Tag Archives: igreja

António Gonçalves - Colaborador - Orelha - Capeia Arraiana

Pousafoles do Bispo – Igreja do Salvador

A igreja de S. Salvador, de Pousafoles do Bispo, apesar de haver informação da sua existência desde o século XIV, foi reconstruída no início do Século XVIII e apresenta caraterísticas da arte barroca que devem ser valorizadas.

Igreja Matria de Pousafoles do Bispo - Sabugal - Capeia Arraiana

Igreja do Salvador – Pousafoles do Bispo

António Gonçalves - Colaborador - Orelha - Capeia Arraiana

Cemitérios e práticas religiosas (3)

:: :: ÁGUAS BELAS :: :: A preparação para morte e as práticas religiosas a ela associadas, antes e depois, assumiram caraterísticas próprias ao longo dos séculos. As comunidades adaptaram os seus comportamentos ao espaço geográfico e às condicionantes de cada época. Pretendo divulgar informações que encontrei nos Arquivos, bem como alguns costumes que, se não escrevermos, correm o risco de desaparecerem da memória dos povos desta região.

Placa existente no muro do cemitério de Águas Belas

António Alves Fernandes - Aldeia de Joane - © Capeia Arraiana

Fundão – a Igreja está mais pobre

As Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição chegaram ao Fundão em 1899. Durante mais de um século desempenharam nesta cidade relevantes serviços, principalmente na área da saúde como enfermeiras. Com os parcos meios disponíveis faziam autênticos milagres no Hospital da Misericórdia. Também prestavam assistência a mais de uma vintena de pessoas com a doença da tuberculose.

Os bens das igrejas de Vilar Maior

:: :: VILAR MAIOR :: :: O arrolamento dos bens da igreja e capelas da freguesia de Vilar Maior, no concelho do Sabugal, foi coligido pela comissão concelhia de inventário em 21 de Março de 1912. Transcrevemos o respectivo auto de arrolamento e demais documentação existente no processo.

Igreja paroquial de Vilar Maior

Os bens das igrejas de Vila do Touro

:: :: VILA DO TOURO :: :: O arrolamento dos bens da igreja e capelas da freguesia de Vila do Touro, no concelho do Sabugal, foi coligido pela comissão concelhia de inventário em 30 de Março de 1912. Transcrevemos o respectivo auto de arrolamento e demais documentação existente no processo.

Capela da Senhora do Mercado - Vila do Touro - Sabugal - Censos 1758 - Capeia Arraiana

Capela da Senhora do Mercado – Vila do Touro

Os bens das igrejas de Vila Boa

:: :: VILA BOA :: :: O arrolamento dos bens da igreja e capelas da freguesia de Vila Boa, no concelho do Sabugal, foi coligido pela comissão concelhia de inventário em 5 de Agosto de 1911. Transcrevemos o respectivo auto de arrolamento e demais documentação existente no processo.

Igreja Matriz de Vila Boa - Sabugal - Censos 1758 - Capeia Arraiana

Igreja Matriz de Vila Boa

Os bens das igrejas de Valongo

:: :: VALONGO :: :: O arrolamento dos bens da igreja e capela da freguesia de Valongo, no concelho do Sabugal, foi coligido pela comissão concelhia de inventário em 6 de Abril de 1912. Transcrevemos o respectivo auto de arrolamento e demais documentação existente no processo.

Igreja de Valongo do Côa

Os bens das igrejas de Vale de Espinho

:: :: VALE DE ESPINHO :: :: O arrolamento dos bens das igrejas e capelas da freguesia de Vale de Espinho, no concelho do Sabugal, foi coligido pela comissão concelhia de inventário em 20 de Março de 1912.Transcrevemos o respectivo auto de arrolamento e demais documentação existente no processo.

Capela Santo António -Vale de Espinho - Sabugal - Foto José Manuel Corceiro - Capeia Arraiana

Capela Santo António -Vale de Espinho – Sabugal – Foto José Manuel Corceiro – Capeia Arraiana

Os bens das igrejas do Soito

:: :: SOITO :: :: O arrolamento dos bens da igreja e capelas da freguesia do Soito, no concelho do Sabugal, foi coligido pela comissão concelhia de inventário em 30 de Março de 1912. Transcrevemos os respectivos autos de arrolamento existentes no processo.

