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À Fala Com... - © Capeia Arraiana

António José Vaz – o candidato do PS ao Sabugal

À Fala Com… António José Vaz – O Capeia Arraiana abre a campanha eleitoral das Autárquicas 2013 no Sabugal com uma grande entrevista ao candidato socialista, António José Vaz, economista, director do Departamento Administrativo e Financeiro da Câmara Municipal de Tábua e ex-presidente da comissão de fiscalização da distrital de Coimbra do Partido Socialista.

À Fala Com... António José Vaz - Candidato PS Câmara Sabugal - © Capeia Arraiana

À Fala Com… António José Vaz – Candidato do Partido Socialista à Câmara do Sabugal (Autárquicas 2013)

Grande entrevista com… Ana Isabel Charters

A candidatura de Ana Isabel Charters pelo CDS-PP foi uma surpresa. Os documentos foram entregues na tarde de segunda-feira, 17 de Agosto, pelo mandatário Francisco Pires Costa Paula, de Pousafoles do Bispo, e por Cristina Isabel Gamboa Metello de Seixas, presidente da concelhia centrista na Guarda. Ana Isabel Charters é filha de D. Luísa Lasso de La Veja Y Pedroso Charters, viscondessa de S. Sebastião, da Aldeia Histórica de Sortelha.

Grande Entrevista - Ana Isabel Charters - CDS-PP - Sabugal

Ana Isabel Charters, 58 anos, tem duas filhas e cinco netos e pertence a uma família nobre com casa em Sortelha desde o século XIII.
A actual secretária do Presidente do CDS-PP, Paulo Portas, estudou na Guarda até aos 15 anos e terminou o liceu em Lisboa tendo frequentado durante um ano a École Schulz, em Genéve, na Suíça.
No seu curriculum pessoal pode ler-se que iniciou a actividade profissional aos 22 anos no Banco Português do Atlântico onde se manteve até ser convidada para secretária do Ministro das Finanças, João Morais Leitão. Entre 1981 e 83 manteve-se nos gabinetes governativos como secretária de João Salgueiro, Ministro de Estado, das Finanças e do Plano.
Entre 1983 e 88 foi secretária de Álvaro Barreto, primeiro no Ministério do Comércio e Turismo e posteriormente no Ministério da Agricultura, Pescas e Alimentação.
No final de 88 regressou à actividade privada como secretária de administração da empresa Ibercrédito, do Grupo Hispano-Americano onde esteve durante cinco anos.
Em 1993 foi convidada para secretária do Secretário de Estado das Finanças e do Tesouro, Francisco Esteves de Carvalho, onde permaneceu até ao final do mandato.
No mesmo ano participou nas eleições presidenciais como secretária do General Soares Carneiro na sua candidatura à Presidência da Republica (AD) e foi vogal na Junta de Freguesia do Coração de Jesus em Lisboa.
Na nova legislatura foi secretária do líder parlamentar do CDS, Jorge Ferreira, passando a secretária de Paulo Portas quando este assumiu a presidência do CDS em 98 tendo-o acompanhado no Governo como Ministro de Estado, da Defesa Nacional e do Mar. Durante a presidência de José Ribeiro e Castro manteve as funções de secretária do presidente do partido.

