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Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

A queda dum mito

Alcino dá-nos a ler um texto repleto de metáforas e de ironias, pelo qual descreve em traços incisivos o que nos trouxe o final deste verão quente, dramático e mediático.

Ó vós tresmalhados dos ensinamentos que vos leguei…

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

As festas de Verão

Uma pintura e um poema de Alcínio, com inspiração neste verão escaldante em que a aldeia fica prenhe de gente e de euforia, mas que não são mais do que a ilusão de uma gravidez que afinal está vazia e acaba em frustração.

Pintura de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Portugal terra ardente

Um poema de Alcínio, inspirado por este tempo de calores incendiários num país que vive na ilusão do dinheiro e sente a derrocada das engenharias financeiras. É uma vasta soma de milhões de euros que ardem na fogueira das ilusões, que consome tantas paixões.

Pintura de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Castelo do Sabugal

Imóvel e cinzento cercado de nuvens à procura do azul do céu – assim começa o texto poético de Alcínio, onde exalta a magnanimidade do castelo do Sabugal, envolto em mistérios, testemunha de momentos de glória e vigilante do passado e do futuro das terras que domina do alto da torre de menagem.

O castelo do Sabugal da perspectiva de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Era uma vez um reino

Era uma vez um reino de potentados, de príncipes e principados, de barões, de associações de privilegiados, de grandes advogados em assessorias jurídicas, gestores consagrados, de juízes e magistrados jurados, de negócios e protectorados, e jornalistas especializados e que informavam aquilo a que são autorizados e que muitas vezes deviam estar calados, e chefões, de chefes e assessores, consultores, e coordenadores por todo o lado, e havia partidos onde eram abrigados, nomeados e os que ensinavam tudo, mesmo não sabendo fazer nada e os que não sabendo nada faziam tudo menos do que não sabiam.

alcinio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Minha Nossa Vossa Terra

Subi ao alto das torres de menagem dos nossos castelos, ao cimo das montanhas – assim começa o texto poético de Alcínio, onde se misturam sentimentos de nostalgia, revolta e inconformismo face ao estado das nossas aldeias e ao futuro que as espera.

Pintura de Alcínio - o castelo do Sabugal

Pintura de Alcínio – o castelo do Sabugal

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Meu bucho rosado

Um poema de Alcínio dedicado ao saboroso bucho. Da confecção da iguaria gastronómica raiana e do seu paladar, Alcínio parte em viagem de saudade à procura das origens sentimentais, do tempo em que na aldeia se ouviam chocalhos a tilintar, rebanhos a passar, porcos a grunhir ou cabras a berrar.

O bucho raiano

O bucho raiano

Ramiro Matos - Sabugal Melhor - © Capeia Arraiana (orelha)

Das quintas-feiras às sms’s

O livro de Cavaco e as sms´s do ministro são dois factos tão graves que me levam a dizer algo sobre os mesmos.

sms - ramiro matos - capeia arraiana

As sms’s do ministro Centeno e de Domingues

Confraria Bucho Raiano - Capeia Arraiana (orelha)

Confraria do Bucho homenageia Alcínio Vicente

A Confraria do Bucho Raiano vai conferir ao pintor raiano Alcínio Vicente a qualidade de Confrade Honorário, em homenagem à sua vida e obra cultural.

Alcínio Vicente

Alcínio Vicente

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Miragem

Alcínio brindados com uma pintura – um díptico de 2×1,5m – e um poema sobre os sonhos e as ilusões da vida. Vivemos das fantasias que nos alimentam e nos dão alento para continuar.

O díptico de Alcínio

O díptico de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Caminhos do esquecimento

Por estes caminhos desertos e solitários no meio de sombras enigmáticas de luz e cor, paira algo dramático, algo fantasmagórico dum filme lunar ou o paraíso dos mortos-vivos fruto de paradoxos humanos.

Espaço imenso onde se torna difícil determinar as linhas e ponto de fuga

Espaço imenso onde se torna difícil determinar as linhas e ponto de fuga

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

A menina das tranças brancas

Lá está ela no cimo do monte, à sua janela, vestida de branco. De tempos a tempos vai-me acenando e cantando. Suas tranças brancas ondulam levadas pelos ventos que a forçam a rodopiar, nesta ampla janela aberta da clareira, mas permanecendo prisioneira do seu destino.

