólogo independente, alcançou 46,32 por cento dos votos, elegendo três deputados. Já o PS conseguiu 28,31 por cento dos votos e elegeu apenas um deputado, o que já não ocorria desde 1995, altura em que os dois partidos passaram a eleger dois deputados cada.
«É um resultado histórico para o distrito, que expressa o esforço feito numa campanha de proximidade junto das pessoas, séria e serena, muito transparente e muito sóbria», afirmou à Lusa Manuel Meirinho, eleito deputado pelo distrito da Guarda, tal como Carlos Peixoto e Ângela Guerra. Segundo Manuel Meirinho, os eleitores do distrito «preferiram a seriedade a uma campanha feita de forma agressiva e com algum vazio do ponto de vista das ideias» e garantiu que o partido trabalhou para obter «uma grande vitória».
Quanto ao facto de a lista distrital ter sido liderada por um independente, disse que a «mistura» de militantes e de independentes «mostra aos eleitores que os partidos são estruturas abertas».

ELEIÇÕES LEGISLATIVAS  –  5-6-2011
DISTRITO DA GUARDA

CONCELHO DO SABUGAL  –  FREGUESIA A FREGUESIA
Águas Belas Aldeia da Ponte Aldeia da Ribeira Aldeia S.António Aldeia do Bispo
Aldeia Velha Alfaiates Badamalos Baraçal Bendada
Bismula Casteleiro Cerdeira Fóios Forcalhos
Lageosa da Raia Lomba Malcata Moita Nave
Penalobo Pousafoles Quadrazais Quintas S. B. Rapoula do Côa
Rebolosa Rendo Ruivós Ruvina Sabugal
Santo Estêvão Seixo do Côa Sortelha Soito Vale das Éguas
Vale de Espinho Valongo do Côa Vila Boa Vila do Touro Vilar Maior

(Clique nas imagens para ampliar.)

jcl

PSD de Passos Coelho vence eleições legislativas

O PSD-Partido Social Democrata venceu as eleições legislativas 2011. Pedro Passos Coelho é o novo primeiro-ministro de Portugal e abre-se um novo ciclo político em Portugal. No distrito da Guarda que elegeu (quase?) sempre dois deputados para o PSD e igual número para o PS aconteceu a grande surpresa. Pela primeira vez os sociais-democratas alcançam três deputados «roubando» o tradicional segundo eleito aos socialistas.

20.00 – O PSD esmagou o PS nestas eleições legislativas. As primeiras projecções das estações televisivas indicam cerca de 10% de diferença nas preferências dos portugueses. O partido encabeçado por Pedro Passos Coelho regista entre 38,3% a 42,5% dos votos, contra 25,5% e 29,7% do PS, ficando abaixo dos 30%, segundo a previsão da Eurosondagem para o Expresso, SIC e Rádio Renascença às 20 horas.
O CDS-PP continua como a terceira força política, com 11,1% a 13,9% dos votos. O PCP conta com 6,8% a 9%, enquanto o BE fica com 4,5% e 6,7%.
A abstenção terá ficado entre os 39,3% e os 43,7%, batendo o recorde das última seleições legislativas.
21.13 – O secretário-geral do PS, José Sócrates, declara no Hotel Altis que se demite de líder socialista encerrando um ciclo político no Partido Socialista não pretendendo ocupar nenhum cargo político nos tempos mais próximos.
21.50 – Resultado histórico do PSD no distrito da Guarda. Pela primeira vez altera-se o equilíbrio nos deputados eleitos. O PSD elege três deputados e o PS apenas um.
23.07 – Pedro Passos Coelho dirige-se ao País. No púlpito onde discursa o lema de campanha «Está na hora de MUDAR» foi alterado para «PORTUGAL Unido e Forte». «Quero garantir a todos os portugueses que todos os sacrifícios que tivermos de enfrentar serão acompanhados da minha parte pela transparência total e o trabalho absoluto. Quero por isso dizer a todos os portugueses que vai ser difícil mas vai valer a pena», disse na sua intervenção o futuro primeiro-ministro de Portugal.
jcl