Nossa Senhora da Conceição, no altar mor da igreja do Soito

Os bens das igrejas do Seixo do Côa

:: :: SEIXO DO CÔA :: :: O arrolamento dos bens das igrejas e capelas da freguesia da Seixo do Côa, no concelho do Sabugal, foi coligido pela comissão concelhia de inventário em 26 de Março de 1912. Transcrevemos os respectivos autos de arrolamento existentes no processo.

Igreja matriz de seixo do Côa

Os bens das igrejas de Santo Estêvão

:: :: SANTO ESTÊVÃO :: :: O arrolamento dos bens das igrejas e capelas da freguesia da Santo Estêvão, no concelho do Sabugal, foi coligido pela comissão concelhia de inventário em 29 de Fevereiro de 1912. Transcrevemos os respectivos autos de arrolamento existentes no processo.

Igreja Matriz de Santo Estêvão - Sabugal - Censos 1758 - Capeia Arraiana

Igreja Matriz de Santo Estêvão – Capeia Arraiana

Os bens das igrejas do Sabugal

:: :: SABUGAL :: :: O arrolamento dos bens das igrejas e capelas da freguesia do Sabugal, no concelho do Sabugal, foi coligido pela comissão concelhia de inventário em 29 de Junho de 1911. Transcrevemos os respectivos autos de arrolamento existentes no processo.

Igreja Matriz do Sabugal - Censos 1758 - Capeia Arraiana

Igreja Matriz do Sabugal – Capeia Arraiana

Os bens das igrejas da Ruvina

:: :: RUVINA :: :: O arrolamento dos bens das igrejas e capelas da freguesia da Ruvina, no concelho do Sabugal, foi coligido pela comissão concelhia de inventário em 5 de Agosto de 1911. Transcrevemos os respectivos autos de arrolamento existentes no processo.

Igreja Matriz da Ruvina - Censos 1758 - Foto: Capeia Arraiana

Igreja Matriz da Ruvina

Os bens das igrejas de Ruivós

:: :: RUIVÓS :: :: O arrolamento dos bens da igreja da freguesia de Ruivós, no concelho do Sabugal, foi coligido pela comissão concelhia de inventário em 5 de Agosto de 1911. Transcrevemos os respectivos autos de arrolamento existentes no processo.

Igreja matriz de Ruivós

Os bens das igrejas da Rebolosa

:: :: REBOLOSA :: :: O arrolamento dos bens da igreja e capelas da freguesia da Rebolosa, no concelho do Sabugal, foi coligido pela comissão concelhia de inventário em 16 de Abril de 1912. Transcrevemos os respectivos autos de arrolamento existentes no processo.

Igreja Matriz da Rebolosa - Censos 1758 - Capeia Arraiana

Igreja Matriz da Rebolosa – Capeia Arraiana

António Alves Fernandes - Aldeia de Joane - © Capeia Arraiana

Bismula – a minha aldeia

Em outros tempos, na minha Aldeia, na minha infância, quando a noite caía, as ruas quase se esvaziavam, e só os jovens adultos eram autorizados a percorrer a escuridão, enquanto lá longe, na cidade da Guarda, um clarão de luzinhas acendia e depois apagava-se.

Bismula – amoreiras e seus muros seculares, um património desaparecido

António Alves Fernandes - Aldeia de Joane - © Capeia Arraiana

Bismula – 50º aniversário da igreja paroquial

Ao entrarmos na sacristia da Igreja Paroquial da Bismula (Sabugal), ao lado das fotografias do Bispo da Diocese e do Papa Francisco, lá está uma placa de mármore, com a data de 8 de Setembro de 1966 a informar: «Ao Reverendo Padre Delmar Barreiros a quem se fica devendo esta Igreja. A Bismula agradecida».

A igreja matriz da Bismula

A igreja matriz da Bismula

Fernando Capelo - Terras do Jarmelo - © Capeia Arraiana

Decalques de um tempo diferente

É domingo e a manhã avança para as onze. Subo a rua, única e inclinada. O granito envelhecido resiste, desde o tempo em que foi maioritário. Ainda hoje amura e aperta espaços. Mas há, também, cimento pintado de cores estrangeiras e alguma cal, cal alvíssima.

