Casteleiro – Estórias antigas com piada…

José Carlos Mendes - Orelha - Colaborador - Capeia Arraiana - 180x135

Tal como prometi, aqui tem mais algumas estórias do antigamente. Escritas de há mais de dez anos e que gosto muito de recordar e trazer de novo à ribalta. E fico muito satisfeito por ver que há quem ainda goste destas coisas de outros tempos…

Os cheiros da aldeia resultavam de muitos factores...

Os cheiros da aldeia resultavam de muitos factores…

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Aldeia, anos 50 – Cheiros bons e cheiros maus

O cheiro, na aldeia – em qualquer aldeia de Portugal, tenho a certeza – naqueles anos 50 e 60, é um elemento definidor de ambientes e de vivências. E marcam para toda a vida. Há cheiros bons, inesquecivelmente bons, que, de facto, me ficaram para toda a vida. Exemplos: o do micro-ambiente da tarimba, de que falarei adiante ou o dos lençóis de linho fino e puro.

(Publicado em 2006). Leia mais… (Aqui.)

A mais bela de todas as igrejas

A mais bela de todas as igrejas

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A igreja é naquele local porquê?

Devia estar-se aí pelos anos 80 ou 90 do século XIX: digamos por volta de 1880 ou 1890. O nosso caro amigo Daniel Machado afirma que foi em 1890 que foi construída a igreja no local onde está hoje, no seu magnífico livro de etnografia popular a que deu o título simples de «Casteleiro» e que agora amavelmente me ofereceu com dedicatória simpática que agradeço. Pois bem: admitamos: estava-se em 1890. Soube nestas férias que…

(Publicado em 2010). Leia mais… (Aqui.)

Fazer bonitos panos de renda era usual

Fazer bonitos panos de renda era usual

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Nos «idos» de 50 – Como é que as nossas mães ocupavam os seus tempos de «ócio»?

Antes de mais: falar de «ócios» para uma mulher casada nos anos 50 na aldeia é uma espécie de piada de mau gosto. Havia sempre que fazer. Passajar umas meias. Limpar a casa várias vezes ao dia, porque os marmanjos estavam sempre a sujar tudo.

Leia mais… (Aqui.)

Boa semana para todos nós, caros leitores.

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«A Minha Aldeia», crónica de José Carlos Mendes

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