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António José Alçada - Orelha - Capeia Arraiana

Fazer as pazes

Com as mensagens de apoio que tive na minha ultima crónica, pelo humor e boa disposição que tanto faz falta nos nossos dias, apresento hoje uma nova estória cujo protagonista é o atual Presidente Americano. Afinal, como todos nós, tem defeitos mas também qualidades. Imaginei então esta cena passada em Washington DC. Numa tarde de domingo.

Casa Branca em Washington - Capeia Arraiana

Casa Branca em Washington

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A chegada dos Refugiados… à minha aldeia?

A cronica de hoje não é mais do que uma estória de ficção, de uma hipotética chegada de um grupo de refugiados a uma das nossas aldeias, perdidas por detrás destas montanhas. Curiosamente, ou não, com tanta generosidade europeia, ninguém se lembrou que até por estas bandas a tónica da hospitalidade é uma das sãs características do povo Beirão. Como se costuma escrever nestas «coisas» qualquer semelhança com a realidade é pura ficção!

A minha aldeia aceitou receber refugiados - Capeia Arraiana

A minha aldeia aceitou receber refugiados (Foto: D.R.)

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A última noite dos «Proms»

Para quem aprecia música amanhã, dia 8, tem oportunidade de assistir na BBC-2 (primeira parte) e na BBC-1 (segunda parte) ao último concerto dos «Proms» da presente época. É uma verdadeira festa britânica que, nos dias de hoje já ultrapassou fronteiras. O barítono convidado para este ano é o canadiano Gerald Finley, uma das referências mundiais da opera, que irá cantar o «Rule, Britannia!» levando ao rubro, certamente, o Royal Albert Hall, o Hyde Park e ainda os parques de Glasgow Green, na Escócia, Colwyn Bay, no País de Gales, e no Titanic Slipways, na Irlanda do Norte, que graças à tecnologia assistem ao espetáculo em simultâneo cantando e dançando ao som da Orquestra Sinfónica da BBC, dirigida pelo maestro Sir Andrew Davis.

Momentos mágicos que se vivem durante o Concerto dos Proms - Capeia Arraiana

Momentos mágicos que se vivem durante o Concerto dos Proms

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Pesadelo em Praga

No passado dia 21 de agosto fez 50 anos que os tanques do Pacto de Varsóvia entraram em Praga, terminando o sonho da Primavera dos checoslovacos, liderados pelo reformista Alexander Dubcek. Morreram mais de 100 civis, centenas de feridos e milhares fugiram para o ocidente. As tropas invasoras pertenciam à URSS, Republica Democrática Alemã, Hungria, Polonia e Bulgária. Curiosamente, ou não, a Roménia recusou em participar nesta ação. Em tempos incertos gosto de relembrar estas efemérides. É importante analisar o passado para refletir o futuro.

A União Soviética e os membros do Pacto de Varsóvia invadiram Praga para interromper as reformas de Dubcek - Capeia Arraiana

A União Soviética e os membros do Pacto de Varsóvia invadiram Praga para interromper as reformas de Dubcek

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Quem foi «Coco» Chanel?

É impossível ficar indiferente ao saber a história de uma estilista que marcou a moda, numa época em que os homens dominavam todos os setores económicos e socais. Sem eu saber porquê, a minha filha mais nova não para de falar na Chanel e de como gostaria de ter uma das suas milionárias peças. Tanto tem falado nesta marca de alta-costura, que me senti obrigado a fazer uma pequena investigação, e acreditem, fiquei agradavelmente surpreendido.