No topo da rua reencontro a igreja

No topo da rua reencontro a igreja

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – O local da igreja

Há uma história desconhecida atrás da História? Acho que sim. Sempre. No caso que hoje trago aos leitores, não tenho qualquer dúvida. Ela liga-se com a construção da igreja da minha aldeia e remonta ao final do século XIX. Ouvi-a da boca de gerações anteriores e nunca mais me saiu da cabeça. Um dia, deu-me para enquadrar a coisa no resto da História que entretanto fui estudando. Esse período sempre me fascinou… Aí fica pois a historinha. Já a publiquei há uns anos. Mas não teve a leitura que merecia. Esta crónica dos tempos vale por si. O leitor ajuizará.

A igreja em contraluz artístico

A igreja em contraluz artístico

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – construção da torre da igreja

A torre do Casteleiro é um ícone da aldeia. Foi construída num processo de permuta e foi inaugurada em 1950. Antes dela, havia no mesmíssimo sítio um velho campanário que foi então demolido. Campanário que deixou saudades a quem o conheceu…

Manuel Leal Freire - © Capeia Arraiana

Ainda a igreja na construção da Europa

A primavera que anuncia a floração da Europa é, escreveu Daniel Rops, o tempo das altas naves góticas, do Pórtico Real dos Chartres, das fachadas de Reims, dos vitrais da Santa Capela e dos frescos de Gioto; é o tempo em que se erguem, paralelamente aos edifícios de pedra e desafiando com eles, os séculos, as catedrais de sapiência que são a Mística de São Bernardo, a Suma Teológica de São Tomás de Aquino, as Canções de Gesta, a obra filosófica de Roger Bacon, os grandes poemas de Dante, o altíssimo poeta…

A Igreja Católica e o Latim

No remanso das férias, reli um livro muito do meu agrado – LES CRUZADES, de ZOÉ OLDENBOURG. E retive-me num capiítulo que reputo sempre actual, até porque objecto de permanente controvérsia e se relaciona com o uso do latim nas cerimónias religiosas.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaA língua da Igreja, ao tempo das cruzadas era o latim, qualquer que fosse o Pais, latino ou não latino.
Na língua do Lacio se celebravam todos os ofícios, estavam escritos o Novo e o Velho Testamento, os ensinamentos dos Doutores, o formulário das devoções.
Ora a verdade é que, mesmo em Portugal, na Espanha, em França, na Itália ou na Roménia, os estados de idiomas neo latinos, novente e nove por cento da populaçao não fora sequer iniciada na sua aprendizagem.
De resto, nem mesmo o clero, genericamente analfabeto, mau grado o papel das escolas monásticas,dominava aquela língua.
E, no entanto, embora lhe fosse áacil traduzir para os idiomas nacionais textos, comentários e orações, defendeu energicamente a exclusividade.
A autora sustenta que, sendo uma instituição supranacional – e não é outro o significado do qualificativo CATÓLICA, o latim lhe conferia em alto grau uma unidade interior.
A esta luz, a persistência pelos séculos dos formulários latinos não deve ser entendida como uma sobrevivência dum certo constantinianismo, mas como a preservação daquela sua característica essencial.
A universalização da língua, falhado o esperanto, faz-se hoje pelo inglês.
O que seria impossível quando Balduino de Borgonha – de BORGONHA, como a nossa primeira casa reinante e a segunda leonesa – simples Conde de Edessa, chegou a Jerusalém para ali se sagrar REI LATINO, sentando-se num trono que fora o de David e Salomão.
Naquele tempo, a religião era inseparável da política.
Um homem de estado, fosse qual fosse a nação, não podia empreender qualquer acção importante, sem previamente a justificar do ponto de vista religioso.
Não se tratava de demagogia, mas de um imperativo moral, universalmente reconhecido – DEUS O QUER – gritavam os cruzados.
A nossa intenção, proclamava o Infante Dom Henrique, é ALARGAR A SANTA FÉ DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO E TRAZER A ELA TODAS AS ALMAS QUE SE QUEIRAM SALVAR.
Os interesses materiais de qualquer estado, embora marcados pelo carácter do transitório não se imagimavam para além dos mobeis religiosos que não podiam beliscar.
Os homens deviam ser encaminhados e não arrastados para o templo…
«Politique d’ Abbord – Reflexões de um Politólogo», opinião de Manuel Leal Freire

Igreja de Badamalos é inaugurada este Domingo

A paróquia de Badamalos está em festa. O momento há muito aguardado está prestes a chegar. Este Domingo, 24 de Julho, as portas do templo restaurado vão abrir-se para voltar a receber os paroquianos.

