Águas residuais – aproveitar o Interreg

Paulo Leitão Batista - Contraponto - © Capeia Arraiana (orelha)

O programa Interreg V apoia e financia projetos de reutilização de águas residuais em pequenos aglomerados urbanos, uma acção à medida do concelho do Sabugal que precisa de aproveitar a oportunidade para resolver os problemas que subsistem.

Estação de Tratamento de Águas Residuais

A Universidade da Beira Interior (UBI) anunciou que integra um projeto ibérico de cooperação com financiamento de um milhão de euros, através do Interreg, que visa o tratamento e reutilização de águas residuais em pequenos aglomerados urbanos.
Tem sido suficientemente aproveitado o programa Interreg, cuja última versão (a quinta) apoia projectos transfronteiriços entre 2014 e 2020.
A experiência com este programa europeu vem desde 1989, e tem significado uma maior cooperação nas zonas raianas, permitindo avanços na melhoria da qualidade de vida das populações.
Com a denominação «IDIaqua», o novo projeto durará três anos, tempo necessário para a criação de infraestruturas em laboratórios de centros de investigação das universidades envolvidas e nas empresas do consórcio.
O projeto envolve 15 entidades de Portugal e Espanha, entre centros de investigação, universidades, empresas municipais de abastecimento de água e empresas privadas.
Estando envolvida a UBI e a empresa Águas de Lisboa e Vale do Tejo, que trata as águas residuais do Sabugal e da região, importa que o Município do Sabugal apanhe esta carreira e contribua para ajudar a montar, monitorizar e estudar a remoção de poluentes emergentes e de metais pesados das suas águas residuais, bem como a possibilidade de reutilização das águas tratadas.
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«Contraponto», opinião de Paulo Leitão Batista

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