Casteleiro – Estórias do diabo…

José Carlos Mendes - Orelha - Colaborador - Capeia Arraiana - 180x135

Sinto cá dentro uma satisfação indescritível de cada vez que me ponho a rememorar as historietas da minha meninice. Hoje foi outra vez um desses dias. Divirta-se, como eu me divirto, por favor!.

A bonita torre sineira do Casteleiro

A bonita torre sineira do Casteleiro

As histórias da minha aldeia de tempos idos deixam-me encantado. Não me canso de as escrever e de passar horas à tarde ou ao serão a ouvir cada pormenor. E puxo pela minha fonte para saber todos os meandros de cada história. Um prazer.

Um dia, em 2006, dei-me ao trabalho de repescar uma série delas. A partir de hoje, aqui no «Capeia», vai poder ler duas ou três em cada semana. Espero que adore, como eu sempre adorei: ouví-las, memorizá-las, escrevê-las e divulgá-las…

Cada um destes parágrafos que seguem é o início de uma história antiga que pode continuar a ler clicando nas palavras assinaladas, como sempre…
São belas histórias de antigamente. Divirta-se, com serenidade…

Contrabando em alta escala no Soito

«Agora mesmo ouvi num telejornal uma notícia de contrabando de tabaco apreendido hoje lá para as minhas bandas. Isso fez-me lembrar de imediato uma história do diabo que se contava na minha adolescência e que diz respeito ao alto contrabando feito por um senhor a quem chamavam simplesmente O Toninho do Soito. Parece que era contrabando a sério e em alta escala.»

Leia mais… (Aqui.)

A noite dos lobos

A noite dos lobos

A noite dos lobos

«Lá por alturas do final da II Guerra Mundial, a aldeia era medonha. Sobretudo naqueles Invernos rigorosos. Os nossos pais contavam assim: não havia luz (electricidade) e toda a região estava de noite mergulhada em profundo silêncio e em total escuridão. Os humanos estavam todos em suas casas, de volta da lareira. Os mais velhos contavam histórias aos pequenitos. Muitas vezes, histórias medonhas».

Leia mais… (Aqui.)

Águas Radium

«Havia nas proximidades da aldeia, naqueles tempos de 1930 até 1950, mais ou menos, uma empresa de exploração comercial de água engarrafada. A grande construção ao lado da «fábrica» de água engarrafada era um Hotel. Domina toda a região. Vê-se de todo o lado. Fica ao fundo da serrania que conduz à Aldeia Histórica de Sortelha (que, naquela altura, naturalmente, não estava ainda reconhecida como Património Histórico, pelo que não passava de mais uma aldeia com muralhas abandonada a meio das serras de Portugal). O complexo hoteleiro e industrial tinha a designação popular de Hotel da Serra da Pena. Ou mais simplesmente: a Serra da Pena.»

Leia mais… (Aqui.)

Gozem a vida moderna e tenham uma boa semana, caros leitores.

:: ::
«A Minha Aldeia», crónica de José Carlos Mendes

Deixar uma resposta