Clique nas imagens para ampliar

A paróquia de Badamalos está em festa este domingo, 24 de Julho.
O Sr. Dom Manuel Felício, Bispo da Guarda, presidirá à Eucaristia marcada para as 12 horas, dando graças pela conclusão da primeira fase das obras.
Para além de grande número de badamalenses, residentes e emigrados, estão também confirmadas as presenças do Presidente da Câmara do Sabugal e do Dr. Santinho Pacheco, último Governador Civil da Guarda, que há um ano apadrinhou as obras da igreja de S. Bartolomeu.
Pe. Hélder Lopes (Conselho Económico Paroquial)

«Estaleiro Aberto» mostra igreja de Badamalos

O Conselho Económico Paroquial de Badamalos, com a colaboração do Engenheiro Miguel Neto, técnico da Câmara Municipal do Sabugal, do Senhor Carlos Pais dos Santos, empreiteiro que está a executar a primeira fase das obras da Igreja de Badamalos e do Atelier «Samthiago» que está a executar a conservação e restauro de toda a arte sacra da Igreja, vai realizar a iniciativa «Estaleiro Aberto».

Será no próximo dia 24 de Junho de 2011, pelas 12h00, e pretende-se com esta actividade dar a conhecer o estado das obras da Igreja de S. Bartolomeu da paróquia de Badamalos, concelho do Sabugal, proporcionando uma visita guiada ao estaleiro e ao edifício que está a ser intervencionado.
Contamos com a presença do Pároco, do Presidente da Câmara, Eng. António Robalo, do Presidente da Junta de Badamalos, Joaquim Nobre, do Dr. Santinho Pacheco, Governador Civil da Guarda, da técnica do Gabinete de Arte Sacra da Diocese da Guarda, Dra. Joana Pereira e dos técnicos da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR/C).
Pe. Hélder Lopes (P’lo Conselho Económico Paroquial de Badamalos)

Freguesia de Badamalos - Capeia Arraiana

Obras de restauro da Igreja de Badamalos

Badamalos teve a honra de receber, no passado dia 4 de Março, na sua Igreja Matriz, S.ª Ex.ª o Sr. Secretário de Estado da Administração Local, José Junqueiro, o Exm.º Sr. Governador Civil, Santinho Pacheco, o Exm.º Presidente de Câmara, António dos Santos Robalo e o Revº. Padre Bastos, em representação do Sr. Bispo da Guarda.

Badamalos - José Junqueiro - António Robalo

Padre Francisco Barbeira escreve livro sobre media

A Paulus Editora assinalou o 44.º Dia das Comunicações Sociais com o anúncio do lançamento da obra «Magistério da Igreja e Meios de Comunicação Social» da autoria do Padre jornalista Francisco Pereira Barbeira.

Francisco BarbeiraNesta obra, o autor Francisco Pereira Barbeira, Chefe de Redacção do jornal «A Guarda», «desenvolvendo o tema sobre os Meios de Comunicação Social, enriquece-nos como pessoas e em Igreja. Pegando no ensinamento do Concílio Vaticano II e dos Papas João XXIII, Paulo VI e particularmente de João Paulo II, mostra-nos como o magistério da Igreja, nesta temática, se tornou um “grande púlpito” ao serviço da pessoa humana e da sua dignidade, da família e da educação e da formação das consciências para evitar a “parcialidade e a manipulação”», pode ler-se no prefácio do padre Dr. António Luciano Santos Costa.
A obra está dividida em duas partes distintas. Na primeira, o autor faz uma análise da relação entre o magistério da Igreja e a comunicação social desde o Vaticano II até os nossos dias. Após a análise de diversos documentos, aponta desafios para uma missão através destes meios.
Na segunda parte da obra são apresentadas todas as mensagens para o Dia Mundial das Comunicações Sociais desde Paulo VI a Bento XVI.
A primeira mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais data de 1967 e foi escrita pelo Papa Paulo VI.
Daí para cá são já 44 as mensagens que, Paulo VI, João Paulo II e, mais recentemente, Bento XVI, escreveram sobre as mais variadas formas de como as comunicações sociais podem e devem ser usadas ao serviço da palavra de Deus.
Este ano a mensagem de Bento XVI intitula-se «O sacerdote e a pastoral no mundo digital: os novos media ao serviço da Palavra» e também pode ser lida nesta obra que a «Paulus» agora apresenta.
A obra «Magistério da Igreja e Meios de Comunicação Social» será lançada no mercado no início de Junho.