– A sortelhense Ana Isabel Charters é, actualmente, secretária do presidente do CDS, Paulo Portas. Como gostaria de se apresentar aos sabugalenses?
– Como uma filha da terra que um dia as circunstâncias familiares obrigaram à migração para Lisboa, que voltou sempre que pôde e que é em Sortelha que se sente em casa.
– A sua candidatura foi conhecida em cima da data limite para entrega dos processos no Tribunal. Porquê?
– Assumir uma candidatura é um acto de responsabilidade. Tenho marido, sou mãe, sou avó, e exerço a minha profissão em Lisboa. Todos estes factores tiveram de ser tidos em conta antes de poder aceitar o convite que me foi feito.
– O concelho do Sabugal tem 40 freguesias. Por que razão apenas constituiu listas em duas delas?
– Eu fui convidada pelas estruturas locais do CDS-PP para me candidatar e sinto-me muito honrada. A constituição das listas e das freguesias onde o CDS-PP concorre não dependeram de mim. No entanto, o facto de o CDS-PP concorrer a algumas freguesias – para além da corrida à Câmara e à Assembleia Municipal – revelam por si só que há um espaço para o CDS-PP e que há quem se disponha a dar a cara por ele: os resultados eleitorais dirão o resto.
– Conhece os elementos do actual executivo camarário? O que pensa da sua gestão?
– Saí daqui depois de ter feito o Liceu na Guarda e hoje sou avó. Passaram muitos anos e, fora de Sortelha, há muitas pessoas que não conheço: os mais novos do que eu, os que vieram de fora, outros que nunca cheguei a conhecer. Mas tenho acompanhado a actividade do Concelho, sempre que aqui venho estou atenta às diferenças, ao que é novo, ao que vai sendo feito, às opções que são tomadas, à velocidade que é imprimida ao que se faz. E, embora acredite sem qualquer dúvida que quem se dedica à política, seja ela local ou nacional, tem sempre a intenção de melhorar a vida das pessoas, dou sempre comigo a pensar no que não foi feito, noutras prioridades e opções, noutra forma de utilizar os dinheiros públicos, no que falta fazer ainda para que a vida no Sabugal possa atraír os mais jovens, possa trazer felicidade aos mais idosos, possa garantir o ganha-pão aos que têm uma família para sustentar.
– Estão em curso obras camarárias para a construção de uma ligação à A23. Concorda com o traçado e com a decisão de ser financiada exclusivamente com dinheiros municipais?
– Não há memória de estrada construída cujo traçado não tenha motivado a contestação de uns e a satisfação de outros. É assim por natureza: uns vêem o traçado beneficiar-lhes a vida e os outros pretendem para si o mesmo benefício, nunca sendo possível agradar a todos. O Concelho tem 40 freguesias e nunca seria possível dar resposta favorável às aspirações de todas elas. Não sou tecnicamente qualificada como o são os engenheiros de estradas e acredito, aqui também, que a Câmara dedicou à ligação à A23 o melhor que podia. Pior que tudo seria não haver ligação nenhuma à A23 ou aguardarmos anos e anos por uma solução que acabaria por atrasar o bem-estar de todos os que aqui vivem. A urgência na realização da obra, de que partilho, poderá ter justificado que a obra seja paga com verbas do orçamento camarário.
– A desertificação é um problema do nosso concelho. No seu programa eleitoral aponta medidas para contrariar o fenómeno?
– O abandono do interior em busca de melhores oportunidades, de acesso à educação para os filhos, de cuidados de saúde para os doentes e os mais velhos, da animação cultural mais alargada que as grandes cidades proporcionam, a par da crise da agricultura tradicional que passava de pais para filhos, levaram os nossos conterrâneos a procurar em Lisboa, no Porto e no estrangeiro o que aqui não encontravam. Eu própria saí daqui. Mas, 35 anos depois da Revolução, há que dizer que o País está mais próspero, está melhor, e oferece uma boa qualidade de vida mesmo no Interior. As novas estradas e auto-estradas tornaram os lugares mais próximos, as novas redes de transportes tornaram as viagens mais cómodas, os hospitais distritais permitem melhores cuidados na saúde, as escolas, as universidades e os institutos politécnicos permitem uma educação qualificada, os centros culturais garantem o acesso à oferta disponível, no supermercado mais próximo encontram-se os mesmos produtos que em Lisboa, no Porto ou em Braga. A pouco e pouco, o Interior vai-se tornando mais atractivo para quem o escolhe.
– Quais são as grandes apostas centristas para o desenvolvimento do concelho?
– O desenvolvimento do concelho passa necessariamente pelo desenvolvimento da economia local e é também por isso que as facilidades de acesso rodoviário são importantes e urgentes. Ninguém vem passar um fim-de-semana a uma unidade hoteleira ou almoçar num restaurante tradicional se gastar metade do tempo no automóvel; e ninguém virá fazer agricultura biológica ou constituir uma empresa de confecção ou de tecnologia avançada se o escoamento da produção não for assegurado de forma rápida e eficiente.
– Se for eleita vereadora assume o lugar?
– De tudo o que afirmei atrás decorre naturalmente que assumirei o lugar para que for eleita.
– Considera que o concelho do Sabugal tem tirado partido de ter Sortelha como uma das Aldeias Históricas de Portugal?
– Penso que ainda há muito a fazer. Sortelha pode ter melhor sorte.
– Vai fazer pessoalmente campanha no concelho? O que gostaria que não acontecesse nesta campanha eleitoral?
– Disse-o já. Eu acredito nos políticos. Acredito que todos os que se entregam à causa pública são bem intencionados e, independentemente do quadrante partidário a que pertencem, merecem admiração e respeito. Pela minha parte, vou dizer aquilo em que acredito e vou escutar as propostas dos meus adversários. Muitas das soluções que propuserem serão certamente importantes e deverão ser introduzidas. Espero que saibam escutar as minhas: a prática democrática passa por aí.
– Nas grandes entrevistas aos outros candidatos não foi colocada a questão dos incêndios. Como analisa os recentes acontecimentos?
– O recente incêndio veio pôr à prova a capacidade da Câmara no apoio directo aos mais prejudicados, nos recursos materiais colocados à disposição, no acesso ao Governo e na rapidez da resposta. No fim do seu mandato a Câmara vai ser julgada no dia das eleições pelo que fez ao longo dos últimos quatro anos e pela forma como soube reagir a esta catástrofe. Que venham todos às urnas e que, livremente, escolham a continuidade ou a mudança.
jcl e plb

