Category Archives: A Minha Aldeia

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Casteleiro – Usucapião no concreto

Este título algo estranho refere-se à primeira história que aqui rememoro hoje. Em tempos idos, havia surpreendentemente vivências bem p’rà frentex… Hoje recordo duas delas, de cariz contrário. Mas ambas com muito carinho e satisfação, dada a belíssima vivência que me proporcionaram sempre. Leia e ajuíze por si mesmo…

Os «Italianos» são aqui

Os «Italianos» são aqui

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Casteleiro – Estórias de antanho…

Entre 2004 e os dias de hoje, já devo ter escrito mais de mil páginas sobre a minha aldeia. São descrições, memórias, histórias, modos de falar… É de tudo, a memória está cheia de tudo isso e salta facilmente para o teclado… Hoje, continuando esta repescagem, mais umas linhas escritas há 12 ou 13 anos. Espero que goste.

A música dos bailes era a da concertina...

A música nos bailes da aldeia era ao som da concertina…

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Casteleiro – Porquê este nome da aldeia?

Sempre me questionei: «Casteleiro», porquê? Hoje trago-lhe em reposição um texto muito aplaudido na altura lá na minha aldeia… E revejo o que escrevi sobre as festas do Elefante da Viagem descrita naqueles tempos de há mais de 10 anos por José Saramago, o Grande Saramago.

A Capela do Reduto é uma das provas: sempre houve bons pedreiros no Casteleiro (o meu avô era um deles...)

A Capela do Reduto é uma das provas. Sempre houve bons pedreiros no Casteleiro e o meu avô era um deles.

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Casteleiro – Terra de volfrâmio

Há quase 10 anos, deu-me para chamar à liça algumas recordações e relatos do tempo do volfrâmio. Melhor: do tempo da pequena exploração desse minério que a todos encantava, pelo que me contavam… A rubrica chamava-se «Memória». Hoje, trago-lhe aqui os três primeiros capítulos dessa saga. Divirta-se, por favor.

Freguesia do Casteleiro. Terras de Volfrâmio

Freguesia do Casteleiro. Terras de Volfrâmio

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Casteleiro – Mais algumas estórias antigas…

Toda a promessa deve ser cumprida. Prometi trazer-lhe material com mais de 13 anos de publicação. Alguns destes textos estão escritos há mais de 30 anos e cá estou a cumprir… divirta-se, por favor!

O futebol jogava-se mais ou menos assim...

O futebol jogava-se mais ou menos assim…

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Casteleiro – Vida simples e bonita do meu Povo

Nas últimas semanas tenho trazido aqui ao leitor textoszinhos simples que escrevi em 2006. Sempre que posso, volto a estes temas, pois eles mexem muito comigo… mas muito muito.

Aldeia do Casteleiro

Aldeia do Casteleiro

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Casteleiro – Estórias antigas com piada…

Tal como prometi, aqui tem mais algumas estórias do antigamente. Escritas de há mais de dez anos e que gosto muito de recordar e trazer de novo à ribalta. E fico muito satisfeito por ver que há quem ainda goste destas coisas de outros tempos…

Os cheiros da aldeia resultavam de muitos factores...

Os cheiros da aldeia resultavam de muitos factores…

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Casteleiro – Estórias do diabo…

Sinto cá dentro uma satisfação indescritível de cada vez que me ponho a rememorar as historietas da minha meninice. Hoje foi outra vez um desses dias. Divirta-se, como eu me divirto, por favor!.

A bonita torre sineira do Casteleiro

A bonita torre sineira do Casteleiro

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Casteleiro – Mezinhas para doenças

Há para aí uns 60 anitos, quando nós, os miúdos, tínhamos sarampo ou outra mazela qualquer, como é que os mais velhos e sobretudos as mães faziam para nos ajudarem? Leia e saiba mais umas coisas do antigamente….

Ervas medicinais são partes de plantas extraídas ou preparadas para benefícios da saúde

Ervas medicinais são partes de plantas extraídas ou preparadas para benefícios da saúde

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Casteleiro – Linguajar antigo com piada

Sempre me deliciou a maneira como os nossos mais velhos falam e falavam. Quanto mais entrava pelos estudos que fiz, mais percebia o que estava em cima da mesa quando alguém chegava e dizia: «A marrana anda barronda».

Gatcho – cacho de uvas

Gatcho – cacho de uvas

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Casteleiro – Profissões há 60 e tal anos

Há dias, por indução, referi esta peça escrita há 10 anos. Chegou a altura de a repor para si. A questão é: o que se passava antes de eu ter um mínimo de memória das coisas não sei. Mas como funcionava a nossa terra em termos de profissões quando eu tinha os meus 6 a 10 anos?