Vai cantando com seu rodar

Vai cantando com seu rodar

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Outra Babilónia

Era uma vez um povoado onde ao crepúsculo da noite quando os sinos batiam o toque das trindades se animava com o regresso dos carros das pachorrentas vacas com rodados de ferro e eixos de madeira que rangiam sob aperto das traituras.

Pintura de Alcínio

Pintura de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

À minha aldeia

Um poema de Alcínio sobre a sua Aldeia do Bispo, terra onde nasceu e cresceu e onde hoje vive depois de um longo período em diáspora. A aldeia deixa sentimentos vivos de amor filial, de saudade sentida, de amor eterno. A ilustrar mais uma pintura de Alcínio – um tríptico cheio de cor e de vida.

Um tríptico de Alcínio

Um tríptico de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

A malha

Um poema de Alcínio ilustrado com duas pinturas de sua autoria – uma na abertura outra no final. Em ambas as cores e o movimento reveladores do calor tórrido e do trabalho árduo do povo raiano de antigamente.

A malha - pintura de Alcínio

A malha – pintura de Alcínio

Joaquim Tenreira Martins - Opinião - Capeia Arraiana

O meu livro e a tua pintura

Começarei por prestar homenagem ao meu amigo Alcínio Fernandes Vicente que há alguns meses abordei com uma certa timidez, pedindo-lhe para me ceder a sua bonita pintura que designou Êxodo, e que encontrara nos arquivos do bloque Capeia Arraiana, onde, regularmente escrevemos.

O novo livro de Joaquim Tenreira Martins

O novo livro de Joaquim Tenreira Martins

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

A minha ribeira

Um texto poético de Alcínio Vicente, que evoca a ribeira da aldeia, por estes dias transformada em rio, que transporta as águas da saudade de um já tempo distante no qual as vivências eram intensas.

A ribeira de Aldeia do Bispo

A ribeira de Aldeia do Bispo

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Cogitacções

Um poema de Alcínio Vicente, desta vez numa reflexão sobre os momentos conturbados que vivemos, onde emerge a indignação perante a hipocrisia de muitos.

Pintura de Alcínio

Pintura de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Desassossego

Um poema de Alcínio que aborda o sofrimento enquanto manifestação de dor e de paixão a que se junta por vezes o prazer, num ampla e inexplicável contradição.

Pinturas de Alcínio

Pinturas de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Que sociedade?

Um outro poema de Alcínio, em que se interroga sobre a sociedade em que vivemos – uma sociedade oca, onde se desprezam os outros e onde não há tempo para pensar.

Uma sociedade que despreza os idosos que ainda existem nas terras despovoadas

Uma sociedade que despreza os idosos que ainda existem nas terras despovoadas

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Pensamento

Uma pintura e um poema de Alcínio, onde viaja nas asas do pensamento para um mundo novo sem quimeras.

Pintura de Alcínio

Pintura de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Olho a chuva através da janela

Mais um poema e uma pintura de Alcínio Vicente, o autor raiano de Aldeia do Bispo que reflexão sobre a vida aldeã, cruzando sentimentos e emoções.

Pintura de Alcínio

Pintura de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Seremos um povo de índole conservadora?

Um texto de Alcínio Vicente, evocando os tempos duros e difíceis que atravessamos e as escolhas inexplicáveis que fazemos, sendo lícito questionar qual a nossa verdadeira índole.

Abordagem - pintura de Alcínio

Abordagem – pintura de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Lisboa de vielas e avenidas

Mais um poema e uma pintura de Alcínio Vicente, ambos evocando a cidade de Lisboa, de cais, vielas, ruas e avenidas, de sacadas floridas e gente apressada.

Rossio - pintura de Alcínio Vicente

Rossio – pintura de Alcínio Vicente

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Sob este céu azul

Mais um poema e uma pintura de Alcínio Vicente, desta vez numa reflexão intimista em que nos fala da natureza, dos sentimentos e emoções advindos de um viver de novo.

Pintura de Alcínio

Pintura de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Êxodo

Mais um poema e uma pintura de Alcínio Vicente, em que nos fala do êxodo que nos faz voltar à calmaria dos dias, à nostalgia e ao silêncio persecutório.

