Tag Archives: cabinda

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

1971-74 – Os dias da Tropa (18)

O meu plano é trazer aqui um resumo dos 38 meses e 11 dias da minha tropa: desde 21 de Julho de 1971 (entrada no Curso de Oficiais Milicianos da Escola Prática de Infantaria de Mafra) até 2 de Outubro de 1974 (aterragem no aeroporto militar de Lisboa, vindos de Luanda). Trarei apenas episódios marcantes, nunca esquecidos, que dormem acordados nos recantos da minha memória.

Patrulha avança na picada da selva guineense - Capeia Arraiana

Patrulha avança na selva de Cabinda

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

1971-74 – Os dias da Tropa (17)

O meu plano é trazer aqui um resumo dos 38 meses e 11 dias da minha tropa: desde 21 de Julho de 1971 (entrada no Curso de Oficiais Milicianos da Escola Prática de Infantaria de Mafra) até 2 de Outubro de 1974 (aterragem no aeroporto militar de Lisboa, vindos de Luanda). Trarei apenas episódios marcantes, nunca esquecidos, que dormem acordados nos recantos da minha memória.

Época das chuvas em Buco Zau - Capeia Arraiana

Época das chuvas em Buco Zau

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

1971-74 – Os anos da Tropa (11)

O meu plano é trazer aqui um resumo dos 38 meses e 11 dias da minha tropa: desde 21 de Julho de 1971 (entrada no Curso de Oficiais Milicianos da Escola Prática de Infantaria de Mafra) até 2 de Outubro de 1974 (aterragem no aeroporto militar de Lisboa, vindos de Luanda). Trarei apenas episódios marcantes, nunca esquecidos, que dormem acordados nos recantos da minha memória.

Camião de madeireiro com troncos gigantescos - Capeia Arraiana

Camião de madeireiro com troncos gigantescos

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Uma noite em Lamego

Um casteleirense em Lamego. Na tropa, pois claro. E que tropa!!!! Depois do sucesso de uma peça que publiquei aqui no «Capeia» há tempos sobre o tempo que passei em Cabinda, ficou-me a vontade de voltar às minhas fortíssimas memórias desse maldito tempo de tropa. Hoje entro por Lamego dentro. Mandaram-me para lá para fazer um curso de treino duríssimo: Operações Especiais. Corria o mês de Outubro de 1971 e estive lá até Janeiro. Conto aqui um episódio dos primeiros dias. Vocês vão gostar outra vez. E a mim faz-me bem. A base deste artigo foi escrita há muitos anos para uma publicação do Batalhão a que pertenci. Daí, a linguagem solta – e nisso não mexi, por uma questão de princípio…

As encostas de Lamego foram todas bem «rastejadas»

As encostas de Lamego foram todas bem «rastejadas»

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Aqueles 27 meses…

Tão longe e tão perto… Foram 27 meses em que não estive nem no Casteleiro nem em Portugal. Não uns meses quaisquer: foram aqueles 27 meses. Estive em Cabinda. Cheguei de lá, fez agora 40 anos. Muita gente que passou por aquilo ou por coisas parecidas não se cansa de insistir: este mesmo sítio fala por si, como adiante recordo. Também por isso, quis voltar ao assunto. Mas que título dar à peça de hoje? Pensei: «Um casteleirense na mata do Maiombe» – seria o título que daria a esta peça de hoje, se tivesse coragem. «Aerograma» – foi outro título que saltou logo. Mas não. Seriam demasiado violentos… e eu quero que o leitor esteja tranquilo na sua zona de conforto.

O Maiombe é uma das sete maravilhas naturais de Angola

O Maiombe é uma das sete maravilhas naturais de Angola