Category Archives: Termas do Cró

Colégio Externato do Sabugal - Capeia Arraiana

Cró recebe antigos alunos do Sabugal

No dia 29 de Abril o Hotel Rural do Cró recebe o décimo primeiro encontro dos ex alunos, professores e funcionários do antigo Colégio do Sabugal (Externato Secundário do Sabugal).

START

Paulo Leitão Batista - Contraponto - © Capeia Arraiana (orelha)

O Plano de Pormenor do Cró

A Câmara Municipal do Sabugal anda há anos a investir nas Termas do Cró, mas só agora, com o processo de elaboração do Plano de Pormenor e a revisão do PDM, está a criar as condições para o fazer em plena legalidade.

Parque Termal do Cró

Parque Termal do Cró

Ramiro Matos - Sabugal Melhor - © Capeia Arraiana (orelha)

Sete milhões no Parque Termal do Cró!

O Plano de Pormenor do Parque Termal do Cró (PTC) agora em discussão pública prevê investimentos superiores a 7 milhões de euros!

Plano de Pormenor do Cró é projeto-âncora

Plano de Pormenor do Cró é projeto-âncora

Câmara Municipal Sabugal - © Capeia Arraiana

Plano de Pormenor do Cró em discussão pública

Está em fase de discussão pública, pelo prazo de 20 dias, o projecto de elaboração do Plano de Pormenor do Parque Termal do Cró, apresentado pela Câmara Municipal do Sabugal.

O antigo balneário das Termas do Cró

O antigo balneário das Termas do Cró

Paulo Leitão Batista - Contraponto - © Capeia Arraiana (orelha)

A viabilidade das Termas do Cró (3)

As Termas do Cró podem contribuir para trazer mais gente ao concelho do Sabugal, podendo ao mesmo tempo beneficiar do efeito atractivo de outras potencialidades. A chave é interagir com a região, trabalhando em rede e tirando partido de projectos de investigação e desenvolvimento.

Termas do Cró

Termas do Cró

Paulo Leitão Batista - Contraponto - © Capeia Arraiana (orelha)

A viabilidade das Termas do Cró (2)

Para melhorar a atractividade das Termas do Cró, agora equipadas com uma unidade hoteleira de quatro estrelas, é fundamental aproveitar todo o seu potencial, tirando nomeadamente partido da história das antigas Caldas, quando os mais abastados do concelho do Sabugal e das terras limítrofes ali iam a banhos.

O pontão e as ruínas do antigo balneário apalaçado

O pontão e as ruínas do antigo balneário apalaçado

Paulo Leitão Batista - Contraponto - © Capeia Arraiana (orelha)

A viabilidade das Termas do Cró (1)

A recente inauguração de uma unidade hoteleira nas termas do Cró melhora a atractividade da estância e potencia o seu desenvolvimento, situação de que pode beneficiar todo o concelho do Sabugal. Há porém um conjunto de acções complementares que é necessário colocar em prática para que o Cró tenha viabilidade.

O Município do Sabugal deve reforçar o apoio às Termas

O Município do Sabugal deve reforçar o apoio às Termas

Ramiro Matos - Sabugal Melhor - © Capeia Arraiana (orelha)

Hotel Rural do Cró – mais uma oportunidade

A inauguração do hotel rural do Cró é uma boa notícia para o Concelho do Sabugal e constitui mais uma oportunidade para a afirmação do Concelho enquanto destino de visitação.

O hotel cria condições para captar novos visitantes

O hotel cria condições para captar novos visitantes

Rapoula do Côa - Capeia Arraiana

Hotel do Cró vai finalmente abrir

No sábado, dia 13 de Junho, pelas 10 horas, será oficialmente inaugurado o Hotel Rural das Termas do Cró, na Rapoula do Côa, concelho Sabugal, dois anos e meio após o início da construção.

O Cró Hotel Rural

O Cró Hotel Rural

Câmara Municipal Sabugal - © Capeia Arraiana

Contratações e ajustes no Município do Sabugal (24)

O Capeia Arraiana está a publicar as contratações da Câmara Municipal do Sabugal e de entidades públicas que, por ajuste directo, envolvam o concelho sabugalense desde as eleições autárquicas de Setembro de 2013 até Dezembro de 2014. As regras da contratação pública previstas no Código dos Contratos Públicos aplicam-se a todo o sector público administrativo tradicional: o Estado, as Autarquias Locais, as Regiões Autónomas, os Institutos Públicos, as Fundações Públicas, as Associações Públicas e as Associações de que façam parte uma ou várias pessoas colectivas referidas anteriormente. :: DEZEMBRO de 2013 ::

Marcação de Estradas

Marcação horizontal de estradas (Foto: D.R.)

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Memórias sobre o Concelho do Sabugal (41)

:: :: RAPOULA – Caldas do Cró :: :: O livro «Terras de Riba-Côa – Memórias sobre o Concelho do Sabugal», escrito há mais de um século por Joaquim Manuel Correia, é a grande monografia do concelho. A obra fala-nos da história, do património, dos usos e dos costumes das nossas terras, pelo que decidimos reproduzir a caracterização de cada uma das aldeias nos finais do século XIX, altura em que o autor escreveu as «Memórias».

Igreja Matriz da Rapoula do Côa - Capeia Arraiana

Igreja Matriz da Rapoula do Côa (foto: rapazão)

Manuel Leal Freire - © Capeia Arraiana

Poetanto – Cró

«Poetando» é a coluna de Manuel Leal Freire no Capeia Arraiana, na qual aos domingos vai publicando poemas inéditos, cada um dedicado a uma aldeia do concelho do Sabugal. Porém nesta edição o escritor e poeta dedica um soneto não a uma aldeia, mas a um lugar emblemático do concelho: o Cró.

Câmara Municipal Sabugal - © Capeia Arraiana

Contratações e ajustes no Município do Sabugal (15)

O Capeia Arraiana está a publicar as contratações da Câmara Municipal do Sabugal e de entidades públicas que, por ajuste directo, envolvam o concelho sabugalense entre Janeiro de 2012 e Dezembro de 2013. As regras da contratação pública previstas no Código dos Contratos Públicos aplicam-se a todo o sector público administrativo tradicional: o Estado, as Autarquias Locais, as Regiões Autónomas, os Institutos Públicos, as Fundações Públicas, as Associações Públicas e as Associações de que façam parte uma ou várias pessoas colectivas referidas anteriormente. :: MARÇO de 2013 ::

Câmara Municipal Sabugal - © Capeia Arraiana

Contratações e ajustes no Município do Sabugal (13)

O Capeia Arraiana está a publicar as contratações da Câmara Municipal do Sabugal e de entidades públicas que, por ajuste directo, envolvam o concelho sabugalense entre Janeiro de 2012 e Dezembro de 2013. As regras da contratação pública previstas no Código dos Contratos Públicos aplicam-se a todo o sector público administrativo tradicional: o Estado, as Autarquias Locais, as Regiões Autónomas, os Institutos Públicos, as Fundações Públicas, as Associações Públicas e as Associações de que façam parte uma ou várias pessoas colectivas referidas anteriormente. :: JANEIRO de 2013 ::