Francisco Pereira Barbeira é natural do Marmeleiro, concelho da Guarda.
Fez os estudos de humanidades e Teologia nos seminários diocesanos da Guarda, tendo sido ordenado sacerdote em 1994, na Sé da Guarda.
Obteve o master em Comunicación Cristiana, da Faculdade de Ciências da Informação, na Universidade Pontifícia de Salamanca, em 2001, e a licenciatura em Teologia, em 2006, pelo Instituto Superior de Teologia das Beiras e Douro – Universidade Católica Portuguesa.
É correspondente fotográfico da Agência Lusa, na Guarda e director do Secretariado Diocesano dos Meios de Comunicação Social.
Actualmente é pároco de Famalicão da Serra, Fernão Joanes e Vale de Estrela.
A apresentação pública do livro «Magistério da Igreja e Meios de Comunicação Social» vai ter lugar no dia 7 de Junho, às 18.30 horas, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda. A cerimónia será presidida por D. Manuel Felício, Bispo da Guarda e a apresentação será feita pelo Padre Dr. António Luciano Santos Costa.

O Capeia Arraiana associa-se com satisfação ao lançamento da obra e dá os parabéns ao jornalista Francisco Barbeira.
jcl

Encontro de Bloggers em Trancoso (1)

O blogue «Aldeia da Minha Vida» festeja o primeiro aniversário de blogagem colectiva e organiza no dia 10 de Junho, dia de Portugal, em Trancoso o «1.º Encontro (Beirão) de Bloggers» e o lançamento do livro «Aldeias Históricas de Portugal – Guia Turístico». O Capeia Arraiana associa-se, apoia e participa na iniciativa que vai decorrer no Convento dos Frades na «Aldeia Histórica de Trancoso».

Igreja de Nossa Senhora da Fresta - Trancoso - Foto de Dias dos ReisCaros amigos bloguistas, este mês a Aldeia decidiu juntar-se à Blogagem de Maio com um texto sobre um local de culto, situado numa das 12 famosas aldeias históricas de Portugal. Dessa forma, pretende homenagear não só o dia de Nossa Senhora de Fátima, como também dar-vos um cheirinho do que poderão descobrir no evento do dia 10 de Junho, intitulado «Encontro de Bloggers – Lançamento do livro Aldeias Históricas de Portugal – Guia Turístico». O local de culto trata-se da Igreja de Nossa Senhora da Fresta, em Trancoso.
Perto do Castelo de Trancoso, mais propriamente da Porta do «Olhinho do Sol», entrevê-se uma paisagem lindíssima. A cerca de 800 metros, vislumbra o cemitério da cidade e ao seu lado a bela Igreja de Nossa Senhora da Fresta. Reconstruída em 1953, podemos apreciar a sua arquitec­tura (séc. XII) de estilo românico ogival/gótico, patente nas portas laterais, no arco do transepto e nas frestas. Na porta norte, uma cruz patriarcal (generalizada no séc. XII pelos Cavaleiros do Santo Sepulcro) chama a atenção. A frontaria, a torre sineira e o coro são outras três componentes de relevo (acrescentados a quando da reconstrução no séc. XVIII). As cachorradas também são originais, sem falar da impressionante capela-mor com o seu sublime altar. Esta ermida possui uma bonita história…

