Category Archives: A Minha Aldeia

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Encantadores Dizeres do Povo

Não há dia em que cá em casa não se recordem dois ou três modos de falar da terra. E de cada vez que me ponho a explicar de onde vêm os termos e os modos de usar a palavra, fico sempre encantado.

Lar do Casteleiro - Capeia Arraiana

Festa no Lar do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – As ruas e os largos da terra

Em qualquer terra, as ruas e praças contam as estórias das gentes que as habitam e habitaram. As grandes ruas do Casteleiro são a Estrada e a Rua Direita. as há muitas mais e largos e até a Praça.

Aldeia do Casteleiro - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Unidades de medida antigas

Medir e pesar – questões hoje muito simples: ou é em litros ou é em quilos – e pronto… Mas nem sempre foi assim.

Medidas para líquidos - Capeia Arraiana

Medidas para líquidos

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Muita terra, pouca gente

Há cinco anos fiz um levantamento sobre área e população em terras do Concelho. Concluí que o Casteleiro é grande em área, mas que a população é pouca. E que está – ou melhor, estava – a diminuir mais do que na média do Concelho.

Torre sineira da Igreja Matriz do Casteleiro - Capeia Arraiana

Torre sineira da Igreja Matriz do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Os primeiros telefones

Este é um tema em que penso muitas vezes. Vejo a malta agarrada ao telemóvel, vejo os miúdos bem pequenitos mas já viciados em jogos da Net e outras benesses dos actuais telefones… e aí estão as imagens dos primeiros telefones da minha aldeia a tomar conta de tudo. Por isso, quis trazer-lhe aqui novamente um tema já falado há uns bons aninhos…

Equipamento telefónico do século passado - Capeia Arraiana

Equipamento telefónico PBX da década de 50 do século passado

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Largos e locais de interesse

Há uns tempos, dei-me ao prazer de escrever sobre os largos e outros locais da minha aldeia. Todas as terras têm os seus espaços icónicos, que é como quem diz: os mais emblemáticos. O Casteleiro não é excepção, claro. Ora leia…

Casteleiro - Capeia Arraiana

Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Uma história de espíritos de brincar

Era a brincar, mas ia saindo a sério. Um sapateiro do Casteleiro, meio com os copos, meio na paródia, tinha o hábito de fazer esse número de expulsar os diabos do corpo imaginário de uma vítima… Mas havia quem acreditasse e depois lhe pedisse mesmo que o fizesse a sério… e ele fazia.

Espíritos e... Espíritos - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Espíritos e… Espíritos

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro: o forno da aldeia – mais um ícone

Repito que os fornos da minha aldeia eram locais de encanto. O forno da minha aldeia! Há muitos anos, claro. Melhor: os fornos do Casteleiro. Fornos de cozer o pão, evidentemente. Eram fornos de uso colectivo, embora de propriedade particular. Um cheirinho a pão e bolos, que, meu Deus!…

Pão amassado no tabuleiro de madeira - Capeia Arraiana

Pão amassado no tabuleiro de madeira

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – A aldeia desandou em dois séculos?

O Casteleiro era «noutro local» há 250 anos? A aldeia desandou um pouco em dois séculos? É que, lendo com pormenor e com muita atenção as perguntas do Marquês e as respostas do Cura Leal, ficam algumas hesitações espalhadas pelo nosso cérebro fora… Hoje, dedico umas linhas a duas dessas dúvidas.

Casteleiro - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Como era no séc. XVIII?

Estamos em 1758. Os serviços do Marquês de Pombal lançaram um inquérito a todo o País. Quem responde são os curas de cada aldeia. Vamos hoje mais uma vez comparar as respostas às perguntas principais dadas pelos dois párocos: o do Casteleiro e o do Vale de Lobo.

Casteleiro - Capeia Arraiana

Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Quem foram os nossos antepassados?

Quem somos? De onde vimos? Quem foram os nossos antepassados? Ou seja: quando os Romanos aqui chegaram, quem éramos nós? E éramos filhos e netos de quem?

