Tag Archives: concurso

Gastronomia - © Capeia Arraiana

Queijo Lactibar entre os melhores de Portugal

O queijo de cabra «Quinta da Cabreira» (cura prolongada) da Lactibar – Lacticínios do Sabugal venceu a sua categoria o concurso «Queijos de Portugal» promovido pela Associação Nacional dos Industriais de Lacticínios. A edição 2017 premiou os 21 melhores queijos nacionais e atribuiu 41 menções honrosas.

Queijo Quinta da Cabreira - Lactibar - Rendo - Sabugal - Capeia Arraiana

Queijo Quinta da Cabreira (cura prolongada) da Lactibar venceu a sua categoria no concurso «Queijos de Portugal»

Vaca Jarmelista - Jarmelo - Capeia Arraiana

Feira-concurso do Jarmelo

Vai realizar-se no próximo dia 2 de Junho (domingo) mais uma edição da feira / concurso do Jarmelo, na qual os criadores de gado apresentarão os seus bovinos a concurso e os amigos aproveitarão para passar bons momentos de convívio.

Câmara do Sabugal sem dirigentes efectivos

A generalidade dos dirigentes intermédios, de primeiro e segundo grau, da Câmara Municipal do Sabugal ocupam os cargos em regime de nomeação temporária, ou de substituição, devido a erros e omissões nos respectivos concursos, situação que se arrasta há quase um ano e que parece não ter solução à vista.

Em meados de 2011, face à aprovação de uma nova estrutura orgânica para a Câmara Municipal, vários funcionários do Município foram nomeados para cargos dirigentes em regime de substituição, por despacho do presidente António Robalo. Seguidamente proferiu os despachos para abertura dos respectivos concursos para a escolha definitiva dos dirigentes.
Porém o presidente não podia decidir sozinho, pois a competência para a abertura dos concursos era da Câmara Municipal, ou seja do órgão executivo que reúne os vereadores eleitos. A situação foi apenas levada ao executivo em Novembro de 2011, altura em que os vereadores da oposição acusaram o presidente de esconder os procedimentos, e de insistir no erro quando estava na posse de um parecer da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), que esclarecia ser a competência da Câmara, recusando num primeiro momento ratificar o acto do presidente. A situação seria desbloqueada numa segunda reunião, altura em que o vereador Joaquim Ricardo se absteve na votação, viabilizando a ratificação da abertura dos concursos.
Porém, nos termos legais, os resultados dos concursos teriam que ser homologados no prazo de seis meses após a sua abertura, prazo esse que se atingiu no mês de Janeiro de 2012, sem que os concursos estivessem concluídos. O atraso obrigou a Câmara a pedir autorização ao Governo para prosseguir o procedimento concursal.
Na Câmara teme-se porém que o governo não conceda autorização, ou a retarde, face às medidas de contenção de despesas e à intenção de reduzir substancialmente o número de dirigentes nas autarquias.
Entretanto os dirigentes mantêm-se a título provisório, sem nomeação definitiva, o que está a causar mal-estar e falta de motivação entre os funcionários que ocupam esses cargos.
plb

Confraria Bucho Raiano - Capeia Arraiana (orelha)

Concurso gastronómico «Queijo Serra da Estrela»

El 17 de marzo de 2012, dentro de los actos de la XXI Festa do Queijo Serra da Estrela, en Oliveira da Hospital, se ha celebrado este III concurso, en el que he tenido el placer de ejercer de jurado. O artigo junta recetas y fotografías de los platos.

Concurso Gastronomia Capítulo Confraria Queijo Serra Estrela

Câmara abre concurso para as Termas do Cró

Abriu novo concurso público para a concessão da exploração comercial das Termas do Cró, tendo em vista encontrar agentes privados que invistam no local e lhe confiram o dinamismo necessário aproveitando o seu potencial.

Depois de um primeiro concurso, lançado em 2010, ter ficado deserto, a Câmara Municipal do Sabugal aprovou o programa de um novo concurso e do respectivo caderno de encargos, o qual já foi publicitado no Diário da República. O júri é constituído por técnicos da Câmara Municipal do Sabugal, sendo presidente Cláudia Quelhas e tendo como vogais Jaime Pinto, Afonso Tavares, Alexandre Ribeiro e Maria Teresa Marques.
O prazo para apresentação das propostas termina no dia 1 de Março, sendo o prazo de execução do contrato de 20 anos.
Do concurso fará parte a edificação de uma unidade hoteleira, pela qual a Câmara pretende conseguir conferir uma maior atractivamente às termas.
Em 2010 a Câmara lançou um concurso público com o mesmo objecto, o qual ficou porém deserto, pois não surgiram quaisquer interessados. Um dos aspectos que terá levado a esse resultado foi o facto de apenas se ceder o direito de superfície em relação ao terreno para construção do Hotel, o qual, no final do período de concessão revertia para o Município. No concurso agora lançado deixou-se cair essa exigência, definindo-se antes que os terrenos para a construção do hotel serão vendidos a preço simbólico.
O balneário das termas, construído a expensas da Câmara, com participação financeira da união Europeia, tem vindo a ser explorado pela empresa municipal Sabugal+.
plb

Cargos de direcção da Câmara foram ocupados

O executivo municipal do Sabugal decidiu ratificar o despacho do presidente António Robalo que abriu concurso para recrutamento de sete cargos de chefia e de direcção na estrutura orgânica do Município, bem como os resultados desse mesmo concurso.

