Category Archives: Abitureira

Brasão Município Odivelas - © Capeia Arraiana

Maria Máxima Vaz – Prémio Beatriz Ângelo 2017

A Professora Doutora, Maria Máxima Vaz, natural da Abitureira no concelho do Sabugal, foi agraciada com o prémio Beatriz Ângelo em cerimónia realizada no Centro de Exposições de Odivelas no passado dia 8 de Março, Dia Internacional da Mulher.

Maria Máxima Vaz - Prémio Beatriz Ângelo - Câmara Odivelas - Capeia Arraiana

Maria Máxima Vaz foi distinguida com o Prémio Beatriz Ângelo 2017 da Câmara Municipal de Odivelas
(Foto: Odivelas Notícias)

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

Máxima Vaz apresenta «Por Terras d’El Rei D. Dinis»

«Uma Lição de História» junto ao túmulo do Rei Dom Dinis no mosteiro de Odivelas. A Doutora Maria Máxima Vaz apresenta a sua última obra «Por Terras de El Rei Dom Dinis» e celebra o nascimento do Rei Lavrador. A reportagem é da autoria da OdivelasTv.



jcl com OdivelasTV

Hoje destacamos... - © Capeia Arraiana (orelha)

Máxima Vaz apresenta «Por Terras de El Rei D. Dinis»

A historiadora sabugalense Maria Máxima Vaz apresenta este domingo, 9 de Outubro, no Mosteiro de São Dinis e São Bernardo, em Odivelas, a sua mais recente obra «Por Terras de El Rei D. Dinis». O livro vai ser apresentado pelo dr. Paulo Alexandre Loução e é editado pela Chiado Editora especialista na publicação de autores portugueses e brasileiros contemporâneos sendo neste momento a maior editora em Portugal neste segmento.

Por Terras de El Rei D. Dniis - Maria Máxima Vaz - Capeia Arraiana

Por Terras de El Rei D. Dniis – Maria Máxima Vaz

Hoje destacamos... - © Capeia Arraiana (orelha)

Um bismulense na I Guerra Mundial

O sítio «Portugal 1914», espaço interactivo dedicado às memórias da participação de Portugal na I Guerra Mundial, apresenta a história de José Joaquim Fernandes, um militar nascido na Bismula, concelho do Sabugal, que serviu em África durante o conflito.

José Joaquim Fernandes

José Joaquim Fernandes

Paulo Leitão Batista - Contraponto - © Capeia Arraiana (orelha)

Recuperar os moinhos tradicionais

Já aqui falámos de outras vezes na importância de recuperar e preservar o património do concelho do Sabugal e do papel crucial que a Câmara Municipal pode ter nesse processo. Desta feita abordaremos a premente necessidade de valorizar os moinhos tradicionais que se encontram junto aos cursos de água em estado de perfeita ruína.

Um moinho em ruínas na Abitureira

Um moinho em ruínas na Abitureira

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

Os forais Manuelinos

«Foral ou Carta de Foral é um diploma concedido pelo rei ou por um senhorio laico ou eclesiástico a determinada terra, contendo normas que disciplinam as relações dos seus povoadores ou habitantes entre si e destes com a entidade outorgante.» (Mário Júlio de Almeida Costa, professor de Direito na Universidade de Coimbra).

Forais Manuelinos - Maria Máxima Vaz - Capeia Arraiana

Comemorações dos 500 anos dos Forais Manuelinos

Confraria Bucho Raiano - Capeia Arraiana (orelha)

Confraria do Bucho homenageia Natália Bispo

Sob o lema «À mesa com D. Dinis», realiza-se no dia 14 de Fevereiro, sábado de Carnaval, o VI Capítulo da Confraria do Bucho Raiano, que inclui no programa uma homenagem à confreira recentemente falecida Natália Bispo. A cerimónia capitular inclui uma demonstração de judo, um momento musical, a habitual oração de sapiência, a entronização de novos confrades e conta no final com a intervenção do Presidente do Turismo Centro, Pedro Machado.

cartaz capitulo

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

Um prelado aristocrata na Diocese da Guarda

D. Rodrigo de Moura Teles foi Bispo da Guarda de 1694 até 1703, ano em que foi nomeado Arcebispo de Braga. Pertencia a famílias da alta nobreza. Era filho do segundo conde de Vale dos Reis, capitão general do Algarve, D. Nuno de Mendonça e da condessa D. Luísa de Castro e Moura. Foi o segundo filho na linha masculina e herdou o brasão dos Moura, sua família materna. Foi um homem de cultura e acção, competente e dedicado no desempenho de todos os cargos que lhe foram atribuídos, tanto civis como religiosos.