Câmara Municipal Sabugal - © Capeia Arraiana

Contratações e ajustes no Município do Sabugal (12)

O Capeia Arraiana retoma a publicação das contratações da Câmara Municipal do Sabugal e de entidades públicas que, por ajuste directo, envolvam o concelho sabugalense entre Janeiro de 2012 e Dezembro de 2013. As regras da contratação pública previstas no Código dos Contratos Públicos aplicam-se a todo o sector público administrativo tradicional: o Estado, as Autarquias Locais, as Regiões Autónomas, os Institutos Públicos, as Fundações Públicas, as Associações Públicas e as Associações de que façam parte uma ou várias pessoas colectivas referidas anteriormente. DEZEMBRO de 2012

Retrospectiva do Ano - 2012 - © Capeia Arraiana

Ano 2012 em revista

O ano que está prestes a findar foi marcado pela crise económica e social que o país atravessa e pelas medidas de austeridade sucessivamente impostas aos portugueses. A nível local, o mais marcante foram as peripécias em torno da empresa municipal Sabugal+ e os sucessivos erros da Câmara e consequente suspensão de obras. O ano 2012 ficou também registado, em termos noticiosos, pela jornada da volta a Portugal em bicicleta no concelho do Sabugal, as buscas da PJ na Câmara, o derrube de árvores centenárias no centro histórico da cidade, o processo de extinção de freguesias, o encerramento do tribunal do Sabugal, a morte inesperada do escritor Manuel António Pina. Já no final do ano falou-se nos nomes dos candidatos que encabeçarão as listas para as eleições autárquicas de 2013. Vamos revisitar as principais notícias que destacaram o Sabugal e a região durante o ano.

Retrospectiva 2012 - © Capeia Arraiana

Retrospectiva 2012 – Capeia Arraiana

Câmara Municipal Sabugal - © Capeia Arraiana

Contratações e ajustes no Município do Sabugal (5)

O Capeia Arraiana está a publicar as contratações da Câmara Municipal do Sabugal e de entidades públicas que, por ajuste directo, envolvam o concelho sabugalense entre Janeiro de 2012 e Dezembro de 2013. As regras da contratação pública previstas no Código dos Contratos Públicos aplicam-se a todo o sector público administrativo tradicional: o Estado, as Autarquias Locais, as Regiões Autónomas, os Institutos Públicos, as Fundações Públicas, as Associações Públicas e as Associações de que façam parte uma ou várias pessoas colectivas referidas anteriormente. MAIO de 2012.

Câmara avança com Plano de Pormenor do Cró

António dos Santos Robalo, Presidente da Câmara Municipal do Sabugal tornou pública a deliberação da decisão tomada pela Câmara no dia 6 de Junho, no sentido da elaboração do Plano de Pormenor do Parque Termal do Cró, instrumento legalmente necessário para se proceder à alteração do Plano Director Municipal, de modo a que se possa construir o Hotel Rural, cuja edificação ficou a cargo da empresa a quem foi adjudicada a exploração comercial das termas.

Termas do Cró - Sabugal

Tal como o Capeia Arraiana informou em Abril deste ano, a construção do hotel ficou condicionada à alteração do Plano Director Municipal, na medida em que o mesmo ficará edificado em «área sensível», existindo condicionantes legais de protecção que impedem a afectação de terrenos a determinados fins. A área a intervir, em termos de elaboração do plano de pormenor, corresponde a cerca de 42 hectares, sendo que há nela condicionantes como a afectação de solos à Reserva Agrícola Nacional (RAN), Reserva Ecológica Nacional (REN), Rede Natura 2000, e ainda servidões decorrentes da passagem de uma estrada nacional, de linhas de alta e média tensão, da ribeira do Boi e seus afluentes, a protecção de recursos minerais e o facto de existir área com alto risco de incêndio.
O plano de pormenor tem por objectivo disciplinar a ocupação do solo, estabelecendo critérios dentro de uma visão integrada, possibilitando a futura criação de um parque termal com diversas valências, que incluem a edificação de construções que de outra forma não seria possível levar a efeito. Para além do balneário (já edificado) e do hotel, o parque terá de preservar a memória histórica do local, deixando intactas algumas ruínas das antigas caldas, possibilitar o desenvolvimento de outras actividades turísticas, e criar áreas para a prática do desporto e do lazer.
A construção do hotel do Cró (o designado Hotel Rural), embora já adjudicada à firma de ganhou o concurso de exploração das termas, aguarda por licenciamento, sendo que o mesmo está condicionado à regularização da afectação do solo. O primeiro passo nesse sentido é precisamente a elaboração e aprovação do plano de pormenor, processo que demorará meses, atendendo aos prazos legais a respeitar.

O Plano Director Municipal (PDM) do Sabugal existe desde 1994 e foi alterado em 2011, para nele se incluir a Zona de Implantação Empresarial do Alto do Espinhal. Esse mesmo PDM contém uma Carta de Ordenamento que por sua vez prevê a elaboração do «Plano de Pormenor para as Termas do Cró». Porém, ainda que legalmente previsto há 18 anos, e as termas tenham sido sempre apresentadas como prioridade política, o certo é que apenas agora se decidiu elaborar o plano, por se ter concluído que sem ele não se poderia construir o hotel adjudicado. Chama-se a isto começar a edificar uma casa pelo telhado e só depois se descobrir que antes se deveriam ter construído as paredes, que por sua vez deveriam nascer dos alicerces.
plb

Reserva Ecológica impede hotel das Termas do Cró

A Câmara Municipal do Sabugal defronta-se com um problema inesperado: os terrenos para onde se prevê a construção do hotel das Termas do Cró, estão afinal classificados como Reserva Ecológica Nacional (REN), facto que inviabiliza a construção do empreendimento.

Depois de ter chegado ao fim o concurso público para construção e exploração de uma unidade hoteleira na estância termal do Cró, e de se ter apresentado a concurso um único concorrente, a Câmara Municipal depara-se com a constatação de que as obras não poderão avançar devido à classificação dos terrenos.
A impossibilidade de construção apenas poderá ser contornada com uma alteração ao Plano Director Municipal (PDM) do Sabugal, processo que se afigura difícil e moroso, o que tem feito com que o presidente da Câmara Municipal, António Robalo, se desloque amiudadamente a Coimbra, tentando desbloquear a situação junto da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC).
Capeia Arraiana sabe que antes de ser lançado o concurso para a construção do hotel, o presidente terá sido alertado para o problema pelos serviços técnicos da autarquia, mas, mesmo assim, manteve o concurso.
Ao concurso concorreu apenas uma empresa, a Natura Empreendimento SA, sedeada na Meda, a qual tem por actividade económica o turismo em espaço rural. Com um capital social de 50 mil euros, a empresa foi formada há um ano por quatro empresários, cuja experiência no sector do turismo advém da implementação do projecto Civilcasa, formado há oito anos e que tem já concluídos algums projectos imobiliários e outros em curso, nomeadamente na região de Aveiro.
Depois da «bronca» criada com a suspensão da obra de execução de um percurso de interpretação na margem da albufeira do Sabugal, por terem sido descobertos erros insanáveis no projecto, nomeadamente o facto do percurso projectado estar em parte submerso pelas águas, emerge agora uma nova «calinada». Erros sucessivos têm feito com que as obras não avancem e os projectos não se concretizem.
plb

As Termas do Cró na BTL 2012

Entre 29 de Fevereiro e 4 de Março, o Concelho do Sabugal vai promover-se, como destino turístico, na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) 2012, integrado no espaço da «Turismo Serra da Estrela». A grande aposta é na divulgação das Termas do Cró e da Gastronomia.