A decisão foi tomada na reunião de 23 de Novembro, e surge na sequência de uma reunião anterior em que o executivo suspendera o procedimento concursal pelo facto da competência para a sua abertura não ser do presidente mas antes da Câmara, que não terá sequer sido informada.
O presidente voltou a trazer o assunto à reunião, insistindo na rectificação do despacho e na aprovação dos resultados do concurso para recrutamento dos lugares, para se evitar que os serviços ficassem sem chefias, atendendo a que os prazos legalmente definidos para a abertura do concurso estavam já ultrapassados.
A aprovação da proposta foi viabilizada pelo vereador Joaquim Ricardo, que se absteve na votação. O vereador eleito pelo MPT disse querer evitar os efeitos colaterais nefastos que recairiam sobre os funcionários que entretanto haviam sido nomeados para os lugares em regime de substituição. Na sua declaração de voto alegou que os funcionários não tinham culpa do comportamento irresponsável do presidente que abrira o concurso por sua auto-recreação, sem dar conhecimento ao executivo, e consciente de que não tinha competências legais para a prática de tal acto.
Os três vereadores socialistas mantiveram o sentido de voto da reunião anterior, opondo-se à ratificação do despacho e à homologação dos resultados do concurso, defendendo que votavam em coerência com a posição antes assumida. A vereadora Sandra Fortuna, que apresentou uma declaração de voto em nome dos vereadores do PS defendeu que, face à ilegitimidade do acto praticado pelo presidente o concurso e os seus resultados poderiam estar feridos de nulidade, pelo que todo o procedimento poderá vir a ser invalidado e gerar ainda maior demora. Defendeu que, tal como se decidira na reunião anterior, se deveria esperar por um parecer jurídico fundamentado que esclarecesse qual a melhor decisão a tomar face ao problema criado pelo presidente.
Na votação verificou-se um empate, com três votos a favor (dos eleitos do PSD), três votos contra (dos vereadores do PS) e a abstenção do vereador Joaquim Ricardo, valendo o voto de qualidade do presidente para que a proposta de ratificação e de homologação fosse aprovada.
plb

Presidente Robalo obrigado a suspender concurso

O executivo municipal obrigou o presidente da Câmara do Sabugal, António Robalo, a suspender um concurso por si aberto para preenchimento de lugares de chefia pelo facto de tal competência não ser do presidente mas antes da Câmara, ou seja, do conjunto dos vereadores eleitos.

Os vereadores do PS, Sandra Fortuna e Francisco Vaz, levantaram o problema na reunião realizada no dia 26 de Outubro, questionando o presidente acerca de um concurso interno que, nos termos da lei vigente, já deveria ter sido aberto há vários meses, mas cujo assunto ainda não viera ao executivo. Depois de alguma discussão, o presidente revelou aos vereadores que ele próprio já procedera à abertura do concurso, nomeando o júri e tendo já os resultados do mesmo.
Incrédulos, os vereadores da oposição exigiram a presença na reunião da dirigente responsável pelos recursos humanos da autarquia. Primeiramente o presidente opôs-se a essa vinda, afirmando-se capacitado para responder a todas as dúvidas. Porém, face à intransigência dos vereadores, António Robalo acabou por chamar à reunião a chefe da Divisão de Gestão e Finanças que, perante a questão concreta da vereadora socialista Sandra Fortuna: «a abertura de concursos para o preenchimento de lugares de chefia é uma competência do presidente ou da Câmara?», a dirigente afirmou que «segundo um parecer pedido pelo Município à CCDR do Centro, a competência é da Câmara».
Face à situação o presidente informou que, mau grado o parecer mencionado, entendeu que a competência era sua, pois assim lho haviam garantido da mesma CCDR, embora informalmente, tanto mais que a reestruturação da Câmara aprovada pelo executivo por unanimidade previa a criação dessas chefias, que desde logo foram integradas no mapa de pessoal, razão pelo qual abriu o concurso, devendo agora o executivo ratificar a sua decisão, ultrapassando-se assim o problema.
Porém a vereadora do PS classificou a situação como «gravíssima» e propôs a suspensão imediata de todo o processo até que seja disponibilizada ao executivo uma informação jurídica fundamentada, de modo a não se cometer um erro que depois seja insanável. Indo a votos, a proposta de suspensão foi aprovada com os votos dos três vereadores do PS e do vereador Joaquim Ricardo, ainda que o presidente e os dois vereadores do PSD tenham votado contra. Joaquim Ricardo justificou o seu voto afirmando que, face ao parecer que existe no processo, que aponta para que a competência seja da Câmara e não do presidente, não lhe resta outra opção que não seja votar pela suspensão do procedimento. O vereador do PS Francisco Vaz alertou ainda que a decisão mais acertada deveria ser a imediata anulação do concurso dado estar claro que a competência é da Câmara pelo que o despacho do presidente é juridicamente nulo.
O presidente António Robalo, não conformado, argumentou que o documento que a CCDR emitiu «era apenas um parecer e pareceres havia muitos», pelo que fez o despacho para que os serviços não ficassem sem chefias e evitar que os prazos legalmente definidos para a abertura do concurso não fossem ultrapassados. Se os vereadores quisessem colaborar para resolver os problemas ratificavam o despacho em vez de atrasarem ainda mais o processo.
A oposição foi porém intransigente, lembrando ao presidente que eram recorrentes estas situações em que ele tomava decisões sozinho, sem para isso ter competência, vindo depois, passados meses, pedir a ratificação dos actos.
plb

Feira Concurso do Jarmelo

À chegada, Junho costuma fazer-se acompanhar dos primeiros calores estivais. Não tem sido tanto assim este ano ainda que o sol principie a fazer-se de ouro. É, também, por esta época que o céu inventa a cor azul celeste.

Fernando Capelo - «Terras do Jarmelo»O chão ainda não perdeu o verde, ou melhor, o verde/amarelo porque subsistem vestígios dourados (das maias) provenientes dos mais recônditos sítios. Os inícios das manhãs ainda recendem a Primavera.
Os tons quentes e secos do Verão só surgirão lá para Julho e, isto, se S. Pedro fizer questão de manter a tradição.
Ora, em princípios de Junho, falar do Jarmelo é falar da Feira Concurso do gado. Em todos os começos deste mês (este ano no passado domingo, dia doze) o Monte e a Base abandonam quietudes anuais e agitam-se, animam-se, vestem-se de festa e festejam. Sim, pode, por aqui, falar-se de calma, mas não agora. O Monte só é (demasiadamente) sereno todo o resto do ano.
Não se trata, portanto, de uma qualquer, Feira não senhor. Trata-se de uma Feira Concurso com tudo o que caracteriza uma e outra coisa. Há compras e há vendas, claro. Mas há prémios e premiados também. E tem havido, mais recentemente, uma nova forma de animação. A garraiada que, obviamente, foi importada da raia, vem aqui incentivar coragens e inflamar corações.
O gado bovino detém, claramente, a preponderância do concurso embora este seja também extensivo ao gado caprino e ovino.
A Feira transformou-se, ultimamente, numa ocasião de luta. Com o Concurso o Jarmelo torna-se mais visível. Talvez por isso se aproveite reivindicação. Tem vindo a ser solicitado, aos poderes instituídos, que preservem as raças jarmelistas. Trata-se, é evidente, de uma boa luta, de uma luta por causa justa.
É bom que se saiba que há produtores jarmelistas que, em nenhum dia do ano, esquecem esta Feira, este Concurso. Simplesmente cuidam e criam os seus animais no intuito primeiro de aqui vir expô-los, aqui vir sujeitá-los a avaliações. Claro que a certificação da raça seria, para eles, um óptimo prémio. Entretanto vão-se candidatando a outros que vão ganhando e guardando com orgulho pouco disfarçado. Há quem possua, perfiladas em casa, autenticas colecções de taças.
Mas, tudo isto pode, ainda, ser visto como um tributo, um reconhecimento da vaca jarmelista que durante séculos ofereceu à região a qualidade do seu leite, do seu queijo, da sua carne e também do seu trabalho.
As vacas jarmelistas foram, ao longo dos tempos, o principal meio de sustento destas gentes.
Só por isso já merecem parabéns todos aqueles que se têm empenhado promovendo, divulgando e lutando pela sua preservação. Que a sorte os ajude é o mínimo que lhes poderemos desejar.
«Terras do Jarmelo», crónica de Fernando Capelo