D. Rodrigo Moura Teles - Bispo da Guarda (1690-1703) e Arcebispo de Braga (1704-1728)

D. Rodrigo Moura Teles – Bispo da Guarda (1690-1703) e Arcebispo de Braga (1704-1728)

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

«Ide vê-las» é uma estorieta sem fundamento

Muito se tem acusado o Rei D. Dinis de infidelidade. Inventam-se anedotas, estórias, apontam o dedo acusador. Em Odivelas inventou-se uma dessas estórias, que se junta ao coro dos acusadores. O que realmente foi a vida conjugal do Casal Real, ninguém sabe, mas há indícios de o Rei não ser tão culpado como muitos querem. A Rainha Santa tinha ideais que seu esposo terá respeitado. Porque vinha tanto a Odivelas? Há explicações que não passam pela infidelidade de que pretendem culpá-lo.

Odivelas Antiga - Maria Máxima Vaz - Capeia Arraiana

Odivelas Antiga

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

Túmulo do Rei D. Dinis foi aberto em 1938

O Rei D. Dinis escolheu a Igreja do Mosteiro Cisterciense de Odivelas para sua última morada. Indicou mesmo o local – a meio, entre a capela-mor e o coro. Para que a sua vontade fosse cumprida, fez essa declaração no seu testamento. Assim se cumpriu. Naquele local e naquele Igreja foi depositado o seu corpo quando o cortejo fúnebre chegou, vindo de Santarém. Era um mausoléu majestoso. O primeiro a ter uma estátua jacente. O primeiro a ficar dentro de um lugar sagrado. Estava cercado de grades altas de ferro terminando em escudetes nas pontas dos balaústres com as armas de Portugal, e cruzes da Ordem de Cristo. Um dossel cobria-o em toda a sua dimensão.

Túmulo de El Rei D. Dinis - Maria Máxima Vaz - Capeia Arraiana

Túmulo de El Rei D. Dinis foi aberto em 1938

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

Adelaide Cabete – Médica, Republicana e Sufragista

Pela modéstia do seu nascimento nada fazia prever que Adelaide Cabete viesse a ser uma das médicas mais notáveis do princípio do século passado. Grande como profissional, grande como cidadã. A República teve nela uma das maiores defensoras dos ideais de progresso e justiça social. Empenhou-se seriamente na saúde pública e na cultura popular. Podemos afirmar, sem exagero, que não houve injustiça a que fosse indiferente, nem causa justa que não a encontrasse pronta para a acção.

Adelaide Cabete - Maria Máxima Vaz - Odivelas - Capeia Arraiana

Instituto Feminino de Educação e Trabalho em Odivelas

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

As primeiras Universidades da Europa

Tenho ouvido e lido afirmações erradas acerca da antiguidade da nossa Universidade de Coimbra dizendo que é a mais antiga da Europa. É realmente muito antiga, mas não tanto e, muito menos, a mais antiga da Europa. Quando foi criada, já existiam, pelo menos e tanto quanto sei, vinte Universidades no velho continente.

Gravura antiga da Universidade de Sorbonne - Paris - Maria Máxima Vaz - Capeia Arraiana

Gravura antiga da Universidade de Sorbonne em Paris

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

A espera dos toiros na Calçada de Carriche

É um facto! Por terras de D. Dinis, o toiro de lide é rei. Nas terras de Riba Coa realizam-se as famosas Capeias; no Ribatejo criam-se os bravos toiros; em Lisboa sempre houve festa brava, mesmo antes de construída a Praça do Campo Pequeno. Datam desse tempo as esperas dos toiros que vinham para as touradas no Campo de Santana, as quais tinham lugar junto à estalagem Nova Sintra, ao fundo da Calçada de Carriche. Também aqui são terras de D. Dinis.