Igreja do Casteleiro - Capeia Arraiana

Igreja do Casteleiro

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Casteleiro – Há 60 e tal anos…

Há 65 anos, como era o dia-a-dia de um miúdo de 8 anos na minha aldeia… Ali por meados dos anos 50 do século XX (digamos, em 1956/57), como era a nossa vida no Casteleiro? O que fazíamos? Como nos divertíamos? Como era a escola? Brincávamos a quê?

Na escola era quase assim...

Na escola era quase assim…

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Casteleiro – A minha aldeia hoje na Net

Hoje vou transferir da Net para esta página algumas informações que podemos encontrar na Net. Conforta saber que a Net não passa ao lado da aldeia, digamos… Deu-me algum gozo fazer estas visitas neste sábado. Siga-me, por favor.

Brasão da Freguesia do Casteleiro no concelho do Sabugal

Brasão da Freguesia do Casteleiro no concelho do Sabugal

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Casteleiro – Carrola e Valverdinho

Hoje vamos recordar uma viagenzinha estrada fora: Casteleiro – Carrola – Santo Amaro – Valverdinho. Deixei aqui notas dessa viagem há três anos e muita gente me fala de vez em quando na Carrola e em Valverdinho. Vamos lá então…

Terrenos agrícolas são a paisagem natural da minha terra, o Casteleiro

Terrenos agrícolas são a paisagem natural da minha terra, o Casteleiro

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Casteleiro – A Senhora da Quinta

Não confundir com a Quinta da Senhora, que foi o última tema… Nas últimas semanas referimos as anexas e as quintas da aldeia. Depois, mais recentemente, começámos a falar de alguns dos magnatas mesmo que figuras populares. Foi o caso do Morgado de Santo Amaro, o Doutor de Santo Amaro. Chegou a vez: vamos agora referir a Quinta das Mimosas, a Vila Mimosa, ou melhor: os seus donos…

A Senhora da Quinta

A Senhora da Quinta

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Casteleiro – O Morgado de Santo Amaro

Falámos aqui, há umas semanitas, da Quinta de Santo Amaro. Faltou centrar-me no facto de o dono da Quinta ser nessa altura o Morgado e explicar um pouco da sua história. Chegou a hora de repetir algumas dessas notas…

Brasão do Morgado de Santo Amaro

Brasão do Morgado de Santo Amaro

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Casteleiro – Construção da igreja

Há uns bons oito a dez anitos, escrevi no blogue da minha terra umas linhas sobre o local de construção da igreja da aldeia. E aqui mesmo, já falei deste assunto há uns cinco anos. Sabe que esta igreja podia ter sido construída noutro local? E sabe por que razão foi construída onde está? Vamos lá averiguar isso tudo, OK?

Campanário da igreja do Casteleiro ao por-do-sol - Capeia Arraiana

Campanário da igreja do Casteleiro ao pôr-do-sol

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Casteleiro – A Quinta da Senhora

Recordo que as quintas anexas do Casteleiro eram: Gralhais, a Vila Mimosa (esta que hoje rememoro), o Anascer, a Carrola, e Santo Amaro.

Vila Mimosa no Casteleiro

Vila Mimosa no Casteleiro

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Casteleiro – Quinta de Santo Amaro

Tal como disse antes, são várias as quintas que compõem a Freguesia do Casteleiro. Esta de hoje – Quinta de Santo Amaro – julgo que seria na altura da minha infância a mais importante.

Quinta de Santo Amaro no Casteleiro - Capeia Arraiana

Quinta de Santo Amaro no Casteleiro

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Casteleiro – A Quinta de Valverdinho

As maiores quintas do Casteleiro são: Santo Amaro, Anascer, Carrola, Gralhais e Valverdinho. Na semana passada falei de Gralhais – e muita gente gostou de ler, pelo que sei. Vou então falar das outras quintas. Hoje falaremos de Valverdinho.

Quinta de Valverdinho no Google - Capeia Arraiana

Quinta de Valverdinho no Google

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Casteleiro – Quinta de Gralhais: saudades!

Recordo o que escrevi há uns anos e que publiquei quatro anos atrás sobre a Quinta de Gralhais. Não os acessos de hoje nem o casario que agora lá encontramos, mas sim a Quinta de Gralhais do Ti António Joaquim… Que saudades!!!!