Gabrielle Bonheur Chanel (Saumur, 19-08-1883 - Paris, 10-01-1971) foi uma estilista francesa e fundadora da marca Chanel S.A.. É a única estilista presente na lista das cem pessoas mais importantes da história do século XX da revista Time - Capeia Arraiana

Gabrielle Bonheur Chanel (19-08-1883 – 10-01-1971) foi uma estilista francesa e fundadora da marca Chanel S.A.
É a única estilista presente na lista das cem pessoas mais importantes da história do século XX da revista Time

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A «Quadrilha» da minha juventude

Muitos de nós tiveram amigos na juventude que nos marcaram para o futuro. Felizmente fui um afortunado e hoje ainda mantenho uma relação de amizade com os meus amigos do tempo de liceu. Ao sermos convidados a sair de uma festa da «Socielite» da época, fomos batizados de «Quadrilha» e assim, este grupo, usa, e abusa, esta denominação até hoje. A «Quadrilha» deixou apenas de ser um «bando» irreverente. Acabou mesmo por ser uma forma de estar muito própria, mantendo ainda hoje um elo comum: a amizade!

«A Quadrilha» da minha juventude - Capeia Arraiana

«A Quadrilha» da minha juventude

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A importância de «fugir da rotina»

No ano passado, na cidade da Guarda, realizou-se uma conferência sobre empreendedorismo tendo sido convidado para falar sobre a importância da inovação nas empresas. Entendi que a melhor forma de abordar o tema seria, na realidade, sair da zona de conforto procurando novos desafios.

A importância de fugir da rotina - António José Alçada - Capeia Arraiana

A importância de fugir da rotina

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Verões escaldantes

Muitos deverão achar estranho o tempo em Portugal estar mais ameno que no ano passado, enquanto prolifera calores tórridos no Norte da Europa. Mesmo que alguns continuem a achar um perfeito disparate, estes fenómenos estão relacionados com as alterações climáticas. O problema é que não há uma consciencialização para este problema e as politicas dos governos, principalmente europeus, mesmo que se esforcem, lutam com a sustentabilidade das suas economias.

Verões escaldantes - António José Alçada - Capeia Arraiana

Verões escaldantes

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Concordata ou Discordata?

O termo de «Concordata» corresponde na gíria diplomática a um acordo celebrado entre a Santa Sé e um Estado soberano. No caso português, houve uma Concordata assinada em 7 de maio de 1940, que vigorou até 2004, onde foi substancialmente revista atendendo a que o Estado Português passou a ser laico e a salvaguardar a igualdade de direitos entre todas as confissões religiosas. A crónica de hoje aborda o contexto geopolítico da assinatura da primeira Concordata, em 1940.

Assinatura da Concordata no Vaticano a 7 de Maio de 1940. À direita o Cardeal Luigi Maglione, representante da Santa Sé e à esquerda o General Eduardo Marques, antigo Ministro das Colónias portuguesas - Capeia Arraiana

Assinatura da Concordata no Vaticano a 7 de Maio de 1940. À direita o Cardeal Luigi Maglione, representante da Santa Sé e à esquerda o General Eduardo Marques, antigo Ministro das Colónias portuguesas

António José Alçada - Orelha - Capeia Arraiana

O ataque a Wiriyamu (Moçambique)

O ataque a Wiriyamu, uma localidade da Província de Tete, em Moçambique, foi uma ação militar das forças portuguesas, perpetrada no dia 16 de dezembro de 1972, com o nome de código Operação Marosca, tendo morrido um número significativo de civis. Este episódio marcou a política externa da época, com a publicação da notícia no Jornal Britânico «The Times», na edição de 10 de julho de 1973, tendo, provocado alguma tensão no exterior mas também no interior do país. Para alguns, foi considerado o ato mais violento que tropas portuguesas terão efetuado no período da guerra de libertação das antigas províncias ultramarinas, designada em Portugal por «Guerra Colonial».

Placa evocativa do ataque a Wiriamu - António José Alçada - Capeia Arraiana

Autoridades moçambicanas colocaram no local uma placa evocativa do ataque a Wiriyamu

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O desastre de Kandy

Existe uma ideia generalizada na nossa sociedade de que os nossos antepassados não eram assim tão guerreiros como outras potências coloniais. Efetivamente, como já escrevi numa crónica, os portugueses não se afoitavam muito para além das zonas costeiras, tendo baseado a sua influência na propagação da Fé Cristã e na atividade comercial. Porém, houve exceções, como foi o Desastre de Kandy, que hoje pretendo contar-lhes resumidamente. Os factos históricos que baseiam esta crónica foram recentemente relatados na Antena 2, no programa «Os Dias da História», de Paulo Sousa Pinto.

