Casteleiro – Do Tonito ao Morgado…

José Carlos Mendes - Orelha - Colaborador - Capeia Arraiana - 180x135

De cada vez que me ponho a ler para seleccionar os textos que devo repetir é um problema porque acho sempre que devia reproduzir muitos mais do que cabem no artigo… Hoje percorro um circuito que leva um texto emprestado sobre o Morgado de Santo Amaro. Leia que também vai gostar…

Permitam que deixe aqui uma grande hpomenagem  ao meu amigo Tonito, de quem sempre ostei muito.

Permitam que deixe aqui uma grande homenagem ao meu amigo Tonito de quem sempre gostei muito

Naqueles dias havia entre a rapaziada da terra grandes farras de comes, bebes e conversa animada pelo meio…

«Havia na aldeia o costume de cada um dos participantes da farra levar petiscos variados e vinho etc., de modo a que a malta se instalasse na adega de um e por lá pernoitasse até às quinhentas sem ter de interromper o convívio. Se por acaso, a meio da farra, se acabasse a comida – o vinho, por norma, (de)corria por conta «da casa», ou seja, bebia-se das pipas que estavam na adega onde se estacionava –, então tocava à vez a cada um dos participantes ter de ir desenrascar mais uns petiscos onde quer que fosse: por norma, a casa dos pais ou à sua própria casa, se já fosse casado…».

Pode ler tudo… (Aqui.)

Ícones da minha aldeia

«O que entendo por “ícones”? São os seres que me marcaram, vivos ou não, mas todos com muita «vida» dentro de mim, com grande significado (não só para mim: para toda a aldeia)».
Mistéééério!

Continue a ler… (Aqui.)

 A Quinta de Santo Amaro vista da estrada nacional.                 Marca vermelha na casa que era a habitação do Sr. Morgado

A Quinta de Santo Amaro vista da estrada nacional.
Marca vermelha na casa que era a habitação do Sr. Morgado

Os carros e o Doutor de Santo Amaro

Seja-me permitido pois não resisto sempre que o assunto é o Morgado de Santo Amaro. Vou mesmo trazer aqui uma investigação aturada do autor deste artigo que lhe peço que leia com o mesmo entusiasmo que a mim me apanha sempre desprevenido em casos destes. Começa assim:

«A 27 de outubro de 1902, faz hoje 117 anos, realizou-se a primeira corrida automobilística em Portugal: Figueira da Foz-Lisboa. O motivo desta evocação prende-se com o facto do principal protagonista desta prova ter sido José Caetano Tavares de Melo da Costa Lobo, então com 26 anos, conhecido entre nós como último “morgado” de Santo Amaro».

Continue a ler… (Aqui.)

Como já lhe disse um dia e hoje tenho de repetir:

«As histórias da minha aldeia de tempos idos deixam-me encantado. Não me canso de as escrever e de passar horas à tarde ou ao serão a ouvir cada pormenor. E puxo pela minha fonte para saber todos os meandros de cada história. Um prazer.»

São as histórias de antanho. Como eu as lembro e como faço por nunca as esquecer, tal e qual.

:: ::
«A Minha Aldeia», crónica de José Carlos Mendes

Deixar uma resposta