Concurso das melhores receitas com urtiga

A Confraria da Urtiga, em parceria com a Câmara Municipal de Fornos de Algodres, organiza o Concurso «As melhores receitas à base de urtiga» inserido nas VI Jornadas de Etnobotânica de Fornos de Algodres que decorrem de 13 a 15 de Maio.

Confraria Urtiga - Fornos Algodres«Em homenagem à planta das mil virtudes» como o Grão Mestre da Confraria da Urtiga, Manuel Paraíso, classifica aquela espécie herbácea que nasce espontânea nos campos e que entrou de novo no vocabulário das gentes de Fornos de Algodres (e não só) que dela fazem já uma referência.
Conhecida por vezes como «erva menor» por criar comichões quando tocada, a Urtiga (cientificamente conhecida por Urtica Dióica) tem imensas aplicações e, tradicionalmente, aquela que era mais vulgar, a utilização na parte alimentar, sobretudo em épocas de maior fome, em que se recorria à Urtiga para suplantar eventuais carências alimentares e falhas da produção agrícola.
Mas tem também aplicações farmacêuticas, fitossanitárias, no ramo da tinturaria, do fabrico do têxtil, utilizada para fins medicinais, entre outras.

Regulamento do Concurso
1 – Organização – O Concurso gastronómico subordinado ao tema «As melhores receitas à base de Urtiga» é organizado pela Confraria da Urtiga e está integrado nas VI Jornadas de Etnobotânica de Fornos de Algodres que decorrem entre os dias 13, 14 e 15 de Maio de 2011.
2 – Objectivo – O concurso tem por objectivo incentivar a comercialização e consumo dos produtos endógenos, em particular, da Urtiga, através da criação de receitas originais que obrigatoriamente, incluam na sua constituição, este produto, honrando sabores e tradições remotas.
3 – Condições de Participação – a) O concurso é aberto a todos os interessados que queiram participar individualmente ou em grupo, apresentando uma ou mais iguarias gastronómicas; b) Os concorrentes deverão apresentar uma criação original, de uma receita de doces, salgados, bebidas ou outros, confeccionada com produtos endógenos, tendo por base a Urtiga; c) As iguarias gastronómicas apresentadas a concurso deverão ainda ter subjacente a eventual possibilidade de uma futura produção em série (ex: «Farinheira da Confraria da Urtiga»), razão pela qual os concorrentes terão de ceder à Confraria da Urtiga os direitos de autor sobre as mesmas; d) As iguarias gastronómicas a concurso deverão ser entregues no dia 16 de Abril de 2010, na sede da Confraria da Urtiga juntamente com a respectiva receita e a ficha de inscrição do concorrente; e) Todos os trabalhos serão expostos no Centro Cultural de Fornos de Algodres (atrás da Câmara) durante os dias 17 e 18 de Abril, integrando a «Mostra de Produtos Confeccionados à base de Urtiga»; f) A inscrição no concurso é inteiramente gratuita.
4 – Critérios de Avaliação – a) Na avaliação dos produtos confeccionados será dado particular ênfase aos seguintes critérios: Originalidade/Criatividade; Paladar; Tipo de ingredientes utilizados (os que mais respeitem a tradição); Apresentação; Possibilidade de produção em série; Outro que o Júri considere relevante.
5 – Júri – a) O júri será constituído por 3 elementos de reconhecida idoneidade; b) O júri reserva o direito de não atribuir prémios, caso as receitas a concurso não cumprirem os critérios definidos no presente regulamento; c) Os casos omissos no presente regulamento serão decididos pelo júri.
6 – Prémios – a) Serão atribuídos prémios aos três primeiros classificados e Diplomas de Participação a todos os concorrentes; b) Os prémios a atribuir serão os seguintes: 1.º – Troféu de cristal e cabaz de produtos endógenos; 2.º – Cabaz de produtos endógenos; 3.º – Publicações do Município de Fornos de Algodres. c) As decisões proferidas pelo Júri não serão susceptí­veis de recurso.
A cerimónia de entrega de prémios realizar-se-á no dia 14 de Maio de 2011, na «Festa do Pão», no Jardim Municipal.

O III Capítulo da Confraria da Urtiga, sedeada em Fornos de Algodres, realiza-se no dia 15 de Maio.
jcl (com Gabinete de Imprensa da C.M. Fornos de Algodres)

Fanfarra Sacabuxa venceu Regional do Inatel

A Fanfarra Sacabuxa, da Castanheira (concelho da Guarda) venceu, em Seia, a eliminatória da Região Centro do Concurso Nacional de Música da Fundação Inatel.

