Category Archives: A Minha Aldeia

José Carlos Mendes - Orelha - Colaborador - Capeia Arraiana - 180x135

Casteleiro – Construção da igreja

Há uns bons oito a dez anitos, escrevi no blogue da minha terra umas linhas sobre o local de construção da igreja da aldeia. E aqui mesmo, já falei deste assunto há uns cinco anos. Sabe que esta igreja podia ter sido construída noutro local? E sabe por que razão foi construída onde está? Vamos lá averiguar isso tudo, OK?

Campanário da igreja do Casteleiro ao por-do-sol - Capeia Arraiana

Campanário da igreja do Casteleiro ao pôr-do-sol

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Casteleiro – A Quinta da Senhora

Recordo que as quintas anexas do Casteleiro eram: Gralhais, a Vila Mimosa (esta que hoje rememoro), o Anascer, a Carrola, e Santo Amaro.

Vila Mimosa no Casteleiro

Vila Mimosa no Casteleiro

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Casteleiro – Quinta de Santo Amaro

Tal como disse antes, são várias as quintas que compõem a Freguesia do Casteleiro. Esta de hoje – Quinta de Santo Amaro – julgo que seria na altura da minha infância a mais importante.

Quinta de Santo Amaro no Casteleiro - Capeia Arraiana

Quinta de Santo Amaro no Casteleiro

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Casteleiro – A Quinta de Valverdinho

As maiores quintas do Casteleiro são: Santo Amaro, Anascer, Carrola, Gralhais e Valverdinho. Na semana passada falei de Gralhais – e muita gente gostou de ler, pelo que sei. Vou então falar das outras quintas. Hoje falaremos de Valverdinho.

Quinta de Valverdinho no Google - Capeia Arraiana

Quinta de Valverdinho no Google

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Casteleiro – Quinta de Gralhais: saudades!

Recordo o que escrevi há uns anos e que publiquei quatro anos atrás sobre a Quinta de Gralhais. Não os acessos de hoje nem o casario que agora lá encontramos, mas sim a Quinta de Gralhais do Ti António Joaquim… Que saudades!!!!

Quinta de Gralhais no Casteleiro - Capeia Arraiana

Quinta de Gralhais no Casteleiro

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Casteleiro – Clima mesmo ameno

Tenho para mim uma pequena teoria que me parece consensual. O clima da minha aldeia é muito mais ameno do que o das outras terras do nosso Concelho. De vez em quando, faço umas comparações que me confirmam a teoriazita…

Com o Casteleiro lá bem ao fundo... - Capeia Arraiana

Com o Casteleiro lá bem ao fundo…

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – A Festa da Caça vem aí

A Festa da Caça vai realizar-se na minha aldeia a 18 e 19 deste mês. Reproduzo hoje o cartaz e a referência a algumas das iniciativas. Tudo retirado da fonte exclusiva que conheço: «Viver Casteleiro».

Festa da Caça no Casteleiro – 18 e 19 de Maio

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Casteleiro – A estória do Barroco Riscado

O Barroco Riscado é uma pequena formação rochosa que se pode encontrar ali logo a seguir ao Marneto. Contei-a há oito anos no «Viver Casteleiro» e depois também a trouxe para o «Capeia». É mais uma história de encantar.

Barroco Riscado no Casteleiro - Capeia Arraiana

Barroco Riscado no Casteleiro

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Casteleiro – Homenagem a JM Correia

Publico aqui hoje para si alguns comentários a extractos (que reproduzo) do capítulo dedicado ao Casteleiro no Livro «Terras de Riba-Côa – Memórias sobre o Concelho do Sabugal», de Joaquim Manuel Correia. Estes mesmos comentários já foram antes publicados em diversos suportes, incluindo o «Capeia». O livro referido foi editado em Lisboa, em 1946. Trata-se de uma edição póstuma. Julgo que pode ter sido escrito em 1904-1905. O autor nasceu em 1858 e morreu em 1945.

Memórias Sobre o Concelho do Sabugal - Joaquim Manuel Correia - Capeia Arraiana

Memórias Sobre o Concelho do Sabugal – Joaquim Manuel Correia

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – A construção da torre da igreja

Repito hoje para si esta nota histórica maravilhosa: conto a maneira como de um pequeno e rudimentar campanário a aldeia passou em certo momento a dispor de uma das mais belas e mais fantásticas torres de igreja.

Aldeia do Casteleiro - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro

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Casteleiro – Medidas antigas para sólidos e líquidos

Hoje trago em repetição algo que me fascina mesmo: que termos eram usados na medida de sólidos, de líquidos… e até da moeda – naqueles tempos heróicos da minha meninice? Espero que valha a pena recordar isto tudo… É um pouco longo, mas «necessidade obriga»: temos de ter a paciência de ler tudo, está bem?