A participação do Sabugal na BTL tem como objectivo a divulgação das potencialidades do nosso território, sempre com o intuito de SURPREENDER OS SENTIDOS! As Termas do Cró apresentam-se como o grande potencial turístico do concelho do Sabugal, o que é proporcionado pelo moderno balneário, que as coloca na vanguarda do termalismo nacional.
Este ano o espaço será partilhado pelos municípios de Almeida, Belmonte, Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Guarda, Manteigas, Meda, Sabugal, Seia e Trancoso, numa área de 220 metros quadrados, localizado no Pavilhão 1- «Destino Portugal” – do Centro de Exposições da Feira Internacional de Lisboa (FIL).
O dia dedicado ao Concelho do Sabugal será 3 de Março (sábado), com provas de produtos gastronómicos, nomeadamente do bucho raiano, do queijo de cabra, das compotas e do pão caseiro, e onde a Confraria do Bucho Raiano e a Confraria do Cão da Serra da Estrela marcarão presença.
O horário é o seguinte:
– 29 Fevereiro (10h00-20h00), 1 de Março (10h00-20h00) e 2 de Março (10h00-18h00) – exclusivamente para profissionais.
– 2 de Março (18h00-23h00), 3 de Março (12h00-23h00:) e 4 de Março (12h00-20h00) – para público em geral.
A BTL é o espaço de eleição para os profissionais ligados à área turística, funcionando como o grande barómetro no mercado. Se Portugal é por excelência um país orientado para o turismo, a BTL é um local onde esse potencial se revela em toda a sua plenitude.
plb (com CMS)

Câmara abre concurso para as Termas do Cró

Abriu novo concurso público para a concessão da exploração comercial das Termas do Cró, tendo em vista encontrar agentes privados que invistam no local e lhe confiram o dinamismo necessário aproveitando o seu potencial.

Depois de um primeiro concurso, lançado em 2010, ter ficado deserto, a Câmara Municipal do Sabugal aprovou o programa de um novo concurso e do respectivo caderno de encargos, o qual já foi publicitado no Diário da República. O júri é constituído por técnicos da Câmara Municipal do Sabugal, sendo presidente Cláudia Quelhas e tendo como vogais Jaime Pinto, Afonso Tavares, Alexandre Ribeiro e Maria Teresa Marques.
O prazo para apresentação das propostas termina no dia 1 de Março, sendo o prazo de execução do contrato de 20 anos.
Do concurso fará parte a edificação de uma unidade hoteleira, pela qual a Câmara pretende conseguir conferir uma maior atractivamente às termas.
Em 2010 a Câmara lançou um concurso público com o mesmo objecto, o qual ficou porém deserto, pois não surgiram quaisquer interessados. Um dos aspectos que terá levado a esse resultado foi o facto de apenas se ceder o direito de superfície em relação ao terreno para construção do Hotel, o qual, no final do período de concessão revertia para o Município. No concurso agora lançado deixou-se cair essa exigência, definindo-se antes que os terrenos para a construção do hotel serão vendidos a preço simbólico.
O balneário das termas, construído a expensas da Câmara, com participação financeira da união Europeia, tem vindo a ser explorado pela empresa municipal Sabugal+.
plb

Gastronomia - © Capeia Arraiana

Sabugal promove os seus sabores no Carnaval

No fim-de-semana do Carnaval estão programadas diversas iniciativas que promovem a gastronomia tradicional. Para além da iniciativa «Sabugal à Mesa», realiza-se o III Capítulo da Confraria do Bucho Raiano, um workshop sobre os saberes e sabores da região. A par disso as Termas do Cró vão estar abertas e realizam-se desfiles carnavalescos.

Sabugal à Mesa - Roteiros Gastronómicos 2012 - Capeia Arraiana

Sabugal à Mesa – Roteiros Gastronómicos 2012

Câmara Municipal Sabugal - © Capeia Arraiana

Câmara discute o uso a dar a verbas comunitárias

As obras do balneário do Cró, da nova estrada para o Soito e sua variante foram financiadas através de empréstimos bancários e de fundos comunitários de valor superior ao seu custo total, facto que tem gerado discórdia nas reuniões do executivo camarário quanto ao uso a dar ao dinheiro excedentário.

Construção Balneário Termas do Cró - Sabugal - Foto:  Marco Capela

Construção do Balneário das Termas do Cró – Sabugal (Foto: Marco Capela)

Museu Sabugal - Sabugal+ - Capeia Arraiana (orelha)

Câmara e Sabugal+ celebram protocolo

A Câmara Municipal do Sabugal e a empresa municipal Sabugal+ assinaram um contrato de gestão, pelo qual a empresa se compromete a executar alguns serviços de interesse geral, recebendo em contrapartida uma verba de 685 mil euros para apoio à exploração.

Museu Sabugal - Sabugal+ - Capeia Arraiana (orelha)

Sabugal+ aposta na promoção do concelho

Atrair mais visitantes ao concelho é a aposta estratégica da empresa municipal Sabugal+ para 2012, com a programação de inúmeros eventos e com a gestão dos equipamentos municipais que tem a seu cargo.

Museu e Auditório Municipal do Sabugal

Obras do Cró dão multa a vereadores

O Tribunal de Contas decidiu que o presidente da Câmara Municipal do Sabugal e os demais vereadores vão ter que pagar multa por terem autorizado trabalhos a mais na empreitada do Balneário das Termal do Cró, em vez de lançarem novos concursos de adjudicação.

