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Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Miragem

Alcínio brindados com uma pintura – um díptico de 2×1,5m – e um poema sobre os sonhos e as ilusões da vida. Vivemos das fantasias que nos alimentam e nos dão alento para continuar.

O díptico de Alcínio

O díptico de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

A Saudade

Mais um poema de Alcínio ilustrado com uma soberba pintura também de sua autoria. A Saudade é o tema de ambas as obras, marcadas pelo sentimento profundo que procura nas palavras fortes e nas cores vivas que brotam do seu pincel.

Pintura de Alcínio

Pintura de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

À minha aldeia

Um poema de Alcínio sobre a sua Aldeia do Bispo, terra onde nasceu e cresceu e onde hoje vive depois de um longo período em diáspora. A aldeia deixa sentimentos vivos de amor filial, de saudade sentida, de amor eterno. A ilustrar mais uma pintura de Alcínio – um tríptico cheio de cor e de vida.

Um tríptico de Alcínio

Um tríptico de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Porque pinto

Um poema de Alcínio Vicente que formula uma pergunta e ensaia uma resposta.

A pintura é a janela ou porta do meu mundo

A pintura é a janela ou porta do meu mundo

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Partiram

Alcínio Vicente evoca os emigrantes que partiram de volta aos locais onde trabalham, deixando as nossas terras no estado de torpor que infelizmente as caracteriza: silêncio e abandono.

Marinha - quadro de Alcínio Vicente

Marinha – quadro de Alcínio Vicente

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

A «taurocultura» na obra de Alcínio

Num mês de Agosto em que as tradicionais Capeias fizeram renascer as aldeias da raia sabugalense (a nossa «época taurina» iniciou-se no dia 6, na Lageosa, e terminou no dia 25, em Aldeia Velha), apresentamos um dos mais significativos quadros de Alcíno sobre essa temática.

Ao Forcão - pintura de Alcínio

Ao Forcão – pintura de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Pintura de Alcínio – díptico do encerro

Em plena época de capeias arraianas, espectáculo popular que em Agosto emprenha de gente as aldeias sabugalenses, apresentamos um díptico de Alcínio Vicente que retrata um encerro – momento de forte atracção popular em que os touros são conduzidos pelos cavaleiros para a aldeia onde o forcão os espera na praça.

Díptico do Encerro (164 x 228 cm)

Díptico do Encerro (164 x 228 cm)

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Lisboa Revisitada por Alcínio

A revista Unibanco, publicou na edição de Dezembro de 1997, a imagem de uma serigrafia de Alcínio, pintor de Aldeia do Bispo (Sabugal), intitulada «Lisboa/Rossio», de dimensões 53 x 38 cm, sobre papel Fabriano de 300g, no formato 70 x 50 cm. Foram editados 99 exemplares numerados e assinados pelo autor, com preço especial para os sócios do Centro Nacional Unibanco, que esgotaram. Reproduzimos o texto que acompanhava a imagem publicada, que cita as palavras do também pintor e critico de arte J. Leitão Baptista.

A página da revista Unibanco dedicada à serigrafia de Alcínio

A página da revista Unibanco dedicada à serigrafia de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Alcínio – Coche

Continuamos a apresentar trabalhos do pintor raiano Alcínio Fernandes Vicente, natural de Aldeia do Bispo, concelho do Sabugal. Ao natural jeito e gosto pela pintura Alcínio juntou o estudo aturado, licenciando-se em Artes Plásticas – Pintura, pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa. No trabalho que agora damos à estampa representa valentes e garbosos cavalos que puxam um coche, numa deslumbrante simbiose de movimento e de cor.

Coche - pintura de Alcínio

Coche – pintura de Alcínio

Exposição de Tauromaquia em Alfaiates

Exposição de pintura sobre tauromaquia em Alfaiates. Reportagem da jornalista Andreia Marques com imagem de Sérgio Caetano da redacção da LocalVisão Tv (Guarda).

Local Visão Tv - Guarda
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jcl

Artes Plásticas - Pintura - Capeia Arraiana

Kim Prisu expõe na capital

Entrevista ao pintor sabugalense Kim Prisu na Biblioteca Camões, ao Bairro Alto, a propósito da exposição «Recitas de Alegoria num Ensejo de Caligrafias». Imagem de Miguel Almeida da LocalVisãoTv (Guarda).

LocalVisãoTv - © Capeia Arraiana

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Luís Athouguia apresenta «Onirismos» na Covilhã

Uma exposição do artista Luís Athouguia denominada «Onirismos – outras aventuras surreais» estará patente ao público a partir de sábado, 30 de Agosto, na Tinturaria, o novo espaço cultural da cidade da Covilhã.

