Category Archives: Pailobo
Os Carris e as Bitolas
A Ferrovia, nos últimos anos tem sido o parente pobre dos investimentos públicos feitos nesta área. As infraestruturas rodoviárias que se fizeram no país, por opção politica, relegaram o Comboio para segundo plano. Mas parece que as coisas estão a mudar.
Poldras, Pontões e Pontes (4)
:: :: A Ponte de FERRO :: :: – Pelo menos entre a Guarda e Vilar Formoso todos sabem e muitos conhecem a Ponte de Ferro. O que alguns desconhecem é que esta ponte afinal é de Alvenaria de Granito e por isso pedra. De qualquer modo é uma obra de arte imponente.
Poldras, Pontões e Pontes (3)
:: :: As Chancas do Malhadil em Pailobo :: :: – Nalguns locais chamam-lhe chancas, noutros poldras noutros ainda passadiços, mas tenham o nome que tiverem, são as construções mais rudimentares que o homem fez para atravessar os nossos rios. Apenas permitiam a travessia a pé, e com alguma habilidade.
Poldras, Pontões e Pontes (2)
:: :: O PONTÃO DE PAILOBO :: :: – As pontes unem as margens dos rios para permitir que quem mora dum lado possa deslocar-se ao outro. São sempre um símbolo de união. Unem o que os rios tentam separar.
A Cruz de Pedra ao Senhor do Calvário
Em cada aldeia, há sempre histórias que são transmitidas de pais para filhos de forma verbal. Essas histórias têm sempre um fundo de verdade embora por vezes o seu enredo, quando o possuem, chegue aos nossos tempos com a introdução do necessário ruído que qualquer comunicação tem chegando por vezes também recheadas do resultado do ditado popular: Quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto.
Brasão, selo e bandeira (4)
:: :: PARADA :: :: – Como se disse nos textos anteriores, a generalidade das autarquias possui os seus símbolos heráldicos. Esses símbolos, para cada povoação são uma espécie de denominador comum de toda a comunidade. Vamos conhecer a comunidade da Parada.
A água dos rios é o sangue da terra
A água é a fonte da vida na terra. O corpo humano é formado de 70 por cento de água. A água cobre quase 70 por cento do planeta Terra. Danificar a água dos rios é danificar a nossa vida. O Noémi, não possui sistema circulatório como os mamíferos que eventualmente lhe permitiria recuperar a qualidade da água que nele corre.
Pelourinhos em Terras de Riba Côa (25)
:: :: JARMELO :: :: – De entre os antigos municípios do distrito da Guarda há um que merece um especial destaque não só pela dimensão que teve mas também pelos acontecimentos de natureza histórica de que foi alvo. Estou a falar do Jarmelo. Aqui não há pelourinho.
Pelourinhos em Terras de Riba Côa (21)
:: :: HORTA :: :: – Ao conceder forais a determinadas aldeias, as ordens militares ou o Rei reconheciam a sua importância para a defesa ou consolidação do território nacional. No caso da Horta o foral e a sua transformação em concelho, foi formalizada por um filho bastardo de D. Dinis a quem o rei tinha doado a localidade.
Bullying Ambiental – O Noémi é uma vítima
Os animais, adaptam a sua vida às condições dos locais onde vivem. Quando estas são alteradas, movem-se para outro local. As plantas quando são agredidas por acidentes naturais, não podem fugir por isso são destruídas. Os rios são sistemas sedentários que não podem mudar de sítio quando são agredidos. Por isso, morrem quando as agressões são continuadas. Agredir quem não pode defender-se é uma atitude primitiva.
Poder de compra nos municípios do Interior
As diferenças entre o poder de compra no Interior e no Litoral produzem mapas do país disformes em termos cromáticos como o que abaixo vemos. Quando analisamos o poder de compra entre pessoas de municípios pobres e ricos as diferenças entre uns e outros chega a ser de 4 vezes. O Interior tem razão quando reclama.
Pelourinhos em Terras de Riba Côa (6)
:: VILA DO TOURO :: Ao conceder forais a determinadas aldeias, o Rei reconhecia a sua importância para a defesa do território nacional. Quando essas aldeias entretanto concelhos, perderam essa importância, foram extintos os concelhos. É importante, é necessário, é justo, reavivar a memória dos mais esquecidos.
Freguesias & Paróquias – Uma ligação histórica
As paróquias e as freguesias, embora actuando na mesma áreas territorial, têm génese e funções diferentes: A primeira é de natureza religiosa, e muito mais antiga enquanto a segunda é de natureza civil. A primeira tem órgãos nomeados enquanto a segunda tem órgãos eleitos. Hoje, podemos ser ou não paroquianos mas fregueses somos de certeza pois a freguesia inclui todos os residentes e não apenas os que pensam de determinada maneira.
A Toponímia dos lugares – PAILOBO
Os nomes das diferentes aldeias têm por norma associado à sua designação toponímica uma «história» que perdura entre as gerações em que é transmitida. Por vezes existem mesmo acontecimentos ou episódios históricos que suportam essas designações. Não é o caso de Pailobo em que o nome tem apenas caracteristicas populares.
As novas formas da Imprensa regional
Apesar da evolução tecnológica dos meios de comunicação os jornais e livros continuam a existir e ser produzidos também em papel. A leitura de informação a partir de um portal ainda não consegue transmitir ao leitor todas as sensações que um jornal ou livro em papel transmitem (cheiro, textura, peso). Por isso coexistem os diferentes suportes de informação, sendo alguns deles utilizados para divulgar os restantes.
Posso eleger mas não posso ser eleito
Será o nosso regime democrático? Se todos os cidadãos podem eleger os representantes políticos (que os representam?), haverá razão para que não possam eles mesmo ser eleitos para todos os cargos políticos electivos? Dispondo a lei fundamental (A Constituição) de forma impeditiva quanto a essa possibilidade, não será altura de ela ser alterada? Quem o pode fazer são os partidos políticos através dos deputados que indicaram para ser eleitos. Alguma vez terão coragem de o fazer?










































