Uma Europa extremista?

António Emídio - Passeio pelo Côa - © Capeia Arraiana

Em Democracia não se pode governar sempre, esta é a sua essência,quem governa hoje terá de ser governado amanhã, só assim se evitarão as Oligarquias e os seus tiranos. Nas actuais Democracias Ocidentais as Oligarquias governam através do voto que é dado aos seus representantes, isto que acabo de escrever não é nenhum extremismo! Para alguns poderá ser uma provocação, mas também não é, é uma pura realidade. Essa Oligarquia está a atirar com a Europa para a Extrema Direita. Começo a desconfiar que é propositadamente…

Democracias extremistas na Europa - Capeia Arraiana

Democracias extremistas na Europa

Querido(a) leitor(a) não é novidade nenhuma se lhe disser que a Europa está a voltar-se novamente para os partidos ultra conservadores de Extrema Direita, sentindo até alguma repugnância por toda uma série de «progressistas» de Salão, não é, nem deve ser a reacção mais adequada, mas deverá ser uma advertência a toda essa gente deslumbrada pela sua «modernidade» que mais não faz senão ditar leis que não agradam a ninguém, esquecendo que o cidadão normal quer é segurança, honestidade na governação, trabalho, salário digno, estabilidade económica e paz.

Podemos afirmar que o actual momento histórico que vivemos não é tão funesto como foram outros, mas isso não significa que vivamos no melhor dos mundos como nos passam a vida a dizer as canetas mercenárias ao serviço do Establishment, na sua mais que useira e vezeira manipulação informativa.

Poderão aceitar os cidadãos que trabalham, na maior parte das vezes mal remunerados, os desempregados, os que vivem numa tremenda precariedade laboral, e os pobres, os escândalos sociais e morais de homens e mulheres eleitos pelo Povo, e de banqueiros corruptos e corruptores a quem os trabalhadores confiam as suas magras poupanças que depois lhes são roubadas? E mais deprimente ainda! Tudo isto é considerado normal!!! O que é para esta gente a Democracia? Não nos admiremos portanto que a Extrema Direita esteja em ascenso.

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«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

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