Tag Archives: natal

Joaquim Gouveia - Capeia Arraiana (orelha)

Cheirinho a Natal!

:: :: CASTELEIRO :: :: Quem um dia passou o Natal na aldeia jamais esquecerá os cheiros e sabores aliados à tradição ancestral, trazidos até aos dias de hoje por gerações sucessivas de gente humilde mas de coração do tamanho do mundo!

Casteleiro – Sabugal

António José Alçada - Orelha - Capeia Arraiana

Quando comprávamos as prendas na loja do Ti Manel!

O tempo vai caminhando com o chamado progresso. Coisas melhores, vida diferente, mas também há um sabor de saudade de hábitos que tendem a desaparecer definitivamente. Já não são só as livrarias, todo o comércio de rua, ou tradicional, caminha para um calvário que, nos dias de hoje, nem o Natal lhes salva!

Comércio Tradicional em tempo natalício - Capeia Arraiana

Comércio Tradicional em tempo natalício

António Alves Fernandes - Aldeia de Joane - © Capeia Arraiana

As bengalas de um Homem

“Qual é a coisa qual é ela que ao amanhecer anda com quatro pernas, ao meio dia com duas e ao entardecer com três? É o Homem”.

Mãos dadas

António Emídio - Passeio pelo Côa - © Capeia Arraiana

O erro de Deus

Deus propôs uma vida espiritual baseada no amor ao próximo, na compaixão e na justiça. Disse-nos também Deus que só assim conseguiremos o que mais desejamos, a Felicidade. Aqui está o erro de Deus!

O erro de Deus - António Emídio - Passeio pelo Côa - Capeia Arraiana

O erro de Deus

José Jorge Cameira - Vale de Lobo e Moita - © Capeia Arraiana

Natal de 1964 no Vale da Senhora da Póvoa

Havia vários dias que se notava grande azáfama lá por casa. Eu não percebia bem de início, mas como se tratava de fazer comidas, eu já andava cheio de alegria. Havia uma dança de tachos, panelas, conchas, colheres, garfões.

O Dr Jaime Lopes Dias oferecia ao Povo da Aldeia, no seu Lagar, uma grande jantarada de batatas com bacalhau, couves e vinho

Fernando Capelo - Terras do Jarmelo - © Capeia Arraiana

Falo só por mim!

Passado o Natal, com a aproximação da Passagem do Ano, ressurgem balanços e liberam-se vontades de expurgar o que de menos bom ocorreu no ano que finda.

Terras do Jarmelo

Terras do Jarmelo

César Cruz - Desassossego - Opinião © Capeia Arraiana

É Natal?

Entre a agitação de um dia comum feito de hábitos diários e de rotinas corriqueiras, o Natal vem até nós. Mesmo que o não queiramos. Vem engalanado, vestido a rigor, presenteia-nos com a resolução de todos os problemas e aponta-nos o caminho da felicidade, o de pararmos e ficarmos de boca aberta a contemplar a sua beleza. Tudo está bem. Tudo é belo.

É Natal - César Cruz - Capeia Arraiana

O Natal tem muitas faces. Cada um constrói a que quer…

Ramiro Matos - Sabugal Melhor - © Capeia Arraiana (orelha)

Mensagem de Natal

Porque é Natal, aqui deixo um poema de um dos maiores poetas portugueses de sempre, José Régio.

Mensagem de Natal - Ramiro Matos - Capeia Arraiana

Mensagem de Natal

António Emídio - Passeio pelo Côa - © Capeia Arraiana

Pensar e sentir em termos religiosos

Neste Natal vou desviar-me um pouco aos temas dos meus artigos em natais passados. Émile Durkheim define assim religião: «Sistema solidário de crenças e práticas relativas a coisas sagradas, que une numa mesma comunidade moral a todos os que compartem essas crenças.»

António Emídio - Capeia Arraiana

Émile Durkheim

Castelo Penamacor - © Capeia Arraiana

Penamacor Vila Madeiro

Penamacor volta a apostar na imagem de marca do Madeiro – o maior de Portugal – para valorizar a tradição de Natal, dar projecção à vila e ao concelho e atrair os que procuram o contacto com as terras do interior e o conhecimento das suas tradições.