Câmara Municipal do SabugalA multa a que cada vereador está sujeito vai de 1.530 a 15.300 euros e o seu exacto valor será definido após proposta do Ministério Público ao Juiz Conselheiro do Tribunal de Contas responsável pelas autarquias.
A decisão do Tribunal foi tomada na sequência de uma auditoria à execução do contrato de empreitada «concepção/construção do balneário termal das Termas do Cró», que detectou autorizações de trabalhos suplementares ilegais, e cujo relatório é já do domínio público.
Inicialmente a obra foi adjudicada à empresa SOMAGUE pelo valor de 4.466.953,34 euros (mais IVA), com conclusão prevista para 28 de Maio de 2010. Porém, logo a 04/12/2009, o executivo municipal deliberou, por unanimidade, autorizar trabalhos adicionais no valor de 382.584,68 euros. Os trabalhos a mais incluíam a alteração da localização da piscina de reabilitação (o que implicava o aumento da área de implantação do balneário), a execução de um corredor de marcha de água, a instalação de painéis solares e a alteração da tela de cobertura da cúpula.
Passados seis meses, a 05/05/2010, novamente por unanimidade, foi autorizado um segundo contrato adicional com a firma adjudicante, neste caso no valor de 119.446,03 euros, para instalação de um posto de transformação, construção de acessibilidades ao terraço, recobrimento da pala e construção de um patamar central.
Em 24/10/2010, no período em que a obra já deveria estar concluída, foi autorizada uma terceira alteração, desta feita com a abstenção dos vereadores do PS, para mudança do projecto de som e execução de um letreiro exterior, num valor de 15.980 euros.
O total de trabalhos a mais autorizados resultou num agravamento de 529.840,68 euros no custo da obra, cujo valor total acabaria por roçar os 5 milhões de euros.
Os serviços técnicos da Câmara Municipal informaram o executivo que os trabalhos a mais não poderiam ser tecnicamente separados do contrato inicial pois eram estritamente necessários para um correcto acabamento da obra. Porém o colectivo de Juízes Conselheiros que analisou o processo considerou que era necessário que os trabalhos resultassem de circunstâncias imprevistas para que pudessem surgir como trabalhos a mais na mesma empreitada. As alterações antes consubstanciaram, na opinião dos juízes, melhorias ao projecto, as quais não poderiam ser sido contratualizadas sem a abertura de um novo concurso.
Os vereadores receberam no início deste ano um primeiro despacho do Tribunal, que os informou das conclusões da auditoria, instando-os a pronunciarem-se, exercendo o direito ao contraditório. O presidente e os vereadores elaboraram um documento conjunto, onde alegaram a interdependência dos trabalhos a mais em relação à empreitada geral e que tinham pretendido evitar a diluição de responsabilidade por mais do que um adjucatário da obra. Alegaram ainda que actuaram de boa fé e sem consciência da ilicitude.
Contudo o tribunal não sancionou as alegações dos visados, decidindo em definitivo pela responsabilização dos vereadores e pela aplicação de sanções pecuniárias.
Apenas o vereador Francisco Vaz, de Alfaiates, eleito pelo PS, ficou ilibado, pelo facto de ter apenas votado a terceira alteração, onde se absteve. O presidente António Robalo, a vice-presidente, Delfina Leal, bem como os vereadores António Dionísio, Ernesto Cunha, Luís Sanches, Sandra Fortuna e Joaquim Ricardo, vão ter de pagar a multa. Se o fizerem na fase de pagamento voluntário, que já decorre, o valor da multa será pelo valor mínimo previsto (1.530 euros), de porém contestarem o valor a fixar poderá ser superior, podendo atingir o máximo previsto (15.300 euros).
plb

A beleza das termas do Cró e das Águas Rádium

O património que conservam as antigas caldas do Cró, na Rapoula do Côa, e as Águas Rádium, junto ao Casteleiro, são um excelente pretexto para uma visita a esses locais, onde muitas surpresas nos podem esperar.

Ultimamente o Cró tem sido sobejamente falado devido ao novo balneário termal, inaugurado no início do último verão. As novas instalações têm excelentes condições para a prática do termalismo, tendo em conta os equipamentos instalados, pelo que foram muitos os que ali se deslocaram para as conhecer e experimentar.
Houve porém um viajante que passou este Verão nas termas do Cró e observou-as com um outro olhar.
Carlos Caria, bem notou que há um novo balneário termal, mas a sua maior satisfação foi verificar que a Câmara Municipal do Sabugal decidiu preservar as paredes do velho balneário e dos demais edifícios antigos que apresentam ruína.
Vai daí o viajante muniu-se da câmara fotográfica e captou um conjunto de imagens deslumbrantes, que disponibilizou na Internet, no fórum «lugares esquecidos», onde igualmente contou, por breves palavras, a história das termas.
Veja Aqui a magnifica «reportagem» sobre as termas do Cró.
Pesquisando no referido fórum, chegámos a uma outra reportagem fotográfica, desta feita sobre as Águas Rádium, e o velho Hotel da Senhora da Pena, nos arredores do Casteleiro, embora já em terras pertencentes ao termo de Sortelha.
Veja Aqui essa também esplêndida reportagem fotográfica, efectuada no Verão de 2010.
plb

Os investimentos avultados nas Termas do Cró

O novo balneário das termas do Cró tem excelentes condições para a prática do termalismo, disponibilizando diversos serviços terapêuticos de primeira qualidade, porém as aquisições ultimamente efectuadas pela Câmara para tornar o edifício funcional ultrapassam os 100 mil euros.

As termas abriram para a época balnear nas novas instalações, tendo a Câmara Municipal procedido à aquisição de bens para o equipamento do balneário durante os meses de Abril Maio e Junho deste ano.
A compra mais espectacular é a de toalhas e roupões para usufruto dos utentes do balneário, cujo valor atingiu os 18.180 euros. Esta aquisição foi feita pela Câmara à empresa «Tecgifts – Comércio e Fabricação de Brindes, Lda», sedeada em S. João da Madeira.
Na aquisição e aplicação de estores para as janelas do edifício do balneário termal gastaram-se por sua vez 6.301,66 euros. Esta contratação foi feita em Maio à empresa «Via Rápida, Lda», com sede na Guarda.
Na compra de consumíveis para as vias respiratórias e outros tratamentos termais, celebrou-se um contrato com a empresa «Artecer – Artesanato Cerâmica, Lda», de Aveiro, no valor de 6.779,46 euros.
Foi ainda instalado um moderno equipamento informático, o que importou num valor de 15.418,14 euros, através da firma «Inforsabugal – Comercialização de Artigos Informáticos, Lda», com sede no Sabugal.
A aquisição e instalação de um sistema de controlo de acessos para o Parque Termal importou em 6.603,95 euros, desta feita, à empresa «Micro-Net II – Serviços Empresariais, Lda», de Braga.
A mesma empresa de Braga vendeu e instalou software para o equipamento informático para o Parque Termal, no valor de 14.776 euros.
Por sua vez a aquisição e montagem de mobiliário metálico atingiu o valor de 33.483,40 euros, através da firma «Guialmi – Empresa de Móveis Metálicos, SA», de Águeda.
A excelência do serviço prestado no novo balneário termal das Caldas do Cró, que tem merecido rasgados elogios de quem já o usufruiu, resultou de um investimento avultado, não apenas na construção do edifício pela SOMAGUE mas também na instalação do mobiliário e de outros bens e serviços fundamentais para a sua funcionalidade.
plb

Museu Sabugal - Sabugal+ - Capeia Arraiana (orelha)

Chumbada alteração ao plano da Sabugal+

Os vereadores da Câmara Municipal do Sabugal rejeitaram a proposta de alteração aos instrumentos de gestão previsional para o exercício de 2011 da empresa municipal Sabugal+, elaborada pelo conselho de administração, o que adensa a situação de desnorte na gestão da empresa.

Câmara Municipal Sabugal - © Capeia Arraiana

Vai abrir novo concurso para as Termas do Cró

A Câmara Municipal do Sabugal decidiu lançar novo concurso público para a concessão da exploração comercial e turística do balneário termal do Cró, com vista a encontrar uma entidade que assuma o encargo que actualmente se encontra adstrito à empresa municipal Sabugal+.

Termas do Cró - Sabugal - Capeia Arraiana

Termas do Cró (Sabugal)

Os serviços do novo balneário termal do Cró

As águas termais do Cró, que se revelam sobretudo apropriadas para o tratamento de doenças reumáticas, musculo-esqueléticas e do aparelho respiratório, beneficiam de um novíssimo balneário termal, o qual está equipado para tratamento dos utentes com o recurso a variadas técnicas.