CDU já tem candidato à Câmara do Sabugal

José Manuel Monteiro, de 48 anos, natural do Sabugal, economista e chefe do Departamento de Administração e Finanças do Município de Palmela, é o candidato da Coligação Democrática Unitária (CDU) à Câmara Municipal do Sabugal.

CDU - Autárquicas 2009O candidato agora conhecido disse ao Capeia Arraiana que aceitou o convite que lhe foi dirigido por entender tratar-se de um desafio interessante, na medida em que poderá ajudar no debate acerca do futuro do concelho do Sabugal: «apresentaremos projectos alternativos como contribuição para repensar o que o concelho é e o que pode vir a ser», disse o novo candidato autárquico.
José Manuel Monteiro saiu do Sabugal ainda muito jovem, para estudar, tendo depois fixado residência em Loures, de cuja Câmara Municipal é técnico superior, agora em comissão de serviço em Palmela, onde exerce um cargo dirigente na administração autárquica. Licenciou-se em Organização e Gestão de Empresas no ISCTE e fez uma pós-graduação em Contabilidade e Administração Pública.
A CDU apresenta desta forma aquele que é o quarto candidato conhecido no Sabugal, juntando-se a António Robalo, António Dionísio e Joaquim Ricardo, que há muito estão na corrida.
Como candidato à Assembleia Municipal a CDU mantém a candidatura do actual deputado municipal João Manata, do Sabugal.
Segundo a expressão curiosa de um militante comunista do concelho, o tradicional candidato da CDU «zitaseabrou», pelo que não irá nas listas deste ano da coligação, que de qualquer forma decidira já renovar os nomes, não o convidando para encabeçar a Lista. De facto, Geraldo Mendes, natural de Sortelha, que foi o cabeça de lista da CDU nos últimos actos eleitorais, resolveu candidatar-se pelo PSD à Junta de Freguesia da sua terra.
plb

Jantar com apoiantes do candidato Joaquim Ricardo

Decorreu ontem, terça-feira, no Restaurante Trutalcôa, em Quadrazais, um jantar com apoiantes da candidatura de Joaquim Ricardo e que contou com a presença de alguns presidentes de Juntas de Freguesia do concelho do Sabugal.