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Ramiro Matos - Sabugal Melhor - © Capeia Arraiana (orelha)

Mensagem de Natal

Porque é Natal… deixo-vos um poema de Ary dos Santos, imortalizado na voz de Paulo de Carvalho, com desejos de umas festas felizes com a família e os amigos.

Natal é sempre o fruto que há no ventre da Mulher

Natal é sempre o fruto que há no ventre da Mulher

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

O Natal

À medida que o Natal se aproxima parece que dentro de nós desperta algo adormecido que nos leva a olhar para os outros de forma diferente. É estranho mas acontece: Nesta altura estamos mais sensíveis a quem nos rodeia. Das várias músicas de natal, escolhi esta do Coro de Santo Amaro de Oeiras.

Natal rural – fogueira na rua

Natal rural – fogueira na rua

César Cruz - Desassossego - Opinião © Capeia Arraiana

Quando é Natal arma-se uma barraca

Quando ligamos a televisão sabemos que é Natal. Porquê? Porque vemos lindas imagens frias e sem existência junto a tendas despidas de gente sem vida. Armam-se barracas mas destrói-se o espírito do Natal. Dar vida a quem a não tem…

Natal - Capeia Arraiana

Natal

Fernando Capelo - Terras do Jarmelo - © Capeia Arraiana

Um sonho de Natal?

A tranquilidade que a proximidade da quadra natalícia transmite ao meu espírito obtém, como consequência, um viver mais subtil. Sonho mais agradavelmente. Relembro os gostos que nunca perdi e quase acredito que o meu redor se harmoniza.

O Natal é tempo de sonho e de esperança

O Natal é tempo de sonho e de esperança

Letícia Neto - Seixo do Côa - Sabugal - Capeia Arraiana - orelha

Até o Natal tem de ser o maior!

Continuo pelas temáticas natalícias. Há dias vi um vídeo da LocalVisãoTv da Guarda no Sapo do enorme presépio de Natal instalado por estes dias no Largo da Fonte, no Sabugal.

Letícia Neto - Seixo do Côa - Sabugal - Capeia Arraiana - orelha

O melhor Natal não é o de dia 25

Bem sei que ainda faltam alguns dias para o Natal. Mas é nas vésperas que ele faz mais sentido para mim. Aquela coisa de montar a árvore, as luzinhas, o procurar o presente ideal e todo o frenesim que antecede os dias 24 e 25 tornam a época mágica e única. Claro que a parte de ter toda a família por perto é o culminar da coisa, mas tudo isso acontece a uma velocidade que faz pensar: «Era só isto? Já passou? E agora? Temos de esperar mais 364 ou 365 dias para que todas estas luzes voltem e se volte a sentir o quente da lareira e a ouvir a música da Mariah Carey?»

Árvore de Natal - Capeia Arraiana

A árvore do natal citadino não tem ainda presépio

Joaquim Gouveia - Capeia Arraiana (orelha)

E amanhã haverá Natal?

:: :: CASTELEIRO :: :: Passados que foram os dias, mais ou menos eufóricos, que antecederam o Natal, o país mergulhou na realidade angustiante do desemprego, da pobreza, nas intermináveis filas de espera nos hospitais que, tradicionalmente nesta época, respondem às muitas urgências, de quem o frio do Inverno e os cortes na saúde feitos pelo atual governo, faz das horas de cada dia, intermináveis momentos de sofrimento e mau estar.

Sem-Abrigo - Joaquim Gouveia - Capeia Arraiana

Sem-Abrigo (foto: D.R.)

Joaquim Gouveia - Capeia Arraiana (orelha)

O presépio da Igreja

:: :: CASTELEIRO :: :: Longe das estrelas brilhantes e da luz feérica que, hoje em dia, dão cor e magia aos emblemáticos centros comerciais, lá na aldeia ia tomando forma o tradicional presépio da igreja.

Presépio da Igreja do Casteleiro - Joaquim Gouveia - Capeia Arraiana

Presépio na Igreja do Casteleiro (Sabugal)

César Cruz - Desassossego - Opinião © Capeia Arraiana

Mais do que uma moeda

Nesta altura do ano existem tantos sentimentos de partilha, de generosidade e de humanidade! Vê-se que é Natal. Vê-se que é a altura do ano em que, pelo menos durante uns dias, as pessoas fingem que tudo é harmonia. Não podemos viver «Natal» todo o ano e cancelar no Natal a festa de «Natal»?