Fanfarra Sacabuxa - Castanheira

Realizou-se no dia 3 de Outubro, em Seia, no Cine-Teatro Jardim, a eliminatória regional do Centro do Concurso Nacional de Música da Fundação Inatel. Este concurso opõe Centros de Cultura e Desporto (CCD) filiados que queiram participar com projectos culturais na área das bandas, orquestras, fanfarras e na área dos coros.
Na eliminatória de Seia a classificação das Bandas foi a seguinte: 1.º lugar, Fanfarra Sacabuxa, Associação Juventude Activa da Castanheira (distrito da Guarda); 2.º, Filarmónica União Taveirense (Taveiro, distrito de Coimbra); 3.º, Orquestra do Clube Cultural Desportivo de Veiros (Veiros, distrito de Aveiro); 4.º, Orquestra do Grupo Cultural Recreativo da Taipa (distrito de Aveiro). A Fanfarra Sacabuxa venceu a eliminatória com o projecto «Sobressalto» sob a direcção musical de Elmano Pereira.
Na eliminatória regional de Coros, também realizada em Seia, venceu o Coro da Sociedade Instrução Tavaredense com o projecto «Cantigas de Tavarede».
A Fanfarra Sacabuxa e o Coro da Sociedade Instrução Tavaredense disputarão a final nacional de Bandas e Coros com os vencedores das restantes regiões do País em Beja, no Cine-Teatro Pax Júlia, no fim-de-semana de 20 e 21 de Novembro.
A eliminatória regional de Teatro do Centro realizou-se também no fim-de-semana de 3 e 4 de Outubro em Coimbra, tendo saído vencedor o Teatro Olimpo de Ansião (distrito de Leiria) com a peça «Auto da Índia». Nesta eliminatória participou também o Grupo Guardiões da Lua do Centro de Convívio Cultural e Social de Quarta-Feira (Sortelha, Sabugal) com a peça «Casamentos por Medida».
A eliminatória regional de etnografia do Centro teve lugar no dia 2 de Outubro em Viseu. Nesta eliminatória venceu o Rancho Regional da Casa do Povo de Ílhavo (distrito de Aveiro) na categoria de Quadros Etnográficos, não tendo havido concorrentes do distrito da Guarda.
Na categoria de música tradicional e popular apenas concorreu o grupo de Cantares Cantorias, de Vila Chã de Sá (distrito de Viseu) que ficou imediatamente apurado para a final. A final nacional de etnografia está marcada para os dias 3, 4 e 5 de Dezembro no Cineteatro Miguel Franco, em Leiria.
Joaquim Igreja
(Agência do Inatel da Guarda)

Concurso de Vinhos da Beira Interior

O III Concurso de Vinhos Engarrafados da Beira Interior teve lugar no passado dia 7 de Julho em Figueira de Castelo Rodrigo. Reportagem da jornalista Andreia Guerra com imagem de Miguel Almeida da redacção da Local Visão Tv (Guarda).

Local Visão Tv - Guarda
[vodpod id=Video.3984151&w=425&h=350&fv=]

jcl

Concurso para três técnicos no Sabugal

O Capeia Arraiana recebeu às 16.43 horas desta segunda-feira, 24 de Agosto, a informação da Câmara Municipal do Sabugal publicitando um concurso para três lugares no âmbito do Programa PEPAL. As candidaturas podiam ser entregues até ao fecho dos serviços camarários.

Brasão do Concelho do SabugalO Município de Sabugal abriu, no dia 17 de Agosto, terça-feira, por um prazo de 5 (cinco) dias úteis, até segunda-feira, 24 de Agosto, um concurso para três lugares no âmbito do Programa PEPAL (Programa de Estágios Profissionais na Administração Local).
Esta vagas surgem agora, após uma pré-candidatura efectuada por este Município em Dezembro de 2008 junto da DGAL (Direcção Geral das Autarquias Locais), e após uma publicação em Diário da Republica do Despacho n.º 13939/2009, de 18 de Junho, onde são atribuídos um contingente de três lugares para o Município de Sabugal.
O PEPAL é um programa financiado pelo POPH (Programa Operacional do Pontencial Humano), e será nas seguintes áreas:
– Técnico Superior de Recursos Humanos;
– Técnico Superior de Arquivo e Documentação;
– Técnico de Turismo nível III.
Estas vagas estão a concurso até ao dia 24 de Agosto de 2009.
(Newsletter Municipio de Sabugal, 24 de Agosto de 2009, 16:43)

Curiosamente as vagas estiveram a concurso durante cinco (!) dias úteis entre os dias 17 e 24 de Agosto. Registamos e agrademos a informação apesar de nos ter chegado 17 minutos antes do fecho do concurso e os serviços camarários não indicarem a constituição do júri dos concursos. Com prazos tão apertados ainda bem que não precisamos de discursar no «Óh Forcão Rapazes!»
jcl

Concurso para reforço do Túnel do Sabugal

A REFER-Rede Ferroviária Nacional publicitou no Diário da República, de 10 de Agosto, a reabilitação e reforço do túnel do Sabugal na Linha da Beira Baixa.

Estação do Barracão - SabugalO anúncio de concurso público com o procedimento n.º 3882/2009, da REFER, tem como objectivo a reabilitação e reforço do túnel do Sabugal, na Linha da Beira Baixa, entre os Pk 205,971 e 206,369 no concelho do Sabugal.
A empreitada de obra pública tem como valor do preço-base do procedimento 4.034.179,00 euros e um prazo contratual de 365 dias. O vocabulário utilizado é o comum para os contratos públicos.
O concorrente terá de ser detentor de alvará emitido pelo Instituto da Construção e do Imobiliário e a apresentação das propostas deverá ser dirigida à Direcção de Contratualização, Procurement e Logística, 1.º, sala 123, 1100-105 Lisboa.
Recorde-se que a Linha da Beira Baixa entre Lisboa tem antes de chegar à Guarda uma estação denominada do Sabugal-Barracão praticamente desactivada nos dias de hoje. Na Linha da Beira Alta a estação da Cerdeira (freguesia do Sabugal), a poucos quilómetros do Complexo Termal do Cró, é uma das mais utilizada pelos sabugalenses nas viagens ferroviárias.
aps

Inatel expõe fotografias nas montras da Guarda

A Agência da Fundação INATEL na Guarda e a Agência para a Promoção da Guarda inauguram, no dia 2 de Julho, na Guarda, a Exposição do Concurso de Fotografia António Correia subordinada ao tema «A pedra na Beira». As imagens estarão espalhadas pelas montras comerciais do centro histórico da Guarda.