A área de excelência do balneário é aquela em que se prestarão aos utentes os tratamentos termais, tendo por base as prescrições médicas e recorrendo às técnicas mais apropriadas para cada situação. Outra área do complexo destina-se à prestação de serviços complementares, que são uma extensão dos tratamentos fundamentais para situações em que isso se revele necessário. Num espaço diferente serão ainda prestados os chamados serviços colaterais, onde se desenvolvem actividades de bem-estar, ministrados com ou sem recurso à água termal. Num espaço independente de todos os outros estarão os serviços clínicos, que é onde existem os consultórios médicos, preparados para receber os utentes para as necessárias consultas de hidrologia, a partir das quais se decidem os tratamentos a ministrar.
Os tratamentos fundamentais beneficiam dos bons e modernos equipamentos instalados na infra-estrutura. Para o tratamento de doenças reumáticas ou músculo-esqueléticas, tais como artroses (mãos e pés), espodilodiscartrose vertebral, gomartroses, coxartroses, nevralgias e sequelas de traumatismos e de cirurgias ortopédicas, poder-se-á recorrer ao tratamento em piscina, onde serão aplicadas técnicas de recuperação, dentre as quais a da hidromassagem. Também se poderá optar por imersão em banheira com bolha de ar ou com hidromassagem. Outra técnica possível é a do vapor para tratamento de braços, mãos, pernas, pés e coluna vertebral. Os duches podem ser subaquáticos, com jacto, cachão ou massagem. Também há um corredor de marcha e a possibilidade do recurso à hidropressorapia.
Já quanto às doenças do aparelho respiratório, tais como sinusites, rinites, laringites, traquítes, faringites, amigdalites recidivantes, asma brônquica, bronquite crónica, enfisema e bronquiectasias, as técnicas que o equipamento balnear permite são as do aerossol, pulverização, inalação e irrigação nasal.
Quem pretenda aceder aos tratamentos termais terá de se sujeitar a consulta médica hidrológica, a fim de se diagnosticarem os problemas de saúde, as contra-indicações e se prescreverem os tipos de terapias e o número de sessões a efectuar. As técnicas são aplicadas em função da patologia. Indicando-se o número de banhos, massagens, duches, e outros tratamentos, em função do estado de cada utente.
As termas fornecerão aos utentes roupão e chinelos, indumentária obrigatória para quem frequenta as áreas de tratamento.
As termas têm ainda uma piscina lúdica à qual os utentes poderão aceder, desde que cumpram com o devido rigor as normas afixadas. Essas normas especificam um conjunto de proibições, que vão desde a interdição da entrada de cães, a utilização de vestuário diferente daquele que as termas fornecem, fumar, comer ou utilizar câmaras de filmar e de fotografar.
O director clínico das termas do Cró é o médico hidrologista António Jorge dos Santos Silva, coadjuvado pelo médico António José santos Silva, ambos com larga experiência em tratamentos termais e docentes da Universidade da Beira Interior, na Covilhã.
plb

Definida estrutura orgânica das Termas do Cró

A Câmara Municipal do Sabugal elaborou e aprovou o Regulamento que estabelece a organização e o funcionamento das Termas do Cró, cuja gestão operacional caberá à empresa municipal Sabugal+.

As termas serão mais uma «unidade orgânica» da empresa municipal que já tem sob a sua gerência directa o essencial dos espaços de cultura e de lazer do município.
A gestão operacional e administrativa será da responsabilidade do director termal, designado pelo conselho de administração, a quem caberá executar as normas relativas ao funcionamento das termas, gerir o pessoal e supervisionar o funcionamento da estância termal.
Os tratamentos termais a ministrar serão por sua vez da responsabilidade do director clínico, que terá de ser um médico inscrito na respectiva ordem profissional.
A estrutura organizativa das termas prevê a existência de serviços administrativos, de recursos humanos, de compras e património e de contabilidade. A estância terá ainda serviços de gestão da qualidade e ambiente, de informática, de animação termal, marketing e comunicação, de apoio ao utente e relações públicas e de manutenção, limpeza e conservação. A estrutura definida tem em vista a boa gestão do complexo termal, garantindo a exploração das termas e de outras actividades ligadas ao termalismo que venham a ser definas pelo Município do Sabugal, no âmbito da concessão de que é titular.
O «Regulamento de Normas e Condutas» contém ainda os deveres dos trabalhadores das termas e os deveres das termas para com eles, o horário de trabalho, o regime disciplinar, a avaliação de desempenho e os abonos a que os trabalhadores têm direito.
A Câmara Municipal elaborou também o «Regulamento Interno do Estabelecimento Termal».
A entrega da gestão das Termas do Cró à empresa municipal Sabugal+ foi decidida na reunião de câmara de 29 de Abril, com os votos favoráveis dos vereadores do PSD, votando contra os vereadores do PS e abstendo-se o vereador eleito pelo MPT. Face ao empate valeu o voto de qualidade do presidente da Câmara para fazer aprovar a proposta.
plb

Visita às Termas do Cró

Na qualidade de membro da Assembleia Municipal do Sabugal integrei um grupo de pessoas que no dia 29, do passado mês de Abril, visitámos as Termas do Cró. Já havia realizado uma outra visita no ano de 2009 e já tinha ficado bastante impressionado com as obras que decorriam nessa altura. Talvez, por essa razão, estivesse agora ainda mais expectante.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaAguardavam os visitantes técnicos e personalidades que acompanharam os trabalhos desde o início. Confesso que nos fizeram uma visita guiada muito interessante. E confesso, igualmente, que todos os visitantes ficámos altamente surpreendidos com tão importante melhoramento. Prático, bonito e luxuoso.
Pena é que o projectado e necessário hotel ainda não esteja construído. Mas tenhamos fé e esperança. Há alguns anos atrás também poucos acreditariam na obra que hoje já está implantada.
Não me compete a mim definir ou apontar o melhor modelo de gestão para aquilo que já existe mas acredito que quem tiver que decidir o faça de forma acertada de modo a que todos possamos usufruir desses importantes equipamentos.
Nesse dia trouxe alguns panfletos de divulgação para os Foios e no dia seguinte fiz questão de os distribuir pelas duas dezenas de pessoas, ligadas à Cáritas da Guarda e de Salamanca que reuniram e trabalharam no Centro Cívico de Foios durante o dia de sábado.
Esse importante melhoramento tem que ser devidamente divulgado porque os equipamentos aí existentes, aliados às famosas e reconhecidas propriedades das águas, terão que ser absolutamente rentabilizados.
Saibamos ser dignos merecedores daquilo que temos.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

O modelo de gestão das Termas do Cró

No passado dia 29 de Abril, a Câmara Municipal do Sabugal aprovou a transferência da tutela e a exploração do equipamento termal do Cró, da Câmara do Sabugal para a Empresa Sabugal+.

