The Gift actuam no TMG

TMG - Teatro Municipal da Guarda - © Capeia Arraiana

Os The Gift actuam na próxima sexta-feira, dia 28 de Junho, pelas 21h30 no Teatro Municipal da Guarda (TMG). A banda traz as suas mais recentes criações ao palco do Grande Auditório com «Primavera/Explode».

The Gift

The Gift


Trata-se de um espectáculo dividido em duas partes. Na primeira parte a banda portuguesa apresenta «canções inspiradas na Primavera, escritas no Verão, gravadas no Outono para serem ouvidas em pleno Inverno… canções simples, inspiradas em melodias que a mão direita insistia tocar no piano. A mão esquerda segurava o banco (…) Harmonia. Melodia… Coisas simples que ditas de uma forma ainda mais simples se possam traduzir de várias maneiras. Cada um tem a sua Primavera. Um sítio onde se descobrem segredos, ínfimas histórias de cada um de nós. Primavera é um hino ao nosso. Apenas e só nosso, coisas nossas, suas. Canções que sempre aqui estiveram a percorrer as minhas duas mãos. Direita, Esquerda. 14 mãos. Sete pessoas, sete histórias de vida, sete personalidades artísticas. Primavera é junção. Vozes. Uma só voz, calma, sussurrada, descontraída, naturalmente emotiva. Primavera é cantada ao ouvido. Em palco, Primavera e Explode são mil cores possíveis, a história é a nossa. Posso contudo adiantar que, depois deste palco, será também vossa.», escreve, a propósito do novo espectáculo da banda, Nuno Gonçalves dos The Gift.
Na segunda parte do espectáculo, revisita-se o ultimo disco dos The Gift, “Explode”. Uma explosão de cores, dança, festa, intensidade.
«Explode é um disco de vida feito para toda a vida. O seu real significado? Uma explosão de cores, de luz, de vida, de nova vida. O disco feito e ouvido representa o disco que sempre sonhámos fazer. O disco onde juntámos tudo o que aprendemos, tudo o que lemos, tudo o que vimos, tudo o que ouvimos e em género de conclusão, começamos tudo outra vez. Do início. Como se hoje, 17 anos depois do primeiro ensaio, sentíssemos a mesma energia, a mesma força, a mesma confiança, a mesma motivação.
Gravámos a emoção como se fosse o primeiro disco. Gravámos a emoção como se fosse o último disco», explica Nuno Gonçalves.

Exposição de Mariana Fernandes
A partir de 2 de Julho e até ao dia 21 do mesmo mês, o Café Concerto do TMG recebe a instalação “Tornar-se principiante”, de Mariana Fernandes.
Mariana Costa Fernandes nasce em Lisboa em 1990, onde reside, estuda e trabalha.
Em 2008, concluiu o Curso Artístico Especializado de Produção Artística com especialização em Cerâmica. Em 2011 – Finaliza a Licenciatura em Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.
Tem uma Pós-gradução em Ciências da Arte e do Património na mesma Faculdade.
Actualmente frequenta o mestrado de Filosofia – Estética, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova. Em 2010 e 2011 participa no Simpósio Internacional de Artes do Feital (XI e XII edições). Desde 2009, integra os corpos sociais da Associação Luzlinar, bem como a equipa artística e técnica permanente. A exposição tem entrada livre e pode ser visitada no horário de funcionamento do Café Concerto.

«Holy Motors», de Léos Carax
Na quarta, 3 de Julho, o Cineclube da Guarda apresenta, com o apoio do TMG, o filme “Holy Motors” do realizador Léos Carax. A sessão é para maiores de 16 anos e está marcada para as 21h30 no Pequeno Auditório.
O sr. Oscar (Denis Lavant) é um viajante e passa a sua existência entre várias vidas. Ele é um assassino, uma criatura monstruosa, um mendigo ou um pai de família. Parece desempenhar papéis, mergulhando inteiramente em cada um deles. Está só, apenas acompanhado pela mulher loira que comanda a grande máquina que o transporta entre vidas e lugares. Sabemos que anda em busca da beleza do gesto e dos fantasmas da sua vida. Mas, afinal, quem é ele e onde pertence?
Com argumento e realização do francês Leos Carax, “Holy Motors” marca o regresso do realizador 13 anos depois de “Pola X”.
O filme esteve em competição na 65.ª edição do Festival de Cannes onde foi recebido com estranheza, mas também entusiasmo.

Oficina «Clown Criação»
De 5 a 7 de Julho (Sexta a domingo) o TMG promove a oficina “Clown Criação” orientada pelo actor/clown Jorge Paxeco. Os interessados deverão dirigir-se à bilheteira do TMG e efectuar a inscrição, no valor de 10 euros, até ao próximo dia 4 de Julho.
A oficina tem por destinatários artistas, actores, educadores, professores, animadores, estudantes e profissionais que lidem com públicos (da área educacional, social ou da saúde).
Todos temos dentro de nós um Clown. Esta oficina pretende libertar o nosso Clown interior.
Oficina essencialmente prática, com utilização de dinâmicas que promovem a descoberta e aproximação individual ao “eu “ Clown. Viver as dificuldades como plataforma da ação de clown, com espírito lúdico e positivo. Criar condições para todos vivenciarem as emoções de Clown, através do prazer de jogar e improvisar. Objectivo: conhecer o nosso Clown, para se viver de uma forma mais sã, humanizada, equilibrada e alegre.
Jorge Paxeco considera-se um palhaço do mundo. Nasceu em Lisboa em 1961. Entre 1990 e 2007 fez formação de actor e de movimento com Michael Tchekov, Stanislavsky, Comedia dell Arte, entre outros. Estagiou em Milão comMamadou Diume da Escola de Peter Brook e em Nova Iorque na Escola Lee Strasberg.

Exposição «Gravuras de Vieira da Silva»
Até 14 de Julho, o TMG apresenta, numa parceria com a Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva, na sua Galeria de Arte, a exposição “Gravuras de Vieira da Silva”.
A Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva conta no seu espólio com uma significativa colecção de gravura de Maria Helena Vieira da Silva. De um conjunto de 286 gravuras foram seleccionadas 33, pela sua representatividade técnica – abrangem desde o buril à águatinta, serigrafia e litografia; pela sua data de produção, que vai dos anos 1960 a 1991, ou seja, todo o período de maturidade da artista; e ainda pela sua diversidade temática e plástica, de representações mais abstractas a representações figurativas, todas elas resultantes de um similar percurso da artista na pintura.
Este conjunto que se apresenta na Galeria de Arte do TMG é, deste modo, um percurso gráfico revelador de um outro percurso, o pictórico, dando a conhecer a todos os públicos a obra da maior artista plástica portuguesa do século XX.
Nascida em Lisboa em 1908, Maria Helena Vieira da Silva foi pintora da Segunda Escola de Paris, tendo-se destacado no panorama da arte internacional. A pintora ganhou vários prémios internacionais e, partir de 1958, organizam-se retrospectivas da sua obra, por toda a Europa. Morreu em Paris em 1992.
A exposição tem entrada livre e poderá ser visitada de terça a sexta das 16h00 às 19h00 e das 21h00 às 23h00, aos sábados das 15h00 às 19h00 e das 21h00 às 23h00 e aos domingos das 15h00 às 19h00.
plb (com TMG)

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