Quereis que acreditemos?

António Emídio - Passeio pelo Côa - © Capeia Arraiana

Começai então a limpeza, e os que estiverem envolvidos em casos de corrupção é de toda a conveniência que não apareçam em nenhuma lista, de nenhum partido, para nenhum cargo. É pedir muito?

As eleições legislativas estão à porta

As eleições legislativas estão à porta

Já sabe ao que me estou a referir querido leitor(a), às eleições que se avizinham, eleições legislativas em Portugal. Se os partidos políticos fossem sérios nunca nomeariam para cargos públicos e, para candidatos a um qualquer posto político, oportunistas e corruptos, isto só desprestigia o partido e a própria Democracia. Se fossem sérios não tinham nas suas fileiras gente corrupta e, nem aceitariam que bancos e empresas lhes financiassem campanhas eleitorais, porque isso dá sempre origem a toda a espécie de corrupções, são favores que têm de ser pagos… Os partidos políticos governam para determinados sectores da sociedade, é a esses sectores que devem o poder, por isso a nossa Democracia está convertida num jogo de interesses de grupos económicos, os cidadãos votam simplesmente, mas as ordens também são dadas de partidos políticos estrangeiros! Já ouviu falar na CDU?
Nas campanhas eleitorais os cidadãos são enganados com projectos e programas que nunca se realizam, e quanto mais falam, mais silenciam. A propósito de silenciar, lembra-se querido leitor(a) desta noticia, acho que saída no mês de Junho: «Viatura oficial do Estado usada no tráfico de droga. Motorista do secretário de estado das finanças foi detido pela GNR quando circulava no BMW do Estado, na posse de 200 gramas de haxixe, em Loures». Eu não ouvi nem li mais nada. Em contrapartida, não sai da televisão, dos jornais e da internet, um caso passado em Maio, as cacetadas que um tipo do futebol levou de um polícia, esta notícia causa repulsa e até ódio para com um agente da autoridade, a outra é perigosa, mais perigosa se tornaria se ainda falassem dela, estava em cheque, ou poderia estar, um governante, e se por acaso se apurasse de onde a droga tinha vindo?
«É hoje claro que o crime organizado infiltrou o aparelho do Estado» (José Braz, investigador da Polícia Judiciária).
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«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

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