Category Archives: A Minha Aldeia

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Homenagem justa a Lucinda Pires (6)

Faz na próxima quarta-feira, 17 de Outubro, 11 anos que morreu a nossa conterrânea Lucinda Pires. Foi Professora, foi Autarca, foi Amiga. A todos faz falta. Quis assinalar os 11 anos do seu desaparecimento: fiz estas singelas seis crónicas de homenagem modesta, mas sentida.

Maria Lucinda Gouveia Pires - Capeia Arraiana

Maria Lucinda Gouveia Pires

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Homenagem justa a Lucinda Pires (5)

O «Capeia» de Outubro de 2007 publicava esta nota triste: «Maria Lucinda Gouveia Pires, de 49 anos, antiga presidente da Junta de Freguesia do Casteleiro e ex-vereadora da Câmara Municipal do Sabugal, faleceu na madrugada de quarta-feira, 17 de Outubro, na sequência de acidente vascular cerebral». Falta uma semana e pouco para fazer 11 anos. Continuo hoje aqui uma série de algumas crónicas de homenagem justa e oportuna.

Lucinda Pires - Capeia Arraiana

Lucinda Pires

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Homenagem justa a Lucinda Pires (4)

O «Capeia» de Outubro de 2007 publicava esta nota triste: «Maria Lucinda Gouveia Pires, de 49 anos, antiga presidente da Junta de Freguesia do Casteleiro e ex-vereadora da Câmara Municipal do Sabugal, faleceu na madrugada de quarta-feira, 17 de Outubro, na sequência de acidente vascular cerebral». Falta menos de um mês para fazer 11 anos. Continuo hoje aqui uma série de algumas crónicas de homenagem justa e oportuna.

Maria Lucinda Gouveia Pires - Capeia Arraiana

Maria Lucinda Gouveia Pires

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Homenagem justa a Lucinda Pires (3)

O «Capeia» de Outubro de 2007 publicava esta nota triste: «Maria Lucinda Gouveia Pires, de 49 anos, antiga presidente da Junta de Freguesia do Casteleiro e ex-vereadora da Câmara Municipal do Sabugal, faleceu na madrugada de quarta-feira, 17 de Outubro, na sequência de acidente vascular cerebral». Falta menos de um mês para fazer 11 anos. Continuo hoje aqui uma série de algumas crónicas de homenagem justa e oportuna.

Azulejos com o nome de Lucinda Pires - Capeia Arraiana

Biblioteca Escolar / Centro de Recursos Educativos do Teixoso tem o nome de Lucinda Pires

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Homenagem justa a Lucinda Pires (2)

O «Capeia» de Outubro de 2007 publicava esta nota triste: «Maria Lucinda Gouveia Pires, de 49 anos, antiga presidente da Junta de Freguesia do Casteleiro e ex-vereadora da Câmara Municipal do Sabugal, faleceu na madrugada de quarta-feira, 17 de Outubro, na sequência de acidente vascular cerebral». Falta um mês para fazer 11 anos. Esta é a segunda de uma série de quatro crónicas de homenagem justa e oportuna.

Maria Lucinda Gouveia Pires - Capeia Arraiana

Maria Lucinda Gouveia Pires

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Homenagem justa a Lucinda Pires (1)

O «Capeia» de Outubro de 2007 publicava esta nota triste: «Maria Lucinda Gouveia Pires, de 49 anos, antiga presidente da Junta de Freguesia do Casteleiro e ex-vereadora da Câmara Municipal do Sabugal, faleceu na madrugada de quarta-feira, 17 de Outubro, na sequência de acidente vascular cerebral». Falta um mês para fazer 11 anos. Inicio aqui uma série de quatro crónicas de homenagem justa e oportuna.

Lucinda Pires - Capeia Arraiana

Lucinda Pires

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – As profissões da aldeia

O que se passava antes de eu ter um mínimo de memória das coisas não sei. Mas como funcionava a nossa terra quando eu tinha os meus 6 a 10 anos?

