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Concelho de Pinhel - Capeia Arraiana

Pinhel embala com a Feira das Tradições

O Município de Pinhel organiza a 22ª edição da Feira das Tradições, nos dias 24, 25 e 26 de Fevereiro, chamando-lhe «o maior certame de Inverno da Beira Interior».

O programa da Feira das Tradições

O programa da Feira das Tradições

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (37)

:: :: GUARDA (2) :: :: A concessão do foral à Guarda foi um dos actos mais importantes que D. Sancho I praticou, principalmente pelas consequências que a criação daquela cidade teve na construção do país. Vamos conhecer um pouco mais desta terra e desta gente que é a nossa.

Sé da Guarda

Sé da Guarda

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (36)

:: :: GUARDA :: :: – A concessão do foral à Guarda foi um dos actos mais importantes que D. Sancho I praticou, principalmente pelas consequências que a criação daquela cidade teve na construção do país. A praça forte que a Guarda foi, serviu de rectaguarda às incursões nos territórios vizinhos.

A sé da Guarda

A sé da Guarda

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (35)

:: :: GONÇALO :: :: – Nesta Terra não há pelourinho. Mas isso não constituiu qualquer problema para que esta povoação se tivesse desenvolvido de forma notável. É a única freguesia do concelho da Guarda que tem o título de Vila. O vime e principalmente os cestos de vime são a principal riqueza desta terra.

Gonçalo – Terra dos cestos de vime

Gonçalo – Terra dos cestos de vime

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (34)

:: :: CODESSEIRO :: :: – Ao conceder forais a determinadas aldeias, as ordens militares ou o Rei reconheciam a sua importância para a defesa ou consolidação do território nacional. Codesseiro em que o foral foi atribuído por D. Manuel I no século XVI os motivos terão sido outros, pois há muito que o território estava consolidado.

Pelourinho de Codesseiro

Pelourinho de Codesseiro

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (33)

:: :: VALHELHAS :: :: – Ao conceder forais a determinadas aldeias, as ordens militares ou o Rei reconheciam a sua importância para a defesa ou consolidação do território nacional. No caso de Valhelhas em que o foral foi atribuído por D. Sancho I logo após a sua conquista aos mouros teve como principal objectivo a defesa e o povoamento.

Igreja matriz de Valhelhas

Igreja matriz de Valhelhas

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (32)

:: :: GUILHEIRO :: :: – Ao conceder forais a determinadas aldeias, as ordens militares, os senhores feudais ou o Rei reconheciam a sua importância para a defesa ou consolidação do território nacional. No caso de Guilheiro o foral foi-lhe dado por D. Sancha Vermuiz e o objectivo foi a consolidação do povoamento.

Igreja Matriz Guilheiro - Trancoso - José Fernandes - Capeia Arraiana

Igreja Matriz de Guilheiro – Trancoso

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (31)

:: :: MOREIRA DE REI :: :: – Ao conceder forais a determinadas aldeias, as ordens militares ou o Rei reconheciam a sua importância para a defesa ou consolidação do território nacional. No caso de Moreira de Rei o foral foi-lhe dado por D. Afonso Henriques logo após a conquista definitiva do território aos mouros.

Castelo de Moreira de Rei

Castelo de Moreira de Rei

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (30)

:: :: TRANCOSO :: :: – Ao conceder forais a determinadas aldeias, as ordens militares ou o Rei reconheciam a sua importância para a defesa ou consolidação do território nacional. No caso de Trancoso em que o foral foi atribuído por D. Afonso Henriques, ocorreu logo após a sua conquista aos mouros e teve como principal objectivo a defesa e o povoamento.

Castelo de Trancoso

Castelo de Trancoso

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (29)

:: :: ESCALHÃO :: :: – A existência de Pelourinhos nem sempre foi consequência da existência de Municípios. Muitos existiram sem que os seus pelourinhos chegassem até nós. Isso verifica-se principalmente em locais grandemente fustigados por batalhas e invasões militares. Escalhão foi um desses Municípios. Aqui não há pelourinho.

Igreja matriz de Escalhão

Igreja matriz de Escalhão

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (28)

:: :: REIGADA :: :: – A existência de pelourinhos nem sempre foi determinante para a existência de Municípios. Muitos existiram sem que os seus pelourinhos chegassem até nós. Isso verifica-se principalmente em locais grandemente fustigados por batalhas e invasões militares. Reigada foi um desses municípios. Aqui não há pelourinho.

