O optimismo é o ópio dos parvos

António Emídio - Passeio pelo Côa - © Capeia Arraiana

Protestos, guerras, grandes problemas ambientais, crime organizado, injustiça, corrupção, esperteza em vez de cultura, espectáculo cínico em vez de humanismo, negócio sujo em vez de ética. A política não foi sempre assim, isto tem a ver com o predomínio do dinheiro e da corrupção, que é o que acontece presentemente.

O optimismo é o ópio dos parvos

O optimismo é o ópio dos parvos

Querido(a) leitor(a), tivemos eleições há meia dúzia de dias, o Povo Português escolheu os seus representantes democraticamente, mas de Bruxelas (Berlim) começaram a chegar os avisos, as ordens e as ameaças!!! Sabe porquê querido(a) leitor(a)? Porque os países poderosos impõem a lei, ou seja, a lei do mais forte! A lei dos países com mais poder militar, com mais e melhor tecnologia, e com mais recursos económicos, e para melhor dominarem recorrem à mentira e à desinformação. Estes países, e as organizações internacionais que eles engendram, entre elas a União Europeia, não são para estabelecer a «Força do Direito» mas sim o «Direito da Força».

Quem se admira do desprestígio que já alcançou o Universo Político?

Quem se admira da chegada do populismo?

Quem se admira do aparecimento das crises económicas?

Quem se admira que a vida política ande ao ritmo dos negócios?

Quem se admira dos protestos populares que presentemente percorrem o Mundo, desde o Chile ao Iraque, passando pela Espanha, pela Inglaterra com o Brexit, pela França, Bolívia, Chile, Equador México, etc.,etc., etc.?

Não seja optimista querido(a) leitor(a).

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«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

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