TrutalCôaApoiantes da candidatura de Joaquim Ricardo sentaram-se à mesa no restaurante do Tó das Trutas esta terça-feira, 23 de Setembro, para debater o actual momento político com alguns presidentes de Junta de Freguesia do concelho do Sabugal.
Estamos, também, em condições de afirmar que o presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Manuel Rito, «passou» pelo restaurante enquanto decorria o jantar que tinha em cima da mesa a disponibilidade de Joaquim Ricardo para encabeçar uma lista apoiada pelos sociais-democratas.
Setembro e Outubro são os meses das grandes decisões.
Joaquim Ricardo deu a conhecer publicamente no Capeia Arraiana a sua disponibilidade para encabeçar uma lista à Câmara Municipal do Sabugal. A sua candidatura alterou as regras do jogo e veio obrigar à definição de posições por parte dos mais variados intervenientes políticos.
O Partido Socialista ratificou, recentemente, por votação dos militantes o nome de António Dionísio como candidato oficial.
O Partido Social Democrata ainda não anunciou oficialmente o seu eleito. O silêncio «laranja» tem sido estrategicamente gerido por Manuel Corte, presidente da Comissão Política Concelhia dos sociais-democratas do Sabugal.
O Capeia Arraiana soube de fonte segura que o Presidente da Distrital da Guarda, Álvaro Amaro, esteve reunido no Sabugal, com altos responsáveis políticos e autárquicos no sentido de concertar estratégias e decidir o nome do candidato laranja.
O actual presidente do município sabugalense, Manuel Rito Alves, tem uma palavra a dizer em todo o processo até porque as orientações da presidente do partido, Manuela Ferreira Leite, vão no sentido de convidar todos os actuais presidentes sociais-democratas a recandidatarem-se. Convite que Manuel Rito declinou por motivos pessoais.
O cenário laranja para as próximas eleições autárquicas resume-se agora a duas (de três) possibilidades: ou na contagem das nove «espingardas» na reunião da Comissão Política do PSD surge o nome de um candidato «interno» que reúna a maioria dos votos ou, então, poderão ter que aceitar a disponibilidade de Joaquim Ricardo para encabeçar uma lista social-democrata.
Mas em política nada é definitivo. E se não houver entendimento estamos em crer que Manuel Rito Alves poderá, apesar dos problemas pessoais, dar um murro na mesa e equacionar uma recandidatura ao cargo de presidente da Câmara Municipal do Sabugal.
jcl

Anúncio oficial da candidatura de Joaquim Ricardo

O sabugalense Joaquim Ricardo explica, pela primeira vez, em comunicado oficial as razões da sua disponibilidade para encabeçar uma lista independente candidata à Câmara Municipal do Sabugal nas eleições autárquicas do próximo ano.