À fala com… Manuel Meirinho

Estivemos à conversa com Manuel Meirinho, o cabeça de lista do PSD pelo círculo da Guarda para as eleições legislativas de 5 de Junho. Manuel Meirinho, 47 anos, casado e pai de duas filhas, é natural do Soito. Filho de agricultores, com mais 10 irmãos, cedo soube o que era trabalhar. Estudou na escola do Soito, no Seminário do Fundão, no Externato Secundário do Sabugal e no Liceu de Torres Vedras. Licenciou-se em Comunicação Social, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP-UTL), onde optou por seguir a carreira académica. Obteve o grau de Mestre em Ciência Política e doutorou-se em Ciências Sociais. Leccionou também na Universidade Aberta, Academia da Força Aérea, ISCTE, Instituto Superior de Serviço Social, Universidade Lusófona, Universidade Lusíada. É, desde 2009, vice-presidente do ISCSP.

– Sendo independente, o que o levou a aceitar ser candidato a deputado pelo PSD?
– Basicamente houve duas razões. A primeira foi aceitar o desafio de um partido que decidiu abrir-se à sociedade e arriscar incluir nas listas pessoas que não estão filiadas e que está disposto a regenerar-se por essa via, sendo este um sinal que merece ser apoiado. Os cidadãos quando são desafiados nesse sentido pelos partidos devem aceitar, sobretudo quando se trata de cidadãos como eu que têm tido uma intervenção cívica e algum trabalho critico ao nível da análise. Há momentos em que não podem dizer não a dar uma colaboração mais activa. Isto tem também a ver com a forma como os partidos se posicionam face à sociedade civil e a relação de confiança que se cria entre as pessoas, porque não são todos os líderes que aceitam correr esse risco, que causa naturais problemas internos. A segunda razão foi o facto de ser da terra e assim poder dar um contributo em nome do distrito da Guarda, na medida em que me sinto em casa. Ao mesmo tempo o facto de ser natural do distrito colocou-me na posição de não poder negar esse convite. Em síntese, sou alguém que tem vontade de participar e que foi desafiado para isso por um partido que se quer abrir à sociedade.
– Isso quer dizer que não aceitaria candidatar-se por outro círculo eleitoral que não o da Guarda?
– Não aceitava porque a primeira razão da minha candidatura tem a ver com o facto dos partidos estarem ou não dispostos a arriscar a abertura à sociedade e a outra razão tem a ver com a coerência dessa mesma abertura, que apenas existe se as pessoas são naturais ou estão intimamente ligadas aos círculos pelos quais se candidatam. Não quero dizer que outros não possam candidatar-se e propor-se a fazer um bom trabalho, mas não é a mesma coisa, pelo que digo claramente que se me tivessem convidado a candidatar-me por outro círculo teria declinado esse convite.
– Como se sente o politólogo ao assumir o papel de político, ou seja, daquele que é o objecto da sua análise?
– Não se trata verdadeiramente de uma passagem de «não político» para «político», porque políticos somos afinal todos nós, embora cada um à sua maneira e à sua escala. Não somos é todos governantes e decisores políticos. Eu intervenho muito, quer ao nível da Universidade, da investigação, da análise e do comentário político, pelo que não deixo de, em certa medida, ser político, mas agora trata-se de fazer uma passagem para o lado das instituições onde a politica se exerce ao nível da tomada de decisão, sendo portanto uma outra dimensão. Trata-se afinal de uma passagem para uma outra realidade.
– E julga que o facto de ser político ao nível da análise lhe traz vantagem nessa mudança para o lado da decisão?
– Antes de mais sinto que não estou condicionado pela lógica estritamente partidária, pelo que posso ter perspectivas mais abertas e mais críticas, que poderei incorporar no processo de decisão. Por outro lado estas intervenções podem ser muito importantes para os partidos na busca de consensos, porque assumem normalmente uma lógica de confrontação. As pessoas que não estão alinhadas podem trazer valor acrescentado que facilite a obtenção de consensos. Há ainda uma outra razão que é o facto das pessoas que estão fora das estruturas partidárias estarem menos condicionadas e poderem levar a decisão ao encontro da resolução dos problemas das pessoas no quadro das suas expectativas. Um último aspecto muito importante é que as pessoas que são rotuladas por independentes não estão contra os partidos, pois essa é uma ideia errada, têm antes perspectivas que complementam a acção dos partidos. Não estão sujeitas à rigidez da disciplina partidária na tomada de opções e nas votações, têm um espírito mais aberto e, portanto, mais crítico, pelo que estes mecanismos de abertura dos partidos podem contribuir para uma melhoria da acção politica indo mais ao encontro das expectativas dos cidadãos. Não há portanto aqui um lado e o outro. Sou aliás contra essa visão que coloca de um lado os partidos e do outro lado os cidadãos.
