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Helena Liz reúne notáveis no Palácio da Ajuda

A pintura sabugalense Helena Liz, radicada em Madrid, inaugurou na passada sexta-feira, 16 de Outubro, a exposição «Helena Liz – Memórias da Infância» integrada no ciclo «Um olhar sobre o Palácio» organizado por Isabel Silveira Godinho no Palácio Nacional da Ajuda. A sala ficou repleta de personalidades da sociedade portuguesa com especial destaque para o Procurador-Geral da República, Fernando Pinto Monteiro.

O Palácio Nacional da Ajuda iluminou-se para receber as dezenas de convidados que fizeram questão de estar presentes na inauguração da exposição «Helena Liz – Memórias da Infância». Nas arcadas junto ao estacionamento a guarda de honra era feita por militares da GNR. Após as imponentes escadarias que levam ao primeiro piso longos corredores decorados com enormes pinturas de figuras monárquicas levam os visitantes por deslumbrantes quartos e salas recheados de rico e bem cuidado mobiliário. À entrada da antiga capela do Palácio uma simpática Helena Liz, acompanhada pelo marido António, recebia os convidados. A pouco e pouco o salão ficou repleto de personalidades portuguesas e espanholas. Fernando Pinto Monteiro, Procurador-Geral da República, Fernando Faria de Oliveira, presidente da Caixa Geral de Depósitos, Rui Machete, da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Maria Barroso, João Cravinho e Edite Estrela foram algumas das muitas personalidades que admiraram as telas da artista nascida no Sabugal.
A pintora partiu para mais uma aventura com telas, tintas e pincéis dedicado ao tema da infância dos príncipes D. Carlos e D. Afonso, filhos de D. Luís e D. Maria Pia, que viveram no «território mágico deste ambiente palaciano», como gostou de frisar Helena Liz.
«Un palacio es na casa encantada donde la realidad exterior e la interior se confunden. Un lugar de comunicación donde conviven reys e sirvientes, gobernantes y decapitados, deleites y torturas, vivos e muertos. Un lugar con una parte maldita.
Helena Liz no pinta el palacio de los reyes sino el de los niños. Los palacios de los reyes tienen que ver con el poder; los de los niños con lo que no conocemos. Asi es la vida para ellos, un palacio misterioso, lleno de estancias encantadas y de lugares malditos. Y Helena Liz nos habla en sus cuadros del deambular de los niños por esos corredores, de lo que hacen cuando se quedan solos de sus temores y de sus deseos. No hay melancolia en sus cuadros. La infancia no aparece en ellos como un tiempo de canastillas e ilusas fantasias, sino como un tiempo de enigmas que tienem que ver con la muerte.», pode ler-se no depoimento de Gustavo Martín Garzo no bem trabalhado catálogo da exposição.
Para Helena Liz esta série de quadros representa memórias da infância em que «quase todos nós estamos marcados pela criança que fomos, criança essa que depois se esconde no adulto em que nos tornámos, e que emerge às vezes quando menos se espera, à superfície do que somos para jogar com o trabalho do tempo e da memória e tecer um novo imaginário do mundo – onde a vida não é apenas um prazer mas uma espécie de estranho privilégio».
jcl

Helena Liz expõe no Palácio Nacional da Ajuda

A pintura portuguesa Helena Liz, natural do Sabugal e radicada desde 1970 em Madrid, inaugura no próximo dia 16 de Outubro uma exposição de 30 telas no Palácio Nacional da Ajuda.

Helena Liz - Exposição no Palácio Nacional da AjudaO Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, inaugura na sexta-feira, 16 de Outubro, dia do aniversário da Rainha D. Maria Pia e dia do Palácio, a exposição de 30 telas da pintora sabugalense Helena Liz que vive em Espanha desde 1970.
A exposição tem o patrocínio da Caixa Geral de Depósitos e integra-se no ciclo «Um olhar sobre o Palácio» iniciado há já alguns anos em que são convidados artistas contemporâneos a produzir obras nas colecções ou ambientes e, assim, criar uma ligação entre o Palácio Nacional da Ajuda e a arte contemporânea, procurando cativar e diversificar públicos.
A exposição da artista sabugalense tem como tema a infância e encontra a sua inspiração nos príncipes que habitaram o Palácio – D. Carlos e D. Afonso – filhos de D. Luís e D. Maria Pia.
A exposição poderá ser visitada, entre 16 de Outubro e 16 de Dezembro, das 10.00 às 17.30 horas, na Sala de Exposições Temporárias do Palácio.
jcl

Exposição de pintura de Helena Liz no TMG

A pintora sabugalense Helena Liz inaugurou a exposição «O jardim da memória involuntária» no Teatro Municipal da Guarda (TMG). A cerimónia decorreu na Galeria de Arte e contou com a presença de muitos admiradores da artista.

Exposição de Helena Liz no TMGA sabugalense Helena Liz está radicada em Madrid mas a sua obra já é universal. A exposição de pintura «O jardim da memória involuntária» que a pintora apresentou recentemente na Galeria do Casino Estoril está agora disponível para ser admirada na cidade da Guarda até 30 de Dezembro.
No sábado de manhã, 24 de Novembro, a pintora Helena Liz e o adido cultural da embaixada de Portugal em Madrid, João de Melo, foram os convidados do programa de rádio «Café Mondego» realizado pelo director do TMG, Américo Rodrigues. Na inauguração agendada para as 18 horas na Galeria de Arte do TMG marcaram presença entre os convidados muitos amigos e admiradores da artista.
O director do teatro, Américo Rodrigues, fez uma pequena introdução e deu a palavra ao vice-presidente da Câmara Municipal da Guarda, Virgílio Bento, que se congratulou com a abertura da exposição na semana em que se comemora o dia da cidade e dos 808 anos do foral.
A última intervenção coube ao adido cultural da embaixada de Portugal em Madrid, João de Melo que enalteceu as qualidades da artista e da obra afirmando que «as propostas criativas de Helena Liz permitem-nos olhar no feminino a arte com carácter e visão humanista numa leitura múltipla dos quadros onde está patente o conceito de infância, da mulher e da sua interioridade… o conceito do eterno». «Helena cria uma pintura feminina de contrastes no masculino que esbate a fronteira física», definiu ainda João de Melo concluindo que Helena Liz é um nome afirmado no panorama português e no muito exigente mundo artístico espanhol.
O catálogo da exposição contém textos elogiosos de Agustina Bessa-Luís, José de Castro Arines, Lucio Muñoz, Helena Pimenta, Marifé Santiago Bolaños e João de Melo.
A exposição é uma organização conjunta da Câmara Municipal da Guarda, do Centro de Estudos Ibéricos e do Teatro Municipal da Guarda e poderá ser visitada de terça a sexta-feira, das 17 às 19 horas e das 21 às 23 horas. Aos sábados, das 14 às 19 horas e das 21 às 23 horas e aos domingos entre as 14 e as 19 horas.
jcl