Condução de toiros desde Odivelas pela Calçada de Carriche. Na imagem pode ver-se a Igreja do Campo Grande. Litografia de Júlio A. Rocha . Col. Museu da Cidade

Condução de toiros desde Odivelas pela Calçada de Carriche. Na imagem pode ver-se
a Igreja do Campo Grande. Litografia de Júlio A. Rocha. Col. Museu da Cidade

Literatura - Capeia Arraiana (orelha)

Máxima Vaz apresenta livro de Madre Paula

«Madre Paula – Mulher de Deus, Amante do Rei» é o título do romance histórico da autoria de Patrícia Müller sobre a «paixão proibida» entre o Rei D. João V e uma das mais famosas freiras de Odivelas. «D. João V sempre teve uma predilecção por mulheres bonitas, acumulou paixões e aventuras. Mas Paula Tereza Silva foi o seu grande amor. Permaneceram juntos, secretamente, mais de uma década e chegaram mesmo a ter um filho.» O livro foi apresentado esta quarta-feira, 9 de Julho, pela doutora Maria Máxima Vaz e pelo jornalista Pedro Rolo Duarte no cenário intimista e contemplativo do ventre da Mãe d’Água, às Amoreiras, em Lisboa.

Apresentação do livro Madre Paula - Mãe d'Água das Amoreiras - Patrícia Müller, Pedro Rolo Duarte e Maria Máxima Vaz -  Capeia Arraiana

Apresentação do livro «Madre Paula» na Mãe d’Água das Amoreiras
Maria Máxima Vaz, Patrícia Müller e Pedro Rolo Duarte

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

Tratado de Versailles é levado ao Parlamento

Em homenagem aos homens do concelho do Sabugal que foram mobilizados para a guerra de 1914-1918, alguns dos quais eu ainda conheci, dou conhecimento das tomadas de posição do governo português para minimizar o sofrimento deles e de suas famílias e honrar a memória dos que não voltaram. O Tratado de Paz que pôs fim à Grande Guerra de 1914-1918, foi assinado em Versailles, no dia 28 de Junho de 1919. Faz hoje 95 anos.

Parlamento Portugal - Capeia Arraiana

Parlamento de Portugal

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

Escola Profissional Agrícola D. Dinis da Paiã

Os males da Grande Guerra de 1914-1918 deram origem à fundação de uma Escola Profissional Agrícola, em Terras de D. Dinis e à qual foi posto o nome do Rei Lavrador. Uma justa homenagem ao Rei que mandou arrotear terras, secar pântanos, plantar vinhas, montados, pinhais e não esqueceu os súbditos mais necessitados. Uma Escola para crianças que a Guerra de 1914-18 tornou órfãos. A Escola Agrícola D. Dinis tinha o objectivo de garantir a sobrevivência dos órfãos de guerra, preparando-os para uma profissão digna: Agricultores.

Escola Profissional Agrícola D. Dinis na Paiã em Odivelas - Foto gentilmente cedida por Escola Profissional Agrícola D. Dinis

Escola Profissional Agrícola D. Dinis na Paiã em Odivelas
Foto gentilmente cedida por Escola Profissional Agrícola D. Dinis

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

I Grande Guerra – Indemnizações aos aliados

Terminada a Primeira Grande Guerra de 1914-1918 e assinado o tratado de Versailles, os Aliados exigiram à Alemanha indemnizações dos prejuízos causados pela guerra. Para fazer a avaliação e decidir os montantes a pagar, foi nomeada uma Comissão, de cujo trabalho foram conhecidos os resultados em 1920.

Basileia - Maria Máxima Vaz - Capeia Arraiana

Cidade suíça de Basileia

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

Republicanas notáveis – Carolina Beatriz Ângelo

Carolina Beatriz Ângelo nasceu na Guarda, na freguesia de São Vicente, às 19 horas do dia 16 de Abril de 1878 e faleceu em Lisboa a 3 de Outubro de 1911.

Carolina Beatriz Ângelo - Mária Máxima Vaz - Capeia Arraiana

Ana de Castro Osório (à esquerda) com Carolina Beatriz Ângelo (à direita)

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Memórias sobre o Concelho do Sabugal (62)

:: :: VILA DO TOURO (3) :: :: O livro «Terras de Riba-Côa – Memórias sobre o Concelho do Sabugal», escrito há mais de um século por Joaquim Manuel Correia, é a grande monografia do concelho. A obra fala-nos da história, do património, dos usos e dos costumes das nossas terras, pelo que decidimos reproduzir a caracterização de cada uma das aldeias nos finais do século XIX, altura em que o autor escreveu as «Memórias».