Balança Decimal - Capeia Arraiana

Balança Decimal (Foto: D.R.)

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Casteleiro – As profissões na aldeia antiga

Em blogues que editei e neste mesmo nosso «Jornal», não me farto de referir as condições de vida e o modo de vida dos meus conterrâneos em tempos bem difíceis. E mesmo assim, na aldeia havia «artistas» e profissões de várias espécies – havia quase tudo o que era preciso para a aldeia funcionar. É sobre isso que hoje pode ler aqui algumas informações interessantes, acho eu…

Batata, melancia, feijão... - Capeia Arraiana

Batata, melancia, feijão…

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Casteleiro – Os anos das mudanças importantes

Há anos que venho defendendo, quer neste «jornal» quer noutros locais de promoção, o seguinte: entre 1950 e 1970 as tecnologias chegadas ao Casteleiro ajudaram a mitigar a vida dura da nossa terra – como de outras, claro. Leia, por favor, e veja do que falo…

Telefonia dos anos 60 - Capeia Arraiana

Telefonia dos anos 60

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Casteleiro – Os Italianos e a «Congra»

Hoje, trago-lhe a memória dos «Italianos» e a lembrança de dois «impostos» da Igreja sobre os seus fiéis: a «congra» e «avença». Por outro lado, a memória de um edifício do Casteleiro muito famoso na altura…

Aqui, eram os Italianos (depois, o café) - Capeia Arraiana

Aqui, eram os Italianos… Depois, o café

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Casteleiro – Mesmo ali ao pé da Serra d’Opa

Quando era pequeno, a Serra d’Opa era um fetiche. Quem não foi à Serra d’Opa, lá acima, bem lá ao pé do talefe nem é dali nem é nada… Hoje, volto a lembrar algumas lendas que nos contavam nesse tempo…

Quem nunca subiu ao talefe não sabe o que perdeu! - Capeia Arraiana

Quem nunca subiu ao talefe não sabe o que perdeu!

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Casteleiro – «Voz do Povo… Voz de Deus»

Esta semana deu-me para aqui. Vou tentar organizar algumas verdades gerais sempre enunciadas pela voz do Povo para mostrar que mesmo sem Escola, sem Liceu, sem Universidade, as pessoas sempre tiveram regras e modelos de vida para seguirem. E concluo mesmo que se trata de verdadeiros manuais da arte de bem viver. Leia e conclua por si…

Mas quem é que dantes não sabia tratar da sua agricultura? - Capeia Arraiana

Mas quem é que dantes não sabia tratar da sua agricultura?

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Casteleiro – O vale da Serra da Vila

Trago hoje em repetição para quem tenha interesse umas notas sobre outros locais muito encantadores da minha aldeia – agora para o outro lado: para a Serra da Vila de Sortelha. Até lhe trago a lenda do Barroco Riscado. Leia que vai ler e chorar por mais…

Vista geral - Vale da Serra da Vila - Capeia Arraiana

Vista geral – Vale da Serra da Vila (de Sortelha)

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Casteleiro – Terra de encanto, sempre!

Acho que a minha aldeia é a mais bonita do mundo. É só olhar para isto: a aldeia, a Serra, a igreja, as casas… tudo. Depois, mostro-lhe outros pontos de encanto na terra. Leia que vai gostar…

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal (Fotos: Viver Casteleiro) - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal (Foto: Viver Casteleiro)

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Casteleiro – O sino da minha aldeia

Fernando Pessoa escreveu este poema que hoje lhe trago e que sempre me pareceu ter sido escrito mesmo no Casteleiro! Deu-lhe um título mesmo nosso, do Casteleiro: «Ó sino da minha aldeia»… Mas, atenção: este sino da foto já era… Leia tudo e saberá do que falo… OK?

O Sino da Minha Aldeia - Foto: António Marques, 1980  - Capeia Arraiana

O Sino da Minha Aldeia (Foto: António Marques, 1980)

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Casteleiro – Ruas e largos que falam connosco

Cada terra será assm também. Mas o que se passa com as ruas da minha aldeia que todas elas falam comigo e me contam histórias de há 60 anos? Vou repetir algo que sempre me surpreendeu: as ruas e os largos desta terra falam. É que falam mesmo… Pelo menos comigo…

Rua principal do Casteleiro - Capeia Arraiana

Aqui nasci. A Estrada fala muito comigo, claro…

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Casteleiro – A Serra d’Opa

Já contei nestas crónicas a lenda das três mouras encantadas que à noite estendem seus alvos lençóis no alto da Serra d’Opa. Mas são tantas as histórias que se contam que vale a pena rememorar algumas delas…

Serra D'Opa - Casteleiro - Capeia Arraiana

Serra D’Opa no Casteleiro

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Casteleiro – Brasão do Morgado de Santo Amaro

Como prometi na semana passada, hoje dedico esta crónica ao outro brasão da aldeia: o de Santo Amaro. Era um morgadio e dele e do seu titular, o Doutor Tavares de Mello, trago aqui várias opiniões que corroboram o que sempre ouvi dizer do grande proprietário: ele foi sem dúvida um «bon vivant».

