Category Archives: A Minha Aldeia

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – «Voz do Povo… Voz de Deus»

Esta semana deu-me para aqui. Vou tentar organizar algumas verdades gerais sempre enunciadas pela voz do Povo para mostrar que mesmo sem Escola, sem Liceu, sem Universidade, as pessoas sempre tiveram regras e modelos de vida para seguirem. E concluo mesmo que se trata de verdadeiros manuais da arte de bem viver. Leia e conclua por si…

Mas quem é que dantes não sabia tratar da sua agricultura? - Capeia Arraiana

Mas quem é que dantes não sabia tratar da sua agricultura?

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – O vale da Serra da Vila

Trago hoje em repetição para quem tenha interesse umas notas sobre outros locais muito encantadores da minha aldeia – agora para o outro lado: para a Serra da Vila de Sortelha. Até lhe trago a lenda do Barroco Riscado. Leia que vai ler e chorar por mais…

Vista geral - Vale da Serra da Vila - Capeia Arraiana

Vista geral – Vale da Serra da Vila (de Sortelha)

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Terra de encanto, sempre!

Acho que a minha aldeia é a mais bonita do mundo. É só olhar para isto: a aldeia, a Serra, a igreja, as casas… tudo. Depois, mostro-lhe outros pontos de encanto na terra. Leia que vai gostar…

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal (Fotos: Viver Casteleiro) - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal (Foto: Viver Casteleiro)

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – O sino da minha aldeia

Fernando Pessoa escreveu este poema que hoje lhe trago e que sempre me pareceu ter sido escrito mesmo no Casteleiro! Deu-lhe um título mesmo nosso, do Casteleiro: «Ó sino da minha aldeia»… Mas, atenção: este sino da foto já era… Leia tudo e saberá do que falo… OK?

O Sino da Minha Aldeia - Foto: António Marques, 1980  - Capeia Arraiana

O Sino da Minha Aldeia (Foto: António Marques, 1980)

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Ruas e largos que falam connosco

Cada terra será assm também. Mas o que se passa com as ruas da minha aldeia que todas elas falam comigo e me contam histórias de há 60 anos? Vou repetir algo que sempre me surpreendeu: as ruas e os largos desta terra falam. É que falam mesmo… Pelo menos comigo…

Rua principal do Casteleiro - Capeia Arraiana

Aqui nasci. A Estrada fala muito comigo, claro…

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Casteleiro – A Serra d’Opa

Já contei nestas crónicas a lenda das três mouras encantadas que à noite estendem seus alvos lençóis no alto da Serra d’Opa. Mas são tantas as histórias que se contam que vale a pena rememorar algumas delas…

Serra D'Opa - Casteleiro - Capeia Arraiana

Serra D’Opa no Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Brasão do Morgado de Santo Amaro

Como prometi na semana passada, hoje dedico esta crónica ao outro brasão da aldeia: o de Santo Amaro. Era um morgadio e dele e do seu titular, o Doutor Tavares de Mello, trago aqui várias opiniões que corroboram o que sempre ouvi dizer do grande proprietário: ele foi sem dúvida um «bon vivant».

Brasão em Santo Amaro - Casteleiro - Capeia Arraiana

Brasão em Santo Amaro no Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Uma aldeia, dois brasões

Uma aldeia com dois solares brasonados… é qualquer coisa a não deixar passar em claro, certo? É mesmo desse tema que hoje me ocupo de novo. Gosto de chamar à colação este tipo de assuntos para recapitular a nossa História Local dos últimos 300 a 400 anos…

Brasão em Santo Amaro - Capeia Arraiana

Brasão em Santo Amaro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Comparar a Serra da Pena ao Centum Cellae

Há cinco anos, defendi aqui uma teoria que cada vez mais me convence. Com base em algumas comparações e duas ou três consultas históricas na Internet, concluía eu nessa altura que a arquitectura da Serra d’Opa, do séc. XX, teria sido inspirada na arquitectura do monumento Centum Cellae a alguns quilómetros em Gonçalo, Belmonte. Volto agora ao tema por outro caminho…

Hotel da Serra da Pena e o Monumento Nacional Centum Cellae - Capeia Arraiana

Hotel da Serra da Pena e o Monumento Nacional Centum Cellae (Fotos: D.R.)

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Diferente mas igual com o seu encanto

O território do actual Concelho do Sabugal é muito diversificado. De aldeia para aldeia, de anexa para anexa, para lá e para cá do Côa, semelhanças e diferenças… Somos tão iguais e tão diferentes! Ou melhor: tão diferentes mas tão iguais!

Pôr-do-Sol no Casteleiro - Capeia Arraiana

Pôr-do-Sol no Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Berço industrial de tecidos?

Em 2012, publiquei no «Capeia» uma crónica sobre esta temática apaixonante: aí defendi uma tese e regresso ao tema mais uma vez. Essa tese é a seguinte: a minha aldeia pode ter sido berço de indústrias ligadas aos tecidos – mas tudo terá acabado em nada por razões de comércio internacional. Se assim não fosse, hoje seríamos uma grande cidade industrializada – quem sabe…

Assim eram os campos de linho - Capeia Arraiana

Assim eram os campos de linho

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Antiga indústria dos tecidos

Há seis anos, publiquei aqui uma linhas exactamente sobre estes assuntos: fiação, tecelagem e tinturaria. Hoje, recordando tudo isso com saudade a propósito do Tinte… por onde se passava para ir para Cantargalo… senti necessidade de voltar aos mesmos temas – e desafiar o leitor a saber se na sua terra também havia estas «indústrias» antigas…

Tear de linho - Capeia Arraiana

Tear de linho

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Assuntos de outros tempos

Dois temas bem antigos: um mais que o outro. Primeiro: a distribuição de correio na minha aldeia; segundo: o cultivo, tratamento e utilização do linho. Como já referi há meia dúzia de anos, estes assuntos interessam só a título de curiosidades históricas. Mas interessam, claro. Sobretudo a quem gosta da terra onde nasceu.

Marco de Correio - Capeia Arraiana

Marco de Correio

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Filosofias populares

Depois da justa homenagem à nossa Lucindinha, chegou a altura de me virar novamente para as vivências populares e outros temas. Mesmo que em repetição é apenas um sublinhado, como quem dissesse: «Olhem que isto é importante.»

Festa no largo do Casteleiro - Capeia Arraiana

Festa no largo do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Mudámos de concelho há 163 anos

Hoje, reponho uma nota histórica que não me canso de repetir. A minha aldeia, Casteleiro, até 1855 (Reforma Administrativa de Mouzinho da Silveira), pertencia ao concelho de Sortelha, distrito de Castelo Branco.

Casteleiro no Mapa da Cova da Beira - Capeia Arraiana

Casteleiro no Mapa da Cova da Beira

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Homenagem justa a Lucinda Pires (6)

Faz na próxima quarta-feira, 17 de Outubro, 11 anos que morreu a nossa conterrânea Lucinda Pires. Foi Professora, foi Autarca, foi Amiga. A todos faz falta. Quis assinalar os 11 anos do seu desaparecimento: fiz estas singelas seis crónicas de homenagem modesta, mas sentida.

Maria Lucinda Gouveia Pires - Capeia Arraiana

Maria Lucinda Gouveia Pires

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Homenagem justa a Lucinda Pires (5)

O «Capeia» de Outubro de 2007 publicava esta nota triste: «Maria Lucinda Gouveia Pires, de 49 anos, antiga presidente da Junta de Freguesia do Casteleiro e ex-vereadora da Câmara Municipal do Sabugal, faleceu na madrugada de quarta-feira, 17 de Outubro, na sequência de acidente vascular cerebral». Falta uma semana e pouco para fazer 11 anos. Continuo hoje aqui uma série de algumas crónicas de homenagem justa e oportuna.

Lucinda Pires - Capeia Arraiana

Lucinda Pires

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Homenagem justa a Lucinda Pires (4)

O «Capeia» de Outubro de 2007 publicava esta nota triste: «Maria Lucinda Gouveia Pires, de 49 anos, antiga presidente da Junta de Freguesia do Casteleiro e ex-vereadora da Câmara Municipal do Sabugal, faleceu na madrugada de quarta-feira, 17 de Outubro, na sequência de acidente vascular cerebral». Falta menos de um mês para fazer 11 anos. Continuo hoje aqui uma série de algumas crónicas de homenagem justa e oportuna.

Maria Lucinda Gouveia Pires - Capeia Arraiana

Maria Lucinda Gouveia Pires

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Homenagem justa a Lucinda Pires (3)

O «Capeia» de Outubro de 2007 publicava esta nota triste: «Maria Lucinda Gouveia Pires, de 49 anos, antiga presidente da Junta de Freguesia do Casteleiro e ex-vereadora da Câmara Municipal do Sabugal, faleceu na madrugada de quarta-feira, 17 de Outubro, na sequência de acidente vascular cerebral». Falta menos de um mês para fazer 11 anos. Continuo hoje aqui uma série de algumas crónicas de homenagem justa e oportuna.

Azulejos com o nome de Lucinda Pires - Capeia Arraiana

Biblioteca Escolar / Centro de Recursos Educativos do Teixoso tem o nome de Lucinda Pires

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Homenagem justa a Lucinda Pires (2)

O «Capeia» de Outubro de 2007 publicava esta nota triste: «Maria Lucinda Gouveia Pires, de 49 anos, antiga presidente da Junta de Freguesia do Casteleiro e ex-vereadora da Câmara Municipal do Sabugal, faleceu na madrugada de quarta-feira, 17 de Outubro, na sequência de acidente vascular cerebral». Falta um mês para fazer 11 anos. Esta é a segunda de uma série de quatro crónicas de homenagem justa e oportuna.

Maria Lucinda Gouveia Pires - Capeia Arraiana

Maria Lucinda Gouveia Pires

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Homenagem justa a Lucinda Pires (1)

O «Capeia» de Outubro de 2007 publicava esta nota triste: «Maria Lucinda Gouveia Pires, de 49 anos, antiga presidente da Junta de Freguesia do Casteleiro e ex-vereadora da Câmara Municipal do Sabugal, faleceu na madrugada de quarta-feira, 17 de Outubro, na sequência de acidente vascular cerebral». Falta um mês para fazer 11 anos. Inicio aqui uma série de quatro crónicas de homenagem justa e oportuna.

Lucinda Pires - Capeia Arraiana

Lucinda Pires

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – As profissões da aldeia

O que se passava antes de eu ter um mínimo de memória das coisas não sei. Mas como funcionava a nossa terra quando eu tinha os meus 6 a 10 anos?

Profissões no Casteleiro - Capeia Arraiana

Profissões no Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Modos de falar de que gosto

O falar «casteleirês» não tem fim. Trago hoje mais uma dezena de expressões e de palavras para seu gáudio. É apenas mais uma pequena homenagem à geração que me precedeu. Com estas notas, queria apenas deixar alguns registos para memória futura – amanhã, e para seu prazer de leitura – hoje, agora.

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Os dias do Governo

«Dias do Governo» é uma expressão referente à técnica meteorológica popular de há muitos anos. Para saber do que se trata, tem de ler um pouco mais…

Falo de um tempo em que a Rua Direita era assim... - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Falo de um tempo em que a Rua Direita era assim…

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Algumas notas oportunas

Há quem pense que Santo António é o Padroeiro da nossa Paróquia. Note que nem a Freguesia nem a aldeia têm padroeiros – mas sim as paróquias. Nem oragos: quem tem oragos são as igrejas e as capelas. Tudo isso vem a propósito de…

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – A Festa de Santo António

No Verão, desde há muito tempo, a terra enche-se de emigrantes e outros interessados em regressar ao torrão natal. Foi o meu trajecto nesta altura também durante dezenas e dezenas de anos, hoje infelizmente mais esfriado…

Festas de Santo António 2018 na freguesia do Casteleiro - Capeia Arraiana

Festas de Santo António 2018 na freguesia do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Assim se falava na minha aldeia

Bela ocupação deste espaço hoje com expressões genuínas das pessoas do Casteleiro de há 60 anos! O tema de hoje – Gramática Popular – é dos que mais me atraem.

«Acende o Rádio!» e «Apaga o Rádio» - Capeia Arraiana

«Acende o Rádio!» e «Apaga o Rádio»

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Etnografia ao vivo

Tenho sempre o mesmo cuidado: recordar as coisas do meu tempo de menino e dar-lhes a dignidade com que as sinto. Hoje fui buscar umas ideias aqui deixadas há uns anitos – e que acho que merecem não ser esquecidas… Veja se concorda comigo…

Torre sineira da Igreja do Casteleiro - Capeia Arraiana

Torre sineira da Igreja do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Gosto destes modos de falar

Não há como o ambiente de aldeia para a criação de expressões e modos de falar específicos. Hoje trago-lhes mais algumas expressões que soam ou pelo menos soavam nas ruas da aldeia quando eram mais habitadas.

Hoje, quem assim fala está no Lar... - Capeia Arraiana

Hoje, quem assim fala está no Lar…

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Palavras do meu tempo…

De vez em quando dão-nos estas vontades inadiáveis de recordar as coisas da nossa meninice. Hoje trago-lhe mais algumas palavras e realidades desses tempos áureos.

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Termos populares interessantes

Nunca me canso destes exercícios: conhecer uma palavra, estudar-lhe as origens, explicar isso e concluir que o Povo tem mais razão do que muitos pensam. Hoje, trago três exemplos disso, com ilustrações dignas de registo…

A Aldravi ou Aldrava das portas das aldeias - Capeia Arraiana

A Aldravi ou Aldrava das portas das aldeias

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – As tardes em «Cantragalo»

Com a minha família, corria as minhas tardes depois da escola ou para a Ribeira (a «R’bêra») ou para a Serra ou para «Cantragalo» (Cantargalo). É com este último destino que hoje repito algo que aqui editei há quatro ou cinco anos e que acho muito emocional para mim.

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro no concelho do Sabugal

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Encantadores Dizeres do Povo

Não há dia em que cá em casa não se recordem dois ou três modos de falar da terra. E de cada vez que me ponho a explicar de onde vêm os termos e os modos de usar a palavra, fico sempre encantado.

Lar do Casteleiro - Capeia Arraiana

Festa no Lar do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – As ruas e os largos da terra

Em qualquer terra, as ruas e praças contam as estórias das gentes que as habitam e habitaram. As grandes ruas do Casteleiro são a Estrada e a Rua Direita. as há muitas mais e largos e até a Praça.

Aldeia do Casteleiro - Capeia Arraiana

Aldeia do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Unidades de medida antigas

Medir e pesar – questões hoje muito simples: ou é em litros ou é em quilos – e pronto… Mas nem sempre foi assim.

Medidas para líquidos - Capeia Arraiana

Medidas para líquidos

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Muita terra, pouca gente

Há cinco anos fiz um levantamento sobre área e população em terras do Concelho. Concluí que o Casteleiro é grande em área, mas que a população é pouca. E que está – ou melhor, estava – a diminuir mais do que na média do Concelho.

Torre sineira da Igreja Matriz do Casteleiro - Capeia Arraiana

Torre sineira da Igreja Matriz do Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Os primeiros telefones

Este é um tema em que penso muitas vezes. Vejo a malta agarrada ao telemóvel, vejo os miúdos bem pequenitos mas já viciados em jogos da Net e outras benesses dos actuais telefones… e aí estão as imagens dos primeiros telefones da minha aldeia a tomar conta de tudo. Por isso, quis trazer-lhe aqui novamente um tema já falado há uns bons aninhos…

Equipamento telefónico do século passado - Capeia Arraiana

Equipamento telefónico PBX da década de 50 do século passado

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Largos e locais de interesse

Há uns tempos, dei-me ao prazer de escrever sobre os largos e outros locais da minha aldeia. Todas as terras têm os seus espaços icónicos, que é como quem diz: os mais emblemáticos. O Casteleiro não é excepção, claro. Ora leia…

Casteleiro - Capeia Arraiana

Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Uma história de espíritos de brincar

Era a brincar, mas ia saindo a sério. Um sapateiro do Casteleiro, meio com os copos, meio na paródia, tinha o hábito de fazer esse número de expulsar os diabos do corpo imaginário de uma vítima… Mas havia quem acreditasse e depois lhe pedisse mesmo que o fizesse a sério… e ele fazia.

Espíritos e... Espíritos - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Espíritos e… Espíritos

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro: o forno da aldeia – mais um ícone

Repito que os fornos da minha aldeia eram locais de encanto. O forno da minha aldeia! Há muitos anos, claro. Melhor: os fornos do Casteleiro. Fornos de cozer o pão, evidentemente. Eram fornos de uso colectivo, embora de propriedade particular. Um cheirinho a pão e bolos, que, meu Deus!…

Pão amassado no tabuleiro de madeira - Capeia Arraiana

Pão amassado no tabuleiro de madeira