Reacções face ao nascimento dos filhos

Os comportamentos face ao nascimento dos filhos nas diferentes civilizações. Uma visão quantitativa da vida. Anedotas de bolso.

O nascimento de uma criança pode gerar diferentes reações

Nascimento dos filhos
Nem sempre, nas diferentes épocas históricas e no seio das diversas civilizações, o nascimento dos filhos foi comemorado com alegria.
Entre muitas nações bárbaras, o dia do nascimento de um filho era ocasião de luto para a respectiva família. A mesma reunia em torno do recém-nascido e todos carpiam por haver recebido um funesto presente. Essas lamentações eram conformes à crença de se esperarem imensos trabalhos e misérias para o ser que acabava de vir ao mundo – era assim justo regar de lágrimas o seu berço.
Já em Atenas, na Antiga Grécia, o nascimento de um filho era motivo de alegria para os parentes. Se era um menino, penduravam à porta de casa uma coroa de oliveira, como símbolo agrícola, a que o homem está destinado. Se era uma filha, pendurava-se antes uma tira de lã, a significar a qualidade dos trabalhos em que as mulheres devem ocupar-se.
Entre os romanos, o nascimento de um filho era particularmente festejado: inspirados pela religião e pelo amor, recebiam os filhos como um presente dos deuses, imolava-se mesmo um cordeiro, terminando o ritual em farto banquete. As portas da casa eram ornadas de grinaldas de flores para anunciar a festa que se celebrava. Se um filho nascia morto, isso significava que era um dia nefasto e de mau agoiro, abstendo-se as pessoas de levar por diante qualquer empreendimento ou negócio de importância.

A vida em números
A vida é um lapso de tempo durante o qual o homem médio se barbeia 18.250 vezes, fuma 180 mil cigarros, gasta 131 fatos, 15 sobretudos, 67 pares de sapatos, 507 tubos de pasta dentífrica, faz 20 mil vezes o nó da gravata, come 3 toneladas de pão, tonelada e meia de carne, dorme 176 mil horas, é submetido a 2 operações cirúrgicas, compra 750 bilhetes de cinema ou teatro, lava as mãos 73 mil vezes, recebe 56 mil beijos e morre uma só vez.

Mês de 28 dias
O professor para o aluno:
– Diz-me, António, qual é o mês que tem 28 dias?
Resposta pronta do aluno:
– Todos, senhor professor.

Roubar à noite
O juiz para o arguido apanhado em flagrante delito:
– O quê? Pois você tem a audácia de se meter de noite em casa alheia?
– Ora essa, senhor Juiz!… Na última vez que cá estive, V.Exª censurou-me por eu fazer isso de dia. Já não percebo nada…

Onde mora a testemunha
O juiz para uma testemunha:
– Onde mora?
– Moro com o meu irmão.
– Muito bem, mas onde mora o seu irmão?
– Mora comigo.
– Mas onde moram vocês os dois?
– Moramos juntos.

Estudantes
O ministro da Educação, de visita a uma universidade, pergunta ao reitor:
– Senhor professor, quantos alunos estudam nesta universidade?
Responde-lhe o reitor:
– Um em cada dez, senhor ministro.
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(por Paulo Leitão Batista)

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