Autoritarismo e Intolerância

António Emídio - Passeio pelo Côa - © Capeia Arraiana

«Câmara Municipal de Barcelos colocou junto a WC funcionária sem condições minimamente dignas (…) por decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, a Câmara de Barcelos foi obrigada a recolocar funcionária no seu posto de trabalho», podia ler-se no Diário de Notícias, de 18 de Julho de 2019.

Martin Luther King

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Querido(a) leitor(a), creio que o que se passou com esta funcionária da Câmara de Barcelos foi uma vingança política por parte de superiores hierárquicos e classe política dirigente. Estes casos correspondem às ditaduras invisíveis da vulgaridade, mediocridade e provincianismo. Por norma, o partido que está a governar não vê com bons olhos aqueles(as) funcionários(as) que pensam de outra maneira, mas não se trata só de pensar, trata-se de trazer benefícios políticos (principalmente votos) aos que estão no poder, até podem ser pessoas do mesmo partido, mas se não houver benefícios é para «abater».

O forte atropela o débil, e o que tem poder abusa dele, isto é uma Democracia muito esquisita.

A pior coisa que pode acontecer a quem trabalha é ser pago para ser humilhado, é das coisas mais desumanas que pode acontecer a um homem ou a uma mulher.

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«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

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