Profissões no Casteleiro - Capeia Arraiana

Profissões no Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Modos de falar de que gosto

O falar «casteleirês» não tem fim. Trago hoje mais uma dezena de expressões e de palavras para seu gáudio. É apenas mais uma pequena homenagem à geração que me precedeu. Com estas notas, queria apenas deixar alguns registos para memória futura – amanhã, e para seu prazer de leitura – hoje, agora.

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Os dias do Governo

«Dias do Governo» é uma expressão referente à técnica meteorológica popular de há muitos anos. Para saber do que se trata, tem de ler um pouco mais…

Falo de um tempo em que a Rua Direita era assim... - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Falo de um tempo em que a Rua Direita era assim…

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Algumas notas oportunas

Há quem pense que Santo António é o Padroeiro da nossa Paróquia. Note que nem a Freguesia nem a aldeia têm padroeiros – mas sim as paróquias. Nem oragos: quem tem oragos são as igrejas e as capelas. Tudo isso vem a propósito de…

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – A Festa de Santo António

No Verão, desde há muito tempo, a terra enche-se de emigrantes e outros interessados em regressar ao torrão natal. Foi o meu trajecto nesta altura também durante dezenas e dezenas de anos, hoje infelizmente mais esfriado…

Festas de Santo António 2018 na freguesia do Casteleiro - Capeia Arraiana

Festas de Santo António 2018 na freguesia do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Assim se falava na minha aldeia

Bela ocupação deste espaço hoje com expressões genuínas das pessoas do Casteleiro de há 60 anos! O tema de hoje – Gramática Popular – é dos que mais me atraem.

«Acende o Rádio!» e «Apaga o Rádio» - Capeia Arraiana

«Acende o Rádio!» e «Apaga o Rádio»

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Etnografia ao vivo

Tenho sempre o mesmo cuidado: recordar as coisas do meu tempo de menino e dar-lhes a dignidade com que as sinto. Hoje fui buscar umas ideias aqui deixadas há uns anitos – e que acho que merecem não ser esquecidas… Veja se concorda comigo…

Torre sineira da Igreja do Casteleiro - Capeia Arraiana

Torre sineira da Igreja do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Gosto destes modos de falar

Não há como o ambiente de aldeia para a criação de expressões e modos de falar específicos. Hoje trago-lhes mais algumas expressões que soam ou pelo menos soavam nas ruas da aldeia quando eram mais habitadas.

Hoje, quem assim fala está no Lar... - Capeia Arraiana

Hoje, quem assim fala está no Lar…

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Palavras do meu tempo…

De vez em quando dão-nos estas vontades inadiáveis de recordar as coisas da nossa meninice. Hoje trago-lhe mais algumas palavras e realidades desses tempos áureos.

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Termos populares interessantes

Nunca me canso destes exercícios: conhecer uma palavra, estudar-lhe as origens, explicar isso e concluir que o Povo tem mais razão do que muitos pensam. Hoje, trago três exemplos disso, com ilustrações dignas de registo…

A Aldravi ou Aldrava das portas das aldeias - Capeia Arraiana

A Aldravi ou Aldrava das portas das aldeias

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – As tardes em «Cantragalo»

Com a minha família, corria as minhas tardes depois da escola ou para a Ribeira (a «R’bêra») ou para a Serra ou para «Cantragalo» (Cantargalo). É com este último destino que hoje repito algo que aqui editei há quatro ou cinco anos e que acho muito emocional para mim.

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Encantadores Dizeres do Povo

Não há dia em que cá em casa não se recordem dois ou três modos de falar da terra. E de cada vez que me ponho a explicar de onde vêm os termos e os modos de usar a palavra, fico sempre encantado.

Lar do Casteleiro - Capeia Arraiana

Festa no Lar do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – As ruas e os largos da terra

Em qualquer terra, as ruas e praças contam as estórias das gentes que as habitam e habitaram. As grandes ruas do Casteleiro são a Estrada e a Rua Direita. as há muitas mais e largos e até a Praça.

Aldeia do Casteleiro - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Unidades de medida antigas

Medir e pesar – questões hoje muito simples: ou é em litros ou é em quilos – e pronto… Mas nem sempre foi assim.