Êxodo - pintura de Alcínio

Êxodo – pintura de Alcínio

José Fernandes - Do Côa ao Noémi - © Capeia Arraiana

Gadanhar o feno

O feno não se ceifa. Gadanha-se. Gadanhar o feno é a primeira tarefa que permitirá armazenar provisões para alimentar os animais no inverno. O feno depois de seco é altamente nutritivo pois contém também as sementes das plantas.

Gadanhar o feno

Gadanhar o feno

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Nasci e cresci num tempo e lugar ignoto

Mais um poema e uma pintura de Alcínio Vicente, em que nos fazem viajar no tempo.

Pintura de Alcínio

Pintura de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Porque pinto

Um poema de Alcínio Vicente que formula uma pergunta e ensaia uma resposta.

A pintura é a janela ou porta do meu mundo

A pintura é a janela ou porta do meu mundo

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Quando Lisboa amanhece

Um poema de Alcínio Vicente falando de Lisboa, essa cidade capital de Portugal detentora de uma beleza especial quando amanhece.

Lisboa ao amanhecer - pintura de Alcínio

Lisboa ao amanhecer – pintura de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Sou Terra ou Sol

Um pequeno poema de Alcínio Vicente

Pormenor de uma pintura de Alcínio

Pormenor de uma pintura de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Cai neve

Palavras emotivas de Alcínio, escritas no momento em que a neve caía do céu em Aldeia do Bispo branqueando as árvores, as ruas, os telhados e os campos raianos.

Aldeia do Bispo em dia de neve

Aldeia do Bispo em dia de neve

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Escrever no fogo

Já a noite se esvaíra, cinzenta lenta e fria ameaçando chuva. Qual manto negro carregando um silêncio magoado com sabor a tristeza.

Quando Alfama anoitece - pintura de Alcínio

Quando Alfama anoitece – pintura de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

A minha aldeia

A minha aldeia é um cargueiro encalhado no meio de nada e no centro de tudo.

Pintura de Alcínio

Pintura de Alcínio

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Na senda dos cogumelos

Rajadas de vento varrem casas arruamentos e arvoredo. No céu já começou a grande batalha que parece travar-se entre os exércitos do bem e do mal, com o ribombar dos trovões lançando bombas que incendeiam os céus partindo de todos os flancos e nós apanhados no meio da guerra.

Quadro de Alcínio com cogumelos

Quadro de Alcínio com cogumelos

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Partiram

Alcínio Vicente evoca os emigrantes que partiram de volta aos locais onde trabalham, deixando as nossas terras no estado de torpor que infelizmente as caracteriza: silêncio e abandono.

Marinha - quadro de Alcínio Vicente

Marinha – quadro de Alcínio Vicente

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Assim vai o mundo

Alcínio Vicente fala-nos da sociedade consumista de hoje, que classifica de efémera, descartável, volátil e viciada em emoções.

Lisboa - Cacilheiro no Tejo (pintura de Alcínio)

Lisboa – Cacilheiro no Tejo (pintura de Alcínio)

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

É festa na minha aldeia

Na minha aldeia ainda nasce o sol e se põe a lua, mas há resquícios do passado glorioso que se abrigam nas suas sombras a coberto da luz.

Festa na Aldeia - Pintura de Alcínio

Festa na Aldeia – Pintura de Alcínio

Hoje destacamos... - © Capeia Arraiana (orelha)

Georgina Ferro apresentou livro em Aldeia do Bispo

A poetisa Georgina Ferro apresentou o seu livro «O Meu Arraiar por Terras do Sabugal» em Aldeia do Bispo, sua terra natal, no pátio das «Casas da Pedra», na tarde do dia 14 de Agosto, tendo como cenário de fundo um quadro do pintor Alcínio Vicente, seu conterrâneo.

Georgina Esteves Ferro em Aldeia do Bispo - foto de José Luís Vicente

Georgina Esteves Ferro em Aldeia do Bispo – foto de José Luís Vicente

Alcínio Vicente - Aldeia do Bispo - © Capeia Arraiana

Pintura de Alcínio – díptico do encerro

Em plena época de capeias arraianas, espectáculo popular que em Agosto emprenha de gente as aldeias sabugalenses, apresentamos um díptico de Alcínio Vicente que retrata um encerro – momento de forte atracção popular em que os touros são conduzidos pelos cavaleiros para a aldeia onde o forcão os espera na praça.

Díptico do Encerro (164 x 228 cm)

Díptico do Encerro (164 x 228 cm)