– Mas as justificações para algumas das escolhas, com declarações polémicas e contraditórias, falo particularmente da escolha de Fernando Nobre para liderar a lista por Lisboa, contribuíram para que os independentes ficassem rotulados de pessoas para quem qualquer coisa lhes serve. Revê-se neste tipo de análise?
– Não me revejo nessa análise. O caso de Fernando Nobre não pode ser extrapolado ou generalizado para aquilo que é o contributo que pessoas politicamente desalinhadas podem dar aos partidos. O caso em si tem que ser tratado na sua especificidade, porque houve de facto uma gestão algo deficiente dessa situação. Quando as lideranças dos partidos decidem abrir-se à sociedade, podem fazê-lo de diferentes formas, mas quando decidem fazê-lo pela via da renovação das listas de deputados, correm riscos. E esses riscos são ainda maiores quando nalguns processos, como poderá ter sido o caso de Fernando Nobre, se extravasa a questão de se ser independente hipervalorizando essa independência. Isso leva a uma difícil aceitação por parte das estruturas partidárias e sobretudo por parte dos cidadãos, pelo que a perspectiva que devemos ter dos independentes é a de que eles são um contributo mas não são uma oposição nem uma substituição. O caso de Fernando Nobre não pode ser valorizado, porque há muitas pessoas que não são do PSD, que se disponibilizaram genuinamente para colaborar. Estas escolhas não se podem apresentar como antagónicas ou substitutivas dos partidos, antes devem ser colocadas na mesma escala dos outros políticos, porque apenas assim poderão ser um contributo. Os independentes têm de valer pelo capital politico e social que trazem e não mais do que isso, colocando-se na mesma balança em que estão os partidos.
– Afirmou porém na apresentação dos candidatos do PSD pela Guarda que a polémica criada com a participação dos independentes nas listas é desejável porque a polémica é necessária à democracia…
– Em primeiro lugar tratou-se de desmistificar o contributo dos independentes que devem ser posicionados no seu exacto lugar, não os hipervalorizando, depois trata-se de evidenciar as limitações dos partidos quando decidem abrir-se. Esse debate é importante para os partidos, na medida em que lhes dá informação sobre as reacções que a sociedade tem face às escolhas. Os partidos precisam de experimentar e verificar quais são as melhores formas de casar a sua acção e a sua intervenção, que é estruturante nas democracias, uma vez que nenhuma democracia é possível sem o contributo dos partidos. Estas polémicas levam também a uma espécie de aprendizagem da democracia por parte dos partidos. É ainda importante para os cidadãos, na medida em que esta discussão permite-lhes ver qual a genuinidade dos que estão disponíveis para participar. No global, tudo o que seja um debate enriquecedor, acerca de temas centrais para a democracia, só pode contribuir para a sua melhoria. Temos várias experiências com independentes, por exemplo nas juntas de freguesia, onde há candidaturas independentes desde 1976, o mesmo sucedendo nas câmaras a partir de 2001, pelo que aprendemos muito com essas experiências. Já vimos que muitos deserdados da política decidem candidatar-se contra os seus próprios partidos com o rótulo de independentes e há também as candidaturas genuínas que emergem de pessoas que estão dispostas a enfrentar os partidos. Ou seja, temos vindo a aprender com essas experiências.
– Falando agora de um assunto de âmbito regional, e que interessa particularmente ao distrito da Guarda: qual a sua posição face à introdução de portagens nas SCUT, particularmente nas auto-estradas A23 e A25, que servem o distrito?
– Não querendo fugir à pergunta, considero que posições individuais ou partidárias sobre portagens, saúde, distribuição da água em alta, a taxa de IVA para as IPSS, a economia social, ou seja o que for, neste momento têm que ser enquadradas no âmbito da situação em que está o país. Há algo que eu assumo desde já no que se refere ao trabalho em termos de campanha: não ouvirá da minha parte qualquer promessa, na medida em que não vale a pena prometer aquilo que não é possível fazer. E isso é sobretudo válido no contexto em que estamos. Não se pode tomar já uma posição definitiva nessa matéria.
– Mas se os candidatos não disserem aquilo que se propõem fazer também não esclarecem os eleitores.
