Jorge Barreto Xavier apresenta livro

Hoje destacamos... - © Capeia Arraiana (orelha)

«Alexandria» é o livro de contos de Jorge Barreto Xavier, professor, investigador e antigo Secretário de Estado da Cultura, que será apresentado no dia 20 de Junho, terça-feira, pelas 18 horas, no Grémio Literário (Rua Ivens, nº 37, Lisboa).

O livro, editado pela Imprensa Nacional Casa da Moeda, será apresentado por António Mega Ferreira, Pedro Mexia e Pilar del Rio.

Alexandria é um conjunto de histórias, de diálogos, de trocas de argumentos.
Num texto com o nome de uma cidade, percorre-se o vasto território do mundo das palavras, discute-se o seu poder na sociedade contemporânea e o seu valor nas nossas vidas. Duas personagens encontram-se e desencontram-se ao longo dos anos, dos tempos, dos lugares. Dos encontros e desencontros nascem certezas e inquietações.
Com um discurso narrativo intenso, Alexandria é mais que um palco de memórias, é também um espaço de reflexões: do narrador e de Jorge Luis, o Borges.

Jorge Barreto Xavier nasceu em Goa, Índia, em 1965. Em 1970, mudou-se com os pais e irmãos para Portugal, vivendo no distrito da Guarda (entre a Guarda e Sabugal) até 1984. No Sabugal frequentou boa parte do ensino secundário.
Em 1984 foi para Lisboa para cursar Direito e em 1986 fundou o Clube Português de Artes e Ideias, passando a dedicar-se à cultura, programando e coordenando eventos de diversa natureza, desde as artes performativas, artes visuais, fotografia, design, arquitectura, vídeo e literatura.
Em 1992, criou o programa Paideia, arte nas escolas secundária e em 1994 dirigiu a 7ª edição da Bienal de Jovens Criadores da Europa e do Mediterrâneo, a maior iniciativa do género ocorrida em Portugal. Em 1997 criou a Bienal de Jovens Criadores dos Países Lusófonos.

Jorge Barreto Xavier

Em 1998 fundou o Lugar Comum, Centro de Experimentação Artística, na Fábrica da Pólvora de Barcarena, em Oeiras.
Em 2003 torna-se vereador da Câmara Municipal de Oeiras, com os pelouros da Cultura, da Juventude e da Defesa do Consumidor.
De 2008 a 2010 exerceu as funções de director-geral das artes do Ministério da Cultura e em 2011 tornou-se professor auxiliar convidado do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, onde ensina Políticas Públicas da Cultura e Gestão das Indústrias Criativas.
De 2012 a 2015 foi Secretário de Estado da Cultura do XIX Governo Constitucional, num governo que não tinha Ministério da Cultura, estando na dependência directa do chefe do governo.
Em 2016 voltou ao ISCTE para concluir a tese de doutoramento, leccionar, e dirigir o Programa Cultura, Desenvolvimento e Sociedade.
plb

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