Balneário das Termas do Cró

Considero que as Termas do Cró são um equipamento de excelência e, enquanto balneário público, deve ser potenciado como destino de saúde e bem-estar de referência na Beira Interior e na Península. Aceito que se deve proceder à sua abertura e que, devidamente enquadrado no desenvolvimento de um Plano integrado turístico do Concelho, poderá vir a representar um elemento decisivo na inclusão do Sabugal como destino termal.
O modelo proposto e que viria a ser aprovado, com o meu voto contra, é mais um acto de esvaziamento de competências da Câmara que irá contribuir para o agravamento da situação económica do Município. E este é, nos dias que correm, um factor decisivo a ter conta quando temos que tomar decisões. Mais uma vez, a Câmara não assumiu que a situação económica e financeira em que se encontra está muito perto do abismo, como é notório da análise das Contas de 2010, muito embora o esforço público de iludir tal facto.
A tentativa, correcta, de entregar a concessão das Termas por concurso público falhou. Porque não se está já a trabalhar na promoção de novo concurso? Assumir a gestão e entregá-la à Sabugal+ é um grave erro político e de gestão, com consequências imprevisíveis a nível financeiro. Importa referir que o modelo adoptado implica desde já recrutar um quadro de pessoal de 19 elementos e um previsível custo de funcionamento global de mais de 300 mil euros até final do ano.
Não seria mais correcto abrir as Termas, sob gestão da Câmara, mantendo o modelo até aqui adoptado, de exploração do termalismo clássico com o Centro Social da Rapoula ou outra IPSS, estudando o eventual recurso a concessões, nomeadamente na área da fisioterapia?
Não seria mais correcto elaborar um plano integrado de desenvolvimento centrado no equipamento do Cró, explorando novas valências a ele associadas?
A questão base e transversal entre estes dois modelos é, tão só, a decisão de sustentabilidade económica e financeira, entre vir a ter saldo positivo ou caminhar para um despesismo que pode ser fatal para as Contas da Câmara do Sabugal.
«As Rosas e os Espinhos», opinião de Sandra Fortuna

sandrafortuna1@gmail.com

Miguel Macedo quer discriminação positiva

O líder do grupo parlamentar do PSD, Miguel Macedo, defendeu ontem na Guarda, após ter visitado o concelho do Sabugal, a necessidade de serem encontrados «critérios de discriminação positiva» para as regiões do interior servidas pelas SCUT que passarão a ser portajadas.

A direcção do grupo parlamentar do PSD, e os deputados do partido eleitos pela Guarda, visitaram ontem, dia 4 de Abril, as Termas do Cró e o Centro de Negócios do Soito, no concelho do Sabugal.
Já na Guarda, Miguel Macedo, que liderou a comitiva, disse que o seu partido defende o princípio da universalidade de tarifas em todas as SCUT, afirmando porém que «é preciso encontrar, com justiça, critérios de discriminação positiva» para as regiões mais desfavorecidas, como a Guarda.
E o líder parlamentar social-democrata explicou o que fundamenta a sua proposta: «Significa não fazer exactamente o mesmo que acontece em outras regiões do país, porque as situações são desiguais e temos de tratar de forma desigual aquilo que é desigual».
Sem apresentar medidas concretas para atingir a chamada «discriminação positiva», Miguel Macedo garantiu: «Eu julgo que encontraremos soluções e afirmaremos soluções com equidade e com a justiça que são importantes.
Outro dos assuntos de que falou foi a da diferença fiscal entre Espanha e Portugal, o que reconheceu afectar os povos raianos. «Temos uma espécie de pipeline fiscal em direcção a Espanha», reconheceu Miguel Macedo. Porém «não há soluções mágicas», reconheceu.
plb

Concurso para as Termas do Cró ficou «deserto»

Não houve interessados no concurso público para Concessão da Exploração Comercial e Turística do Balneário Termal do Cró, lançado em 3 de Dezembro de 2010. A situação levará à exploração directa por parte da Câmara Municipal do Sabugal.

Balneário das Termas do Cró

Segundo noticiou o semanário Terras da Beira (TB), que colheu declarações de António Robalo, presidente da Câmara do Sabugal, a autarquia vai ter de explorar o complexo já na próxima época termal, que se vai iniciar em Maio. «Aquilo que é referido por pessoas que não concorreram mas que visitaram as instalações é que as condições financeiras actuais não são as melhores e o momento não é o melhor para fazer este tipo de investimento», justificou António Robalo ao TB.
O prazo do concurso terminou em 16 de Janeiro e a razão apontada pelo presidente para a falta de interessados consistiu no facto do concurso impor também a edificação de um hotel anexo ao balneário, facto que significaria um grande investimento para o qual as empresas eventualmente interessadas não têm neste momento as melhores condições financeiras.
Será a empresa municipal Sabugal+, presidida também por António Robalo, a gerir o empreendimento e garantir a sua exploração até que se consiga chegar a uma gestão privada ou em parceria com outras entidades.
A autarquia pretendia com o concurso público conseguir uma concessão da exploração das termas pelo o prazo de 20 anos, com a possibilidade de renovação por períodos sucessivos de 5 anos, até ao limite de 30.
O novo balneário termal foi construído pela empresa SOMAGUE, tendo a Câmara investido cerca de 4,5 milhões de euros. O equipamento tem as valências de termalismo, SPA e fisioterapia. As águas do Cró são de reconhecido valor terapêutico, sendo indicadas para tratamento de problemas ósseos e musculares, bem como de problemas respiratórios.
plb

Abriu concurso para concessão das Termas do Cró

A Câmara Municipal do Sabugal abriu concurso público para Concessão da Exploração Comercial e Turística do Balneário Termal do Cró, conforme publicação em Diário da República, de 3 de Dezembro de 2010.

Balneário das Termas do Cró

Os interessados poderão apresentar propostas até 16 de Janeiro de 2011 para a exploração comercial da estância termal.
A concessão terá o prazo de 20 anos, com a possibilidade de renovação por períodos sucessivos de 5 anos, até ao limite de 30.
O concurso agora aberto segue-se à conclusão da construção do balneário termal, adjudicada à empresa SOMAGUE pela Câmara Municipal, bem como da instalação de outras infra-estruturas fundamentais para o futuro desenvolvimento da estância termal. A edilidade apostou ainda na realização sucessiva de tratamentos num balneário provisório, através dos quais se testou o valor terapêutico das águas do Cró.
O Município espera agora pela plena reactivação desta antiga estância termal, a qual poderá conferir um grande impulso à região.
Para além do reconhecido valor terapêutico das águas termais, o projecto pode aproveitar as potencialidades turísticas da região.
plb

À Fala com… Carlos Luís

Carlos Luís, natural de Vila do Touro, concelho do Sabugal, é o actual Secretário-Geral da Fundação INATEL. Na verdade este sabugalense dispensa apresentações: foi durante anos sucessivos deputado à Assembleia da República, eleito pelo Partido Socialista, mantendo-se sempre ligado ao Sabugal, onde já desempenhou as funções de presidente da Assembleia Municipal. Conversámos sobre a sua nova actividade, onde vieram à tona os seus conhecimentos sobre termalismo.