Lusitânia - Capeia Arraiana

Lusitânia

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Homenagem à Carteira da aldeia

Foi há 60 anos. Uma senhora já com alguma idade era Carteira na minha aldeia. Ia de porta em porta, de rua em rua para entregar as cartas a cada um. Merece esta minha simples homenagem de a recordar mais uma vez. Chamava-se Maria da Graça.

Marco do Correio na Aldeia - Capeia Arraiana

Marco do Correio nas aldeias da Beira Alta

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Frases populares muito engraçadas

Hoje, uma brincadeira séria. Vamos conhecer algumas interessantes expressões do nosso Povo no Casteleiro há mais de 60 anos. E vou tentar explicar (traduzo para quem não entenda) o que o Povo dizia e o que queria dizer.

Pôr-do-Sol no Casteleiro - Capeia Arraiana

Pôr-do-Sol no Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – O linho que se cultivava

Em tempos (há uns 300 e tal anos) houve no Casteleiro «fábricas» de tecidos. Uma parte desses tecidos eram certamente de linho. Eram tinturarias. Todos sabemos onde é o Tinte. Pois as tinturarias é que deram o nome a esses campos – a caminho de Cantargalo.

Cama com lençóis e almofadas de linho - Capeia Arraiana

Cama com lençóis e almofadas de linho

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – As palavras corrompidas

Janeiro quente traz o diabo no ventre – assim fala o nosso Povo na minha terra. Então e não é que este Janeiro veio morno e os meses seguintes são o que se vê???? Mas o Povo diz mais: Março, marçagão – de manhã Inverno, à tarde Verão. Ou: Abril, águas mil.

Honra lhes seja feita: eram estes nossos amigos que dantes assim falavam - Capeia Arraiana

Honra lhes seja feita… eram estes nossos amigos que dantes assim falavam

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Ofícios e artesanato nos anos 50

Quando eu era miúdo, havia na minha terra tantas pesosas a viver ou sobreviver de artesanato, que você nem imagina. E havia bastantes artistas (artesãos e técnicos do desenrascanço da altura). Penso muitas vezes nessa malta que desenrascava tudo o que a aldeia precisava. Apenas um ou outro vinham de fora, como é o caso do amola-tesouras ou de um ou outro latoeiro. De resto, era tudo «prata da terra»…

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Frases do nosso Povo

Sempre adorei duas coisas: conhecer o linguajar popular a fundo e saber ou estudar para saber qual a sua origem e qual a sua utilização correcta. Quero dizer: saber exactamente o que é que as pessoas querem significar com cada frase…

Procissão na Aldeia - Capeia Arraiana

Procissão na Aldeia

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Há mais de 100 anos

Joaquim Manuel Correia, em «Terras de Riba-Côa – Memórias sobre o Concelho do Sabugal» dedica meia dúzia de linhas à minha aldeia. Este era um livro que estava sempre à mão na minha casa, quando eu era jovem.

Casteleiro com a serra de Sortelha ao fundo - Capeia Arraiana

Casteleiro com a serra de Sortelha ao fundo

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Os cheiros da aldeia há 60 anos…

Os cheiros na aldeia – em qualquer aldeia de Portugal, tenho a certeza –, naqueles anos 50 e 60, são um elemento definidor de ambientes e de vivências. E marcam para toda a vida. Quero recordar tudo isto com o leitor bairrista como eu.

Rua Principal do Casteleiro - Capeia Arraiana

Rua Principal do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Os caminhos da minha infância

Falo hoje, mais uma vez, de dois dos caminhos que mais percorri na minha meninice. Recordá-los é entrar nos mais emocionais dos recantos das minhas memórias de infância… Vai perceber porquê.

Entrada para o Caminho do Caramelo - Casteleiro - Capeia Arraiana

Entrada para o Caminho do Caramelo

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Anos 30, um carro, uma viagem

Quando eu era pequeno, ouvia contar muitas histórias de pessoas ricas que tinham carros e que se comportavam de forma muito extraordinária, quase fora das regras… Esta é uma dessas histórias que de vez em quando me dominam e tenho de as recordar e com elas gozar a vida com quem me lê…

Automóvel dos anos 30 - Capeia Arraiana

Automóvel dos anos 30

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Anos 50, a panela de ferro e o resto

Retomo estas linhas para minha reflexão e de quem nem sequer imagina como se vivia há 50-60 anos na minha aldeia… Sobretudo: como era a vida das nossas mães nessa época de grandes carências a muitos níveis?