– Uma coisa é a minha posição, outra coisa é assumir a promessa de fazer isto ou aquilo. Dando-lhe a minha posição, digo que no actual contexto qualquer decisão sobre essa questão tem de ser vista no quadro nacional e naquilo que são as possibilidades do país. Tudo indica, de acordo com o quadro de referência nacional, que terá que haver portagens, seja por maior pressão do partido A ou do partido B. O país estará «condenado» a ter que impor aquilo que porventura não quereria, mas isso não é vontade minha, nem de ninguém em particular, é pelo interesse nacional derivado da situação em que o país se encontra. Se me perguntar qual é a minha vontade, então eu digo-lhe que era a de que não houvesse portagens. Outra coisa é o que se pode fazer face à introdução das portagens, para minimizar eventuais efeitos negativos na economia regional. É evidente que o partido tem uma posição conhecida, que é a de que não há condições para não portajar. O próprio governo do Partido Socialista tinha a portaria com o tarifário pronta e estava a instalar os pórticos para as leituras, o que quer dizer que o processo político em curso é no sentido de portajar. Estando condenados às portagens há algo que podemos fazer, em função na natureza das SCUT. Por exemplo para a A23, a que eu chamo «auto-estrada da coesão», porque contribui para combater um grande desequilíbrio a nível regional, face a constrangimentos de competitividade com Espanha e face aos índices de desenvolvimento que temos no distrito, tem de se estudar a possibilidades de casar esta inevitabilidade a que o estado do país obriga com uma discriminação positiva que tem que ser muito bem pensada.
– Há pouco tempo esteve aqui no Sabugal e na Guarda o líder parlamentar do PSD, Miguel Macedo, que disse precisamente isso, que eram necessárias medidas de descriminação positiva. Mas o importante é que o candidato diga agora quais são em concreto essas medidas que o PSD preconiza.
– Admitindo a inevitabilidade de portajar, de resto as portagens apenas não foram ainda introduzidas porque o governo considerou que estando em gestão não o podia fazer, há que estudar quais as medidas que podem ser tomadas para minimizar esses efeitos na região, que também não ponham em causa a necessária coesão nacional. Posso-lhe dizer que o António Mexia, quando foi ministro, chegou a ter estudos técnicos muito avançados sobre as várias possibilidades. Isto tem sobretudo uma dimensão técnica, para a qual é prematuro estar a dizer se vai ser assim ou assado. Outra coisa é a questão politica. Os políticos estão condenados a dizer que é inevitável e a fazer um esforço para que se encontrem soluções do ponto de vista técnico para minimizar os efeitos dessa inevitabilidade.
– O Sabugal tem, como sabe, um problema de acessibilidades, nomeadamente com a falta de uma ligação directa à A23, que tarda em estar concluída. Pensa que podemos dispensar essa ligação à A23, como alguns já defendem, apostando antes na requalificação da estrada da Guarda, ligando-nos assim tanto à A23 como à A25?
– As opções estão tomadas e estão em curso e eu não vou criticar nem dizer se são boas ou más, na medida em que não estamos a disputar eleições autárquicas. É evidente que os autarcas querem o melhor para os seus concelhos e desse ponto de vista isso não deve ser criticado, embora possamos discutir se se justifica e se foi a melhor opção. Também não gostava de me pronunciar sobre questões muito particulares de interesse local. Não se trata de concordar ou discordar com o que está a ser feito. Trata-se sim de fazer uma análise fria para dizer que estamos a falar de eleições legislativas e essas questões locais têm relevância no contexto da disputa de eleições autárquicas. Num sentido mais genérico, considero que tudo o que se faça em benefício das populações e melhore a competitividade dos territórios, deve ser feito.
– Aproveitando então a questão autárquica, pergunto-lhe se defende a tão propalada reforma autárquica que aponta para a redução de municípios e de freguesias como forma de diminuir os custos com a Administração?
– Há, de certa forma, um consenso nacional acerca de um conjunto de reformas que são necessárias e que incidem sobre a organização administrativa do país e as suas instituições. É uma reforma que há muito não é feita em Portugal e, desse ponto de vista, partilho da ideia de que temos de olhar para a população e a natureza do território, mais de 30 anos depois de termos implantado a democracia, quando aliás esta estrutura autárquica já é anterior à democracia. Defendo a ideia da reforma, mas que não pode ser idêntica para todo o país. Por exemplo, não partilho a ideia de replicar o modelo de Lisboa para o resto do país. Tendo o país uma estrutura muito semelhante, a realidade do interior é diferente da das áreas urbanas do litoral. Tem de haver uma reforma dos governos locais, por exemplo pela alteração à legislação eleitoral. A questão da redução de autarquias deve ser estudada. Considerando as respostas que as autarquias têm que dar e considerando o estado do país, se for possível garantir o mesmo tipo de prestação de serviços com alguma economia de escala ao nível das instituições, temos de enfrentar essa alteração de uma forma muito aberta e muito séria. Mas há aqui um ponto essencial, que é não criar modelos cegos e replicáveis da mesma forma em todo o país.
plb

