Casteleiro – Mais algumas estórias antigas…

José Carlos Mendes - Orelha - Colaborador - Capeia Arraiana - 180x135

Toda a promessa deve ser cumprida. Prometi trazer-lhe material com mais de 13 anos de publicação. Alguns destes textos estão escritos há mais de 30 anos e cá estou a cumprir… divirta-se, por favor!

O futebol jogava-se mais ou menos assim...

O futebol jogava-se mais ou menos assim…

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A aldeia nos anos 50 – Os jogos dos putos

Quando era pequeno, a que jogávamos nós? Ponho-me a olhar para trás. As imagens são muito claras, mas não muito diversificadas. Eis dois ou três exemplos…

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Brasão do Morgado de Santo Amaro

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O Morgado de Santo Amaro

«Aqui me ladram, além me mordem» – Uma Aventura europeia no princípio do século (XX)… O Morgado de Santo Amaro chamava-se José de Carvalho e Mello. Isso mesmo consta do seu mausoléu no cemitério da aldeia. Seria licenciado em Direito. Pelo menos chamavam-lhe «o Dr. de Santo Amaro»… Mas, como se sabe, naquela época, bastava ter ido a Coimbra para se ser «Dr.»… Estou mesmo convencido de que nunca terá acabado o curso.

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3
Contrabando – Um pouco mais de qualidade de vida

É disso que se trata. O contrabando trazia, por baixo preço, um pouco mais de qualidade de vida às pessoas da zona. O contrabando foi uma actividade comercial considerável durante duas ou mais décadas: desde o fim da Guerra Civil espanhola até ao 25 de Abril. Mas com maior pujança, sem dúvida nas décadas de 40, 50 e 60.

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Cada aldeia deverá ter as suas estórias – mas esta minha aldeia acho que as tem em elevado número e com muita piada.

Recordar isso tudo é um bálsamo para as nossas almas e uma tarefa que nos honra a todos.

Uma boa semana para si, leitor amigo.

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«A Minha Aldeia», crónica de José Carlos Mendes

2 Responses to Casteleiro – Mais algumas estórias antigas…

  1. Fernando capelo diz:

    Não sou de muitos comentários! Mas, por vezes , não resisto. Parabéns.

  2. Josécarlos Mendes diz:

    Obrigado. Só agora porque «não sou de» andar sempre a verificar se alguém comenta… Mas claro que «não resito» a dizer-lhe que vondo de si, tem um sabor especial, OK?
    Grande abraço.
    NOTA – Também não sou de comentar muito, mas por vezes os seus textos são mesmo irresistíveis.

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