Panela de Ferro ao lume nas cozinhas da Beira Alta - Capeia Arraiana

Panela de Ferro ao lume nas cozinhas da Beira Alta

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Figuras populares da minha meninice

Acho que todas as terras têm aquelas figuras típicas que toda a gente conhece. O Casteleiro não foge a essa regra. Trago-lhe aqui alguns desses tipos populares da minha aldeia de há 50 anos. É mais uma vez uma simples homenagem minha a cada um deles.

Rua Principal do Casteleiro - Capeia Arraiana

Rua Principal do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Lendas da Serra d’Opa

Hoje, numa pesquisa, vi esta foto de José Carlos Callixto com que abro a crónica. Isso levou-me atrás da Serra d’Opa e das suas lendas e dos seus encantos… Por respeito intelectual, começo por uma citação do Dr. Lopes Dias. E escolhi ilustrações de barrocos encantados lá do cimo da Serra…

Serra d'Opa (Foto: José Carlos Callixto) - Capeia Arraiana

Serra d’Opa (Foto: José Carlos Callixto)

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Comidas do arco-da-velha

Carne de porco bem saborosa, enchidos e requeijão até fartar, iscas de fígado, molho de escabeche, taborna, caldudo, roupa velha, sei lá… são recordações, são saudades na pituitária. São sabores arreigados, entranhados em nós. Alguns deles, hoje proibidos para mim: nunca mais os provarei. Mas eram mesmo comidas do arco-da-velha…

Enchidos no fumeiro nas aldeias da Beira Alta - Capeia Arraiana

Enchidos no fumeiro nas aldeias da Beira Alta

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Bonitas expressões populares

Boas Festas Para Nós Todos! Por ser Natal, dou comigo a lembrar os tempos de puto e muitas das expressões usadas na aldeia atraem-me e dominam-me. Ainda hoje, sábado, por estar nevoeiro de manhã, cá em casa dissemos este ditado aldeão: «De manhã nevoeiro, à tarde soalheiro.» E não é que foi mesmo assim?

Lar de Idosos do Casteleiro - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Lar de Idosos do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Na escola dos rapazes

Há 55 anos, como era o nosso dia-a-dia de miúdos de 8 ou 9 anos anos no Casteleiro?

Sala de aulas das Escolas Primárias do Estado Novo - Capeia Arraiana

Sala de aulas das Escolas Primárias do Estado Novo

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Crónica número 334

Esta é a minha crónica número 334 sobre a minha aldeia. Comecei a 11 de Fevereiro de 2011. Uma por mês, mais ou menos até Julho. Depois, a partir daí, uma por semana: já são quase sete anos a acompanhar semanalmente a minha terra. Tem sido uma delícia rever tudo desde 1950 até hoje…

Casteleiro - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – O tchão da R’bêra na minha aldeia

Hoje, duas matérias em cima da mesa: primeiro, um dos locais de maior atracção da minha infância: o tchão da R’bêra; segundo, alguns modos da fala do Povo e suas origens e uso na conversa normal de toda a gente naqueles idos dos anos 60… Que belas lembranças…

Casteleiro - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Largo do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Serra da Vila é uma atracção minha

Meia dúzia de linhas muito sentidas: a atracção da Serra da Vila sobre mim desde muito pequenino. Julgo que sei porquê. E sei que para muita gente do Casteleiro, a Serra da Vila não foi um ícone. Vou tentar explicar o que me parece…

Serra da Vila - Casteleiro - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Serra da Vila no Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – A Serra d’Opa era o nosso encanto

Quando eu era pequenito, olhar para a Serra e ficar a imaginar coisas era a situação mais normal. Poucas vezes me deixaram ir lá acima. Por isso, imaginava, imaginava… Depois li e soube que não era só eu: era toda a gente – e alguns escreveram muito sobre esse encanto automático, esse fascínio da Serra sobre cada um de nós.