Quinta de Gralhais no Casteleiro - Capeia Arraiana

Quinta de Gralhais no Casteleiro

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Casteleiro – Clima mesmo ameno

Tenho para mim uma pequena teoria que me parece consensual. O clima da minha aldeia é muito mais ameno do que o das outras terras do nosso Concelho. De vez em quando, faço umas comparações que me confirmam a teoriazita…

Com o Casteleiro lá bem ao fundo... - Capeia Arraiana

Com o Casteleiro lá bem ao fundo…

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – A Festa da Caça vem aí

A Festa da Caça vai realizar-se na minha aldeia a 18 e 19 deste mês. Reproduzo hoje o cartaz e a referência a algumas das iniciativas. Tudo retirado da fonte exclusiva que conheço: «Viver Casteleiro».

Festa da Caça no Casteleiro – 18 e 19 de Maio

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Casteleiro – A estória do Barroco Riscado

O Barroco Riscado é uma pequena formação rochosa que se pode encontrar ali logo a seguir ao Marneto. Contei-a há oito anos no «Viver Casteleiro» e depois também a trouxe para o «Capeia». É mais uma história de encantar.

Barroco Riscado no Casteleiro - Capeia Arraiana

Barroco Riscado no Casteleiro

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Casteleiro – Homenagem a JM Correia

Publico aqui hoje para si alguns comentários a extractos (que reproduzo) do capítulo dedicado ao Casteleiro no Livro «Terras de Riba-Côa – Memórias sobre o Concelho do Sabugal», de Joaquim Manuel Correia. Estes mesmos comentários já foram antes publicados em diversos suportes, incluindo o «Capeia». O livro referido foi editado em Lisboa, em 1946. Trata-se de uma edição póstuma. Julgo que pode ter sido escrito em 1904-1905. O autor nasceu em 1858 e morreu em 1945.

Memórias Sobre o Concelho do Sabugal - Joaquim Manuel Correia - Capeia Arraiana

Memórias Sobre o Concelho do Sabugal – Joaquim Manuel Correia

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Casteleiro – A construção da torre da igreja

Repito hoje para si esta nota histórica maravilhosa: conto a maneira como de um pequeno e rudimentar campanário a aldeia passou em certo momento a dispor de uma das mais belas e mais fantásticas torres de igreja.

Aldeia do Casteleiro - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Medidas antigas para sólidos e líquidos

Hoje trago em repetição algo que me fascina mesmo: que termos eram usados na medida de sólidos, de líquidos… e até da moeda – naqueles tempos heróicos da minha meninice? Espero que valha a pena recordar isto tudo… É um pouco longo, mas «necessidade obriga»: temos de ter a paciência de ler tudo, está bem?

Balança Decimal - Capeia Arraiana

Balança Decimal (Foto: D.R.)

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Casteleiro – As profissões na aldeia antiga

Em blogues que editei e neste mesmo nosso «Jornal», não me farto de referir as condições de vida e o modo de vida dos meus conterrâneos em tempos bem difíceis. E mesmo assim, na aldeia havia «artistas» e profissões de várias espécies – havia quase tudo o que era preciso para a aldeia funcionar. É sobre isso que hoje pode ler aqui algumas informações interessantes, acho eu…

Batata, melancia, feijão... - Capeia Arraiana

Batata, melancia, feijão…

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Casteleiro – Os anos das mudanças importantes

Há anos que venho defendendo, quer neste «jornal» quer noutros locais de promoção, o seguinte: entre 1950 e 1970 as tecnologias chegadas ao Casteleiro ajudaram a mitigar a vida dura da nossa terra – como de outras, claro. Leia, por favor, e veja do que falo…

Telefonia dos anos 60 - Capeia Arraiana

Telefonia dos anos 60

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Casteleiro – Os Italianos e a «Congra»

Hoje, trago-lhe a memória dos «Italianos» e a lembrança de dois «impostos» da Igreja sobre os seus fiéis: a «congra» e «avença». Por outro lado, a memória de um edifício do Casteleiro muito famoso na altura…

Aqui, eram os Italianos (depois, o café) - Capeia Arraiana

Aqui, eram os Italianos… Depois, o café

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Casteleiro – Mesmo ali ao pé da Serra d’Opa

Quando era pequeno, a Serra d’Opa era um fetiche. Quem não foi à Serra d’Opa, lá acima, bem lá ao pé do talefe nem é dali nem é nada… Hoje, volto a lembrar algumas lendas que nos contavam nesse tempo…

Quem nunca subiu ao talefe não sabe o que perdeu! - Capeia Arraiana

Quem nunca subiu ao talefe não sabe o que perdeu!