Luis AthouguiaA Câmara Municipal da Covilhã apresenta a exposição «Onirismos – outras aventuras surreais» de Luís Athouguia. São pinturas de forte impacto visual, representativas da linha de produção actual de Luís Athouguia. O artista é um criador que domina intensamente o rigor do espaço, considerando-o como um todo, onde o tempo não importa, onde as moléculas que formam a trama pictórica, as formas que são matéria, massa, densidade, são susceptíveis de transformação pela energia, e indo para além da realidade física, fazem com que se abram outras dimensões que se reflectem e ampliam na sua pintura.
A sua produção pictórica elege a sensualidade cromática, a íntima percepção da forma, o onirismo e transcendência como tema e conceito, viajando com a força da luz, desintegrando-se e voltando a integrar-se, impactando numa dimensão nova, sugestiva, plena de matizes e leituras infinitas, que se move num trajecto de genuína inovação.
Luís Athouguia é natural de Cascais, diplomado pelo IADE, Instituto Superior de Design, em Lisboa, participou em relevantes Exposições Internacionais, Bienais de Arte, encontros de Arte Postal e integrou diversos grupos multi-disciplinares e plurinacionais de Artistas. Desde 1983 realizou mais de duas centenas de exposições (59 individuais) em Portugal e Espanha. Está representado em museus, instituições e importantes colecções nacionais e estrangeiras e foi premiado em certames de Arte nacionais e internacionais.
A exposição «Onirismos – outras aventuras surreais» do artista Luís Athouguia estará aberta ao público na Tinturaria do Centro de Exposições da Covilhã, no Rossio do Rato, de 30 de Agosto a 21 de Setembro, de terça a sexta-feira das 10 às 20 horas e ao sábado das 14 às 20 horas.

Trata-se de um mostra que merece ser vista, descodificada e fruída com todo o empenho e sentido crítico.
jcl

Kim Prisu inaugura exposição no Sabugal

O artista plástico Kim Prisu, natural de Aldeia da Dona, inaugurou este domingo, 6 de Julho, no Museu do Sabugal, uma exposição de pintura que integra criações de vários anos.

O artista que deu origem ao conceito Nuklé-Art e que quis transformar a «sua» Aldeia da Dona numa aldeia cultural está de volta ao concelho do Sabugal.
Joaquim António Gonçalves Borregana que assumiu o nome artístico de Kim Prisu inaugurou no passado domingo, 6 de Julho, uma exposição retrospectiva que inclui obras de diferentes anos.
A descrição do artista e da sua obra por Xavier Silva Rodrigues tem algumas afirmações desconcertantes e deixa alguns avisos aos visitantes. «Para assimilar a obra de Kim Prisu necessita-se sacholar a essência original numas distintivas inextinguíveis do urbano e do campo no qual ele viu a luz pela primeira vez. (…) A sua obra evolui num discernimento que o levam ao início da Dona Aldeia de onde ribombam linguagens, aromas e pigmentações no mundo inconcebível de Kim Prisu.»
É um artista único com um estilo único. Sabugalense, emigrante em França para onde foi levado com apenas nove meses, vive há nove anos no Pinhal Novo, junto ao Montijo.
A sua exposição estará patente no Museu do Sabugal até ao dia 3 de Agosto, de terça a sexta-feira, das 9 às 12.30 e das 14 às 17.30 horas e aos fins-de-semana das 14.30 às 18.30 horas.
Antes da visita aproveite para reler a excelente crónica de José Robalo publicada nas «Páginas Interiores» sobre Kim Prisu intitulada:
«Aldeia da Dona – Museu a céu aberto» Aqui
E também: «A arte do Kim Prisu de Aldeia da Dona» Aqui.

Mesmo assumindo a nossa amizade de sempre com o Kim consideramos que a «Sabugal+» concretizou uma das mais importantes exposições do seu historial.
De visita obrigatória…
jcl

Exposição de pintura de Helena Liz no TMG

A pintora sabugalense Helena Liz inaugurou a exposição «O jardim da memória involuntária» no Teatro Municipal da Guarda (TMG). A cerimónia decorreu na Galeria de Arte e contou com a presença de muitos admiradores da artista.

Exposição de Helena Liz no TMGA sabugalense Helena Liz está radicada em Madrid mas a sua obra já é universal. A exposição de pintura «O jardim da memória involuntária» que a pintora apresentou recentemente na Galeria do Casino Estoril está agora disponível para ser admirada na cidade da Guarda até 30 de Dezembro.
No sábado de manhã, 24 de Novembro, a pintora Helena Liz e o adido cultural da embaixada de Portugal em Madrid, João de Melo, foram os convidados do programa de rádio «Café Mondego» realizado pelo director do TMG, Américo Rodrigues. Na inauguração agendada para as 18 horas na Galeria de Arte do TMG marcaram presença entre os convidados muitos amigos e admiradores da artista.
O director do teatro, Américo Rodrigues, fez uma pequena introdução e deu a palavra ao vice-presidente da Câmara Municipal da Guarda, Virgílio Bento, que se congratulou com a abertura da exposição na semana em que se comemora o dia da cidade e dos 808 anos do foral.
A última intervenção coube ao adido cultural da embaixada de Portugal em Madrid, João de Melo que enalteceu as qualidades da artista e da obra afirmando que «as propostas criativas de Helena Liz permitem-nos olhar no feminino a arte com carácter e visão humanista numa leitura múltipla dos quadros onde está patente o conceito de infância, da mulher e da sua interioridade… o conceito do eterno». «Helena cria uma pintura feminina de contrastes no masculino que esbate a fronteira física», definiu ainda João de Melo concluindo que Helena Liz é um nome afirmado no panorama português e no muito exigente mundo artístico espanhol.
O catálogo da exposição contém textos elogiosos de Agustina Bessa-Luís, José de Castro Arines, Lucio Muñoz, Helena Pimenta, Marifé Santiago Bolaños e João de Melo.
A exposição é uma organização conjunta da Câmara Municipal da Guarda, do Centro de Estudos Ibéricos e do Teatro Municipal da Guarda e poderá ser visitada de terça a sexta-feira, das 17 às 19 horas e das 21 às 23 horas. Aos sábados, das 14 às 19 horas e das 21 às 23 horas e aos domingos entre as 14 e as 19 horas.
jcl