O calendário perpétuo

O Calendário Internacional Perpétuo foi uma proposta de mudança do calendário gregoriano, a fim de o tornar mais uniforme, preciso e prático. Sendo perpétuo, significava infinito, ou seja, que nunca acabaria porque fazia a rotação completa dos anos.

Quiseram um calendário infinito

A calendarização dos anos e meses foi, no início do Século XX, abundantemente discutido em Genebra por especialistas na matéria.
De entre os vários projectos apresentados, uns práticos e outros manifestamente utópicos, havia um que reformava assim o calendário:
O ano teria 13 meses, e cada mês 28 dias, somando um ano 364 dias. O dia que sobrava, pois para estar certo teria que contar 365 dias, seria chamado o «dia de ano novo» e não seria contado em nenhum mês.
As vantagens da reforma, para o comércio, a indústria, e em geral para toda a sociedade, seria a de que cada mês teria sempre os mesmos dias, e as semanas e meses começavam e acabavam sempre em dias certos, facilitando os negócios e a demais vida social, não sendo preciso um calendário para cada mês.
Embora essa fosse talvez a proposta mais aproveitável, o certo é que nunca foi posta em execução, porque a maior parte dos países não aceitaram que se reformasse o calendário.
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(por Paulo Leitão Batista)

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