– Depois de tantos anos deputado, como é ser agora secretário-geral da Fundação Inatel? Trata-se de uma nova experiência, que o levou a deixar a política em definitivo?
– É de facto uma nova experiência, mas a política julgo que só a deixarei quando morrer, pois entendo que devo continuar a ter uma participação cívica e ética na sociedade. Essa é de resto uma obrigação de todos os cidadãos, que devem dar o melhor que sabem, no quadro das causas públicas.
– Na Inatel acaba por estar envolvido numa causa em que sobrevém o interesse público, dada a história e o papel importantíssimo que essa instituição tem na sociedade portuguesa…
– Penso que sim, porque a Fundação Inatel abrange um espaço de intervenção muito vasto. Desde logo o da cultura popular portuguesa. Por ali passaram grandes vultos da etnografia, como Michel Giacometti, Tomás Ribas, e outros, na recolha do cancioneiro tradicional português, indo ao encontro da essência da alma do nosso povo, que está plasmada em várias obras. Ao longo de 75 anos, homens e mulheres conseguiram realizar trabalhos com o apoio da Inatel, o que é uma riqueza incomensurável. Ainda no campo cultural a Fundação tem o Teatro da Trindade, e tem peças itinerantes que percorrem todo o país. Também temos a área da formação, em variados campos, como o teatro, o folclore, e a cultura popular em geral. No que concerne ao turismo sénior, a fundação movimenta por ano cerca de 65 mil pessoas, que correm o país de norte a sul. Se não fosse a Fundação Inatel não teriam essa possibilidade. Para além do turismo sénior, a fundação movimenta-se noutras áreas, como o termalismo, com duas estâncias termais, em Manteigas e Entre-os-Rios. Há ainda a contar com 22 unidades hoteleiras espalhadas pelo país. Temos o programa «Termalismo Solidário», através do qual 2.500 pessoas fazem termalismo a um preço simbólico, consoante os rendimentos que possuem, tendo direito a estadias e a tratamentos. Temos depois o chamado «Turismo Solidário», que abrange cerca de 10 mil pessoas com parcos recursos, que se encontram num quadro de pobreza ou muito próximo disso. Outro programa é o «Abrir as portas à diferença», que abrange pessoas com incapacidade superior a 75 por cento, com apoio governamental. Outra componente é o desporto amador, com a organização de campeonatos concelhios, distritais e nacionais.
– Os campeonatos desportivos amadores da Inatel são muito conhecidos…
– Sem dúvida, e abrangem um leque enorme de modalidades, desde a pesca desportiva, o pingue-pongue, bilhar, futebol, voleibol, basquetebol, enfim as mais variadas actividades. Temos dois complexos desportivos, o do Estádio 1º de Maio em Lisboa e o Complexo do Ramal do Porto, para além de vários pavilhões gimnodesportivos espalhados pelo país.
– Tendo em conta a experiência da Inatel ao nível termal, o que pensa do projecto de abertura das Termas do Cró no concelho do Sabugal? Considera que tem viabilidade, ou acha que é investir numa área já saturada e onde é difícil singrar?– Pode haver neste momento uma saturação do mercado, isto é, haverá, em termos globais, mais oferta do que procura. Mas em cada ano que passa o termalismo conquista centenas, ou milhares, de novos aderentes. Basta olhar para o caso das termas de S. Pedro do Sul, que é o de maior sucesso no país. Neste momento é o complexo termal melhor equipado a nível europeu, em termos técnicos e humanos. Teve ali lugar o Congresso Europeu de Termalismo, onde grandes especialistas e responsáveis por grandes estâncias termais europeias, que ali se reuniram, reconheceram o valor das termas de S. Pedro do Sul, ficando admirados com aquele complexo termal, que é uma realização conseguida em Portugal através de uma empresa municipal, que tem criado sinergias e uma riqueza enorme, com a criação de emprego na região em que se insere, ultrapassando todas as expectativas. Neste momento frequentam aquelas termas cerca de 50 mil pessoas, que de resto são as únicas do país que estão abertas durante todo o ano. Penso pois que o projecto das termas do Cró no concelho do Sabugal é um projecto do presente, que me parece ter garantias de futuro. Saúdo de resto essa iniciativa do meu concelho, que, segundo sei, obteve recentemente o direito a uma comparticipação financeira dentro dos programas de apoio ao termalismo, juntamente com o que também sucedeu com as termas de Manteigas, da Fundação Inatel.
– Pensa que o modelo de exploração das termas de S. Pedro do Sul, através de uma empresa municipal, pode ser seguido com sucesso nas termas do Cró?
– Não sei se pudemos fazer essa comparação. As termas de S. Pedro do Sul têm uma longa história. Consta que D. Afonso Henriques, tendo fracturado uma perna, foi ali para ser tratado. Ainda são visíveis as termas romanas, com o casco histórico muito impressionante. O balneário que lhe possibilitou maior expansão foi inaugurado pela rainha Dona Amélia, tornando-se a partir daí num espaço termal de referência, a que mais tarde o poder local deitou a mão, dado que era uma riqueza inesgotável da terra, com propriedades terapêuticas extraordinárias. Eu próprio sou termalista e um adepto dessas termas e noto que há uma adesão crescente dos cidadãos ao termalismo, até como alternativa à massificação do litoral. S. Pedro do Sul tem tirado partido desta tendência por ter condições de exploração já consolidadas, o que não é o caso das Termas do Cró, que estiveram fechadas durante décadas e que agora se pretendem reabrir.
– Considera então que só através de uma parceria privada é possível dar viabilidade ao projecto?
– Sobre isso digo o seguinte: dezenas de câmaras municipais ofereceram-nos parcerias, nomeadamente para sermos nós a explorar as estâncias termais, dado o nosso conhecimento nessa área. Mas a questão é que é necessário ir muito mais longe. É preciso haver um centro de informação muito bem montado, a nível nacional, para se captarem aderentes, porque isso não se faz de um dia para o outro. Tem que haver uma adesão consolidada. No termalismo, o melhor que se pode fazer é «passar a palavra», em que os que apreciaram umas termas, as aconselham depois a outros tendo em conta a sua própria experiência. O Município do Sabugal encontrará o melhor caminho para viabilizar a exploração, mas não pode deixar de ter em conta esses aspectos fundamentais.
– No Cró a construção do balneário está quase concluída. A partir daqui a exploração das termas pode avançar, ou acha que há outros factores essenciais a garantir previamente?
– Não conheço em pormenor o estado do projecto. Há muitos anos estive pessoalmente envolvido na compra do alvará das Termas do Cró à instituição do Dr. Dinis da Fonseca, mas neste momento confesso não estar suficientemente informado sobre o estado do projecto da Câmara para a sua exploração. Acredito que a Câmara e outras forças do concelho, bem como os cidadãos, estarão de braços abertos para a defesa deste projecto. Pelo que oiço os resultados dos tratamentos experimentais que têm sido levados a cabo são muito positivos, ou seja, os utentes que ali vão com problemas de saúde têm sentido melhoras. Assim sendo, há condições para a exploração ter viabilidade. Conjugando as termas com outras riquezas que o concelho dispõe, como a caça, a pesca, a realização de circuitos de montanha, e tendo em conta outras potencialidades endógenas, o termalismo, embora considerado sazonal, pode dar um fortíssimo contributo para o desenvolvimento do nosso concelho.
– Sendo um sabugalense que amiudadamente vai ao concelho, qual a ideia que tem da necessidade de uma ligação do Sabugal à A23, projecto que aliás a Câmara custeia por inteiro, mas que não há forma de conhecer a luz do dia?
– Nunca estivemos tão distantes e tão perto. Distantes porque o interior continua a desertificar-se, com as aldeias em declínio, sem conseguirem manter a vida activa que tiveram em tempos. A própria sede de concelho perde dinamismo, porque lhe falta juventude. Por outro lado estamos mais perto dos grandes centros urbanos, porque nos passam ao lado duas importantes auto-estradas. A meu ver a ligação à A23 e à A25, resolve-se melhorando a estrada nacional que liga o Sabugal à sede de distrito, pois as duas auto-estradas unem-se na Guarda. Por outro lado, haveria também uma melhor ligação a duas vias-férreas, a da Beira Alta e a da Beira Baixa, pese embora esta esteja interrompida, ou assegurada apenas por uma automotora entre a Guarda e a Covilhã. Mas a linha da Beira Alta está activa e com a crise que atravessamos o comboio ganha novamente grande importância, pois teremos de voltar a utilizar os transportes colectivos e o comboio é um transporte de excelência. Eu continuo a utilizar o comboio quando vou à Guarda, nomeadamente o inter cidades, que oferece um óptimo serviço. Penso portanto que a grande melhoria para o Sabugal em termos de acessibilidades seria a requalificação da ligação à Guarda, até porque não podemos andar a construir em duplicado. Os tempos são de crise e temos de racionar os gastos.
plb