Inatel da Guarda

A cerimónia de inauguração da Exposição do Concurso de Fotografia António Correia terá lugar no dia 2 de Julho, pelas 18.30 horas, junto à Mediateca, na Praça Luís de Camões, na Guarda e será seguida de uma visita pelas obras expostas
A Exposição do Concurso de Fotografia António Correia estará espalhada até 2 de Agosto por 60 montras comerciais da cidade da Guarda, apresenta aproximadamente uma quinta parte das fotografias submetidas a concurso no final de 2008 e subordinadas ao tema «A Pedra na Beira».
Estarão expostas 60 fotografias, representando 42 concorrentes. Os quatro premiados deste concurso foram José Esteves Barreto, de Gouveia (1.º), António Costa Pinto, de Condeixa-a-Nova (2.º), Jorge Humberto Solano, da Guarda (3.º) e João Azevo, de Lisboa (4.º). Mereceram menção honrosa César Prata, José António Pereira e João Pedro Ferreira. O júri do concurso foi constituído por António Saraiva, director da Agência para a Promoção da Guarda, Arménio Bernardo, fotógrafo e Daniel Palos, fotógrafo.
O concurso, cuja edição 2009 será lançada no próximo Outono, pretende levar os fotógrafos amadores a experimentar a fotografia artística, descobrindo a realidade do distrito a partir de um tema aglutinador, que foi neste ano a pedra na natureza e nas construções.
Joaquim Igreja
(coordenador cultural do Inatel da Guarda)

Concurso digital «Ruivós pelos meus olhos»

«Ruivós pelos meus olhos» é o lema do concurso de fotografia e vídeo organizado pela Associação dos Amigos de Ruivós. O objectivo do desafio com data limite de 15 de Agosto, aberto a sócios e não sócios, é perpetuar em imagens digitais a freguesia de Ruivós.

Clique para Ampliar

(Clique na imagem para ampliar.)

Um concurso de fotografia e de vídeo, em formato digital, denominado «Ruivós pelos meus olhos» e a decorrer até 15 de Agosto é a actual iniciativa promovida pela Associação dos Amigos de Ruivós.
O concurso tem um carácter exclusivamente cultural, sem qualquer modalidade de sorteio ou pagamento, aberto a sócios e não sócios, e tem como objectivo estimular a participação dos amantes da fotografia e do vídeo e guardar para sempre imagens da vida da freguesia em 2009.
Um júri composto pelos fotógrafos profissionais Kim Tomé (Tutatux) e Pedro Afonso premiará a melhor fotografia e o melhor vídeo, utilizando critérios de originalidade, criatividade, beleza e fidelidade ao tema proposto sendo a sua decisão soberana e definitiva. Serão desclassificadas fotografias em que o júri detecte situações de manipulação digital.
Os trabalhos, sem limite por participante, deverão ser enviados em formato digital nos formatos «JPG» ou «TIF» (máximo 300kb) para as fotografias e «AVI», «MPG» ou «WMV» (máximo de 5 minutos) para os vídeos.
Os participantes deverão indicar o nome completo, idade, telefone, contacto de email, afinidade com a freguesia de Ruivós (não é obrigatória) e a cedência dos direitos de autor para posterior publicação pública dos trabalhos.
A Associação dos Amigos de Ruivós, fundada a 14 de Agosto de 2007, tem levado a cabo iniciativas em prol da promoção e do desenvolvimento da freguesia com especial destaque para a realização da primeira Capeia com forcão da história da aldeia em Agosto de 2008.

Os trabalhos podem ser enviados por correio para: Associação dos Amigos de Ruivós – Estrada Municipal – Sede da AAR-Salão de Festas – 6320-291 Ruivós
ou para o email: ruivospelosmeusolhos@gmail.com

Página oficial da Associação dos Amigos de Ruivós. Aqui.
Blogue oficial da Associação dos Amigos de Ruivós. Aqui.
jcl

Soitense conquista prémio de Economia da Católica

Diogo Nabais, filho dos soitenses Maria de Lurdes Manso Nabais e de Hélder Nabais, conquistou o segundo lugar no concurso de economia da Universidade Católica. O prémio foi entregue por Manuel Pinho, ministro da Economia e da Inovação.

Diogo Nabais - Manuel PinhoDiogo Nabais e o colega José Ferreira são alunos do 11.º ano do Colégio Amor de Deus, em Cascais, e conquistaram o segundo lugar na edição 2009 do Concurso Inter-Escolas Católica Professor Xavier Pintado. O prémio é fomentado pela Universidade de Ciências Económicas e Empresariais e conta com as parcerias do «Jornal de Noticias», da RTP e da EDP Renováveis, e o patrocínio da Sinfic, da TMN e do Montepio
Esta foi a 5.ª edição da iniciativa que tinha como objectivo a feitura de um ensaio segundo o mote da «Sustentabilidade e Energias Renováveis».
Após o processo de avaliação dos trabalhos a concurso de 131 equipas, a nível nacional, dos 11.º e 12.º anos, o júri divulgou a decisão no dia 12 de Maio de 2009 na Universidade Católica portuguesa onde foram entregues aos vencedores os respectivos prémios, intitulados Xavier Pintado, em jeito de tributo a um dos vultos da economia Nacional.
Na entrega dos prémios estiveram presentes Manuel Pinho, ministro da Economia, Luís Adão, da EDP Renováveis e Fátima Barros, directora da faculdade de Economia.
jcl

Atribulações de um professor do 1.º Ciclo

Sou natural do Soito e resido no Soito. Tenho 48 anos. Sempre esperei andar a correr Ceca e Meca, no início da carreira, para, mais tarde, poder ser colocado perto da minha residência, como acontece com qualquer outro funcionário público.