Casa antiga de Vila do Touro

Casa antiga de Vila do Touro

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

Mosteiro de São Dinis e São Bernardo de Odivelas

O Rei D. Dinis mandou construir este mosteiro na sua quinta de Vale de Flores em Odivelas onde tinha um Paço Real. Edificou-se entre 1295 e 1305. As monjas de Cister habitaram-no de 1296 até 1888. De 1889 a 1901 funcionou como anexo do Hospital Escolar de São José, acolhendo os doentes inválidos. Em 1902 foi entregue ao Exército para ali funcionar o Instituto de Odivelas.

Mosteiro São Dinis e São Bernardo - Instituto de Odivelas - Capeia Arraiana

Mosteiro São Dinis e São Bernardo – Instituto de Odivelas

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

O túmulo do Rei D. Dinis

D. Dinis mandou fazer o seu próprio túmulo, deixou dito no testamento o edifício onde queria que o colocassem e indicou até o lugar na igreja. Foi o primeiro sarcófago a ser depositado dentro de um lugar sagrado e o primeiro a ter a estátua jacente de um rei. Os dois primeiros reis estão em Santa Cruz de Coimbra e com D. Afonso II o Panteão Real passou a ser o Mosteiro de Alcobaça. D. Dinis escolheu a igreja do Mosteiro de São Dinis em Odivelas, onde ainda se encontra, podendo ser visitado.

Túmulo de D. Dinis no Mosteiro de São Dinis em Odivelas - Maria Máxima Vaz - Capeia Arraiana

Túmulo de D. Dinis no Mosteiro de São Dinis em Odivelas – Maria Máxima Vaz

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

D. Dinis – Túmulo da filha Infanta Maria Afonso (1)

O que nos dizem os Cronistas e os Historiadores: «Teve elrei D. Dinis duas filhas bastardas, ambas do nome de Maria, uma que se conservou no século, outra que foi recolhida no mosteiro de Odivelas.» Foi esta a primeira informação que tive sobre a Infanta sepultada em Odivelas. Nenhuma outra certeza completava esta. Borges de Figueiredo no seu livro «O Mosteiro e Odivelas – Casos de Reis – Memórias de Freiras» teceu algumas conjecturas por confirmar ainda hoje.

Túmulo da Infanta Dona Maria Afonso, filha natural do Rei D. Dinis, no Mosteiro de São Dinis e São Bernardo em Odivelas - Foto: Capeia Arraiana

Túmulo da Infanta Dona Maria Afonso, filha natural do Rei D. Dinis,
no Mosteiro de São Dinis e São Bernardo em Odivelas – Capeia Arraiana

Manuel Leal Freire - © Capeia Arraiana

Poetando – Abitureira

«Poetando» é a coluna de Manuel Leal Freire no Capeia Arraiana, na qual aos domingos vai publicando poemas inéditos, cada um dedicado a uma aldeia do concelho do Sabugal. Nesta edição o escritor e poeta dedica um soneto à Abitureira, freguesia da Vila do Touro.

Confraria Bucho Raiano - Capeia Arraiana (orelha)

«100 Fugas» visitam Mosteiro de Odivelas

A Marmelada de Odivelas e o Bucho Raiano do Sabugal vestiram-se a rigor e «deram-se a provar» durante a visita do clube cultural «100 Fugas» ao Mosteiro de Odivelas. Para conduzir a viagem histórica, desde D. Dinis até às meninas do Instituto de Odivelas, os visitantes tiveram o privilégio de ser guiados pela doutora Maria Máxima Vaz.

Visita 100Fugas ao Mosteiro de Odivelas - Confraria da Marmelada - Confraria do Bucho Raiano Sabugal - Capeia Arraiana
Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

D. Dinis – À mesa com o Rei

Nesta época natalícia, período do ano em que mais atenção prestamos à mesa, procurando que a gastronomia tradicional esteja presente nas principais refeições, pareceu-me oportuno sabermos alguma coisa do que se comia no tempo do Rei D. Dinis.