A ocupação militar no Ceilão - Capeia Arraiana

A ocupação militar portuguesa no Ceilão

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Heroínas desconhecidas

Normalmente o estilo de crónica que hoje vou apresentar baseia-se no meu irmão escuteiro António Alves Fernandes, que lhes posso dizer, contínua numa recuperação espantosa, muito, em parte, graças a uma heroína desconhecida, concretamente a sua esposa. É precisamente neste contexto, de tanta mulher que sofre o quotidiano da vida, nunca procurando a recompensa, que dedico a crónica de hoje, reconhecendo o mérito e a excelência da minha Prima Bárbara Alçada Ribeiro, pessoa muito querida por grande parte das gentes da Covilhã.

Heroínas desconhecidas... - António José Alçada - Capeia Arraiana

Heroínas desconhecidas…

António José Alçada - Orelha - Capeia Arraiana

Um café de «sonho» ou um «sonho de café»?

Talvez seja um privilegiado. Não o nego. Mas tive a oportunidade de visitar uma torrefação de café, a funcionar desde os anos 50, na cidade do Uíge, em Angola. Para um apreciador de bom café foi mais um momento marcante da minha vida. E tive a felicidade de tirar algumas fotos, mais um beneficio que poucos terão conseguido. Mas este sorriso lusitano ainda consegue alguns milagres. Dedico esta crónica a estes nobres operários que mantêm viva esta tradição e que recentemente, uma delegação da Empresa Provincial de Águas e Saneamento do Uíge, que me visitou na cidade da Guarda, me entregou em mão mais um pacote deste lote do verdadeiro ouro negro, produzido com a sabedoria ancestral dos seus avós.

Um café de sonho no Uíge - António José Alçada - Capeia Arraiana

Um café de sonho no Uíge em Angola

António José Alçada - Orelha - Capeia Arraiana

Afinal o que se passou em Zamora?

Desta vez não vos apresento nenhuma tese, mas sim uma análise ao texto do Prof. Pedro Soares Martinez sobre o nascimento do nosso país, inserido na História Diplomática de Portugal. Sem dúvida que as «aventuras de Afonso Henriques» contadas nas aulas dos nossos liceus foram muito mais que a estória de um filho que se terá zangado com a mãe.

Primeira bandeira de Portugal - António José Alçada - Capeia Arraiana

Primeira bandeira de Portugal

António José Alçada - Orelha - Capeia Arraiana

O sonho português

Quem nunca ouviu falar do «sonho americano»? Tendo estado recentemente com um jovem acabado de concluir o seu mestrado integrado, na Universidade da Beira Interior (UBI), tive oportunidade de entender quais as motivações destes novos profissionais que ainda não perderam a esperança de um futuro mais promissor. O sonho português não é mais do que a imagem de marca da nossa cultura lusitana, onde apesar de não parecer, a família continua a ser a base da matriz social.

Fernando Pessoa - António José Alçada - Capeia Arraiana

Fernando Pessoa e o sonho português

António José Alçada - Orelha - Capeia Arraiana

Um mundo de ambiente

No passado dia 5 de junho celebrou-se o Dia Mundial do Ambiente. Atualmente é, felizmente, uma data marcante, pese embora alguma vulgarização do tema uma vez que, muitos de nós, ainda associa o «ambiente» às ruas limpas e aos jardins cuidados com passarinhos a chilrear.