Igreja Matriz da Reigada

Igreja Matriz da Reigada

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (27)

:: :: CINCO VILAS :: :: A existência de Pelourinhos nem sempre foi determinante para a existência de Municípios. Muitos existiram sem que os seus pelourinhos chegassem até nós. Isso verifica-se principalmente em locais grandemente fustigados por batalhas e invasões militares. Cinco Vilas foi um desses municípios. Aqui não há pelourinho.

Igreja matriz de Cinco Vilas

Igreja matriz de Cinco Vilas

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (26)

:: :: RANHADOS :: :: Ao conceder forais a determinadas aldeias, o Rei reconheciam a sua importância para a defesa ou consolidação do território nacional. No caso de Ranhados o foral e a sua transformação em concelho, foi formalizada por D. Dinis já muito perto do Tratado de Alcanises.

Igreja matriz de Ranhados

Igreja matriz de Ranhados

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (25)

:: :: JARMELO :: :: – De entre os antigos municípios do distrito da Guarda há um que merece um especial destaque não só pela dimensão que teve mas também pelos acontecimentos de natureza histórica de que foi alvo. Estou a falar do Jarmelo. Aqui não há pelourinho.

Marco Geodésico no Monte  do Jarmelo - Guarda - Capeia Arraiana

Marco geodésico no Monte do Jarmelo – Guarda

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (24)

:: :: NUMÃO e FREIXO DE NUMÃO :: :: – Ao conceder forais a determinadas aldeias, as ordens militares ou o Rei reconheciam a sua importância para a defesa ou consolidação do território nacional. No caso de Numão terá sido essa a razão. Já no que se refere a Freixo de Numão as razões que levaram à sua criação foram essencialmente económicas.

Castelo de Numão

Castelo de Numão

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (23)

:: :: FIGUEIRA DE CASTELO RODRIGO :: :: – Ao conceder forais a determinadas aldeias, as ordens militares ou o Rei reconheciam a sua importância para a defesa ou consolidação do território nacional. No caso de Castelo Rodrigo que actualmente é uma freguesia do Município de Figueira de Castelo Rodrigo o foral e a sua transformação em concelho, ocorreu antes mesmo de o território integrar o território português.

Vista do Castelo de Castelo Rodrigo

Vista do Castelo de Castelo Rodrigo

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (22)

:: :: MARIALVA :: :: – Ao conceder forais a determinadas aldeias, as ordens militares ou o Rei reconheciam a sua importância para a defesa ou consolidação do território nacional. No caso de Marialva o foral e a sua consequente transformação em concelho, foi formalizado logo nos primeiros anos do nosso país, por D. Afonso Henriques, em 1179.

Vista aérea de Marialva

Vista aérea de Marialva

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (21)

:: :: HORTA :: :: – Ao conceder forais a determinadas aldeias, as ordens militares ou o Rei reconheciam a sua importância para a defesa ou consolidação do território nacional. No caso da Horta o foral e a sua transformação em concelho, foi formalizada por um filho bastardo de D. Dinis a quem o rei tinha doado a localidade.

Antiga Igreja da Horta - Vila Nova de Foz Côa - Capeia Arraiana

Antiga Igreja da Horta – Vila Nova de Foz Côa

Actual Igreja Matriz da Horta - Vila Nova de Foz Côa - Capeia Arraiana

Actual Igreja Matriz da Horta – Vila Nova de Foz Côa

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (20)

:: :: AVELOSO :: :: – Ao conceder forais a determinadas aldeias, as ordens militares ou o Rei reconheciam a sua importância para a defesa ou consolidação do território nacional. No caso de Aveloso, que no século XVI recebeu foral atribuído por D. Manuel I as razões foram essencialmente de natureza eclesiástica.

Ponte romana de Aveloso

Ponte romana de Aveloso

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Ribacôa (19)

De tempos a tempos a série relativa aos pelourinhos da nossa zona vai ser objecto de tratamento parcelado para que os textos dessa série possam ser consultados de forma integrada e simples por quem o desejar. Hoje tratamos de Almeida e do Sabugal.

Pelourinho do Sabugal (recriado)

Pelourinho do Sabugal (recriado)

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (18)

:: :: MUXAGATA :: :: – Ao conceder forais a determinadas aldeias, as ordens militares ou o Rei reconheciam a sua importância para a defesa ou consolidação do território nacional. Foi o caso de Muxagata, que no século XIII recebeu foral atribuído pela Ordem dos Templários.

Solar dos Donas Boto - Muxagata - Capeia Arraiana

Solar dos Donas Boto – Muxagata

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (16)

:: :: TOUÇA :: :: Ao conceder forais a determinadas aldeias, o Rei reconhecia a sua importância para a defesa ou consolidação do território nacional. Não foi o caso de Touça que foi criado de forma feudal e violenta (armada) por subtracção ao concelho de Numão. Curiosamente, quando foi extinto, o concelho de Touça foi integrado em Freixo de Numão.

Forno de fabrico de Telha (comunitário)

Forno de fabrico de Telha (comunitário)

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (15)

:: :: LONGROIVA :: :: Ao conceder forais a determinadas aldeias, o Rei reconhecia a sua importância para a defesa ou consolidação do território nacional. Foi o caso de Longroiva que, no período da reconquista lhe foi atribuído foral pela mãe de D. Afonso Henriques posteriormente confirmado e entregue, depois da construção do castelo, aos Templários.

Vista do Castelo e Igreja de Longroiva

Vista do Castelo e Igreja de Longroiva

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (13)

CEDOVIM – Ao conceder forais a determinadas aldeias, o Rei reconhecia a sua importância para a defesa do território nacional. Não foi o caso de Cedovim que foi concelho por razões ligadas ao seu desenvolvimento económico. Neste concelho não foi edificado na altura qualquer imóvel ligado à defesa do território.

Casa Grande de Cedovim

Casa Grande de Cedovim

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (12)

LAMEGAL – Ao conceder forais a determinadas aldeias, o Rei reconhecia a sua importância para a defesa do território nacional. Não foi o caso do Lamegal que foi concelho mesmo sem ter havido prévio foral. O Pelourinho do Lamegal é original e dos mais rústicos de toda a beira, principalmente pela sua base.

A ponte «romana» do Lamegal

A ponte «romana» do Lamegal

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (11)

ALVERCA DA BEIRA – Ao conceder forais a determinadas aldeias, o Rei reconhecia a sua importância para a defesa do território nacional. No caso de Alverca a razão para a efémera criação do concelho nada teve a ver com a defesa do território Este concelho, teve uma duração curta, de apenas algumas dezenas de anos.

Capela de Nossa Senhora da Conceição no Monte do Outeiro

Capela de Nossa Senhora da Conceição no Monte do Outeiro

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (10)

VILAR MAIOR. Ao conceder forais a determinadas aldeias, o Rei reconhecia a sua importância para a defesa do território nacional. Quando essas aldeias entretanto concelhos, perderam essa importância, foram extintos os concelhos. É importante, é necessário, é justo, reavivar a memória dos mais esquecidos.

Castelo de Vilar Maior

Castelo de Vilar Maior

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (9)

ALMENDRA e CASTELO MELHOR conceder forais a determinadas aldeias, o Rei reconhecia a sua importância para a defesa do território nacional. Quando essas aldeias entretanto concelhos, perderam essa importância, foram extintos os concelhos. É importante, é necessário, é justo, reavivar a memória dos mais esquecidos.

Igreja Matriz de Almendra

Igreja Matriz de Almendra

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (8)

ALFAIATES – Ao conceder forais a determinadas aldeias, o Rei reconhecia a sua importância para a defesa do território nacional. Quando essas aldeias entretanto concelhos, perderam essa importância, foram extintos os concelhos. É importante, é necessário, é justo, reavivar a memória dos mais esquecidos.

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José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Pelourinhos em Terras de Riba Côa (2)

Os pelourinhos são pequenos monumentos que simbolizaram a autonomia municipal principalmente na administração da justiça. As aldeias que possuem pelourinho e não são Municípios, provavelmente já o foram ou a sua localização geográfica justificou o seu destaque. Tem de existir uma relação directa entre os forais e os pelourinhos.

O pelourinho símboliza a autonomia local e a justiça - pelourinho da Vila do Touro

O pelourinho símboliza a autonomia local e a justiça – pelourinho da Vila do Touro