A Lenda da Ermitoa Iberusa Leoa
Decorria o ano de 711, os árabes conquistavam a Península pela primeira vez. Em Trancoso, a vida seguia o seu rumo… Os habitantes eram há alguns anos devotos da Senhora do Sepulcro. Entretanto, em 985, os mouros invadem esta bela aldeia histórica. Assustado, o povo esconde a imagem da santa numa fresta da sua igreja, camuflando-a bem com tijolo. Ao entrar no templo, os invasores não desconfiam de nada.
Em 1033, sob o domínio de Fernando Magno, os trancosenses respiram de alívio e libertam Nossa Senhora do seu esconderijo. A partir daquele instante, apelidaram-na de Nossa Senhora da Fresta e o culto aumentou. Naquela altura, uma donzela chamada Iberusa Leoa venerava fervorosamente a padroeira, dedicando-lhe todo o seu tempo. Mas o emir de Badajoz estava à espreita. Após conquistar Leiria, captura a bela moça. A jovem reza, prometeu total devoção à Santa para proteger a sua virgindade e honra.
Em 1131, D. Afonso Henriques retoma Trancoso. Ao assistir a uma missa na Igreja da Senhora da Fresta, fica boquiaberta ao ver à sua frente: Iberusa Leoa, sã e salva pela Virgem. Junto dela, estavam os soldados do soberano árabe, amarrados e atónitos com o sucedido.

O Capeia Arraiana associa-se, apoia e participa com uma intervenção no Convento dos Frades, em Trancoso, na iniciativa de Susana Falhas (e C.ª), autora do livro e administradora do blogue «Aldeia da Minha Vida».
jcl (com Susana Falhas)

António Cabanas - Terras do Lince - Capeia Arraiana (orelha)

O sexo da Igreja

Decididamente a Igreja não sabe lidar com as questões do sexo. Sempre que as mesmas se colocam na sociedade, as estruturas religiosas raramente acertam o passo, assumindo habitualmente posições contrárias ao resto da sociedade.

Papa Bento XVI

Diácono Hélder Lopes vai ser ordenado sacerdote

O diácono Hélder Lopes, que tem coadjuvado o padre Manuel Igreja Dinis, no Sabugal, vai ser ordenado padre pelo Bispo da Guarda, em cerimónia a realizar na Sé da Guarda, às 16 horas do dia 29 de Junho.

Padre Hélder LopesA diocese da Guarda vai ter dois novos padres, e um deles é o jovem diácono que tem prestado serviço eclesiástico no Sabugal.
Helder José Tomás Lopes é natural de Colmeal da Torre, concelho de Belmonte. Tem 24 anos, mas no dia da ordenação terá já 25, pois nasceu a 27 de Junho. Estudou nos seminários diocesanos do Fundão e da Guarda e tirou o curso de Teologia no Instituto Superior de Teologia, filiado no Pólo de Viseu da Universidade Católica Portuguesa. No dia 7 de Outubro de 2007 foi colocado no Sabugal, como auxiliar do padre Manuel Dinis, que entretanto substituíra na paróquia o padre António Souta. Passados poucos dias, a 21 de Outubro, foi ordenado diácono, também na Sé da Guarda, ficando a exercer funções nas paróquias do Sabugal, Aldeia de Santo António e Rapoula do Côa.
Para além de Hélder Lopes, haverá ainda a ordenação de um novo sacerdote que passará a prestar serviço na diocese. Trata-se de Gilberto Joaquim Roque Antunes, que é natural da paróquia de Almaceda, concelho e distrito de Castelo Branco e diocese da Guarda. A cerimónia servirá também para ordenar como diácono Valter Tiago Salcedas Duarte, que é natural da paróquia de S. Pedro, concelho da Covilhã.
O bispo da Guarda, D. Manuel Felício, está especialmente feliz com as novas ordenações, dada a escassez de vocações na diocese. Os novos ministros da Igreja poderão ajudar a colmatar a falta de religiosos junto das comunidades cristãs, onde uma boa parte dos sacerdotes já são idosos. Talvez há uma décadas atrás uma ordenação sacerdotal fosse uma cerimónia banal, mas hoje qualquer ordenação comove a comunidade diocesana, devido à manifesta falta de padres nas paróquias.
plb