Medidas para líquidos - Capeia Arraiana

Medidas para líquidos

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Muita terra, pouca gente

Há cinco anos fiz um levantamento sobre área e população em terras do Concelho. Concluí que o Casteleiro é grande em área, mas que a população é pouca. E que está – ou melhor, estava – a diminuir mais do que na média do Concelho.

Torre sineira da Igreja Matriz do Casteleiro - Capeia Arraiana

Torre sineira da Igreja Matriz do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Os primeiros telefones

Este é um tema em que penso muitas vezes. Vejo a malta agarrada ao telemóvel, vejo os miúdos bem pequenitos mas já viciados em jogos da Net e outras benesses dos actuais telefones… e aí estão as imagens dos primeiros telefones da minha aldeia a tomar conta de tudo. Por isso, quis trazer-lhe aqui novamente um tema já falado há uns bons aninhos…

Equipamento telefónico do século passado - Capeia Arraiana

Equipamento telefónico PBX da década de 50 do século passado

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Largos e locais de interesse

Há uns tempos, dei-me ao prazer de escrever sobre os largos e outros locais da minha aldeia. Todas as terras têm os seus espaços icónicos, que é como quem diz: os mais emblemáticos. O Casteleiro não é excepção, claro. Ora leia…

Casteleiro - Capeia Arraiana

Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Uma história de espíritos de brincar

Era a brincar, mas ia saindo a sério. Um sapateiro do Casteleiro, meio com os copos, meio na paródia, tinha o hábito de fazer esse número de expulsar os diabos do corpo imaginário de uma vítima… Mas havia quem acreditasse e depois lhe pedisse mesmo que o fizesse a sério… e ele fazia.

Espíritos e... Espíritos - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Espíritos e… Espíritos

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro: o forno da aldeia – mais um ícone

Repito que os fornos da minha aldeia eram locais de encanto. O forno da minha aldeia! Há muitos anos, claro. Melhor: os fornos do Casteleiro. Fornos de cozer o pão, evidentemente. Eram fornos de uso colectivo, embora de propriedade particular. Um cheirinho a pão e bolos, que, meu Deus!…

Pão amassado no tabuleiro de madeira - Capeia Arraiana

Pão amassado no tabuleiro de madeira

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – A aldeia desandou em dois séculos?

O Casteleiro era «noutro local» há 250 anos? A aldeia desandou um pouco em dois séculos? É que, lendo com pormenor e com muita atenção as perguntas do Marquês e as respostas do Cura Leal, ficam algumas hesitações espalhadas pelo nosso cérebro fora… Hoje, dedico umas linhas a duas dessas dúvidas.

Casteleiro - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Como era no séc. XVIII?

Estamos em 1758. Os serviços do Marquês de Pombal lançaram um inquérito a todo o País. Quem responde são os curas de cada aldeia. Vamos hoje mais uma vez comparar as respostas às perguntas principais dadas pelos dois párocos: o do Casteleiro e o do Vale de Lobo.

Casteleiro - Capeia Arraiana

Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Quem foram os nossos antepassados?

Quem somos? De onde vimos? Quem foram os nossos antepassados? Ou seja: quando os Romanos aqui chegaram, quem éramos nós? E éramos filhos e netos de quem?

Lusitânia - Capeia Arraiana

Lusitânia

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Homenagem à Carteira da aldeia

Foi há 60 anos. Uma senhora já com alguma idade era Carteira na minha aldeia. Ia de porta em porta, de rua em rua para entregar as cartas a cada um. Merece esta minha simples homenagem de a recordar mais uma vez. Chamava-se Maria da Graça.

Marco do Correio na Aldeia - Capeia Arraiana

Marco do Correio nas aldeias da Beira Alta

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Frases populares muito engraçadas

Hoje, uma brincadeira séria. Vamos conhecer algumas interessantes expressões do nosso Povo no Casteleiro há mais de 60 anos. E vou tentar explicar (traduzo para quem não entenda) o que o Povo dizia e o que queria dizer.