Ministra da EducaçãoAguincho, Mós, Sandomil, Sabugueiro, Paranhos da Beira, Algodres, Escalhão, Torre de Terrenho, Castanheira (localidades do distrito da Guarda), Lisga, Roda, Admoço (localidades do distrito de Castelo Branco) são terras e terreolas onde já exerci as minhas funções de professor do 1.º Ciclo do Ensino Básico (antiga Escola Primária).
Para além destas, também exerci nas escolas de Rebolosa, Lageosa, Foios, Soito, Aldeia Velha, Rendo e Bismula (no concelho do Sabugal).
Tenho vinte anos de serviço e pertenço ao Quadro de Zona Pedagógica da Guarda, conhecido pela sigla QZP.
Ninguém me pode acusar de desconhecer algum PAÍS REAL. Conheço bem o que são estradas de terra batida, o que é trabalhar em pré-fabricados e o que é trabalhar em escolas onde existem todos os anos de escolaridade, numa só turma (isto é, onde o professor trabalha com o 1.º, 2.º, 3.º e 4.º Ano, juntos numa mesma turma).
Nunca trabalhei dois anos seguidos numa mesma escola. Já trabalhei por duas vezes na mesma escola, mas em anos que não eram seguidos.
O desconhecimento por parte dos jornalistas e da população em geral, do que é a vida de um professor leva-os a dizerem os maiores disparates, sem que possam ser desmentidos.
Desde que este Governo tomou posse, através de uma bem orquestrada campanha na comunicação social, tem-se assistido a uma tentativa de denegrir a profissão de professor, metendo todos no mesmo saco, confundindo a parte com o todo, confundindo os professores do 1.º Ciclo com os professores do Secundário, chegando-se ao extremo de dizer que não passam de uma cambada de malandros, que não querem trabalhar, que são uns privilegiados, etc. etc.
Essa campanha tem tido um forte apoio de alguns comentadores mediáticos, tais como Emídio Rangel, Miguel Sousa Tavares e outros que não sabem do que falam, mas falam, falam, falam e escrevem.
A campanha começou por dizer que os professores estão todos colocados por três anos e, então, os professores não têm de que se queixar, já que antes era a instabilidade e, hoje, está tudo estabilizado.
Esta falácia é, facilmente, desmontada pelo meu próprio exemplo: Concorri, no ano lectivo 2006/2007 (o tal ano em que diziam que os professores eram colocados por 3 anos) e não obtive colocação no QZP da Guarda. Mas, muitos outros não ficaram melhor. Embora colocados tiveram que ir para longe (alguns com mais de 25 anos de serviço!!! – por exemplo uma professora do concelho de Sabugal, foi colocada no concelho de Gouveia e viu professores contratados ou do QZP, muito menos graduados ficarem no concelho do Sabugal). Em vez de colocarem os professores do QZP ( a quem têm que pagar ordenado, porque são do Quadro) colocaram contratados. Ou seja, pagaram ordenado ao professor contratado e , ao mesmo tempo, pagaram ordenado ao professor do QZP, sem escola atribuída. E diziam que Portugal estava em contenção orçamental.
Passado um tempo atribuíram-me uma colocação (a que chamam administrativa), na Escola de Aldeia Velha. Fiquei lá o ano lectivo todo.
No ano lectivo 2007/2008 tive que, obrigatoriamente, concorrer. Mas, sempre esperei não ser colocado (para os leigos: quem é do QZP e não é colocado no Concurso fica no Agrupamento onde prestou serviço no ano lectivo anterior). Desta vez já não colocaram os contratados, só colocaram os do QZP. Quem os consegue entender?
A minha colocação foi em Sandomil (Seia), a 125 Km de casa.
Passadas umas semanas colocam na Escola de Aldeia Velha uma professora do concelho de Seia. Como é natural, eu e a colega tratámos dos «papéis» para efectuar uma troca de lugares. Note-se que a colega que pretendia ser colocada na escola que me foi atribuída tinha um filho ainda bebé, tinha outro na Escola Primária e tinha o marido desempregado. Todos estes factos, mais o de eu ter sido o professor dos alunos de Aldeia Velha, no ano lectivo anterior, foram mencionados no requerimento entregue no serviço que processa as trocas de escola. Resposta do serviço competente relativamente à troca: «NÃO AUTORIZADA», porque haveria prejuízo pedagógico para os alunos.
O que aconteceu aos alunos da Escola de Aldeia Velha? Passaram o ano lectivo todo com a professora a usar o seu direito à amamentação do filho bebé, chegando sempre uma hora depois da entrada na escola. A substituição da professora em questão, durante essa hora diária foi assegurada por uma tarefeira que não é professora.
De certeza absoluta que a professora não necessitaria de usar esse direito à amamentação, se estivesse colocada no concelho de Seia, a poucos quilómetros da sua casa. Amamentaria o filho, de manhã, e ainda chegava a tempo à escola. Mas quem decide, está bem instalado num gabinete e quer lá saber.
Podem imaginar como me senti, no dia que recebi a notificação de que a troca não tinha sido autorizada. Nem consigo exprimir o que me passou pela cabeça. Dizer que foi uma aberração ou uma injustiça ainda é pouco. Verifiquei que há pessoas que nem uma pinga de humanismo têm, quanto mais de socialismo. Foi o pior ano lectivo da minha vida. À custa dessa colocação gastava mais de metade do meu ordenado em alimentação, deslocações e renda de casa. Apesar de estar a pagar um empréstimo ao banco, de uma habitação que adquiri, tinha que pagar uma renda de casa, ou seja pagava por duas casas.
Neste ano lectivo era eu que queria concorrer ( o que eu queria era sair daquela escola o mais rapidamente possível). O que faz, entretanto, o Ministério da Educação? Publica uma lei que autoriza os professores a manterem-se na escola, se o desejarem, para manter a continuidade pedagógica. No ano lectivo anterior não quiseram manter a continuidade pedagógica, podendo eu ficar em Aldeia Velha.
Voltei a concorrer e, apesar de ter colocado nas preferências todos os concelhos do distrito da Guarda, excepto o de Seia, fui colocado em Paranhos, no concelho de Seia.
Entretanto, neste ano lectivo voltaram a colocar no distrito da Guarda professores contratados, quando ainda existe uma meia centena de professores do QZP por colocar. Voltam a pagar ordenados a professores por duas vezes. E muitos desses contratados vão ocupar vagas perto da residência de muitos professores do Quadro, que tinham manifestado essas preferências no Concurso. Enfim um verdadeiro contra-senso…
Sei bem quanto isto é difícil de compreender por um leigo, que segue apenas as notícias na televisão, as quais estão sempre a insistir na tecla de que os professores estão colocados por 3 anos. Como se pode ver pelo exemplo, isso não é verdade.
O pior disto tudo é que esta situação, verdadeiramente surreal, só acontece com os professores. Outros funcionários do Ministério da Educação não passam por isto. Uma auxiliar de acção educativa ou um funcionário administrativo de uma escola, mesmo que esta feche, é transferido para uma escola próxima e tudo fica resolvido. Porque acontece isto aos professores?
E porque é que a Comunicação Social não foca estas situações surrealistas?
João Aristides Duarte

Inatel reedita o «Encontrão»

O Inatel reedita, em 2008, o «Encontrão» composto pelos concursos «Etnográfico Henrique Rabaço», «Festimúsica» e «Teatrália» e que tem como destinatários os Centros de Cultura e Desporto de todo o Continente e Regiões Autónomas.