O ciclo natural da água - António José Alçada - Capeia Arraiana

O ciclo natural da água

António José Alçada - Orelha - Capeia Arraiana

Uma viagem no Tempo

No passado mês de dezembro estive no México, tendo assistido ao solstício de inverno, em pleno verão, com quase 40.ºC. Um dia que nunca esquecerei acima de tudo porque me encontrava no coração da Civilização Maya, mais concretamente no recinto das pirâmides do património da UNESCO, em «Chichén Itzá». Imaginei então que estaria no tempo em que os europeus aportaram aquelas terras mágicas. Mas, como tudo na vida, as rosas também têm espinhos.

Pirâmides de Chichén Itzá - Uma viagem no tempo - António José Alçada - Capeia Arraiana

Pirâmides de Chichén Itzá – Uma viagem no tempo

António José Alçada - Orelha - Capeia Arraiana

Janela «Indiscreta»

Não se trata do famoso filme de Alfred Hitchcock imortalizado pela fotografia notável de Robert Burks e da personagem principal, também ele fotógrafo, mas com uma perna partida obrigando-o a ver a estória passar. Trata-se de sim de uma paisagem outrora mais verdejante e povoada. A crónica de hoje também «nasce» de uma fotografia. De terras onde se sentia a respiração de quem trabalhava no campo, da comida e bebida pura como a natureza as fez e do verde vivo desses campos cultivados.

Janela Indiscreta de Alfred Hitchcook - Capeia Arraiana

Filme «Janela Indiscreta» do realizador Alfred Hitchcook

António José Alçada - Orelha - Capeia Arraiana

Fugi do Pâmpano

Criatura mística que «ronda» a Capela da Nossa Senhora de Estrela, na Boidobra, pelo quinto ano consecutivo promoveu mais um «ataque». Felizmente que estavam lá os escuteiros, do Agrupamento 1222, para nos salvar. Não foi só comida e bebida que nos acalentaram. Acima de tudo é aquele ambiente único, que só um «ataque ao Pâmpano» consegue ter. Para o ano lá estarei. Venha quem vier!

Ataque ao Pâmpano em Boidobra - Capeia Arraiana

Ataque ao Pâmpano em Boidobra

António José Alçada - Orelha - Capeia Arraiana

Um encontro «imaginário» no Fundão

No passado fim-de-semana, entre 27 e 30 de abril, realizaram-se no Fundão os Encontros Cinematográficos, na sua Edição n.º 8. «Um remar contra a maré», como disse ao meu amigo António Alves Fernandes, mas que enriquece a nossa Beira. A estória que lhes conto foi o encontro imaginário que tive com Michel Giacometti, um dos homenageados deste ano, tendo a organização apresentado um filme documental deste homem da nossa cultura, «Povo que Canta», na Igreja Matriz de Aldeia de Joanes, onde muitos e muitas protagonistas puderam reviver um passado que, graças a estes registos, não teima em desaparecer.

Encontros Imaginários no Fundão - António José Alçada - Capeia Arraiana

Encontros Imaginários no Fundão

António José Alçada - Orelha - Capeia Arraiana

O exame do «lápis azul»

Normalmente entre o 25 de abril e o 1.º de maio, um pouco por todo o lado, relembra-se o passado e festeja-se a liberdade. Mesmo sentido que persiste uma rotina nestas celebrações, acho importante começar a olhar para esse passado como um período da nossa história recente, devendo-se realçar os aspetos sociais que distinguem o nosso quotidiano. Talvez a diferença mais notória, e consensual, na nossa sociedade seja a liberdade que veio com o 25 de abril.

O «lápis azul» da Censura à Comunicação Social no Estado Novo - Capeia Arraiana

O «lápis azul» da Censura à Comunicação Social no Estado Novo

António José Alçada - Orelha - Capeia Arraiana

Onde estava Portugal no 25 de Abril?

Não se trata de nenhum manifesto político. Mas sim de um artigo de opinião que analisa o enquadramento geoestratégico de Portugal, em abril de 1974. Ao contrário do que se possa pensar, Portugal tinha um papel importante na cena internacional atendendo a que as rotas marítimas para o Oriente passavam por águas territoriais nacionais, através das antigas províncias ultramarinas africanas.