Serra d'Opa no Casteleiro - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Serra d’Opa no Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – A carreira: mais um ícone nosso

Nunca é de mais repetir que quando eu era miúdo havia pontos de fixação da nossa vida diária na aldeia. A carreira era sem dúvida um atracção. À chegada da carreira íamos até ao Largo de São Francisco…

A Carreira no Casteleiro - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

A Carreira no Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – A Quinta, mais um ícone nosso

Havia várias quintas a funcionar no Casteleiro, terra primordialmente agrícola – como quase todas as nossas aldeias. Mas quinta… é (ou era) só uma: a Quinta da Senhora. Leia esta recordação dos lugares míticos em volta da aldeia, mas sobretudo da Quinta das Mimosas.

A quinta da Senhora no Casteleiro - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

A quinta da Senhora no Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Uma homenagem e um ícone, o sino

Dois temas hoje: o ícone que o sino era na vida da aldeia há 50-60 anos atrás; e, na primeira parte desta crónica, licença para homenagear, recordando, a personalidade que foi Lucinda Pires, Professora, e sobretudo autarca da Freguesia e do Concelho, infelizmente desaparecida há 10 anos, nova demais para nos deixar.

A professora Lucinda Marques - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

A professora Lucinda Pires

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Um fetiche: o lume!

O lume. O «fetiche» das brasas. A lareira sempre foi mais um dos nossos ícones de infância. Imagem única – que nunca mais volta. Quem não se lembra? Há 40 e 50 anos, a família toda reunida à volta de uns arrumadouros, uns cavacos, umas castanhas… aqui e ali uma chouriça assada, para os mais velhos, um copito… A lareira faz-nos falta.

Lareira da Beira Alta - Capeia Arraiana

Lareira da Beira Alta

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Serra da Pena

A Serra da Pena é mais um dos nossos ícones. Na minha terra não há ninguém-ninguém que não tenha alguma vez sentido que ali naquela encosta do Chão da Pena algo muito especial se deverá ter passado. E, sim: passou-se muita coisa muito especial. Recordo a história de mais um ícone da minha infância.

Ruínas das Termas de Água de Radium e do Hotel Serra da Pena - Capeia Arraiana

Ruínas das Termas de Água de Radium e do Hotel Serra da Pena no Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Ícones da minha infância (2)

Hoje, a segunda lenda de encantar: a história de um rochedo enorme, a que o Povo sempre chamou o Barroco Riscado. Vamos saber o porquê de se chamar «riscado» e vamos conhecer a lenda que se contava sobre este Barroco. Para a semana, será a vez da Serra da Pena e das Águas Rádium. Certo?

Barroco Riscado - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Barroco Riscado

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Três ícones da minha infância

A minha primeira crónica aqui, no «Capeia», foi publicada na quarta-feira, 12 Janeiro de 2011. Há quase seis anos. É uma tarefa de que me orgulho com modéstia, mas com realismo. Hoje trago-lhe três ícones incontornáveis da aldeia na minha infância: o talefe da Serra d’ Opa, o Barroco Riscado e a Serra da Pena. Que bom poder voltar a recordar.

Casteleiro - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Figuras célebres do século XX

É com muto orgulho que hoje trago aqui a minha homenagem simples de casteleirense e de cidadão a três personagens da minha aldeia: o Sr. Ribas que foi administrador do Concelho do Sabugal (presidente da Câmara); o Dr. Guerra, abastado lavrador e dirigente local. Estes dois, há quase 100 anos. E ainda o Dr. Rosa, professor do Liceu e membro do Governo Regional dos Açores por uns meses.

Gazeta do Sabugal - Órgão dos Lavradores do Sabugal - Capeia Arraiana

Gazeta do Sabugal – Semanário Bairrista – Órgão dos Lavradores do Concelho
Director: Joaquim Mendes Guerra

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Hoje adoro feijão frade…

Esta semana fiquei todo satisfeito quando no fundo do prato de sopa de legumes encontrei três ou quatro feijões pequenos. Voltei anos atrás… E de repente lembrei-me que tinha escrito um texto há cinco ou seis anos sobre esta comida que hoje aprecio mas que quando era miúdo nem por isso…

Feijão frade - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Feijão frade