Brasão em Santo Amaro - Casteleiro - Capeia Arraiana

Brasão em Santo Amaro no Casteleiro

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Casteleiro – Uma aldeia, dois brasões

Uma aldeia com dois solares brasonados… é qualquer coisa a não deixar passar em claro, certo? É mesmo desse tema que hoje me ocupo de novo. Gosto de chamar à colação este tipo de assuntos para recapitular a nossa História Local dos últimos 300 a 400 anos…

Brasão em Santo Amaro - Capeia Arraiana

Brasão em Santo Amaro

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Casteleiro – Comparar a Serra da Pena ao Centum Cellae

Há cinco anos, defendi aqui uma teoria que cada vez mais me convence. Com base em algumas comparações e duas ou três consultas históricas na Internet, concluía eu nessa altura que a arquitectura da Serra d’Opa, do séc. XX, teria sido inspirada na arquitectura do monumento Centum Cellae a alguns quilómetros em Gonçalo, Belmonte. Volto agora ao tema por outro caminho…

Hotel da Serra da Pena e o Monumento Nacional Centum Cellae - Capeia Arraiana

Hotel da Serra da Pena e o Monumento Nacional Centum Cellae (Fotos: D.R.)

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Casteleiro – Diferente mas igual com o seu encanto

O território do actual Concelho do Sabugal é muito diversificado. De aldeia para aldeia, de anexa para anexa, para lá e para cá do Côa, semelhanças e diferenças… Somos tão iguais e tão diferentes! Ou melhor: tão diferentes mas tão iguais!

Pôr-do-Sol no Casteleiro - Capeia Arraiana

Pôr-do-Sol no Casteleiro

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Casteleiro – Berço industrial de tecidos?

Em 2012, publiquei no «Capeia» uma crónica sobre esta temática apaixonante: aí defendi uma tese e regresso ao tema mais uma vez. Essa tese é a seguinte: a minha aldeia pode ter sido berço de indústrias ligadas aos tecidos – mas tudo terá acabado em nada por razões de comércio internacional. Se assim não fosse, hoje seríamos uma grande cidade industrializada – quem sabe…

Assim eram os campos de linho - Capeia Arraiana

Assim eram os campos de linho

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Antiga indústria dos tecidos

Há seis anos, publiquei aqui uma linhas exactamente sobre estes assuntos: fiação, tecelagem e tinturaria. Hoje, recordando tudo isso com saudade a propósito do Tinte… por onde se passava para ir para Cantargalo… senti necessidade de voltar aos mesmos temas – e desafiar o leitor a saber se na sua terra também havia estas «indústrias» antigas…

Tear de linho - Capeia Arraiana

Tear de linho

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Casteleiro – Assuntos de outros tempos

Dois temas bem antigos: um mais que o outro. Primeiro: a distribuição de correio na minha aldeia; segundo: o cultivo, tratamento e utilização do linho. Como já referi há meia dúzia de anos, estes assuntos interessam só a título de curiosidades históricas. Mas interessam, claro. Sobretudo a quem gosta da terra onde nasceu.

Marco de Correio - Capeia Arraiana

Marco de Correio

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Casteleiro – Filosofias populares

Depois da justa homenagem à nossa Lucindinha, chegou a altura de me virar novamente para as vivências populares e outros temas. Mesmo que em repetição é apenas um sublinhado, como quem dissesse: «Olhem que isto é importante.»

Festa no largo do Casteleiro - Capeia Arraiana

Festa no largo do Casteleiro

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Casteleiro – Mudámos de concelho há 163 anos

Hoje, reponho uma nota histórica que não me canso de repetir. A minha aldeia, Casteleiro, até 1855 (Reforma Administrativa de Mouzinho da Silveira), pertencia ao concelho de Sortelha, distrito de Castelo Branco.

Casteleiro no Mapa da Cova da Beira - Capeia Arraiana

Casteleiro no Mapa da Cova da Beira

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Casteleiro – Homenagem justa a Lucinda Pires (6)

Faz na próxima quarta-feira, 17 de Outubro, 11 anos que morreu a nossa conterrânea Lucinda Pires. Foi Professora, foi Autarca, foi Amiga. A todos faz falta. Quis assinalar os 11 anos do seu desaparecimento: fiz estas singelas seis crónicas de homenagem modesta, mas sentida.