Manuel Meirinho não tem medo da polémica

O PSD apresentou hoje publicamente a lista de candidatos pela Guarda às eleições legislativas de 5 de Junho, que é encabeçada pelo soitense Manuel Meirinho, que afirmou que a polémica é algo de natural em política.

Sobre a polémica com a escolha de alguns candidatos por parte do PSD, especialmente a de Fernando Nobre para liderar a lista de Lisboa, Manuel Meirinho considerou que essa polémica é natural e contextualizada, sendo também normal porque isso faz parte da democracia. O facto de ser uma escolha conflituosa torna-a num acto saudável para a democracia, pois a polémica faz naturalmente parte do sistema político.
Para além da candidatura de Nobre provavelmente também a sua e as de Francisco José Viegas e de Carlos Abreu Amorim «podem causar alguma polémica» em «alguns sectores do partido» mas isso é positivo porque só assim os partidos se abrem à sociedade.
O candidato independente revelou que aceitou o convite para liderar a lista candidata pela Guarda porque essa é a forma de «contribuir para que as questões do distrito possam ter uma maior audição na Assembleia da República».
O presidente da federação distrital do partido, Álvaro Amaro, esvaziou a polémica acerca do lugar ocupado pelo actual deputado João Prata, que de segundo nas últimas eleições passou agora para o quarto lugar. «Na politica não há carreiras, como sucede na função pública», disse Amaro, que defendeu que em cada momento os candidatos são escolhidos consoante a oportunidade, salientando contudo que João Prata volta a ser candidato a deputado, ocupando o lugar que foi considerado adequado, e que se disponibilizou para ser o director de campanha na Guarda, o que revela que aceitou a situação. O líder distrital assegurou ainda estar satisfeito por Passos Coelho ter ouvido a estrutura local, ao escolher para liderar a lista uma figura do distrito, ao contrário do que sucedeu no PS, que escolher um homem nascido em Coimbra. «Paulo Campos andou por aqui, enquanto secretário de estado, a prometer estradas que não construiu, pelo que espero que aqui volte na campanha para pedir desculpa aos guardenses».
A Manuel Meirinho seguem-se na lista do PSD pela Guarda o actual deputado José Luís Peixoto (de Seia), Ângela Guerra (de Figueira de Castelo Rodrigo) e João Prata (da Guarda).
plb

Júlio Sarmento foi eleito presidente da AG do PSD

O presidente da Câmara Municipal de Trancoso, Júlio Sarmento, foi eleito para presidente da Mesa da Assembleia Geral da Concelhia do PSD de Trancoso em eleições realizadas no dia 16 de Abril de 2011. A lista única incluiu António Manuel Santiago Oliveira da Silva que assumiu o cargo de presidente da concelhia.

Júlio Sarmento - TrancosoNas eleições, com lista única, para a secção política do PSD de Trancoso realizadas no dia 16 de Abril foi eleito Júlio Sarmento para presidente da Mesa da Assembleia Geral e António Manuel Santiago Oliveira da Silva para o cargo de presidente da concelhia.
António Oliveira é vice-presidente do município de Trancoso, presidente da AENEBEIRA- Associação Empresarial do Nordeste da Beira e director da EPT-Escola Profissional de Trancoso. Como vice-presidentes foram eleitos João António Figueiredo Rodrigues e João José Martins Campos de Carvalho (ambos vereadores do município de Trancoso).
A Assembleia Geral da Concelhia do PSD de Trancoso vai ser presidida por Júlio Sarmento (presidente do Município de Trancoso) e vai ter como vice-presidente, José Maximiano Cardoso Rodrigues, e secretário, Silvino Rodrigues.
A direcção da concelhia ficou assim constituída: António Manuel Santiago Oliveira da Silva (presidente), João António Figueiredo Rodrigues e João José Martins Campos de Carvalho (vice-presidentes), Manuel José dos Santos Costa (tesoureiro) e os vogais António Manuel Saraiva Sarmento, Maria José Guedes da Silva Botelho, Mário do Carmo Lopes Castela, João José Baptista de Sousa, José Augusto Soares Clemente, José dos Santos do Nascimento, Rogério Paulo Pires Tenreiro e Tomás Manuel Trigo Martins (presidente da concelhia da JSD). O representante dos TSD vai ser indicado pela estrutura.
jcl

PSD - Partido Social Democrata - Capeia Arraiana

Manuel Meirinho é cabeça de lista pela Guarda

O Partido Social Democrata (PSD) indicou esta quinta-feira, 14 de Abril, os nomes para cabeças de lista às eleições legislativas de 5 de Junho. O politólogo Manuel Meirinho Martins, natural da freguesia do Soito, concelho do Sabugal, é o escolhido pelo PSD para número um no círculo eleitoral da Guarda.

Fernando Nobre é candidato a deputado pelo PSD

«Quero uma Europa de valores porque é isso que norteia a minha vida. Na Europa quero o Miguel, a Marisa e o Rui.» Quem assim fala dos candidatos do Bloco de Esquerdo ao Parlamento Europeu é Fernando Nobre que vai encabeçar a lista pelo círculo de Lisboa do PSD-Partido Social Democrata.

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«Não, categoricamente não!» responde o Fernando quando a jornalista Judite de Sousa lhe pergunta se aceitaria integrar uma lista de deputados à Assembleia da República.