Refeição no palácio real . Capeia Arraiana

Refeição no palácio real

Freguesia de Quadrazais - Sabugal - © Capeia Arraiana (orelha)

Estudo da vida e obra de Nuno de Montemor (4)

O livro «Subsídios para o estudo da vida e obra de Nuno de Montemor» mandado editar pela Câmara Municipal da Guarda no centenário do nascimento do escritor-padre de Quadrazais (16 de Dezembro de 1981) é composto pelos dois ensaios que obtiveram os primeiros prémios. Associando-se à feliz iniciativa da Junta de Freguesia de Quadrazais vamos divulgar no Capeia Arraiana um dos ensaios premiados pela autarquia guardense da autoria da historiadora sabugalense Maria Máxima Vaz. O estudo inclui cartas inéditas de Nuno de Montemor. (Parte 4 de 4.)

Casa onde nasceu Nuno de Montemor - Quadrazais - Sabugal - Capeia Arraiana (foto: Natália Bispo)

Casa onde nasceu Nuno de Montemor – Quadrazais – Sabugal – Capeia Arraiana (Foto: Natália Bispo)

Freguesia de Quadrazais - Sabugal - © Capeia Arraiana (orelha)

Estudo da vida e obra de Nuno de Montemor (3)

O livro «Subsídios para o estudo da vida e obra de Nuno de Montemor» mandado editar pela Câmara Municipal da Guarda no centenário do nascimento do escritor-padre de Quadrazais (16 de Dezembro de 1981) é composto pelos dois ensaios que obtiveram os primeiros prémios. Associando-se à feliz iniciativa da Junta de Freguesia de Quadrazais vamos divulgar no Capeia Arraiana um dos ensaios premiados pela autarquia guardense da autoria da historiadora sabugalense Maria Máxima Vaz. O estudo inclui cartas inéditas de Nuno de Montemor. (Parte 3 de 4.)

Maria Mim e Rapazes e Moças da Estrela - Nuno de Montemor - Capeia Arraiana

Maria Mim e Rapazes e Moças da Estrela – Nuno de Montemor – Capeia Arraiana

Freguesia de Quadrazais - Sabugal - © Capeia Arraiana (orelha)

Estudo da vida e obra de Nuno de Montemor (2)

O livro «Subsídios para o estudo da vida e obra de Nuno de Montemor» mandado editar pela Câmara Municipal da Guarda no centenário do nascimento do escritor-padre de Quadrazais (16 de Dezembro de 1981) é composto pelos dois ensaios que obtiveram os primeiros prémios. Associando-se à feliz iniciativa da Junta de Freguesia de Quadrazais vamos divulgar no Capeia Arraiana um dos ensaios premiados pela autarquia guardense da autoria da historiadora sabugalense Maria Máxima Vaz. O estudo inclui cartas inéditas de Nuno de Montemor. (Parte 2 de 4.)

Amor de Deus e da Terra e Flávio - Nuno de Montemor - Capeia Arraiana

Amor de Deus e da Terra e Flávio – Nuno de Montemor

Freguesia de Quadrazais - Sabugal - © Capeia Arraiana (orelha)

Estudo da vida e obra de Nuno de Montemor (1)

O livro «Subsídios para o estudo da vida e obra de Nuno de Montemor» mandado editar pela Câmara Municipal da Guarda no centenário do nascimento do escritor-padre de Quadrazais (16 de Dezembro de 1981) é composto pelos dois ensaios que obtiveram os primeiros prémios. Associando-se à feliz iniciativa da Junta de Freguesia de Quadrazais vamos divulgar no Capeia Arraiana um dos ensaios premiados pela autarquia guardense da autoria da historiadora sabugalense Maria Máxima Vaz. O estudo inclui cartas inéditas de Nuno de Montemor. (Parte 1 de 4.)

Subsídios para o estudo da vida e obra de Nuno de Montemor - Maria Máxima Vaz - Capeia Arraiana

Subsídios para o estudo da vida e obra de Nuno de Montemor – Maria Máxima Vaz

Personalidade do Ano 2013 - Maria Máxima Vaz - Capeia Arraiana

Personalidade do Ano 2013 – Maria Máxima Vaz

A historiadora sabugalense Maria Máxima Vaz é a escolha do Capeia Arraiana para «Personalidade do Ano 2013». A eleita sucede a Pinto Monteiro (2007), António Robalo (2009), Santinho Pacheco (2010), Manuel António Pina (2011) e José Soares Ricardo (2012).