Maria Lucinda Gouveia Pires - Capeia Arraiana

Maria Lucinda Gouveia Pires

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Casteleiro – Homenagem justa a Lucinda Pires (5)

O «Capeia» de Outubro de 2007 publicava esta nota triste: «Maria Lucinda Gouveia Pires, de 49 anos, antiga presidente da Junta de Freguesia do Casteleiro e ex-vereadora da Câmara Municipal do Sabugal, faleceu na madrugada de quarta-feira, 17 de Outubro, na sequência de acidente vascular cerebral». Falta uma semana e pouco para fazer 11 anos. Continuo hoje aqui uma série de algumas crónicas de homenagem justa e oportuna.

Lucinda Pires - Capeia Arraiana

Lucinda Pires

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Casteleiro – Homenagem justa a Lucinda Pires (4)

O «Capeia» de Outubro de 2007 publicava esta nota triste: «Maria Lucinda Gouveia Pires, de 49 anos, antiga presidente da Junta de Freguesia do Casteleiro e ex-vereadora da Câmara Municipal do Sabugal, faleceu na madrugada de quarta-feira, 17 de Outubro, na sequência de acidente vascular cerebral». Falta menos de um mês para fazer 11 anos. Continuo hoje aqui uma série de algumas crónicas de homenagem justa e oportuna.

Maria Lucinda Gouveia Pires - Capeia Arraiana

Maria Lucinda Gouveia Pires

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Homenagem justa a Lucinda Pires (3)

O «Capeia» de Outubro de 2007 publicava esta nota triste: «Maria Lucinda Gouveia Pires, de 49 anos, antiga presidente da Junta de Freguesia do Casteleiro e ex-vereadora da Câmara Municipal do Sabugal, faleceu na madrugada de quarta-feira, 17 de Outubro, na sequência de acidente vascular cerebral». Falta menos de um mês para fazer 11 anos. Continuo hoje aqui uma série de algumas crónicas de homenagem justa e oportuna.

Azulejos com o nome de Lucinda Pires - Capeia Arraiana

Biblioteca Escolar / Centro de Recursos Educativos do Teixoso tem o nome de Lucinda Pires

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Casteleiro – Homenagem justa a Lucinda Pires (2)

O «Capeia» de Outubro de 2007 publicava esta nota triste: «Maria Lucinda Gouveia Pires, de 49 anos, antiga presidente da Junta de Freguesia do Casteleiro e ex-vereadora da Câmara Municipal do Sabugal, faleceu na madrugada de quarta-feira, 17 de Outubro, na sequência de acidente vascular cerebral». Falta um mês para fazer 11 anos. Esta é a segunda de uma série de quatro crónicas de homenagem justa e oportuna.

Maria Lucinda Gouveia Pires - Capeia Arraiana

Maria Lucinda Gouveia Pires

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Casteleiro – Homenagem justa a Lucinda Pires (1)

O «Capeia» de Outubro de 2007 publicava esta nota triste: «Maria Lucinda Gouveia Pires, de 49 anos, antiga presidente da Junta de Freguesia do Casteleiro e ex-vereadora da Câmara Municipal do Sabugal, faleceu na madrugada de quarta-feira, 17 de Outubro, na sequência de acidente vascular cerebral». Falta um mês para fazer 11 anos. Inicio aqui uma série de quatro crónicas de homenagem justa e oportuna.

Lucinda Pires - Capeia Arraiana

Lucinda Pires

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Casteleiro – As profissões da aldeia

O que se passava antes de eu ter um mínimo de memória das coisas não sei. Mas como funcionava a nossa terra quando eu tinha os meus 6 a 10 anos?

Profissões no Casteleiro - Capeia Arraiana

Profissões no Casteleiro

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Casteleiro – Modos de falar de que gosto

O falar «casteleirês» não tem fim. Trago hoje mais uma dezena de expressões e de palavras para seu gáudio. É apenas mais uma pequena homenagem à geração que me precedeu. Com estas notas, queria apenas deixar alguns registos para memória futura – amanhã, e para seu prazer de leitura – hoje, agora.

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal

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Casteleiro – Os dias do Governo

«Dias do Governo» é uma expressão referente à técnica meteorológica popular de há muitos anos. Para saber do que se trata, tem de ler um pouco mais…

Falo de um tempo em que a Rua Direita era assim... - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Falo de um tempo em que a Rua Direita era assim…

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Casteleiro – Algumas notas oportunas

Há quem pense que Santo António é o Padroeiro da nossa Paróquia. Note que nem a Freguesia nem a aldeia têm padroeiros – mas sim as paróquias. Nem oragos: quem tem oragos são as igrejas e as capelas. Tudo isso vem a propósito de…

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal