Category Archives: A Minha Aldeia

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Serra da Pena

A Serra da Pena é mais um dos nossos ícones. Na minha terra não há ninguém-ninguém que não tenha alguma vez sentido que ali naquela encosta do Chão da Pena algo muito especial se deverá ter passado. E, sim: passou-se muita coisa muito especial. Recordo a história de mais um ícone da minha infância.

Ruínas das Termas de Água de Radium e do Hotel Serra da Pena - Capeia Arraiana

Ruínas das Termas de Água de Radium e do Hotel Serra da Pena no Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Ícones da minha infância (2)

Hoje, a segunda lenda de encantar: a história de um rochedo enorme, a que o Povo sempre chamou o Barroco Riscado. Vamos saber o porquê de se chamar «riscado» e vamos conhecer a lenda que se contava sobre este Barroco. Para a semana, será a vez da Serra da Pena e das Águas Rádium. Certo?

Barroco Riscado - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Barroco Riscado

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Três ícones da minha infância

A minha primeira crónica aqui, no «Capeia», foi publicada na quarta-feira, 12 Janeiro de 2011. Há quase seis anos. É uma tarefa de que me orgulho com modéstia, mas com realismo. Hoje trago-lhe três ícones incontornáveis da aldeia na minha infância: o talefe da Serra d’ Opa, o Barroco Riscado e a Serra da Pena. Que bom poder voltar a recordar.

Casteleiro - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Figuras célebres do século XX

É com muto orgulho que hoje trago aqui a minha homenagem simples de casteleirense e de cidadão a três personagens da minha aldeia: o Sr. Ribas que foi administrador do Concelho do Sabugal (presidente da Câmara); o Dr. Guerra, abastado lavrador e dirigente local. Estes dois, há quase 100 anos. E ainda o Dr. Rosa, professor do Liceu e membro do Governo Regional dos Açores por uns meses.

Gazeta do Sabugal - Órgão dos Lavradores do Sabugal - Capeia Arraiana

Gazeta do Sabugal – Semanário Bairrista – Órgão dos Lavradores do Concelho
Director: Joaquim Mendes Guerra

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Hoje adoro feijão frade…

Esta semana fiquei todo satisfeito quando no fundo do prato de sopa de legumes encontrei três ou quatro feijões pequenos. Voltei anos atrás… E de repente lembrei-me que tinha escrito um texto há cinco ou seis anos sobre esta comida que hoje aprecio mas que quando era miúdo nem por isso…

Feijão frade - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Feijão frade

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Histórias da emigração (4)

Trago-lhe reflexos de mentalidades novas e de novos hábitos: a emigração no seu melhor, quando, parada a faina e a labuta incessante lá para os arredores de Paris, os emigrantes chegavam à terra e o ambiente se modificava a vários títulos… Tal como hoje: só que agora já ninguém estranha.

Renault 4 L - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Renault 4 L

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Histórias de emigração (3)

Haverá alguém no Casteleiro que não tenha na família um ou vários familiares que foram ou são emigrantes? Penso que não. E todos sabemos porquê: na minha aldeia vivia-se tão mal, tão mal… que qualquer sacrifício para atravessar a fronteira e o resto lá longe… tudo era melhor do que continuar assim a família – ou seja, os sacrifícios eram feitos em nome de um futuro melhor. E assim aconteceu. Valeu a pena.

Histórias de Emigração - José Carlos Mendes - Casteleiro - Capeia Arraiana

Imagem de «A Ilha dos Ausentes», o filme-surpresa de José Vieira (2016)

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Histórias de emigração (2)

Os nossos conterrâneos que emigraram nos anos 60 e 70 para a França sabem muito bem as razões que os obrigaram a essa aventura. O que muitos ignoram é que 40 anos antes disso, uma pequena vaga de emigração atingiu também as nossas aldeias. Mas sobretudo para a Argentina e menos para o Brasil e a Venezuela. Hoje trago uma história desses tempos de há cem anos…

Sabugalenses emigraram para a Argentina nos anos 40 do século passado - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Sabugalenses emigraram para a Argentina nos anos 40 do século passado

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Histórias de emigração (1)

Agosto é sempre o mês de a minha aldeia se encher de gente: todos os emigrantes procuram estar na aldeia alguns dias pelo menos. Por isso, lembrei-me de ressuscitar duas histórias de emigração.

As festas do mês de Agosto nas aldeias - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

As festas do mês de Agosto nas aldeias

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Casteleiro – Sabedoria popular

A Sabedoria do nosso Povo impressiona. Não foi adquirida em nenhuma escola se não na própria escola da vida. Séculos e séculos – e transmissão de geração em geração. Melhor que todos os compêndios escolares… Trago-lhe um caso impressionante: «Os dias do Governo».

Casteleiro - José Carlos Mendes - Capeia Arraiana

Casteleiro

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Casteleiro – O dia em que Eugénia Lima nos surpreendeu

Há quatro anos, na Festa desse ano, a acordeonista Eugénia Lima esteve na Festa de Santo António e tocou para nós. Este ano, a Festa foi muito diversificada, como se viu do programa. Hoje trago-lhe também uma lenda de um barroco mítico da minha aldeia. Delicie-se com esta leitura.

Eugénia Lima tocou no Casteleiro

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Casteleiro – A Festa de hoje e as medidas de antanho…

Adoro o assunto da crónica de hoje: dantes não se falava de quilos nem de litros para medir certos produtos. E os nomes e medidas variavam consoante se tratasse de líquidos ou de sólidos e, dentro deste último «ramo», conforme se tratasse de produtos grandes ou de grão… Já vamos explicar e perceber isso tudo – matéria que tem muita piada e nunca mais será igual…

Este é o pograma para o próximo fim-de-semana na minha Aldeia.
Três dias cheios de animação (amplie o cartaz e veja cada rubrica, por favor.

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Casteleiro – numa zona muito fértil

Isto aqui, na zona do Casteleiro, Moita e Vale, é mesmo um cantinho do Paraíso… Uma aldeia não vive isolada: liga-se o mais que pode em cada época aos povoados confinantes. Hoje como ontem, sempre foi assim. Estas notas foram escritas há exactamente quatro anos e revisitei-as hoje com prazer…

Apanha da azeitona, uma das riquezas do Casteleiro

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Casteleiro – Reviver a minha infância: coisa bonita

Esta semana reli e gostei de recordar algo que escrevi há cinco anos. Estas notas recordatórias referem-se a tempos passados que me parecem ser ontem, tal a vivacidade com que eles estão cravados na minha memória…

A geração anterior à minha está toda no Lar de São Salvador…

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Casteleiro – No tempo do minério…

Dantes, quando eu era miúdo, não havia serão em que não houvesse uma história «do tempo do minério». O tempo do minério tinha sido o El Dorado, o tempo mais rico e finalmente com menos miséria de muitos séculos anteriores. Por isso, ficou gravado, quase no ADN das pessoas da geração do minério (anterior à minha). Gosto de sublinhar isto para que não se pense que foi só folclore…

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Casteleiro – Crónica da boa disposição

Tudo o que me leva à minha aldeia de há 60 anos é muito agradável e encaro sempre cada lembrança com o mais tranquilo dos sorrisos. E muitas vezes tenho de vontade de contar muito mais coisas, referir muitos mais nomes dos meus vizinhos e amigos desses tempos de há tantos «séculos»…

Casteleiro

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Casteleiro – Falares sempre encantadores

«Cada terra com seu uso / Cada roca com seu fuso». Nada mais adequado do que este aforisma para situar a crónica recapitulativa de hoje: volto aos belos modos de falar da minha gente e repito o registo aqui feito há uns anitos… Ora leia:

Casteleiro

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Casteleiro – Modos de falar que me encantam

Um dia disse aqui que a minha aldeia não pára nunca. Ainda bem que alguma coisa mexe… Esta semana, depois de lhe ter trazido a Festa da Caça, trago-lhe a notícia de mais uma obra muito interessante, no Reduto. Mas antes disso, quero que se divirta com os modos de falar que mais me encantam naquela terra.

Casteleiro

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Casteleiro – Bairrismo até no jogo da bola

Um dia, deu-me para recordar um jogo de futebol como tantos que havia naquele tempo entre as aldeias vizinhas. Com alguma imaginação e muita vivência, escrevi nessa tarde algo como isto que segue. E depois veio uma interessante chuva de comentários que hoje reli e trago aqui outra vez…

Jogo de futebol

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Casteleiro – Recordar a Rádio Altitude

Naqueles idos de 1960 e muitos, a Rádio Altitude fazia companhia às meninas da terra. Mas também a Emissora Nacional e o Rádio Clube. Leia uma história aqui ficcionada mas que aconteceu de facto, quase de certeza…

Estúdio da Rádio Altitude da época a que me refiro ou pouco depois…

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Casteleiro – Minha Aldeia, minha terra

Talvez por ter sido Festa da Caça, deu-me a melancolia: lembrei-me da primeira edição da festa, há sete anos; e lembrei-me muito da escola – sempre presente em cada um de nós. As aulas, os professores, o quadro, a pedra e a pena… Ora leia e recorde também…

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Faz-me bem lembrar

A sabedoria popular, os mistérios da Serra d’Opa e também a recordação dos dias de noite escura na minha aldeia fazem hoje esta pequena crónica rememorativa. Para que não se esqueçam as lendas e as certezas do passado, a fim de que o futuro tenha onde assentar «os pés»…

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Casteleiro – Os Fornos dos Italianos

Recordo mais uma vez «Os Italianos», edifício muito especial e com grande impacto emocional em toda a minha meninice e juventude. Construído à entrada da II Guerra Mundial, nunca chegou a funcionar como «Fornos». Porquê?

Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Os encantos da Serra da Pena

A Festa da Caça aproxima-se. Comecemos a olhar para o programa. E hoje venho recordar algo que me encanta desde os 4 ou 5 anos quando lá ia tantas vezes com o meu pai: a Serra da Pena e os seus mitos…

Ruínas do hotel da Serra da Pena

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Casteleiro – Recordar as coisas muito boas

Dois tópicos maravilhosos da meninice hoje aqui em recordação: a lareira, o fogo, as panelas, as conversas e as brincadeiras de pequenos e graúdos. E também os bailes do Terreiro de São Francisco dos tempos da minha juventude (embora pela escrita de outra pessoa…). Entre na carruagem e divirta-se com as suas próprias memórias também.

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José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Primeira casa da aldeia?

Abril e Maio são meses de lendas. Hoje decidi honrar os nossos antepassados da minha aldeia recordando algumas lendas em que eles piamente acreditaram. É bom recordar essas estórias que encheram as cabeças de há uns séculos a esta parte. E assim fica explicada a origem da primeira casa da minha aldeia…

O beijo eterno

O beijo eterno

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Falas da sabedoria do Povo

A minha «vidração» com as maneiras de falar do meu Povo não tem limites. Em cada dia que passa vou lembrando centenas de expressões que às vezes penso que ninguém da Ponte para lá entende. Mas se calhar engano-me…

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José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Expressões populares

Uma das coisas que mais me divertiram sempre na minha aldeia foram as maneiras populares de dizer as coisas. Lembro-me de em miúdo andar a perguntar sempre o significado das expressões que ouvia. Hoje trago-lhe meia dúzia para se divertir também.

Casteleiro

Casteleiro

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Casteleiro – Com o mundo na palma da minha mão

Quem não teve o seu mundo na palma da mão quando tinha seis ou sete anos? Eu tive. Nem concebia mais mundo fora dali nem mais realidades fora das minhas. Tudo isso nos marca: somos pela vida fora boa parte do que fomos nessas idades de ouro, de inocência e leveza…

Casteleiro

Casteleiro

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Casteleiro – Recordo coisas belas

Gosto de voltar atrás no tempo e recordar como era a minha geração ali pelos anos 50 – e gosto de recontar algumas histórias que ouvia quando era «menino e moço» por aqueles vales e serras…

Tear

Tear

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Casteleiro – O interior das casas antigas

Há alguns anos que me sinto dominado pelo «habitat» das casas da minha infância. As pessoas com mais de 40 anos, de certeza que todas se lembram destes dois «enfeites» das nossas casas: o alçapão e o postigo. É a essas aberturas especiais que me dedico hoje outra vez… Gostei de revisitar estas escritas. Você também vai gostar de ler…

O postigo de uma casa antiga

O postigo de uma casa antiga

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Casteleiro – Presto as minhas homenagens

Nesta crónica, basicamente, várias homenagens: uma aos heróis que precederam o 25 de Abri, aqueles que a 16 de Março de 74 tentaram derrubar Marcello a partir das Caldas da rainha; outra aos companheiros que procuram manter a tradição do Bucho Raiano – e de caminho, como que a talhe de foice, ao Restaurante Casa da Esquila que no Casteleiro recebeu a Confraria com todas as honras – já sei; e, finalmente, hoje apeteceu-me prestar aqui a minha homenagem singela a uma família de artistas de há 60 anos e que muitas vezes vinham ao Casteleiro: Delfim Pedro Paixão e a sua Troupe.

A Confraria do Bucho Raiano no Casteleiro

A Confraria do Bucho Raiano no Casteleiro

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Casteleiro – Entre serras e com neve

Quem me lê hoje dirá lá para si próprio que eu ando obcecado com a Serra d’ Opa. E é verdade: na minha terra nascemos e vemos logo a serra. Aquele vale está aliás cercado de serras: esta, o Cabeço Pelado, a Serra da Vila, a Serra do Mosteiro / Santo Estêvão… e, lá ao fundo, a mãe de todas as serras: a Serra da Estrela. Gosto de olhar as serras de baixo. Nasci assim.

A invernia no Casteleiro

A invernia no Casteleiro

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Casteleiro – Minha terra, meu orgulho

Cada um gosta mais da sua terra do que de qualquer outra. Legitimamente. Mas eu acho que o Casteleiro tinha e tem coisas do arco da velha que qualquer um se orgulharia de poder dizer da sua aldeia também. Hoje deixo aqui mais algumas dessas minhas boas razões em toda a minha vida presentes na minha conversa com amigos… Leia e conclua por si.

Cegonhas

Cegonhas

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Casteleiro – Falas bonitas do Povo

Não há duas maneiras de o dizer: gosto de ouvir, perceber a fundo e explicar os modos de falar do meu Povo aldeão. Se consigo recuar uns séculos ou mesmo vinte para tentar saber a raiz da coisa, mais feliz me sinto… Hoje trago-lhe dois ou três exemplos surpreendentes. Leia e divirta-se o mais que puder, recordando também as formas de falar do Povo da sua própria aldeia.

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José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Aldeia com neve esta semana

A par da recordação de pessoas e de histórias de outros tempos, uma recordação de saudade: a neve na minha aldeia. Esta semana repetiu-se esse cenário para mim mítico…

Neve no Casteleiro

Neve no Casteleiro

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – À vista da Estrela

Hoje deu-me para ter saudades da Serra da Estrela e da neve que quase sempre se vê cá de baixo, do vale em que encaixa a minha aldeia… Deu-me para elogiar a vista que nos acompanha desde que nascemos. Deu-me para elogiar essa vista – como se de uma dádiva da Natureza se tratasse. E se calhar até é!

Festa da Caça - edição de 2017

Festa da Caça – edição de 2017

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Uma aldeia que resiste

A vida volta à aldeia de cada vez que os emigrantes regressam. Mas também, relativamente embora, de cada vez que um mercado ou uma feira ocupam as bermas das ruas e dos largos.

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José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – Terra de encanto, sim!

Há quem não saiba que o Hino da minha terra começa assim: «Ó Casteleiro, terra de encanto». E é mesmo! Se não, leia-me semana a semana e conclua.

Casteleiro visto do alto da Serra d'Opa

Casteleiro visto do alto da Serra d’Opa

José Carlos Mendes - A Minha Aldeia - © Capeia Arraiana

Casteleiro – A Minha Aldeia, de facto: mesmo minha

Os cheiros, os jogos, as quintas. Realidades inseparáveis de uma aldeia. Recordar belos tempos, boas imagens. Assim quero comemorar os primeiros seis anos de colaboração neste «jornal» local.

Quinta da Senhora

Quinta da Senhora