Estandarte do Ministério dos Negócios Estrangeiros - António José Alçada - Capeia Arraiana

Estandarte do Ministério dos Negócios Estrangeiros

António José Alçada - Orelha - Capeia Arraiana

Um olhar diferente de São Petersburgo

Chegar a São Petersburgo, em novembro de 2009, depois de visitar Moscovo é um choque contrastante. Da influência Oriental que senti, entro agora no nosso mundo do Ocidente, cheio de grandiosidade e mistério, pese embora se note ainda alguma arquitetura soviética e uma neblina permanente, acompanhada de um frio húmido que se vai entranhando até à nossa «alma».

Um olhar diferente de São Petersburgo - António José Alçada - Capeia Arraiana

Um olhar diferente de São Petersburgo

António José Alçada - Orelha - Capeia Arraiana

Um olhar diferente de Moscovo

Estando a Rússia na ordem do dia, neste Trilho de Viagens, venho-lhes contar alguns aspetos interessantes de Moscovo. Embora tenha efetuado a visita em 2009, seguramente que os episódios relatados nesta crónica, ainda estarão muito atuais.

Um olhar diferente de Moscovo - António José Alçada - Capeia Arraiana

Um olhar diferente de Moscovo

António José Alçada - Orelha - Capeia Arraiana

Uma visita diferente

Neste tempo pascal, mesmo para os não crentes, sem dúvida que devemos refletir um pouco sobre a vida, e os seus valores. Esta crónica convida o leitor a viajar na sua consciência e concluir que, na realidade, de nada nos vale seguirmos o rumo do egoísmo.

Tempo Pascal... Tempo de Reflexão - António José Alçada - Capeia Arraiana

Tempo Pascal… Tempo de Reflexão

António José Alçada - Orelha - Capeia Arraiana

Num andarilho de memórias

Esta semana fui até Condeixa visitar o meu irmão António Alves Fernandes. Uma viagem bem diferente daquela que ambos temos vindo a fazer ao longo desta vida em comum. Efetivamente, o local onde fui recebido, levou-me à interioridade e ao facto de que nada somos e nada seremos.

Legenda

Encontro com a família Fernandes

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O choque alemão

No ano passado fui até Berlim, matando uma curiosidade de décadas de poder apreciar um dos palcos mais interessantes, e relevantes, da história contemporânea. Ao contrário do que se pensa, Berlim, esconde a imponência de outras cidades alemãs, como por exemplo Munique. Para além do custo de vida relativamente em conta, nota-se ainda muita casa, ou prédio, degradado.

Divisão da cidade de Berlim em parte Ocidental e parte Oriental - Capeia Arraiana

Divisão da cidade de Berlim em parte Ocidental e parte Oriental

António José Alçada - Orelha - Capeia Arraiana

Viagem ao centro de Angola

Mesmo sendo uma longa viagem, sem dúvida que valeu a pena esta deslocação à Província do Uíge, em tempo uma das principais zonas de produção mundial de café, tendo acabado por fortalecer laços e, conjuntamente com os meus parceiros angolanos, enriquecendo experiências.

Viagem ao Uíge em Fevereiro de 2018 -António José Alçada - Capeia Arraiana

Viagem ao Uíge em Fevereiro de 2018

Música - © Capeia Arraiana

A Gardunha subiu mais alto que a Estrela

No dia em que a Gardunha subiu mais alto que a Estrela – efetivamente não deu para acreditar. Era mesmo verdade.

Concerto Chico Buarque por Cristina Branco e Mário Laginha

Hoje destacamos... - © Capeia Arraiana (orelha)

Hoje sou eu o cronista

A propósito da apresentação do livro de António Alves Fernandes, intitulado «O Nosso Homem», em 19 de Março, em Aldeia de Joanes (Fundão), publicamos um texto de António José Alçada.

A mesa na apresentação do livro de António Alves Fernandes

A mesa na apresentação do livro de António Alves Fernandes