Maria Máxima Vaz - Personalidade do Ano 2013 - Capeia Arraiana

Maria Máxima Vaz – Personalidade do Ano 2013 – Capeia Arraiana

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

D. Dinis – A nacionalização das Ordens Militares

Pelo que se pode saber através de documentos da época, os freires e comendas, bem como os castelos e a generalidade dos bens santiaguistas nacionais, sofriam avultados prejuízos pelo facto de a cabeça da ordem se encontrar em Castela, sendo raramente visitados pelos superiores, no que isso significava de relaxação de costumes e de uma gestão defeituosa de recursos.

Cavaleiros Templários nas Cruzadas - Maria Máxima Vaz - Capeia Arraiana

Cavaleiros Templários nas Cruzadas (ilustração: D.R.)

Confraria Bucho Raiano - Capeia Arraiana (orelha)

Capítulo da Confraria da Marmelada no Mosteiro

– «Divina!» –, exclamaram em uníssono os 18 novos confrades entronizados após saborearem o cubo de marmelada conventual. A cerimónia do III Capítulo e Entronização da Confraria da Marmelada de Odivelas teve lugar na Sala do Tecto Bonito do Mosteiro de São Dinis e São Bernardo testemunhada por representações de confrarias gastronómicas de todo o País e por entidades e personalidades do concelho. A Oração de Sapiência esteve a cargo da confreira honorária Prof.ª Doutora Maria Máxima Vaz que «deu a provar verbalmente» os doces conventuais da região. O programa incluiu um cortejo inédito de todas as confrarias pelas ruas da cidade de D. Dinis. A Confraria do Bucho Raiano do Sabugal esteve representada com oito confrades e um acompanhante.

III Capítulo Confraria Marmelada Odivelas - Capeia Arraiana
Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

D. Dinis – Medidas políticas para centralizar o poder

É do conhecimento geral que, na Idade Média, os senhores nobres tinham privilégios que nem os reis podiam desrespeitar, dentro dos seus domínios. Esta realidade enfraquecia o poder real e era causa de muitas guerras, conflitos sociais e injustiças.

D. Dinis - Cortes - Capeia Arraiana

Cortes

«A luta travada entre a coroa e os detentores do poder senhorial constitui, de facto, um dos aspectos mais marcantes do reinado e da actuação política de D. Dinis. Demonstrando uma grande capacidade de decisão, utilizou os instrumentos ao seu dispor para fazer prevalecer a sua vontade e demonstrou que não hesitava em pegar em armas quando era necessário para atingir os seus objectivos.»

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

D. Dinis – Negociar a Concordata com a Santa Sé

O rei D. Dinis herdou uma questão melindrosa com a Santa Sé. Difícil de resolver, como naquele tempo eram todas as questões com o papado. Com a sua habilidade diplomática, soube gerir os interesses em confronto, dando aos bispos portugueses o encargo de iniciarem a solução do processo, embora supervisionado sempre pelo rei, para não fugir ao seu controlo.

Papa Nicolau IV - Maria Máxima Vaz - Por Terras de D. Dinis - Capeia Arraiana

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

D. Dinis – Bom poeta e mau marido?

Como ficou dito e provado na última crónica, o rei D. Dinis teve, pelo menos, sete filhos naturais. Por essa razão se considera que foi um marido infiel e daí, mau marido. Coloco à consideração dos leitores factos que permitirão julgar se é justo chamar-lhe mau marido. Que não era mau já ficou provado. Que não impedia a rainha de ser caridosa, também. Resta-me tentar compreender o que causou a fama de bom poeta e marido infiel.

Catedral da cidade de Albi - Sul de França - Capeia Arraiana

Catedral da cidade de Albi – Sul de França (foto: D.R.)