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1 – Raios Parta! Ele há coisas que eu não compreendo. Não sei porquê mas recorda-me vagamente um tal de Vital Moreira. E com mais dúvidas fico quando revejo um vídeo do comício do Bloco de Esquerdo em Coimbra no dia 1 de Junho de 2009.
2 – Fernando Nobre «valeu» cerca de 600 mil votos nas Presidenciais. No entanto não me parece que quem votou contra Cavaco Silva se sinta confortável a votar PSD. Atenção porque a sigla FMI escreve-se com as mesmas letras de FIM.
3 – Ou então… a política portuguesa é mesmo isto!
jcl

Miguel Macedo quer discriminação positiva

O líder do grupo parlamentar do PSD, Miguel Macedo, defendeu ontem na Guarda, após ter visitado o concelho do Sabugal, a necessidade de serem encontrados «critérios de discriminação positiva» para as regiões do interior servidas pelas SCUT que passarão a ser portajadas.

A direcção do grupo parlamentar do PSD, e os deputados do partido eleitos pela Guarda, visitaram ontem, dia 4 de Abril, as Termas do Cró e o Centro de Negócios do Soito, no concelho do Sabugal.
Já na Guarda, Miguel Macedo, que liderou a comitiva, disse que o seu partido defende o princípio da universalidade de tarifas em todas as SCUT, afirmando porém que «é preciso encontrar, com justiça, critérios de discriminação positiva» para as regiões mais desfavorecidas, como a Guarda.
E o líder parlamentar social-democrata explicou o que fundamenta a sua proposta: «Significa não fazer exactamente o mesmo que acontece em outras regiões do país, porque as situações são desiguais e temos de tratar de forma desigual aquilo que é desigual».
Sem apresentar medidas concretas para atingir a chamada «discriminação positiva», Miguel Macedo garantiu: «Eu julgo que encontraremos soluções e afirmaremos soluções com equidade e com a justiça que são importantes.
Outro dos assuntos de que falou foi a da diferença fiscal entre Espanha e Portugal, o que reconheceu afectar os povos raianos. «Temos uma espécie de pipeline fiscal em direcção a Espanha», reconheceu Miguel Macedo. Porém «não há soluções mágicas», reconheceu.
plb

Deputados do PSD vistam Guarda

Trinta deputados do PSD visitam cinco concelhos do distrito da Guarda a convite do Clube Escape Livre. Reportagem da jornalista Paula Pinto com imagens de Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

LocalVisãoTv - © Capeia Arraiana

ca2013_localvisaotv_550x15Autoria: Capeia Arraiana posted with Galeria de Vídeos Capeia Arraiana

jcl

PS - Partido Socialista - Capeia Arraiana (orelha)

PS desafia PSD a propor suspensão de portagens

Em reacção à posição assumida pelo PSD da Guarda acerca da introdução de portagens nas auto-estradas A23 e A25, que servem o distrito, o presidente da comissão política do Partido Socialista do Sabugal, Nuno Teixeira, desafia o PSD a apresentar na Assembleia da República uma proposta de suspensão das mesmas portagens. Publicamos, na íntegra, o comunicado que o PS do Sabugal nos fez chegar acerca deste assunto.

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PSD - Partido Social Democrata - Capeia Arraiana

Acção de formação do PSD Sabugal

O Presidente da Comissão Política de Secção do PSD Sabugal, Vítor Proença, convida todos os interessados a participar na acção de formação «Campanhas Eleitorais» que tem lugar no sábado, 5 de Março, na cidade raiana.

Paulo Leitão Batista - Contraponto - © Capeia Arraiana (orelha)

As eleições presidenciais no concelho do Sabugal

Concluídas as eleições presidenciais, que ditaram a reeleição de Cavaco Silva, podemos traçar algumas considerações, olhando para os resultados eleitorais do concelho do Sabugal, onde há uma freguesia que luta abnegadamente contra a maré.