Joaquim Ricardo«ESTOU DISPONÍVEL!…

Nasci e cresci no espaço concelhio. Fui autarca. Imigrei (cá dentro) durante mais de duas décadas e regressei. Lá fora (mas cá dentro), trabalhei e progredi na carreira profissional.
À noite tratei da minha formação académica onde conclui uma licenciatura em contabilidade e administração de empresas e duas Pós-Graduações – uma em Prospectiva e Estratégica das Organizações (CNAM-Paris/CCT-Porto) e outra em Gestão Pública para dirigentes da Administração Pública (INA).
Fui responsável por diversas Pós-Graduações em fiscalidade ministradas em estabelecimentos de ensino superior nacionais e palestrante em diversas organizações de profissionais de que destaco a Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas e ainda em diversos estabelecimentos de ensino superior.
Pelo meio, a carreira profissional sempre presente e, actualmente, o desempenho de cargo dirigente na administração pública. Sou autor de algumas publicações técnicas de que se destaca o livro “Direito Tributário” que tem actualmente a sua 8.ª edição, para além de outras participações literárias e a colaboração semanal sobre temas actuais em órgãos de comunicação regionais.
Durante toda a minha carreira profissional (e já lá vão mais de três décadas) tenho-me pautado por princípios que resultam em servir a organização e não servir-me da organização. É assim que eu entendo o serviço público: SERVIR e não ser SERVIDO.
Ao longo de toda a minha intervenção jornalística tenho levantado problemas e sugerido soluções para o nosso concelho. Tenho planos ambiciosos para o desenvolvimento do concelho do Sabugal e alguns já foram objecto de discussão e de análise.
Chegou agora o momento de agir e actuar na resolução dos principais problemas que obstam ao desenvolvimento do concelho. Acho que posso contribuir positivamente para a sua solução porque quem me conhece sabe que sou um homem de projectos e com capacidade para os levar a bom porto e disso já dei provas ao longo de toda a minha vida e alguns deles concretizados muito recentemente.
Pelo exposto, estou disponível para liderar, como independente, uma equipa que desenvolva e leve a cabo um ambicioso projecto para o Sabugal que o coloque no pelotão da frente das autarquias modernas do país.
Sabugal, 12 de Setembro de 2008
Joaquim Ricardo
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O cenário agora criado é novo na realidade política sabugalense mas o «Independente» Joaquim Ricardo não é propriamente um candidato-surpresa. Nos últimos meses tem publicado muitas opiniões e defendidos muitas ideias para o «seu» Sabugal. E é isso que se espera de um candidato democrático. Que traga para a discussão pública aquilo em que pensa, aquilo em que acredita, aquilo que defende, aquilo que deseja executar se vencer as eleições.
jcl

A «rentré» política

O candidato a líder da autarquia que se comprometa com os seus eleitores na criação de novos postos de trabalho, nos próximos dez anos, terá o meu voto e certamente também o de todos os sabugalenses.

Joaquim RicardoNo final do mês de Agosto, os partidos políticos habituaram-nos, desde há alguns anos a esta parte, a fazerem a sua reentrada na cena política nacional.
Todos os partidos, sem excepção, fazem questão em apresentar-se novamente aos portugueses, alertando-os para os desafios («combates») políticos do novo ano «político». Este ano, as próximas eleições autárquicas são tema obrigatório para todos.
A escolha dos futuros autarcas, para quem ainda não o fez, vai ser a sua principal preocupação. Todos, mas mesmo todos, esmeraram-se em escolher aquele que melhor irá representar a autarquia e claro defender o interesse do partido. Por isso, espera-se que o próximo Outono e Inverno sejam estações anormalmente quentes, politicamente falando. E o concelho do Sabugal não será excepção e os motores das máquinas partidárias concelhias já começaram a aquecer no que diz respeito aqueles que ainda não escolheram os seus candidatos à liderança da autarquia.
São vários os problemas que o concelho do Sabugal enfrenta mas o principal a resolver, na minha opinião, será o combate cerrado à desertificação da região e tentar inverter a tendência que grassa no concelho. É um problema de difícil resolução mas que valerá a pena colocá-lo como principal objectivo a atingir nos próximos tempos. Quem não levar este problema a sério e comprometer-se com ele não deverá ter a ousadia de deixar escrever o seu nome na lista dos candidatos por qualquer partido.
Com efeito, o maior desafio para o concelho nos próximos anos será a criação de postos de trabalho estáveis e a adopção de medidas que levem os jovens a fixar-se neste imenso e agradável território. Por isso, o candidato a líder da autarquia que se comprometa com os eleitores na criação de novos postos de trabalho, nos próximos dez anos, terá o meu voto e certamente também o de todos os sabugalenses.
«Ideias Soltas», opinião de Joaquim Ricardo

dr_jfricardo@hotmail.com