Encontrao do InatelO Inatel organiza novamente o «Encontrão» destinado aos Centros de Cultura e Desporto (CCD) do INATEL que têm Grupos Etnográficos ou de Música Tradicional (Concurso Etnográfico Henrique Rabaço), Bandas Filarmónicas, Grupos de Música de Câmara, Grupos de Música Ligeira, Orquestras, Grupos Corais (Concurso Festimúsica) e Grupos de Teatro Amador (Concurso Teatrália).
Com este projecto, procura-se mobilizar os Centros de Cultura e Desporto de todo o Continente e Regiões Autónomas apelando à criatividade destes para a concepção de espectáculos inovadores.
Fomentar-se-á ainda o contacto e a dinâmica associativa mediante uma competição salutar que tenha como pano de fundo comum a ligação de todos ao Inatel.
Como em anos anteriores, haverá uma Eliminatória Regional a realizar a 25 e 26 de Outubro, que apurará o representante do distrito na final a disputar em 8 e 9 de Novembro, em Lisboa.
As despesas de alimentação, alojamento e deslocação dos concorrentes para as Eliminatórias Regionais serão da responsabilidade dos mesmos.
O Inatel concederá, no entanto, um apoio no valor de 125 euros a cada CCD pela produção dos espectáculos regionais que sejam apurados e que se apresentem nas Eliminatórias.
Em cada modalidade, ao grupo que for apurado para a final serão pagas as despesas de alimentação e transporte, habilitando-se ainda a ganhar um prémio de 2.500 euros, em caso de vitória.

Cópia do Regulamento do Concursos: EtnográficoFestimúsicaTeatrália.

Joaquim Igreja
(Coordenador Cultural da Delegação da Guarda do Inatel)

Fundação Inatel desafia sócios a compor um hino

A Fundação INATEL lançou um desafio aberto a todos os filiados para a escolha de um hino a ser musicado para banda filarmónica. O envio dos trabalhos para o Concurso de Composição Maestro Silva Dionísio deverá ser feito até 30 de Setembro.

Cuncurso de Música do INATELA Fundação INATEL lança um Concurso destinado aos filiados do INATEL com o propósito de fomentar e valorizar a escrita musical para Bandas Filarmónicas, o Concurso de Composição Maestro Silva Dionísio.
O concurso, que decorre até 30 de Setembro, engloba duas categorias de prémios, um Grande Prémio, no valor de 2.000 euros e o Prémio Especial para Jovens Compositores com idade até 30 anos, no valor de 1.000 euros.
A peça a concurso deverá consistir num Hino do INATEL e obedecer à instrumentação para Banda Filarmónica.
Os resultados serão divulgados até 2 de Dezembro de 2008.
Outros pormenores do Regulamento poderão ser obtidos nas Delegações Regionais do INATEL ou através da Divisão de Etnografia e Folclore do INATEL.
Joaquim Igreja

Aluno da Ruvina vence prémio da «Caminho»

O trabalho individual de Diogo Antunes, aluno da EB1 da Ruvina, no concelho do Sabugal, venceu o 1.º Prémio da categoria «3.º e 4.º anos – Texto Original» do concurso «Uma Aventura… Literária 2008» da Editorial Caminho.

A edição do ano lectivo 2007/2008 do concurso «Uma Aventura… Literária» da Editorial Caminho teve um vencedor especial na categoria «3.º e 4.º anos – Texto Original». O aluno da EB1 da Ruvina, Diogo Antunes, alcançou o primeiro lugar com o seu trabalho individual.
Os trabalhos de «Texto Original», «Crítica» e «Desenho» foram divididos por quatro graus de ensino: 1.º, 2.º e 3.º Ciclos e Ensino Secundário.
No 1.º Ciclo houve três prémios para os alunos do 1.º e 2.º ano e três para os alunos do 3º e 4º ano. Os trabalhos premiados (três por cada grau de ensino e por cada modalidade) irão ser publicados com o nome e com a fotografia dos autores, bem como o nome da escola que frequentam, num livro da colecção «Uma Aventura».
O Diogo Antunes terá direito a um cheque-livro da Editorial Caminho no valor de 50 euros e os seus professores recebem, igualmente, um cheque-livro no valor de 25 euros.
O número de participações atingiu, este ano, o número record de 9316 trabalhos individuais e de grupo de muitas centenas de escolas de Norte a Sul do continente, ilhas e alunos de português no estrangeiro.
Em consequência do elevado número de participações e à excepcional qualidade dos trabalhos apresentados a concurso, o júri optou por contemplar separadamente os trabalhos individuais e os colectivos.

Parabéns à EB1 da Ruvina e em especial ao Diogo Antunes e aos seus professores.
jcl

XXV Feira Concurso do Jarmelo

Vamos ter no lugar do Jarmelo no próximo dia 1 de Junho a XXV Feira Concurso do Jarmelo. Modernamente o Jarmelo propriamente dito, já não existe. Apenas sob o ponto de vista administrativo se compõe de pequenos povoados agrupados em duas freguesias nominativas – S. Pedro e S. Miguel – nenhuma delas sendo sede própria.