Nas terras raianas ganhou Cavaco Silva, com uma votação superior a 63 por cento. Outra coisa não era de esperar, tendo em conta o voto tradicional dos eleitores do concelho do Sabugal.
Contudo houve uma terra que contrariou claramente esse sentido de voto, o que também não surpreendeu, atendendo à forma como sempre vota em eleições de carácter nacional. Falamos da freguesia dos Fóios. Aqui Cavaco não atingiu os 42 por cento e Manuel Alegre andou perto dos 37 pontos percentuais, com Fernando Nobre perto dos 12. Significa isto que, se fossem os fojeiros a decidir, o algarvio teria de disputar uma segunda volta, onde seria inapelavelmente batido.
Na Moita o candidato da direita também não obteve a maioria, mas a expressão dessa realidade tem menos impacto. Já na Bismula e em Águas Belas o presidente reeleito obteve metade dos votos mais um, o que significaria uma reeleição garantida, ainda que por curta margem. No mais das freguesias Cavaco foi vencedor absoluto.
A conclusão é que Fóios é a terra de esquerda do concelho do Sabugal, ainda que incrustada entre freguesias conservadoras, onde o Partido Socialista e os demais partidos da esquerda não conseguem colher bons frutos eleitorais.
Os Fóios têm porém uma particularidade: em eleições autárquicas voltam as costas ao PS e votam nos candidatos do PSD, contribuindo decididamente para a sua vitória. Dirão que, ao invés, outras terras que votam PSD em eleições nacionais, expressam-se massivamente pelo PS em eleições autárquicas. Isso é verdade e uma coisa pode bem compensar a outra, porém, quem tem tirado vantagem dessas discrepâncias é o PSD, que há 13 longos anos gere o Município.
Os responsáveis concelhios do PS devem analisar estes resultados e em particular a forma de votar dos fojeiros e tirar ilações ao que verdadeiramente dá motivos para que a terra mais socialista do concelho do Sabugal volte as costas ao PS nas eleições locais.
«Contraponto», opinião de Paulo Leitão Batista

Vítor Proença preside à concelhia do PSD Sabugal

A secção concelhia do Sabugal do PSD-Partido Social Democrata foi a votos no sábado, 11 de Dezembro. Os militantes votaram na única lista que se apresentou a sufrágio para os órgãos concelhios com Vítor Proença (Vale das Éguas), para presidente da Comissão Política de Secção e José dos Santos Robalo (Ruvina), para presidente da Mesa de Assembleia de Secção.

Vítor Proença - PSD - SabugalDecorreu no dia 11 de Dezembro a eleição para o triénio 2010-2012 da Comissão Politica de Secção (CPS) e Assembleia de Secção (AS) do PSD do Sabugal. Apresentou-se uma só lista encabeçada pelos militantes Vítor Proença, para a Comissão Política e José Robalo para a Mesa da Assembleia. Dos 160 militantes sociais-democratas registados na secção concelhia do Sabugal apenas 33 estavam em condições de votar. A lista A foi eleita com 22 votos a favor.
Constituição dos órgãos concelhios da secção do PSD-Sabugal para o triénio 2010-2012:

Comissão Política de Secção
Presidente: Vítor Manuel Dias Proença.
Vice-Presidente: António dos Santos Robalo e Manuel Joaquim Fogueiro Rito.
Tesoureira: Maria Delfina Gonçalves Marques Leal.
Vogais: Carlos Alberto Antunes Nabais, Daniel Simão, Jorge Manuel Dias, Ana Domingues Vilardell Viñolas, Norberto Tavares Pelicano, Maria Gaspar Gomes da Fonseca Nicolau, José Joaquim Amaral Marques e Emanuel dos Santos Monteiro.

Mesa da Assembleia de Secção
Presidente: José dos Santos Robalo.
Vice-Presidente: Manuel Augusto Alves Lousa.
Secretários: Lídia Martins Ribas e Ulisses Fonseca Pires.

jcl