PS do Sabugal critica projecto do PROT-Centro

A comissão política concelhia do Partido Socialista do Sabugal criticou severamente o projecto de Plano Regional de Ordenamento do Território da Região Centro (PROT-Centro), considerando que o documento deixa o Sabugal «completamente à margem das dinâmicas de desenvolvimento», lamentando que o presidente da Câmara nunca tenha informado o executivo municipal do seu conteúdo.

PS - Partido Socialista - SabugalOs vereadores socialistas apresentaram na reunião do executivo municipal de 11 de Agosto, um documento que denuncia os erros do projecto do PROT-Centro, que na sua opinião «contribuirá para a agravar a situação com que o concelho se defronta, ou mesmo a colocar em risco a própria sobrevivência da nossa terra».
Numa posição extremamente crítica da acção do Município no processo, a comissão política do PS vem agora lamentar que o presidente da Câmara nunca tenha informado o Executivo da proposta nem das posições assumidas pela edilidade. Dando consequência à sua indignação os socialistas propõem que todos (Executivo, Assembleia Municipal, Juntas de Freguesia e cidadãos) sejam ouvidos, «de forma que em Coimbra se compreenda que não permitiremos ficar arredados do desenvolvimento e condenados a assistir à lenta agonia do nosso concelho».
Numa análise ao projecto, considera-se que o mesmo deixa o concelho «completamente à margem das dinâmicas de desenvolvimento propostas», e denuncia-se que «o Sabugal não integra nenhuma das Unidades Funcionais Relevantes» identificadas, que na Beira Interior se concentram somente no corredor Guarda – Castelo Branco (A23) e na ligação Litoral – Guarda – Espanha (A25). O documento classifica o Sabugal com a polaridade mais baixa (de nível 3), fazendo parte de uma constelação de pequenos centros, condenados à quebra demográfica e ao envelhecimento.
No modelo territorial defendido pelo plano nada de estruturante é reservado ao Sabugal, restando-lhe a inclusão na rede urbana mais fina, pertencente às extensas áreas tocadas pelo processo de desruralização. «E é tudo… Pois para nós, o que parece é que para os autores deste Plano, a Beira Interior é Guarda, Fundão, Covilhã e Castelo Branco, e o resto é paisagem…», dizem os socialistas.
No Turismo o plano destaca a Serra da Estrela, «o que até interessa ao Sabugal», dizem, mas fazem notar a exclusão das Termas do Cró entre as estâncias termais identificadas, a falta de referência à Serra da Malcata e à Albufeira do Sabugal, o que mais uma vez significa a completa marginalização do concelho.
No que toca a acessibilidades, os socialistas dão conta da identificação dos «corredores estruturantes», dos «eixos prioritários de coesão» e das estradas a construir no futuro, com o Sabugal mais uma vez excluído, daí concluindo: «As prioridades em termos de acessibilidades, acentuam o carácter de marginalidade que parece querer ser atribuído ao concelho do Sabugal».
No referente à inovação e competitividade, a análise dos socialistas leva-os à conclusão de que «o Sabugal não conta para as estratégias de desenvolvimento da Região Centro e da Beira Interior». O sabugal inclui-se, segundo o documento, nas áreas geográficas que «deverão assumir o desígnio estratégico de se estruturar como palco para a articulação com os principais núcleos de desenvolvimento (principalmente no acesso a serviços) e para a amarração da estratégia de desenvolvimento regional».
Face a gravidade da situação, os socialistas consideram que o assunto não pode ficar limitado aos gabinetes técnicos ou ao presidente da Câmara e aos vereadores com pelouros atribuídos, defendendo que todos devem ser ouvidos.
O documento elaborado pelos socialistas, acaba com a identificação de três propostas: a disponibilização de todos os documentos do projecto no site da Câmara, o agendamento de uma reunião com a Mesa da Assembleia e as Juntas de Freguesia, para a tomada de uma posição conjunta, e a realização de uma «jornada de reflexão pública» sobre o assunto.

Ver documento oficial na íntegra. Aqui.
plb

Direcção Geral de Saúde vistoria o Cró

As Termas do Cró vão ser vistoriadas pela Direcção Geral de Saúde (DGS) em Outubro, tendo em vista o seu licenciamento e consequente exploração.

Balneário das Termas do Cró

Segundo a agência Lusa, que falou com um responsável da DGS, as Termas do Cró poderão vir a ser licenciadas a breve trecho, num processo que implica uma vistoria às termas.
Para além das termas do concelho do Sabugal, há outras seis estâncias portuguesas que serão vistoriadas a breve trecho: Vidago (distrito de Vila Real), Meda (Guarda), Luso (Coimbra), Terras do Bouro (Braga), Penamacor (Castelo Branco) e Estoril (Lisboa).
Segundo o testemunho de Paulo Diegues, responsável da DGS, «O Sabugal, provavelmente em outubro estará feita a vistoria; Meda já tem termas novas aprovadas; no Luso até Setembro o projecto estará para vistoriar; Penamacor em Setembro ou Outubro estará em fase de projecto; o Estoril abrirá em breve», exemplificou.
Paulo Diegues disse ainda à Lusa que classifica o controlo das águas termais em Portugal como um processo muito rigoroso, comparável ao cuidado que é dado a um medicamento que entra no mercado.
As obras de edificação do novo balneário das termas estão praticamente concluídas, estando para breve o lançamento de concurso público para a concessão da sua exploração a privados. A Câmara Municipal do Sabugal aposta no Parque Termal do Cró para dar maior visibilidade ao concelho do Sabugal, pois para além das termas virá ainda a contar com a edificação de um hotel rural, bem como espaços de lazer e de prática desportiva.
As termas do Cró juntar-se-ão assim às cerca de 50 estâncias termais portuguesas licenciadas e espalhadas de norte a sul do país.
plb