Esmola - César Cruz - Capeia Arraiana

Esmola

Fernando Lopes - A Quinta Quina - © Capeia Arraiana

Mas é Natal

Desta vez não quero falar-vos das incidências políticas. Não quero enfastiar-vos com as novelas BES e Sócrates. Nem com essa forma estranha de demonstrar a diferença matando. Nem chamar-vos atenção para os discursos que se vão e se vêm pronunciando por esta altura. Principalmente para o do inquilino do palácio de Belém. Definitivamente há ali um não discurso. Mas não admira, também está a li um não presidente.

Ramiro Matos - Sabugal Melhor - © Capeia Arraiana (orelha)

Mensagem de Natal

Porque é Natal… Como tinha feito há um ano, aqui vos deixo dois poemas de dois grandes poetas portugueses, com desejos de umas festas felizes entre a família e os amigos. Permito-me, no entanto, mandar uma mensagem de Natal muito especial para uma amiga em sofrimento, neste natal lembra-te que «Cada dia nunca é o último, é sempre o primeiro».

Cada dia não é o último, apenas o primeiro - Capeia Arraiana

Cada dia nunca é o último, é sempre o primeiro

António Emídio - Passeio pelo Côa - © Capeia Arraiana

Um simples conto de Natal

Desejo-vos a todos, leitores(as), colaboradores(as) e administradores do Capeia Arraiana um bom Natal.

O meu filho será pobre

O meu filho será pobre

Penamacor - © Capeia Arraiana

Penamacor afirma-se «Vila Madeiro»

Inspirada da maior e mais viva tradição de Penamacor, o Madeiro de Natal, a Câmara Municipal está a promover um evento designado «Penamacor Vila Madeiro» pelo qual pretende dinamizar o mês de Dezembro.

Penamacor Vila Madeiro

Penamacor Vila Madeiro

Hoje destacamos... - © Capeia Arraiana (orelha)

Distrito da Guarda com animação de Natal

A Associação do Comércio e Serviços do Distrito da Guarda (ACG) anunciou que vai realizar actividades de animação de Natal em todos os concelhos do distrito com o objectivo de dinamizar o sector nesta quadra festiva.

A animação de Natal visa dinamizar a actividade comercial

A animação de Natal visa dinamizar a actividade comercial

GNR - © Capeia Arraiana (orelha)

Natal e Ano Novo com mais acidentes

O Comando Territorial da Guarda da GNR, que intensificou o patrulhamento e a fiscalização rodoviária no período do Natal e Ano Novo, verificou 42 acidentes de que resultaram dois mortos e cinco feridos graves nas estradas do distrito, o que representa um agravamento face à operação do ano anterior.

Fernando Lopes - A Quinta Quina - © Capeia Arraiana

Foi Natal

O tempo chuvoso quis imperar por terras arraianas. A neve não quis ficar. Desta forma, foi com ar desconfiado que o pessoal passou a noite da fogueira.

Ramiro Matos - Sabugal Melhor - © Capeia Arraiana (orelha)

Mensagem de Natal

Porque é Natal… deixo-vos uma parte de um poema de António Gedeão e desejos de umas festas entre a família e os amigos.

Noite de Natal - Poema de António Gedeão - Capeia Arraiana

Noite de Natal – Poema de António Gedeão

Fernando Capelo - Terras do Jarmelo - © Capeia Arraiana

Natal – um regresso especial

O Natal sabe-me a um «voltar à terra» especial. É um inevitável regresso à casa quente, envolto de aconchego familiar e é também o achar de velhas e salutares amizades.

Igreja de Cheiras - Terras do Jarmelo

Igreja de Cheiras – Terras do Jarmelo

E o Natal aconteceu

Publicamos um poema da autoria da sabugalense Irene Cardona alusivo à quadra natalícia.

Dezembro

Dezembro

António Emídio - Passeio pelo Côa - © Capeia Arraiana

Estamos no Natal

E Deus continua cada vez mais afastado do Mundo!