Pôr-do-Sol no Casteleiro - Capeia Arraiana

Pôr-do-Sol no Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – O linho que se cultivava

Em tempos (há uns 300 e tal anos) houve no Casteleiro «fábricas» de tecidos. Uma parte desses tecidos eram certamente de linho. Eram tinturarias. Todos sabemos onde é o Tinte. Pois as tinturarias é que deram o nome a esses campos – a caminho de Cantargalo.

Cama com lençóis e almofadas de linho - Capeia Arraiana

Cama com lençóis e almofadas de linho

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – As palavras corrompidas

Janeiro quente traz o diabo no ventre – assim fala o nosso Povo na minha terra. Então e não é que este Janeiro veio morno e os meses seguintes são o que se vê???? Mas o Povo diz mais: Março, marçagão – de manhã Inverno, à tarde Verão. Ou: Abril, águas mil.

Honra lhes seja feita: eram estes nossos amigos que dantes assim falavam - Capeia Arraiana

Honra lhes seja feita… eram estes nossos amigos que dantes assim falavam

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Ofícios e artesanato nos anos 50

Quando eu era miúdo, havia na minha terra tantas pesosas a viver ou sobreviver de artesanato, que você nem imagina. E havia bastantes artistas (artesãos e técnicos do desenrascanço da altura). Penso muitas vezes nessa malta que desenrascava tudo o que a aldeia precisava. Apenas um ou outro vinham de fora, como é o caso do amola-tesouras ou de um ou outro latoeiro. De resto, era tudo «prata da terra»…

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Frases do nosso Povo

Sempre adorei duas coisas: conhecer o linguajar popular a fundo e saber ou estudar para saber qual a sua origem e qual a sua utilização correcta. Quero dizer: saber exactamente o que é que as pessoas querem significar com cada frase…

Procissão na Aldeia - Capeia Arraiana

Procissão na Aldeia

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Há mais de 100 anos

Joaquim Manuel Correia, em «Terras de Riba-Côa – Memórias sobre o Concelho do Sabugal» dedica meia dúzia de linhas à minha aldeia. Este era um livro que estava sempre à mão na minha casa, quando eu era jovem.

Casteleiro com a serra de Sortelha ao fundo - Capeia Arraiana

Casteleiro com a serra de Sortelha ao fundo

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Os cheiros da aldeia há 60 anos…

Os cheiros na aldeia – em qualquer aldeia de Portugal, tenho a certeza –, naqueles anos 50 e 60, são um elemento definidor de ambientes e de vivências. E marcam para toda a vida. Quero recordar tudo isto com o leitor bairrista como eu.

Rua Principal do Casteleiro - Capeia Arraiana

Rua Principal do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Os caminhos da minha infância

Falo hoje, mais uma vez, de dois dos caminhos que mais percorri na minha meninice. Recordá-los é entrar nos mais emocionais dos recantos das minhas memórias de infância… Vai perceber porquê.

Entrada para o Caminho do Caramelo - Casteleiro - Capeia Arraiana

Entrada para o Caminho do Caramelo

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Anos 30, um carro, uma viagem

Quando eu era pequeno, ouvia contar muitas histórias de pessoas ricas que tinham carros e que se comportavam de forma muito extraordinária, quase fora das regras… Esta é uma dessas histórias que de vez em quando me dominam e tenho de as recordar e com elas gozar a vida com quem me lê…

Automóvel dos anos 30 - Capeia Arraiana

Automóvel dos anos 30

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Anos 50, a panela de ferro e o resto

Retomo estas linhas para minha reflexão e de quem nem sequer imagina como se vivia há 50-60 anos na minha aldeia… Sobretudo: como era a vida das nossas mães nessa época de grandes carências a muitos níveis?

Panela de Ferro ao lume nas cozinhas da Beira Alta - Capeia Arraiana

Panela de Ferro ao lume nas cozinhas da Beira Alta

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Figuras populares da minha meninice

Acho que todas as terras têm aquelas figuras típicas que toda a gente conhece. O Casteleiro não foge a essa regra. Trago-lhe aqui alguns desses tipos populares da minha aldeia de há 50 anos. É mais uma vez uma simples homenagem minha a cada um deles.

Rua Principal do Casteleiro - Capeia Arraiana

Rua Principal do Casteleiro