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Casteleiro – «Voz do Povo… Voz de Deus»

Esta semana deu-me para aqui. Vou tentar organizar algumas verdades gerais sempre enunciadas pela voz do Povo para mostrar que mesmo sem Escola, sem Liceu, sem Universidade, as pessoas sempre tiveram regras e modelos de vida para seguirem. E concluo mesmo que se trata de verdadeiros manuais da arte de bem viver. Leia e conclua por si…

Mas quem é que dantes não sabia tratar da sua agricultura? - Capeia Arraiana

Mas quem é que dantes não sabia tratar da sua agricultura?

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Casteleiro – O vale da Serra da Vila

Trago hoje em repetição para quem tenha interesse umas notas sobre outros locais muito encantadores da minha aldeia – agora para o outro lado: para a Serra da Vila de Sortelha. Até lhe trago a lenda do Barroco Riscado. Leia que vai ler e chorar por mais…

Vista geral - Vale da Serra da Vila - Capeia Arraiana

Vista geral – Vale da Serra da Vila (de Sortelha)

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Casteleiro – Terra de encanto, sempre!

Acho que a minha aldeia é a mais bonita do mundo. É só olhar para isto: a aldeia, a Serra, a igreja, as casas… tudo. Depois, mostro-lhe outros pontos de encanto na terra. Leia que vai gostar…

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal (Fotos: Viver Casteleiro) - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal (Foto: Viver Casteleiro)

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Casteleiro – O sino da minha aldeia

Fernando Pessoa escreveu este poema que hoje lhe trago e que sempre me pareceu ter sido escrito mesmo no Casteleiro! Deu-lhe um título mesmo nosso, do Casteleiro: «Ó sino da minha aldeia»… Mas, atenção: este sino da foto já era… Leia tudo e saberá do que falo… OK?

O Sino da Minha Aldeia - Foto: António Marques, 1980  - Capeia Arraiana

O Sino da Minha Aldeia (Foto: António Marques, 1980)

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Casteleiro – Ruas e largos que falam connosco

Cada terra será assm também. Mas o que se passa com as ruas da minha aldeia que todas elas falam comigo e me contam histórias de há 60 anos? Vou repetir algo que sempre me surpreendeu: as ruas e os largos desta terra falam. É que falam mesmo… Pelo menos comigo…

Rua principal do Casteleiro - Capeia Arraiana

Aqui nasci. A Estrada fala muito comigo, claro…

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Casteleiro – A Serra d’Opa

Já contei nestas crónicas a lenda das três mouras encantadas que à noite estendem seus alvos lençóis no alto da Serra d’Opa. Mas são tantas as histórias que se contam que vale a pena rememorar algumas delas…

Serra D'Opa - Casteleiro - Capeia Arraiana

Serra D’Opa no Casteleiro

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Casteleiro – Brasão do Morgado de Santo Amaro

Como prometi na semana passada, hoje dedico esta crónica ao outro brasão da aldeia: o de Santo Amaro. Era um morgadio e dele e do seu titular, o Doutor Tavares de Mello, trago aqui várias opiniões que corroboram o que sempre ouvi dizer do grande proprietário: ele foi sem dúvida um «bon vivant».

Brasão em Santo Amaro - Casteleiro - Capeia Arraiana

Brasão em Santo Amaro no Casteleiro

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Casteleiro – Uma aldeia, dois brasões

Uma aldeia com dois solares brasonados… é qualquer coisa a não deixar passar em claro, certo? É mesmo desse tema que hoje me ocupo de novo. Gosto de chamar à colação este tipo de assuntos para recapitular a nossa História Local dos últimos 300 a 400 anos…

Brasão em Santo Amaro - Capeia Arraiana

Brasão em Santo Amaro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Comparar a Serra da Pena ao Centum Cellae

Há cinco anos, defendi aqui uma teoria que cada vez mais me convence. Com base em algumas comparações e duas ou três consultas históricas na Internet, concluía eu nessa altura que a arquitectura da Serra d’Opa, do séc. XX, teria sido inspirada na arquitectura do monumento Centum Cellae a alguns quilómetros em Gonçalo, Belmonte. Volto agora ao tema por outro caminho…

Hotel da Serra da Pena e o Monumento Nacional Centum Cellae - Capeia Arraiana

Hotel da Serra da Pena e o Monumento Nacional Centum Cellae (Fotos: D.R.)