Presépio

Presépio

António Alves Fernandes - Aldeia de Joane - © Capeia Arraiana

Neste Natal – 2013

Neste Natal, o Papa Francisco publica a Exortação Apostólica «Evangelii Gaudium» (A Alegria do Evangelho), um guião para a ação da Igreja de Cristo, constituída por pessoas com espírito missionário. Um projeto para uma nova etapa de evangelização, com 288 pontos divididos em cinco capítulos.

Fernando Lopes - A Quinta Quina - © Capeia Arraiana

É quase Natal

Alguns acontecimentos têm feito da semana uma espécie de reis magos. Desculpem-me a heresia, mas não deixo de pensar nesta epifania.

A estrela do Natal

A estrela do Natal

Natal adiado

«Recordando outras emigrações…» foi a epígrafe que a sabugalense Irene Cardona escolheu para o conto «Natal adiado», que escreveu e que nós aqui publicamos por se enquadrar na quadra festiva que se aproxima, deixando claro que nem sempre o Natal é tempo de felicidade.

Ei-los que partem...

Ei-los que partem…

A prática da solidariedade

Esta história enquadra-se muito bem nestes tempos natalícios de acentuadas austeridades e crises, mas também convida à solidariedade, à esperança e à fé em melhores dias.

Madeiro de Penamacor é vedeta nacional (6)

TERRA DO FOGO – O Madeiro de Penamacor, já reconhecido como o maior Madeiro do país, foi votado pelos portugueses como a tradição de Natal mais Criativa no Movimento SIM Natal, patrocinado pela Samsung. A sinopse do filme diz-nos que Miguel faz uma viagem até Penamacor para passar as férias junto do primo João e dos seus tios. O que ele não sabe é que o Natal em Penamacor vai ser muito diferente do que ele conhece. O fogo alimenta histórias de mistério e Penamacor é a Terra do Fogo.

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Madeiro de Penamacor é vedeta nacional (4)

TERRA DO FOGO – O Madeiro de Penamacor, já reconhecido como o maior Madeiro do país, foi votado pelos portugueses como a tradição de Natal mais Criativa no Movimento SIM Natal, patrocinado pela Samsung. A sinopse do filme diz-nos que Miguel faz uma viagem até Penamacor para passar as férias junto do primo João e dos seus tios. O que ele não sabe é que o Natal em Penamacor vai ser muito diferente do que ele conhece. O fogo alimenta histórias de mistério e Penamacor é a Terra do Fogo.

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Memória de Natal de Manuel António Pina

«Um lugar vazio à mesa», é o título da memória de Natal que o escritor sabugalense Manuel António Pina enviou à Rádio Renascença no âmbito da iniciativa «Era uma vez… no Natal», que aquela emissora de rádio tomou e em que participam outras cinco figuras conhecidas: a fadista Carminho, o poeta Tolentino Mendonça, o ex-presidente Jorge Sampaio, o treinador de futebol Fernando Santos e o padre Hermínio Rico. O texto de Manuel António Pina consta no portal da Rádio Renascença e pode ser lido ouvindo ao mesmo tempo o segundo andamento do concerto nº 2 para piano e orquestra de Brahms.

Homenagem a Manuel António Pina (Foto by Kim Tomé - www.tutatux.com)A memória de Natal que me é pedido que partilhe é, não de um, mas de 11 dolorosos natais, os de 1963 a 1974.
Em 1963, meu irmão mais novo, em desacordo com a Guerra Colonial, recusou-se a comparecer à inspecção militar e fugiu clandestinamente para França. Meus pais e eu pensámos que nunca mais o veríamos. O regime de Salazar parecia eterno e as guerras nas colónias africanas constituíam o centro, praticamente exclusivo, da política do país. Daí que a deserção (a situação de meu irmão não era rigorosamente de deserção, pois não chegara a ser incorporado mas, em termos militares, era afim) fosse o mais grave dos crimes, punível mesmo, se em teatro de operações, com a pena de morte.
Além disso, a deserção lançava uma sombra de permanente suspeita política sobre a própria família do desertor, pelo que meus pais receavam nunca vir a ser autorizados a sair de Portugal para visitar meu irmão. Eu próprio, quando, em 1972 ou 1973, depois de cumpridos quase quatro anos de serviço militar e já jornalista, fui encarregado de um trabalho de reportagem na Alemanha, encontrei dificuldades quase insuperáveis para obter passaporte, o que só acabou por ser possível após responsabilização pessoal do director do “JN”, Pacheco de Miranda, pelo meu regresso.
Esse primeiro Natal sem o meu irmão (de quem não tivemos, durante meses, notícias senão uma vez, através de um emigrante de Braga seu conhecido que, tendo vindo de férias, nos procurara para nos dizer que ele encontrara trabalho como “voyeur de nuit” e pedia que lhe enviássemos comida e algum dinheiro) foi, por isso, triste e sem palavras. Minha mãe levantava-se de vez em quando da mesa e ia chorar longamente para a cozinha; meu pai esperava um pouco e, depois, levantava-se também e ia buscá-la, regressando ambos em silêncio.
Minha mãe pôs o prato e os talheres de meu irmão e, quando trouxe o bacalhau e as batatas, serviu-lhos. Tudo aquilo se me afigurava patético e doentio, mas também eu chorava por dentro. A certa altura, como a cadeira vazia de meu irmão se encontrava um pouco afastada, minha mãe levantou-se para aproximá-la da mesa e, nesse momento, fingi que precisei de ir à casa de banho e deixei correr livremente as lágrimas.
Nos 10 anos seguintes, na nossa ceia de Natal houve sempre um prato e talheres na mesa para uma ausência presente. Até 1974.
«Um lugar vazio à Mesa», de Manuel António Pina

É Natal !!!!

O Natal lembra-nos o especial dever de compreensão e ajuda.

Não é o tempo de egoísmos e vaidades, ditados pelo desprezo das condições de cada um.
Sabemos que os tempos têm de ser de coragem e determinação, para as famílias portuguesas; e de fortalecimento dos laços de Solidariedade entre os grupos de todas as gerações, mas também sabemos que terão de se abandonar egoísmos e orgulhos inúteis, e substitui-los por atitudes de humildade, carinho e compreensão, em nome da paz e do bem comum.
Natal é tempo de alegria, amor e olhos virados para o futuro, com a confiança de que é possível deixarmos aos nossos filhos, tudo aquilo que justamente ambicionamos.
Nesta onda de solidariedade a Junta de Freguesia da Bendada vem desejar a todos os Bendadenses, um Santo e Feliz Natal, e um Ano de 2012 cheio de paz, saúde e recheado de muitos sucessos a nível pessoal e profissional.
Que o espírito natalício esteja presente em todos os lares da freguesia durante todo o próximo ano.
Esta mensagem é extensível a todos os filhos da terra que vivem e trabalham pelos quatro cantos do mundo, mas que nesta época especial recordam com carinho e ternura a terra que os viu nascer.
É Natal! é tempo de alegria!, é tempo de conviver!
Venha participar no concerto de Natal!
Freguesia da Bendada
Jorge Manuel Dias

Madeiro de Penamacor é vedeta nacional (3)

TERRA DO FOGO – O Madeiro de Penamacor, já reconhecido como o maior Madeiro do país, foi votado pelos portugueses como a tradição de Natal mais Criativa no Movimento SIM Natal, patrocinado pela Samsung. A sinopse do filme diz-nos que Miguel faz uma viagem até Penamacor para passar as férias junto do primo João e dos seus tios. O que ele não sabe é que o Natal em Penamacor vai ser muito diferente do que ele conhece. O fogo alimenta histórias de mistério e Penamacor é a Terra do Fogo.

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Madeiro de Penamacor é vedeta nacional (2)

TERRA DO FOGO – O Madeiro de Penamacor, já reconhecido como o maior Madeiro do país, foi votado pelos portugueses como a tradição de Natal mais Criativa no Movimento SIM Natal, patrocinado pela Samsung. A sinopse do filme diz-nos que Miguel faz uma viagem até Penamacor para passar as férias junto do primo João e dos seus tios. O que ele não sabe é que o Natal em Penamacor vai ser muito diferente do que ele conhece. O fogo alimenta histórias de mistério e Penamacor é a Terra do Fogo.

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