Vaca JarmelistaSem pretender descrever o que é a Feira Concurso do Jarmelo, apenas nos cabe relembrar que se trata de um acontecimento que remonta ao século XIX. Basta lembrar documentos da época para isto poder ser afirmado sem exagero. Trata-se de um evento com 25 edições pós-25 de Abril e, por curiosidade, tantas como a afamada e apoiada OVIBEJA. Estamos, portanto, perante um acontecimento de raízes e tradições e enraizado face ao futuro.
Nas últimas edições já se notou o esforço de se realizar algo mais do que um concurso, mas dada a escassez de verbas ainda não se concretizou. A junta de freguesia de São Pedro todos os anos tem despesas consideráveis com a Feira, face ao parco orçamento global. Entendemos portanto que esta pode ser mais uma hipótese de não deixar que as oportunidades passem ao lado do Jarmelo e toda a sua região.
É nossa intenção, faz anos, aproveitar um dado importante para qualquer evento: o Público fiel desta feira que está por tradição assegurado. Este dado importante, faz com que não seja necessário um esforço suplementar para atraír público. Se temos povo, temos que lhes oferecer mais… desse mais, pensamos, e queremos, que uma animação de cariz popular seja uma realidade.
Da animação para este evento, sabemos que poderia passar por restaurar eventualmente ambientes de outras feiras e de outros tempos… com a presença de grupos musicais de cariz popular que podessem fazer reviver a estas gentes o tempo que o tempo marcou.
Ainda em paralelo com a feira já é comum, haver exposição de potencialidades da região do Jarmelo, queremos com isto dizer, que o artesanato estará presente, tentando com isso ajudar a promover situações tão peculiares como esta: o Jarmelo tem neste momento o único produtor de tesouras de tosquia do país, temos ainda uns ferreiros que produzem miniaturas de utensílios agrícolas de forma completamente artesanal, ainda as mantas de farrapos.
O programa base deste evento, passa pela recepção dos animais pela manhã, seguida da sua exposição ao público e entrega dos prémios ao fim da manhã; segue-se um almoço com criadores e convidados em que geralmente também participam as entidades oficiais que apoiam a feira; durante a tarde segue-se uma garraiada aberta gratuitamnete ao público.
Para a edição deste ano, gostaríamos que as entidades desconcentradas do estado (DRAPC–Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro e DGV–Direcção-Geral de Veterinária), formassem connosco voz no sentido de realmente se salvaguardar o legado histórico da carga genética das raças jarmelistas – vacas, cabras e ovelhas.
Querendo incentivar e reforçar fortemente a vaca jarmelista, urge que medidas de excepção sejam verdadeiramente colocadas em campo, de forma a que não sejam os anos a passar irremediavelmente para o abismo (num animal em vias e de extinção, qualquer dia pode ser o último…).
Urge, entre as medidas de excepção, que sejam atribuídas cotas aos animais que vão nascendo, provenientes do projecto global. Urge que se parta a todo o vapor para a inseminação «in vitro» e posterior implantação em «barrigas de aluguer», para que em 2013 (fim da «mama» comunitária) estejamos com um número de efectivos suficientes que a raça possa ser rentável em termos de mercado da carne, abastecendo um mercado de consumo da carne jarmelista, que terá que se criar.
Um abraço daqui destas terras do Jarmelo.
Agostinho Silva

Forcalhos organizam concurso de fotografia

«Olhar Raiano» é o nome do concurso de fotografia, organizado pela Associação Recreativa e Cultural dos Forcalhos (ARCF), que vai na sua segunda edição. O tema escolhido é a raia, as suas gentes e as tradições.

ARCF-Associação Recreativa e Cultural dos ForcalhosO concurso é aberto a todos e os trabalhos terão que ser entregues na associação até ao dia 16 de Agosto. O objectivo é fomentar o gosto pela fotografia artística e despertar a atenção de todos para a realidade social e humana e o património natural e arquitectónico da região raiana.
Cada concorrente pode apresentar um máximo de três fotografias, impressas em papel fotográfico, com o tamanho 15 X 20 cm.
O regulamento do concurso, que pode ser consultado no blog da ARCF prevê a constituição de um júri, que analisará os trabalhos e decidirá sobre o seu mérito. Está prevista a atribuição de prémios para os três primeiros classificados. O primeiro prémio corresponderá a 100 euros, o segundo a 50 euros e o terceiro a 25 euros.
plb

Concursos de Fotos, Prosa e Poesia sobre a Malcata

As Câmaras Municipais do Sabugal e de Penamacor, a empresa municipal Sabugal+ e a Junta de Freguesia de Penamacor em cooperação com a Sociedade Portuguesa de Vida Selvagem e a Reserva Natural da Serra da Malcata promovem três concursos (fotografia, prosa e poesia) abertos a todos.

Concursos sobre a Serra da MalcataCom o objectivo de divulgar e promover a Serra da Malcata, a sua riqueza natural, os seus valores culturais e incentivar a visita turística à região foram criados três concursos (fotografia, prosa e poesia) abertos à participação de todos.
Os desafios aos poetas e aos artistas anónimos contam com o apoio das Câmaras Municipais e de Penamacor, a empresa municipal Sabugal+ e a Junta de Freguesia de Penamacor em cooperação com a Sociedade Portuguesa de Vida Selvagem (SPVS) e a Reserva Natural da Serra da Malcata (RNSM).
O concurso de poesia/prosa «Serra da Malcata em palavras», organizado pela unidade de educação ambiental da Sociedade Portuguesa de Vida Selvagem em colaboração com a Reserva Natural da Serra da Malcata tem como objectivo promover as capacidades de expressão escrita e estimular a sua ligação à natureza promovendo, através das palavras, a beleza e a riqueza naturais da Serra da Malcata classificada como Rede Natura 2000.
O concurso de fotografia «Serra da Malcata – Instantes» pretende descobrir novos talentos entre os participantes e promover a divulgação através da imagem das belezas naturais das áreas classificadas da Serra da Malcata.
A Câmara Municipal do Sabugal aproveita também, para nos deixar uma mensagem: «Deixe-se seduzir pela beleza natural das áreas protegidas da Serra da Malcata, percorra os trilhos e inspire-se nas paisagens, nos rios, na topografia, descubra os mistérios, as espécies, sinta a natureza e transforme a beleza destas paisagens naturais em palavras ou capte com o seus olhar todas essa sensibilidade, despertando o artista e o poeta que há em si.»
As inscrições estão abertas até 15 de Fevereiro e o Capeia Arraiana disponibiliza para cópia os ficheiros da inscrição.

Concursos de Poesia e de Prosa «Serra da Malcata em Palavras»
Faça aqui o download
Concursos de Fotografia «Serra da Malcata – Instantes»
Faça aqui o download

jcl