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

D. Dinis – Dois filhos legítimos e sete naturais

O conhecimento que temos, até hoje, acerca dos filhos do Rei D. Dinis, foi obtido a partir dos cronistas e completado com documentos da Chancelaria deste nosso Rei. Não há dúvidas quanto aos filhos que nasceram do seu casamento com a Rainha Santa Isabel. Foram eles, a Infanta D. Constança, que veio a ser Rainha de Castela e o Infante D. Afonso, depois rei de Portugal. E do casamento real não houve mais filhos. Além destes filhos legítimos, teve o Rei D. Dinis sete filhos naturais, que foram: Afonso Sanches, Pedro Afonso, João Afonso, Fernão Sanches, D. Maria Afonso, um segundo Pedro Afonso e mais uma segunda Maria Afonso. Há dois Infantes sobre os quais existem dúvidas, se seriam filhos de D. Dinis ou de D. Afonso III, cujos nomes são: Fernando Afonso e Martim Afonso.

Túmulo de D. Pedro Afonso, 3.º Conde de Barcelos, filho natural do Rei D. Dinis - Igreja de S. João Baptista de Tarouca - 3,28m x 1,78m x 1,22m - Pesa 13 toneladas - Tem esculpidas cenas de caça ao javali. Nesta face, é cacada a pé. Na face de lá, é uma caçada a cavalo - Capeia Arraiana

Túmulo de D. Pedro Afonso, 3.º Conde de Barcelos, filho natural do Rei D. Dinis
Igreja de S. João Baptista de Tarouca – Dimensões: 3,28m x 1,78m x 1,22m – Peso: 13 toneladas
Tem esculpidas cenas de caça ao javali. Nesta face, é caçada a pé. Na face de lá, é uma caçada a cavalo (foto: D.R.)

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

D.Dinis – Rei com grande sentido de responsabilidade

Em situações de conflito o Rei D. Dinis nunca optou pela guerra. Nem sempre conseguiu evitá-la. Os dois casos mais graves tiveram como protagonistas familiares que se queriam apoderar do trono. Um deles foi seu irmão, o Infante D. Afonso, mais novo que o Rei. O outro foi seu próprio filho Afonso IV que pretendeu destronar o Rei seu pai.

Rainha Santa Isabel em Alvalade - Capeia Arraiana

Rainha Santa Isabel em Alvalade

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

D. Dinis – Protegeu pobres e desvalidos do seu Reino

Contrariamente ao que a tradição popular tem vindo a repetir, D. Dinis criou obras de assistência e olhou pelos súbditos mais necessitados. Foi um rei caridoso, como se prova com as instituições que fundou e com as disposições testamentárias que destinam verbas para assistência aos mais humildes.

Claustro do Silêncio no Mosteiro de Alcobaça - Construído por D. Dinis - Capeia Arraiana

Claustro do Silêncio no Mosteiro de Alcobaça – Construído por D. Dinis

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

Serpa, Moura, Mourão e Noudar – Terras recuperadas

Serpa, Moura, Mourão e Noudar são vilas que foram conquistadas pelo nosso primeiro Rei, D. Afonso Henriques, perdidas posteriormente e retomadas, anos depois, por D. Sancho II. Passaram indevidamente à posse de Castela por escambos que as Ordens Militares fizeram com Afonso X, e voltaram à posse de Portugal no ano de 1295, graças à capacidade diplomática de D. Dinis, quando negociou o acordo na Guarda. Foi esta a única cláusula que o Rei de Castela cumpriu. Tudo o resto que foi ali acordado nesse ano, só com o Tratado de Alcanises é que se veio a cumprir.

Ruínas do Castelo de Monforte, junto ao Rio  Côa no lugar de Bizarril, freguesia de Colmeal, concelho de Figueira de Castelo Rodrigo

Ruínas do Castelo de Monforte, junto ao Rio Côa no lugar de Bizarril,
freguesia de Colmeal, concelho de Figueira de Castelo Rodrigo (foto: D.R.)

Por Terras de D. Dinis - Maria Máxima Vaz - © Capeia Arraiana

D. Dinis – Medidas de fomento

El Rei D. Dinis desenvolveu todas as áreas de produção: a agricultura, a pesca e a exploração de minérios, com o objectivo de ter um reino autossuficiente, para ser independente. Não importar bens de consumo exigia o cultivo integral do território sem virar as costas ao mar. O lavrador e o pescador tinham de alimentar Portugal.

Rei D. Dinis e Rainha Santa Isabel - Capeia Arraiana

Rei D. Dinis e Rainha Santa Isabel (foto: D.R.)